16/07/2007

Olha para o que eu faço e não para o que eu digo

Olha para o que eu faço e não para o que eu digo, poderá ser bem o mote para este post; que o digam o Vice Presidente da Camara Municipal Aires Pereira e alguns, para já apenas um , mas estou em crer que outros se seguirão, moradores ou proprietários de terrenos ou habitações confrontantes com a " nova " via B ou Av. 25 de Abril.

Dizia Aires Pereira na entrevista concedida á Radio Onda Viva em 30 de Junho de 2007: " ... a via B tal como foi projectada, e como está a ser executada, não tem acesso directo por parte dos moradores e dos confrontantes da mesma, portanto será atravéz de arruamentos laterais que tem de ser executados no ambito dos projectos das obras de urbanização desses empreendimentos, que serão executados os acessos e os estacionamentosque irão servir esses empreendimentos, para além da execução de uma segunda via que falta executar e nós executamos pequenos troçosonde tinhamos obrigatoriamente que executar por força da articulação da viae que portanto caberá naturalmente á iniciativa privada e aos empreendedores, executarem essa parte da Via que lhes vai fundamentalmente servir os seus empreendimentos.... esta é uma via sem a qual dentro de algum tempo não se poderia viver na Póvoa; porque cada vez o centro está mais congestionado , cada vez há mais dificuldades de circulação, e portanto a via faz parte de um projecto de um plano de urbanização, o Plano Director Municipal já comtemplava a existencia desta via e naturalmente que o executivo tem que se munir dos meios juridico-legais que permitem a execução desta via, mas posso dizer que houve compreenção por parte de muitos proprietarios com os quais nem sequer foi necessário fazer expropriação , fizemos acordos amigaveis de utilização dos terrenos para podermos executar a via , houve uma ou outra situação, nomeadamente terrenos que estavam em situação de partilhas, e que havia muitos herdeiros, onde é dificil aí chegarmos a um acordo porque não há um interlocutor há vários mas posso-lhe dizer que o processo correu bem, não tivemos nenhuma situação desagradável , não foi preciso chamar a Policia ou a GNR para intervir nem para ocupar nenhum dos terrenos, as pessoas foram fazendo os seus acordos, foram recebendo aquilo que tinham por direito receber , outros entenderam que o que receberam foi pouco e recorreram da decisão proferida pelo Tribunal e portanto foi um processo que seguiu toda a normalidade e posso dizer que abrangia quase cento e cinquenta parcelas , envolvia aqui muita gente e dentro da medida do possivel as pessoas foram naturalmente percebendo que aquilo era mesmo para fazer era para executar e portanto tentaram fazer o melhor acordo..."

Agora pergunto eu...
Porque é que se assiste áquilo que as imagens seguintes mostram ?

É perfeitamente visivel a estrutura de novos pilares para a existencia de um portão

Aqui é possivel ver que alguem colocou lá alcatrão para tornar mais facil o acesso.

A Policia Municipal que por lá passa todos os dias não vê isto ?

Em que é que ficamos senhor vereador ?

1 comentário:

pobeirinho sem ser pela graça de deus disse...

Vai uma aposta?
Nem com fotos, como Vc apresenta, nem com testemunhos, das duas três: - a bandidagem no poder e seus muchachos, ou não ligam, ou vão fazer de conta que nada se passa. E o resto dos poveiros, cala-se.