28/02/2007

“COMPRO o que é nosso”


“COMPRO o que é nosso” dinamiza o país .
A Associação Empresarial de Portugal, ciente de que os problemas económicos do país só se resolvem criando riqueza e trabalho, lança uma campanha de sensibilização para o consumo de produtos e marcas que contribuem para criar Valor Acrescentado em Portugal, com a assinatura “COMPRO o que é nosso”. O objectivo deste projecto é criar um novo estado de espírito na sociedade portuguesa, valorizando a produção nacional, a criatividade, o empreendorismo, o trabalho, o esforço e a determinação. O projecto visa também elevar a auto-estima de empresários e trabalhadores mobilizando-os para produzirem melhor e acreditarem que podem vencer o desafio da globalização.
A marca “COMPRO o que é nosso” é um testemunho de convicção, dado na primeira pessoa, inspirado num logótipo que reflecte três mensagens:
os valores patrióticos identificados pelas cores da bandeira nacional;
a letra P, normalmente presente em todas as aplicações em que é necessário abreviar o nome Portugal;
a forma de gota como símbolo de unidade que representa o pequeno esforço “gota a gota” necessário à recuperação plena da economia.

A globalização e a subida dramática do custo de alguns dos factores de produção, têm vindo a colocar graves dificuldades ao desenvolvimento industrial de muitos sectores de actividade na Europa. Esta realidade atinge, de forma muito particular.
A quebra de poder de compra das famílias portuguesas, o aumento da taxa de desemprego e as comparações diárias que colocam Portugal na cauda da Europa em quase todos os índices de desenvolvimento económico, têm contribuído para instalar um clima de esmorecimento e desânimo na sociedade portuguesa.
Todos sabemos que o orgulho dos portugueses, quando estimulado, é capaz de responder a grandes desafios. O projecto “COMPRO o que é nosso” apela à consciência cívica de consumidores, empresários e trabalhadores no sentido de comprarem o que os portugueses produzem. Só assim é possível criar mais emprego, mais riqueza, mais desenvolvimento económico.

Sem comentários: