31/03/2008

Volta ao Alentejo - 9 a 13 de Abril





O ALENTEJO ESTÁ EM FESTA



Passada que está a Comemoração dos 25 anos, a Volta ao Alentejo em bicicleta inicia o seu percurso em direcção às Bodas de Ouro. Em plena Primavera, no mês da Liberdade - ABRIL - aí vamos ter a popular modalidade que é o ciclismo a chegar em directo às aldeias, vilas cidades e aos lugares mais isolados deste nosso Alentejo. Com início em Ferreira do Alentejo, no Baixo Alentejo, a Volta ruma ao Litoral Alentejano, faz nova visita ao baixo Alentejo, atravessa o Alentejo Central em direcção ao Norte Alentejano para finalizar em Évora, percorrendo duas dezenas de municípios e muitas freguesias. Com um pelotão de qualidade que faz prever uma edição competitiva, a Alentejana é uma prova que honra o País, o ciclismo e o desporto nacional, justificando por isso, uma maior atenção de outros organismos públicos que não só as autarquias e que tem faltado.
Assente numa organização que tem como característica principal o voluntariado de muitos amantes, da modalidade e da região, quer individuais quer colectivos, a Volta ao Alentejo em bicicleta é, seguramente, uma das maiores e mais importantes embaixadas de promoção da região e contributo essencial para a sua crescente afirmação de progresso e de futuro.




Equipas presentes:


UCI Profissionais Continentais:
Andalucia CajaSur (ESP)
Barloworld (GBR)
Contenpolis Murcia (ESP)
Karpin Galicia (ESP)
Serramenti PVC Diquigiovanni-Androni Giocattoli (VEN)
Benfica (POR)


UCI Continentais:
Barbot-Siper (POR)
Centro Ciclismo de Loulé (POR)
Fercase-Rota dos Móveis (POR)
LA MSS Póvoa (POR)
Liberty Seguros (POR)
Madeinox Boavista (POR)
Palmeiras Resort / Tavira (POR)
Quadro de etapas da Alentejana: (clique nos links para itinerários detalhados)
09/04 Quarta 1ª Etapa
Ferreira do Alentejo/Odemira 169,4
10/04 Quinta 2ª Etapa
Zambujeira do Mar/Ourique 173,0
11/04 Sexta 3ª Etapa
N.ª Sr.ª das Neves/Beja (CRI) 31,0
12/04 Sábado 4ª Etapa
Fluviário de Mora/Serra S. Mamede (Portalegre) 181,1
13/04 Domingo 5ª Etapa
Évora/Évora 177,1

INSCRITOS DA MSS/POVOA
31 - XAVIER TONDO
32 - BRUNO PIRES
33 - JOÃO CABREIRA
34 - CLAUDIO FARIA
35 - CONSTANTINO ZABALA
36 - PEDRO ROMERO
37 - ANGEL VICIOSO
38 -PEDRO CARDOSO
DIRECTOR DESPORTIVO - MANUEL ZEFERINO


Vítor Rodrigues vence e dá liderança na Taça das Nações a Portugal




Vítor Rodrigues deu este domingo uma enorme demonstração de classe e de brio profissional ao conseguir o segundo lugar na derradeira etapa do GP de Portugal, chegando à meta com vantagem suficiente para tirar a camisola amarela ao francês Anthony Roux. A etapa, 139,2 quilómetros entre Felgueiras e a Santa Quitéria, foi conquistada pelo estónio Rein Taaramae, que já ontem fora o melhor. Taaramae precisou de 3h45m02s para concluir a tirada, o que equivale a uma média de 37,115 km/h.
Depois de ontem ter cedido o primeiro lugar a Roux, a equipa nacional saiu para a etapa-rainha do GP de Portugal com coragem. O comando do pelotão foi desde cedo assumido pelos corredores lusos, que anularam a primeira escapada do dia e que endureceram a corrida o suficiente para que, na dificílima subida de primeira categoria para o Monte do Viso, os grandes rivais não conseguissem acompanhar a pedalada que então seria imposta por Vítor Rodrigues.
O plano era perfeito e a sua execução não desiludiu. Na ascensão para o Viso, o campeão nacional de sub-23 arrancou e com ele foi o estónio Rein Taaramae. O ciclista da equipa ProTour Cofidis conseguiu adiantar-se, mas estava suficientemente atrasado na Geral para que não constituísse um risco para os interesses nacionais. A situação de corrida, depois da passagem no Viso, estava desenhada da seguinte forma: Rein Taaramae na frente, Vítor Rodrigues sozinho na perseguição e o camisola amarela, alguns segundos mais atrás, escoltado no seio do primeiro pelotão.
Ainda faltavam 24 quilómetros para a meta e as condições meteorológicas eram adversas para quem seguia sozinho. O forte vento prejudicava Taaramae e Rodrigues em relação a quem vinha na perseguição. Para complicar mais a situação, o ciclista português teve um furo que lhe fez perder algum tempo.
A motivação do corredor nacional era, no entanto, enorme. Mesmo com o vento como adversário e com o percalço mecânico, o natural de Oliveira de Azeméis foi ganhando terreno face ao magnífico rolador que seguia na sua frente e também – e mais importante – em relação a Anthony Roux. Nas ascensão final para o alto de Santa Quitéria, Vítor Rodrigues quase alcançou o vencedor da etapa, terminando apenas 11 segundos após a chegada de Taaramae. Anthony Roux concluiu a jornada na sexta posição, a 59 segundos do estónio. Estava consumada a vitória de Vítor Rodrigues e de Portugal.
O GP de Portugal é a primeira das sete provas que compõem a Taça das Nações de Sub-23. A classificação da Taça faz-se por países e os pontos de cada nação são atribuídos pela posição alcançada pelo melhor elemento da equipa em cada uma das provas pontuáveis. Assim, o primeiro lugar de Rodrigues no GP de Portugal garantiu ao nosso país a liderança da Taça das Nações. No final da temporada, as cinco selecções com mais pontos somados na Taça das Nações têm direito a juntar mais um elemento ao colectivo que convoquem para o Campeonato do Mundo.
Declarações dos protagonistas
Vítor Rodrigues, vencedor do 2º GP Portugal

“Ontem perdi a camisola amarela devido a um lapso meu. Hoje não estava disposto a sucedesse o mesmo. Hoje sabia que a etapa seria duríssima, mas tinha de recuperar a camisola amarela. Os meus colegas, os responsáveis técnicos e a família estiveram sempre ao meu lado, dando-me motivação. Dedico-lhes o triunfo”.
José Poeira, seleccionador nacional

“Lutámos muito para recuperar o primeiro lugar. Endurecemos a corrida para que o Vítor Rodrigues pudesse atacar no alto do Viso sem que os adversários conseguissem responder. No entanto, o forte vento que se fazia sentir depois desse prémio da montanha tornou muito dura a tarefa do Vítor. No ano passado vencemos esta corrida e, como é óbvio, não foi fácil repetir o êxito. Nas restantes provas da Taça das Nações tentaremos estar sempre na discussão dos primeiros lugares”.
Artur Lopes, presidente da União Velocipédica Portuguesa-Federação Portuguesa de Ciclismo

“Um triunfo é sempre um triunfo, mas tem ainda mais sabor quando acontece numa prova como estas, que é um evento em que a Federação muito aposta. Sou um dos grandes defensores deste tipo de corridas, por selecções, porque permite aos nossos melhores atletas trabalharem em conjunto, protegidos de todo o tipo de pressões e estimulando o espírito pátrio. O Vítor Rodrigues esteve inexcedível e merece os meus parabéns”.
Classificações

Etapa: Felgueiras – Santa Quitéria, 139,2 km

1º Rein Taaramae (Centro Mundial de Ciclismo), 3h45m02s

2º Vítor Rodrigues (Portugal A), a 11s

3º Andrei Solomennikov (Rússia), a 35s

4º Gaspar Svab (Eslovénia), a 49s

5º Simon Geschke (Alemanha, a 52s

6º Anthony Roux (França), a 59s

7º Rasmus Guldhammer (Dinamarca), a 1m03s

8º Marcel Fischer (Alemanha), mt

9º Salvatore Mancuso (Itália), a 1m07s

10º Rafael Valls, a 1m09s


Geral Individual

1º Vítor Rodrigues (Portugal A), 10h28m04s

2º Anthony Roux (França), a 53s

3º Rein Taaramae (Centro Mundial de Ciclismo), a 1m15s
4º Andrei Solomennikov (Rússia), a 2m29s

5º Gaspar Svab (Eslovénia), a 2m50s

6º Simon Geschke (Alemanha), a 2m52s

7º Marcel Fischer (Alemanha), a 2m53s

8º Salvatore Mancuso (Itália), a 3m11s

9º Rafael Valls (Espanha), a 3m15s

10º Jacques van Resnburg (Centro Mundial de Ciclismo), a 3m22s


Geral Colectiva

1º Rússia, a 31h33m23s

2º Centro Mundial de Ciclismo, a 2m51s

3º Alemanha, a 5m57s

8º Portugal A, a 25m03s

11º Portugal B, a 1h23m33s


Pontos

1º Rein Taaramae (Centro Mundial de Ciclismo), 53 pontos

2º Vítor Rodrigues (Portugal A), 47

3º Anthony Roux (França), 44


Montanha

1º Simon Geschke (Alemanha), 33 pontos

2º Jacques van Resnburg (Centro Mundial de Ciclismo), 24

3º Vítor Rodrigues (Portugal A), 24


Juventude

1º Rasmus Guldhammer (Dinamarca)

2º Egor Silin (Rússia)

3º Sergiu Sioban (Centro Mundial de Ciclismo)

Troféu Sérgio Paulinho no arranque da Taça de Portugal



O pelotão profissional português disputa no próximo domingo, 6 de Abril, o Troféu Sérgio Paulinho, primeira das cinco corridas de um dia que compõem o calendário da Taça de Portugal de Elite, uma inovação introduzida em 2008. A corrida de abertura consiste num circuito de 28,3 quilómetros, em Oliveira do Bairro, que o pelotão terá de cumprir seis vezes, totalizando 169,8 quilómetros.
A partida será dada às 10h55, junto à Câmara Municipal, estando prevista a primeira passagem pela meta, no mesmo local, para as 11h39. Participam neste prova as oito equipas profissionais portuguesas - sete do escalão Continental e uma do escalão Continental Profissional -, assim como a Selecção Nacional de sub-23 e equipas do mesmo escalão.
Tendo em conta as características do percurso, essencialmente plano, a vitória deverá ser discutida ao sprint pelos finalizadores mais rápidos. O final da corrida está marcado para as 15h00, altura em que será conhecido o sucessor de Manuel Cardoso, vencedor do Troféu Sérgio Paulinho em 2007.
Para os poveiros fica desde já a certeza da inclusão da Clássica da Primavera neste troféu o que vem desde logo dar mais emotividade á prova, não falando naturalmente das alterações efectuadas por Manuel Zeferino no figurino da prova poveira.
Calendário da Taça de Portugal de Elite
06.04 Troféu Sérgio Paulinho
20.04 Clássica da Primavera
11.05 Clássica de Amarante
a definir Prémio Alpendre
22.06 Prémio de Albergaria-a-Velha

Rede de ambulâncias discrimina população do Interior


A actual rede de ambulâncias discrimina os cidadãos do interior do país em relação aos das cidades, denuncia a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), que hoje entrega ao INEM um memorando sobre as necessidades dos serviços de socorro

«Todas as situações gravosas nos serviços de emergência médica conhecidas nos últimos tempos têm acontecido em zonas de menor densidade populacional», observou à agência Lusa Duarte Caldeira, presidente da LBP, lembrando que há hoje 32 concelhos do país onde não existe qualquer ambulância do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). «Quem vive nestes concelhos está dependente da disponibilidade de tempo e da disponibilidade financeira da corporação local», denunciou o responsável. Duarte Caldeira explicou que sem um acordo com o INEM, o qual permite ter uma «ambulância completamente equipada, com uma tripulação de bombeiros completamente qualificados», não há apoio financeiro e é a corporação que assume toda a responsabilidade pelo socorro. O presidente da LBP lembra que «o cidadão tem os mesmos direitos, quer viva numa aldeia recôndita em Vila Real, quer viva em Lisboa», pelo que defende uma rede equilibrada de modo a garantir «a mesma qualidade e prontidão de resposta» a todos os cidadãos. Para tal, o responsável diz serem precisas mais 50 ambulâncias e mais 200 tripulantes qualificados. Um dos 32 concelhos que não tem ambulâncias do INEM é Alijó, onde um telefonema do INEM para os bombeiros locais após o pedido de assistência de uma família de Castedo divulgado pelos meios de comunicação social revelou algumas deficiências da rede de socorro. Em Alijó, segundo anunciou o presidente da LBP, já está em curso um processo de qualificação de operadores de central e de tripulantes, em parceria com a Câmara Municipal. A definição de uma rede nacional de ambulâncias que cubra todo o país, assegurando a existência de pelo menos uma ambulância do INEM em cada concelho, é a principal proposta de um memorando que a LBP vai entregar hoje ao INEM sobre as necessidade dos bombeiros para melhorar a qualidade do socorro. O documento, que sugere uma «ampla reestruturação do socorro pré-hospitalar, estruturado em 1981», propõe também aprovar com urgência um plano para a formação de tripulantes de ambulâncias, para colmatar o défice de tripulações qualificadas. A LBP propõe ainda a criação de uma nova formação: a de técnico de emergência médica. Sem afastar a importância da presença do médico no socorro, Duarte Caldeira lembra que «há actos que são interditos aos tripulantes, que recebem uma formação de apenas 210 horas», como a utilização de desfibrilhadores para a reanimação. O memorando entregue hoje surgiu no âmbito do trabalho iniciado em conjunto pela LBP e pelo INEM sobre as necessidade de pessoal e ambulâncias no socorro, no âmbito do qual foram constituídas equipas de missão para identificar problemas e definir soluções para serem propostas ao Ministério da Saúde.

RECOMEÇAM OS PROTESTOS


Nesta Segunda-Feira, a Plataforma Sindical dos professores faz a entrega ao Ministério da Educação de um abaixo-assinado com 20.000 assinaturas. A partir de 14 de Abril, os professores irão realizar as "Segundas-Feiras de protesto", em vários pontos do país.Organizadas pelo Movimento Escola Pública, estão anunciadas uma Assembleia na Quinta-feira em Setúbal, no Ateneu Setubalense às 21.30h e uma acção, com música e poesia, na Sexta-Feira, 4 de Abril, no Lg. Camões em Lisboa, às 18 h.
No abaixo-assinado que será entregue hoje ao Ministério da Educação os professores exigem "a suspensão do processo de avaliação até final do ano lectivo", a garantia de "não aplicação às escolas, até final do ano, de qualquer procedimento que decorra do regime de gestão escolar", a negociação para o próximo ano lectivo de normas que "consagrem horários de trabalho (...) pedagogicamente adequados" e o respeito pelo M. E. dos "quadros legais em vigor". No abaixo-assinado é exigida ainda uma "mudança de política educativa", onde se destacam as reivindicações de renegociação de: "Estatuto da Carreira Docente", "regime de direcção e gestão escolar" e da "legislação aprovada sobre Educação Especial".
Entretanto, estão já marcados diversos protestos. No dia 15 de Abril, terá lugar um Dia D, com debate e paralisações à mesma hora em todas as escolas do país. A Plataforma Sindical dos Professores sublinha que se o M. E. mantiver a inflexibilidade, a luta e os protestos endurecerão.

30/03/2008

50.000 empresas encerraram em Portugal em 2007



Em 2007 encerraram em Portugal 50.000 empresas, na sua esmagadora maioria PME (Pequenas e Médias Empresas).

Desde o despoletar da crise do "subprime" nos Estados Unidos, em Agosto de 2007, e até Fevereiro deste ano encerraram 12.830 empresas, das quais 7.282 decretaram falência.

Segundo o jornal Expresso, o pessimismo reina nas PME, que temem um agravamento da crise.
De acordo com dados da Associação Nacional das Pequenas e Médias Empresas (ANAPME), 50.000 empresas encerraram em 2007, das quais 18.520 abriram falência e 15.832 suspenderam a actividade. Trata-se de uma duplicação do número de encerramentos em relação ao ano anterior, em que fecharam 26.000 empresas.
Segundo refere o jornal, Rocha de Matos presidente da Associação Industrial Portuguesa considera que as PME serão duramente atingidas, caso se verifiquem restrições ao crédito.
As empresas estarão a sentir já os efeitos da crise financeira internacional, que teve início na crise do "sub-prime" nos Estados Unidos, em conjunto com a subida do preço do petróleo e das matérias-primas nos mercados internacionais e também com a valorização e maiores dificuldades no acesso ao crédito.

29/03/2008

Mais de metade do QREN para pequenas e médias empresas



As Pequenas e Médias Empresas (PME) são aquelas que vão sair mais beneficiadas com os fundos comunitários do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). Dos 21,2 biliões de euros que Portugal vai receber da Europa durante os próximos sete anos, «pelo menos 60 por cento devem ser destinados às PME», garantiu ontem o secretário de Estado da Indústria e Inovação, António Castro Guerra, na sessão de encerramento do 2.º Congresso Empresarial do Alto Minho, organizado pelo Conselho Empresarial dos Vales do Lima e Minho, que decorreu em Viana do Castelo.

28/03/2008

Cidades de 35 países aderem a apagão em defesa do ambiente



Mais de 370 cidades de 35 países vão desligar as luzes durante uma hora no sábado, no âmbito da iniciativa «Earth Hour» (Hora da Terra), que visa alertar para as mudanças climáticas.
Na lista de participantes na iniciativa «Earth Hour», lançada pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF) australiano, constam, entre outras, cidades de países como Espanha, Reino Unido, Argentina, Bolívia, Brasil, México, Uruguai, Venezuela, Canadá, Dinamarca, ilhas Fiji, Estados Unidos e Tailândia.
Nenhuma cidade portuguesa aderiu à iniciativa, segundo a lista divulgada no site da organização na Internet (http://www.earthhour.org/).
O evento, que se realizou o ano passado apenas na Austrália, visa alertar e consciencializar as pessoas para as mudanças climáticas.
A iniciativa, que consiste em apagar sábado, às 20:00 (hora local em cada cidade), as luzes e electrodomésticos durante uma hora, tornou-se num acontecimento mundial «maior do que a organização esperava».
«São quase 400 cidades e povoações, 18.876 empresas e 257.165 cidadãos os que aderiram ao evento através da página na Internet»,
adiantou o director executivo do movimento «Earth Hour», Andy Ridley.


Na lista de adesões à iniciativa, constam sete empresas portuguesas.
Sydney será a primeira de mais de 370 cidades australianas e localidades de todo o mundo a desligar as luzes.
No ano passado, participaram no «Earth Hour» mais de dois milhões de pessoas, 2.100 empresas, cinemas, teatros, restaurantes, bares, discotecas, clubes desportivos, escolas e igrejas.
Segundo a organização, a iniciativa conseguiu em 2007 uma redução 10,2 por cento nas emissões de gases com efeito de estufa na cidade de Sydney.
Os organizadores consideram que se esta redução fosse conseguida durante um ano seria o equivalente à retirada de 48,616 carros das estradas.


Na sua página na Internet, a organização salienta que se os cidadãos em todo o mundo adoptarem diariamente o hábito simples de desligar electrodomésticos quando não estão a ser utilizados ou usarem lâmpadas de baixo consumo estão a contribuir para o objectivo de «reduzir as emissões anuais em cinco por cento».
«Até algo tão simples como desligar a luz quando não está num quarto e mudar para fontes mais limpas de electricidade como a energia verde fazem uma grande diferença»,
sublinha.

2ª CAMINHADA PELO RIO TINTO




Está convocada para o próximo dia 6 de Abril, pelas 10:00 horas a “2ª Caminhada Pelo Rio Tinto”, com partida da Praceta do Parque Nascente e seu término junto às Piscinas Municipais.

A “2ª Caminhada Pelo Rio Tinto”, afirmará, a urgência de acção, a tomada de ponderadas medidas e soluções, para a despoluição do rio, bem como a sua requalificação urbanística e ambiental.
Estão para muito breve decisões quanto a projectos como a implementação da linha do Metro, os investimentos do QREN, a construção do Centro Cívico de Rio Tinto, a iniciativa da Câmara Municipal de Gondomar e a acção das Águas de Gondomar para garantirem a efectiva despoluição do rio Tinto. Estas decisões tem de garantir a correcção de erros do passado e diminuir a pressão existente sobre o mesmo. Tem de promover o património construído, as suas memórias e o potencial único de valorização para um futuro de qualidade da cidade.


Trata-se de uma oportunidade para nos mobilizarmos e sem equívocos registar o que queremos do NOSSO RIO.
O empenhamento cívico de todos os nós e a participação activa na “2ª Caminhada Pelo Rio Tinto”, no dia 6 de Abril, ajudará as autoridades autárquicas e nacionais a adoptar e pôr em prática as melhores soluções, tendo em vista os interesses dos Riotintenses, que, são e fazem a cidade, que dá pelo nome de Rio Tinto.

CAMINHADA PELO RIO TINTO
»» Concentração: Praceta do Parque Nascente.
»» Percurso: Seguir pela Rua da Ranha, Rua e Travessa Guedes de Oliveira, Moinho da Vitória, margem esquerda do rio, atravessar a Rua da Ranha e prosseguir pela Mata, virando à direita na Travessa da Ponte, Rua da Ponte e Rua Afonso de Albuquerque até à Baixa da Ponte. Regressar pela Rua Tristão Vaz Teixeira (pelas traseiras do 1º prédio), Trav. da Ponte, atravessar a ponte e virar à direita pela margem do rio, subir a Rua da Levada, Rua Actor Mário Viegas (Centro de Saúde), Avenida do Rio e seguir até à piscina.
»» Chegada: Junto à piscina de Rio Tinto.

COMPARECE

Jardim diz que Autarcas "dão corpo ao manifesto" pelas populações

O presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, disse hoje que os autarcas das juntas de freguesias "dão o corpo ao manifesto" pelas populações e "não estão na política para enriquecerem".

Ao falar na sessão de abertura do XI Congresso da Associação Nacional das Freguesias (ANAFRE), Alberto João Jardim elogiou o trabalho "dos homens que não aparecem nas primeiras páginas dos jornais".
"Temos, aqui, os homens que não estão na política em Portugal para enriquecerem, estão aqui os homens que dão corpo ao manifesto sem precisarem de dinheiro e apenas pelo amor pátrio",
declarou.
Aproveitando a presença de 1500 autarcas, João Jardim esclareceu que a Madeira não vive à custa dos contribuintes portugueses, tendo lembrado, a propósito, que a Região recebe do Orçamento de Estado cerca de 10 por cento e da União Europeia 13 por cento, num orçamento regional de três mil milhões de euros.
Disse haver "normas" em matéria de finanças regionais, "boas ou más, esta não é ocasião para discutir isso", pelo que "hoje isto (relações financeiras entre Região e Republica) não é aleatório"
Por isso, Alberto João Jardim declarou que "tudo o que se faz na Madeira é em Portugal que se faz e é por Portugal que se faz".
O congresso nacional da ANAFRE reúne até sábado na capital madeirense cerca de 1500 representantes das freguesias de todo o país.

Recentemente, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte, CCDRN, veio apresentar a Agenda Temática do Ambiente 2008-2010, e onde se prevê erradicar as sucatas, que são um dos maiores focos de contaminação dos solos e das águas. Só na região norte, foram identificadas 269, sendo que na Póvoa de Varzim foram assinaladas quatro. Já no tocante a pedreiras inactivas foram também quatro as identificadas no nosso Concelho. A questão que se levanta deste estudo é saber até que ponto os municípios conheciam ou não a situação; no caso vertente da Póvoa de Varzim é certo e sabido que a autarquia sabia da sua existência e desde logo da sua ilegalidade; Porque é que então o município da Póvoa não actuou sabendo da clandestinidade destas empresas ?

18/03/2008

A última de Sócrates: jihad anti-amor-de-mãe


publicado por mportas

O PS quer aprovar uma lei que interdite o uso de piercings e tatuagens a menores de 18. Cena sexual, ou de violência hardcore, estão a ver? No caso do piercing são especificamente objecto da cobiça estatal as que se apliquem na língua e nas restantes nobres partes da arte da reprodução…Mas será que esta gente não tem nada, mesmo nada mais, com que se entreter?
A ideia, peregrina, suscita um comentário sorridente: estão a ver a ASAE ou o polícia de esquina a pedir “mostre lá a língua” ou, melhor, “vamos ali para o canto e abra a braguilha, se faz favor?”
Agora a sério: o Estado, tão lesto a privatizar, julga-se dono do corpo de cada um. No caso do tabaco invocava os direitos dos não fumadores. Aqui, é simplesmente o disciplinador da incompetência familiar. Esta gente já não tem vergonha na cara.

Ontem por Timor, Hoje pelo Tibete!


Ontem por Timor, Hoje pelo Tibete!

Concentração e Vigília - 4ªfeira, 19 Março

Em Lisboa, 19h, frente à Embaixada da R.P.C.:

Rua de S. Caetano, 2, à Lapa

No Porto, 18h30, Praça dos Leões

17/03/2008

OBRIGADO SILVA GARCIA


A noticia chegou-me via SMS.

Silva Garcia renunciou ao mandato de vereador na Camara da Póvoa.

Mesmo sem saber as razões evocadas pelo arquitecto, rapidamente se chega á conclusão dos porquês.

Quem fica a perder é a Póvoa de Varzim

Quem perde é a DEMOCRACIA.

Perda de gaciares foi recorde em 2006




Os glaciares estã a derreter mais e de forma mais rápida do que nos últimos 5.000 anos, alerta um relatório do Programa da Nações Unidas para o Ambiente. Os cientistas mediram quase 30 glaciares e descobriram que em nove deles a perda de gelo alcançou um nível recorde em 2006.
Em média, os glaciares perderam um metro e meio de gelo naquele ano - ao passo que a perda média foi de 30 centímetros por ano entre 1980 e 1999.
A maior perda foi do glaciar Breidablikkbre, na Noruega, cujo gelo diminuiu 3,1 metros apenas em 2006, afirmou o estudo.
O único glaciar que se tornou mais espesso foi a de Echaurren Norte, no Chile. Mas o relatório ressaltou que os glaciares sul-americanos - na Bolívia, no Peru, na Colômbia e no Equador- permanecem sob ameaça.
Milhões de pessoas dependem de água originada em gaciares para a agricultura, e o derretimento dessas formações ameaça a sobrevivências das populações, afirmou o estudo.
Cientistas reunidos no IPCC, uma referência para questões relacionadas ao tema, atribuem o fenómeno à concentração atmosférica de gases que causam o efeito estufa. Segundo o estudo do PNUA, o derretimento das camadas de gelo é "um dos sinais mais claros do aquecimento global".

CLIMA DE TERROR NO EXPRESSO


A Comissão de Trabalhadores tomou conhecimento das circunstâncias em que a nossa camarada Isabel de Oliveira, jornalista da política, foi dispensada (de respeitar hierarquias e cumprir agenda), terça-feira à tarde, por decisão do director do jornal. O motivo alegado foi a quebra de lealdade para com a direcção e o editor da área. Em causa está o envio de uma carta à administração, na qual Isabel Oliveira expôs o seu caso e pediu a regularização da sua situação.

A jornalista em causa, paga através de recibos verdes há pelo menos oito anos, tinha uma área atribuída (fazia a cobertura do Bloco de Esquerda) e estava integrada na agenda da redacção.

Questionou, por diversas vezes, a não regularização da sua situação, isto é, a integração no quadro da empresa, a última das quais através de uma carta enviada à administração do jornal.

A Comissão de Trabalhadores considera que, no caso em apreço, Isabel Oliveira já deveria ter sido integrada no quadro. A sua situação foi, por diversas vezes, abordada nas reuniões entre a CT e a Administração. Nunca foi afastada a hipótese de integração no quadro, apenas adiada.

A dispensa da jornalista é, na opinião da CT, uma situação inaceitável e porque diz respeito a todos os trabalhadores, convocamos o Plenário de Trabalhadores para dia 18, terça-feira, às 15 horas, no anfiteatro da empresa.

Expresso, 12/03/2008

A Comissão de Trabalhadores

14/03/2008

PARA BEM DO DESPORTIVO...VAMOS TODOS VOTAR


Uma das instituições bem caras dos poveiros e não só, é o Desportivo.

Sempre me habituei a ver o Desportivo com gente capaz de o dirigir e de o elevar com dignidade.

Estas eleições, com duas candidaturas, devem levar aqueles que sempre gostaram do Desportivo a dar uma lição aos coveiros do Clube ;

Caldeira Figueiredo não merece estar á frente desta grande instituição

Vamos todos votar!

Para que o Clube tenha gente capaz de o dirigir

Gostava de ver a cara dele....


A Assembleia Municipal da Póvoa de Varzim, reuniu esta semana e " aprovou ainda a moção em que “manifesta a sua total discordância relativamente à intenção de introduzir portagens nas SCUT da nossa região” e, por outro lado, “apelar ao Governo para que reconsidere a introdução de portagens nas SCUT”. "


Agora pergunto eu:

- como terá ficado Macedo Vieira e seus pares, já que sempre defenderam as portagens ?

TRANSPORTES DE QUALIDADE

Assembleia Pública por Transportes de Qualidade
Junta de Freguesia da Senhora da Hora
dia 18 de Março de 2008 (terça-feira) às 21h30
Transportes públicos de passageiros na Freguesia da Sra. da Hora e no Concelho de Matosinhos

Com o Metro de Superfície pretendeu-se substituir o comboio da linha da Póvoa e na da Sra. Hora criou-se um interface da Linha Azul até Matosinhos, da Linha Vermelha até à Póvoa de Varzim, da Linha Verde até à Maia e da linha Lilás até ao Aeroporto.
A Estação do Metro da Sra. da Hora carece de infraestruras adequadas à importância e ao número de passageiros que movimenta. Para que esta Estação sirva os utentes com qualidade e dignidade, propomos:
· Estação com cobertura total idêntica à da Estação do Aeroporto;
· parques de estacionamento de automóveis em quantidade ajustada ao número de utentes;
· sanitários públicos de acesso gratuito;
· linhas de autocarros da STCP que liguem a Sra. da Hora às freguesias do Concelho de Matosinhos, à Maia, a Gondomar, a Valongo e ao Porto;
· inclusão da Sra. da Hora na 1.ª coroa tarifária cujas fronteiras seriam entre a Fonte do Cuco e Vila Nova de Gaia;
· sistema de bilhética simplificado com os movimentos e demais informação visível para o utente;
O MUT-AMP convida a população a participar num Debate sobre
transportes públicos de passageiros, a realizar no dia 18 de Março de 2008, pelas 21h30, na sede da Junta de Freguesia da Sra. da Hora

13/03/2008

ZECA...SEMPRE....


Dado o interesse da defesa da cultura portuguesa aqui fica uma associação de grande interesse

ASSOCIAÇÃO JOSÉ AFONSO_NÚCLEO DO NORTE
http://www.aja.pt/
Sejam bem-vindos ao cantinho do núcleo do Norte da AJA. Aqui, entre outras coisas, podem ficar a saber um pouco mais sobre o nosso trabalho passado e futuro.Ficamos à vossa espera na nossa sede na Rua do Bonjardim.

QUEM SOMOS

A AJAnorte – Núcleo do Norte da Associação José Afonso - constituiu-se em finais de 2005 e tem procurado levar a palavra, a música e o exemplo cívico do Zeca a vários locais. Temos organizado e participado em diversas iniciativas estabelecendo, muitas das vezes, parcerias com diversas associações e outras entidades cujas actividades vão ao encontro do espírito solidário que se pretende fomentar.

ONDE ESTAMOS

Rua do Bonjardim 635 1º Tras.4000-028 PORTO 4ª feira das 18h às 20h 6ª feira das 21h30 às 24hSábado das 15h30 às 18h
ajanorte@gmail.com
...É preciso avisar toda a gente! Passem a palavra...
Biografia de José Afonso

VAMOS MELHORAR O PLANETA ?

Querid@s amig@s,
A demanda crescente por biocombustíveis está gerando graves problemas sociais e ambientais. Precisamos imediatamente de padrões globais de sustentabilidade. Participe da campanha:
Clique aqui
Todo dia 820 milhões de pessoas passam fome enquanto os preços dos alimentos aumentam pelo mundo todo – do México a Marrocos. O que é que isso tem a ver com os biocombustíveis? A terra que deveria produzir alimentos para seres humanos está sendo substituída para produzir comida para automóveis.
1 Os biocombustíveis deveriam ser uma alternativa para o consumo do petróleo, recurso não renovável, poluidor e motivador de conflitos sociais pelo mundo. Porém temos que ter cuidado para que a solução não se torne o problema. Com os fortes incentivos governamentais, o crescimento desenfreado da produção de biocombustíveis está trazendo graves conseqüências sociais e ambientais como o desmatamento, a monocultura, grande emissão de carbono e o aumento do preço dos alimentos.
2 Nem todos os biocombustíveis são ruins, a cana de açúcar brasileira por exemplo é mais eficiente que o milho dos EUA. Por isso precisamos de padrões globais para garantir que eles sejam produzidos de uma maneira correta sem comprometer a segurança alimentar da população, sem aumentar a desigualdade social, nem contribuir para o desmatamento. Participe da campanha por biocombustíveis sustentáveis, clique no link para enviar uma mensagem para seu representante: http://www.avaaz.org/po/biofuel_standards_now/12.php?cl=61391595 Com tanta desigualdade no mundo a troca pode ser cruel: o tanque de um veículo grande utilitário consome uma quantidade de milho suficiente para alimentar uma pessoa por um ano. Mas os biocombustíveis não são nem deveriam ser o vilão da história, o problema são as metas astronômicas dos EUA e União Européia que não diferencia as práticas boas das ruins. Como resultado a monocultura se alastra pelo Brasil, florestas são desmatadas na Indonésia e as reservas de grãos pelo mundo estão baixando de forma alarmante. Os países ricos colocam sua etiqueta “ecológica” ás custas do prejuízo ambiental e social do cone sul, e as multinacinoais continuam a encher os bolsos. Precisamos de padrões internacionais de produção de biocombustíveis imediatamente. Esse final de semana nossos representantes estarão na reunião do G20 em Chiba no Japão discutindo a soluções para o aquecimento global e essa é a nossa oportunidade de divulgar essa campanha e fazê-la ouvida pelos nossos governantes. Envie sua mensagem agora mesmo pedindo uma regulamentação global para os biocombustíveis: http://www.avaaz.org/po/biofuel_standards_now/12.php?cl=61391595 A conscientização sobre esse problema não vai acabar com a fome do mundo nem parar o aquecimento global, mas é um primeiro passo essencial. Agora é a hora de confrontarmos as soluções falsas de curto prazo e demandar soluções verdadeiras e sustentáveis. Podemos mostrar para nossos governantes que queremos fazer a coisa da forma correta, não da maneira mais fácil. Chegou a hora de colocarmos as pessoas e o planeta acima das políticas e do lucro que direcionam os acordos internacionais e fazermo-nos ouvir pelos nossos representantes.

04/03/2008

Conflito em Gaza - Cessar fogo!


Israel e Gaza estão á beira da guerra. O ataque recente deixou vários mortos e a chuva de mísseis só aumenta. Israel está agora considerando a invasão total de Gaza, o que nunca deu certo antes. A única solução é um acordo de cessar fogo que já foi sugerido pelo Hamas e que é apoiado por 64% dos Israelenses, incluindo alguns ministros. Com uma ajuda internacional, a proposta de um cessar fogo pode trazer segurança para os civis em ambos os lados. A paz corre perigo nos próximos dias, ameaçando milhares de vidas. Porém ambos os lados sabem que eles estão em uma batalha pela legitimidade global e a opinião internacional é vital. Precisamos levantar uma campanha massiva global pelo cessar fogo em Gaza agora – assine a petição abaixo que nós a entregaremos para líderes sênior Israelenses e Palestinos e a publicaremos em outdoors na região:

Nós convocamos o Primeiro Ministro Israelense Ehud Ilmert e líder do Hamas Khaled Meshaal a concordarem a um cessar fogo imediato, e para a comunidade internacional se engajar de modo construtivo de forma a ajudar a mediar um acordo justo que garanta a segurança dos civis em ambos os lados.
Assine a Petição

03/03/2008

Continua a Indignação


A indignação dos professores vai fazer ouvir-se de novo nas ruas. Será a vez dos professores de Vila do Conde e da Póvoa de Varzim expressarem a sua revolta contra as medidas do ministério.

O protesto está marcado para a Praça Vasco da Gama em Vila do Conde às 21:30 horas Entretanto, Valentim Loureiro ofereceu à ministra da Educação uma caravela em ouro, "para ultrapassar todas as dificuldades no alto mar em que está a viver".
"Quero felicitá-la pela sua capacidade de resistência. Muitos parabéns. Continue",
disse Valentim Loureiro no Pavilhão Multiusos de Gondomar, no encerramento do 33º Encontro Nacional da Confap. Maria de Lurdes Rodrigues, que também foi elogiada pelo presidente da Confap, ouviu ainda Valentim Loureiro declarar que todas as personalidades que visitam Gondomar "incluindo, como sabem, os árbitros, sempre levam uma recordação de Gondomar".
Vitalino Canas, porta-voz do PS, veio também defender a ministra, destacando o apoio que Maria de Lurdes Rodrigues tem recebido da parte da Confap, e sublinhando que a "a agenda da ministra é a agenda do governo e do PS."
O protesto dos professores tem vindo a multiplicar-se e desde 23 de Fevereiro já se manifestaram nas ruas mais de 20.000 professores. Os docentes contestam em particular a avaliação burocrática imposta pelo ministério e o novo modelo de gestão, que prevê a existência de um director não eleito e com poder para nomear todos os responsáveis de departamento.
Os protestos irão continuar nos próximos dias, estando marcadas concentrações na 3ª feira em Beja e Faro, na quarta feira em Vila do Conde, 5ª feira em Portimão e Sábado a Marcha da Indignação em Lisboa, onde os sindicatos prevêem a presença de mais de 25 mil professores.

O Tratado foi amordaçado!


O Tratado de Lisboa foi entregue na Assembleia da República e encontra-se nas comissões para produção dos respectivos relatórios, a fim de subir a plenário.
Seria interessante que a Comissão dos Assuntos Europeus viesse a público produzir informações e debates com a opinião pública e dissesse qual o projecto europeu consagrado no Tratado, o papel das instituições, as relações entre os Estados e o papel dos cidadãos.
Seria interessante que a Comissão de Defesa Nacional promovesse informações e debates sobre as consequências no relacionamento com a NATO e sobre as implicações militares. E sobre estas, as suas consequências políticas e económicas, para Portugal e a Europa.
Seria interessante que a Comissão de Ambiente viesse dizer alguma coisa sobre a protecção dos nossos recursos biológicos e marítimos, não “apregoam” que Portugal é um país do mar?
Seria interessante que a Comissão dos Assuntos Económicos viesse dizer alguma coisa sobre o que se pretende para a política económica e dissesse qualquer coisinha sobre o motivo porque o Tratado dá total arbitrariedade ao Banco Central Europeu, não o subordinando à única instituição europeia eleita pelos europeus que é o Parlamento Europeu. Não é por dificuldade de maiorias políticas, será por dificuldades democráticas?
Seria interessante ver o governo, acabado de sair de uma presidência europeia, vir a público dizer qualquer coisa de substancial sobre o assunto. Interessante, o fórum “Novas Fronteiras” quase se esqueceu do Tratado, remetido para uma intervenção igual a tantas outras e sem nenhum destaque.
O sítio, na internet, da Assembleia da República dá destaque à feira do livro parlamentar, ao concurso para a criação do logótipo do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida, ao estafado Pacto de Estabilidade e Crescimento… Mas o Tratado não aparece em nenhum destaque. Aliás, salvo melhor visão, não aparece em nenhum lado.
O grande Tratado, o “apogeu” de José Sócrates, foi desclassificado para a 5ª divisão do debate político. Porque será?
Afinal, amordaçaram o Tratado! Porque será?

Vitor Franco

Reclamar à distância de um clic

Reclamar é muito simples. O portal
http://www.livroamarelo.net/ existe há um ano e conta já com cerca de duas mil reclamações sobre produtos, serviços e empresas nacionais. Mais um instrumento de defesa e segurança do consumidor que este mês vai apresentar novidades. No próximo dia 15 comemora-se o Dia Internacional do Consumidor e nesse âmbito o portal quer assinalar a data, implementando e introduzindo novas ferramentas no site. O Livro Amarelo na Net surgiu há um ano e actualmente reúne cerca de duas mil reclamações sobre produtos, serviços e empresas nacionais. Assim, se tivermos dúvidas sobre determinada empresa, podemos fazer uma pesquisa no próprio site, sabendo quais os serviços a não contratar ou produtos que não prestam e dando menos possibilidades aos maus fornecedores de bens e prestadores de serviços. No Livro Amarelo na Net para além dessas informações está ainda disponível o Guia do Consumidor. Este sítio é o resultado do trabalho de três especialistas em programação “que decidiram desenvolver este projecto de forma gratuita para benefício de toda a comunidade portuguesa de consumidores”, conforme diz a equipa através de um comunicado. Entre as reclamações por directório destacam-se inúmeras as queixas contra Telecomunicações (empresas e/ou produtos), Estado e Transportes, entre muitas outras como Banca, Seguros, Restauração, Agências de Viagem, etc.
Maior rede do País - Quanto às introduções que vão marcam o Dia Internacional do Consumidor serão “a maior parte delas desenvolvidas a partir de sugestões” dos visitantes do portal, isto porque a missão do Livro Amarelo na Net “é criar uma comunidade de consumidores activos e responsáveis que disponibilizam e trocam entre si, informação sobre as suas relações com entidades privadas ou públicas de prestação de serviços e/ou comercialização de bens/produtos”, explicam no texto. “Visamos com isto criar a maior rede em Portugal de partilha de informações sobre as experiências de todos enquanto consumidores”, acrescentam. Assim este “trabalho voluntário de uma pequena equipa possibilita aos milhares de visitantes diários a pesquisa rápida de informações úteis que os orientem enquanto consumidores porque acreditamos que a boa saúde de um país passa por uma cidadania activa”.

Base de consulta - Por essa razão, resumem que o Livro Amarelo na Net é um portal do cidadão para reclamações em Portugal, ou seja “um repositório, uma base de dados, de reclamações dos consumidores para os consumidores, sejam particulares ou empresas”. Nesse sentido, no sítio poderá registar as suas reclamações e pesquisar as reclamações registadas, no histórico à disposição, por outros cidadãos até à data da sua consulta. Ainda assim, a equipa alerta no comunicado que “sendo um espaço livre, transparente e acessível que para ser útil e cumprir o seu propósito mais elevado e digno, precisa de ser usado com ética, civismo e educação, dignificando o mercado e dignificando os próprios consumidores que a este portal recorrem”. E complementam: “A identificação dos reclamantes não é relevante daí não ser pedido nenhum dado identificativo. É relevante e extremamente útil para a sociedade a vontade de partilhar de forma honesta experiências pessoais de consumo”. Clarificam também que o Livro Amarelo na NET “não é um mediador de conflitos, nem tem como objectivo interceder activamente pelos consumidores. Esse objectivo aliás já é preenchido por diversas entidades em Portugal”. Outra questão que destacam prende-se com o facto de receberem “com alguma frequência reclamações de cariz laboral com as quais nos sentimos solidários”, mas em relação às quais não podem dar resposta.
“Agora estamos mais focados e mais conscientes do âmbito do nosso projecto, gostaríamos de reafirmar que a missão do Livro Amarelo na Net é criar uma comunidade de consumidores activos e responsáveis que disponibilizam e trocam entre si, informação sobre as suas relações com entidades privadas ou públicas de prestação de serviços e/ou comercialização de bens/produtos”, reiteram. Por fim, dizem acreditar que “cada um de nós é responsável enquanto cidadão e consumidor e também como colaborador de empresas/entidades públicas e privadas, prestadoras de serviços e produtos. Afinal de contas estamos muitas vezes dos dois lados «da barricada»”. “A má notícia é que o poder desta compreensão nos traz o dever de escolha e a responsabilização pelo que decidimos fazer. A boa notícia é que a mudança para uma sociedade mais transparente e amiga, está nas nossas mãos e não apenas nas mãos dos outros”, concluem sobre como hoje em dia é encarada a questão dos direitos do consumidor pelo cidadão.

Os pressupostos - A publicação da nova Lei de Defesa do Consumidor – Lei n.º 24/96, de 31 de Julho –, que veio submeter às regras das relações de consumo os bens e serviços fornecidos, suscitou inevitavelmente, novas reflexões sobre os eventuais conflitos emergentes dessas mesmas relações de consumo. Uma das medidas tomadas para o efeito foi dotar os mesmos organismos do Livro de Reclamações, obrigatório a partir de 1 de Janeiro de 1997, nos locais onde seja realizado atendimento ao público. A existência do conhecido «Livro Amarelo» tem de ser divulgada de forma visível e o consumidor deverá ser sempre informado da decisão que mereceu a sua reclamação, segundo a legislação em vigor. A referida medida foi determinada pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 189/96, de 28 de Novembro e o modelo oficial do Livro de Reclamações foi expressamente aprovado pela Portaria n.º 355/97, de 28 de Maio.

01/03/2008

As cidades e as alterações climáticas


As cidades e as alterações climáticas:o caso da área metropolitana do Porto


Café Ceuta, 12 de Março (4ª-feira), 18h00


Debate livre acerca das consequências das alterações climáticas na região doPorto e sobre o que podem as cidades e a Área Metropolitana fazer para reduziras suas emissões causadoras de «efeito de estufa».* O que podemos esperar das mudanças climática nos próximos anos?* O que deve mudar para nos juntarmos ao esforço mundial para combater estaameaça global? Venha conversar sobre este tema crucial.

Deixe-nos a sua opinião!

Animadores do debate:Emídio Gomes (Administrador Executivo da JMP) Nuno Gomes Oliveira (Parque Biológico de Gaia) Rita Sousa (Economista de Alterações Climáticas) Vítor Leal (Faculdade de Engenharia, especialista em Energia) Moderador: Bernardino Guimarães (Campo Aberto)