
O Instituto Nacional de Estatística divulgou o seu Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), de Portugal, que regista um agravamento de três décimas em Maio, para 2,8%, em comparação com o mês anterior. Os principais responsáveis por esta subida da inflação foram os produtos alimentares e os energéticos. Na Zona Euro, a inflação atingiu o recorde de 3,7%.
O INE aponta para uma variação mensal de 0,4%, entre Abril e Maio, e uma evolução média dos últimos doze meses que se manteve nos 2,6% em Maio, face a Abril.
Retirando os alimentos e os combustíveis, a inflação portuguesa ficou nos 2,2%, valor igual ao observado em Abril.
Para além dos produtos alimentares e dos combustíveis, também os transportes e os restaurantes e hotéis contribuíram para o agravamento da inflação portuguesa. A única contribuição
para baixo foi a dos preços das Comunicações.
A inflação portuguesa de Maio é a segunda mais baixa da Zona Euro, apenas suplantada pela Holanda - cujos preços subiram apenas 2,1%. A Alemanha, a maior economia da Zona Euro, teve uma inflação de 3,1%.
O INE aponta para uma variação mensal de 0,4%, entre Abril e Maio, e uma evolução média dos últimos doze meses que se manteve nos 2,6% em Maio, face a Abril.
Retirando os alimentos e os combustíveis, a inflação portuguesa ficou nos 2,2%, valor igual ao observado em Abril.
Para além dos produtos alimentares e dos combustíveis, também os transportes e os restaurantes e hotéis contribuíram para o agravamento da inflação portuguesa. A única contribuição
para baixo foi a dos preços das Comunicações.
A inflação portuguesa de Maio é a segunda mais baixa da Zona Euro, apenas suplantada pela Holanda - cujos preços subiram apenas 2,1%. A Alemanha, a maior economia da Zona Euro, teve uma inflação de 3,1%.
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