28/09/2008

EIS A VERDADE!



Vou, e porque tem de ser assim, não me competirá a mim desconstruir uma imagem que, abusivamente, foi colada à morte do Bruno Neves, expôpor a verdade. Os que o escreveram que se retractem. Já há Certidão de Óbito oficial e final. O Bruno morreu de, cito: "causa de morte natural". Nada, nos exames feitos post morten, descobriu o que fosse de doping ou coisa do género. Sim, tive acesso à Certidão e Óbito! Agora corem de vergonha os que, sem o dizerem, porque não tiveram lata para tanto, não perderam a oportunidade de, sibilamente, tentar "vender-nos" a nós, simples aficionados, que ali havia "marosca". Não havia. Seguir-se-ão os processos judiciais contra quem atentou, directa ou indirectamente, contra a memória e o bom nome do Bruno Neves. Poderão querer calá-lo. Não duvido que haja corajosos a esse ponto. Mas eu digo aqui, uma das primeiras pessoas informadas do último e definitivo relatório da autópsia foi o presidente da FPC, o doutor Artur Moreira Lopes.
O meu caríssimo Bruno faleceu por insuficiência respiratória aguda, consecutiva a arritmia cardíaca. E os dois exames toxicológicos a que o seu sangue foi submetido, post morten, revelam ZERO, em relação a alcool, drogas sociais, esteróides anabolizantes ou efedrina. Morreu porque - se eu acreditasse nisso dizia-o, mas, francamente e como todos sabem, não acredito... - esse deus em que acreditam, quis. Paz à sua alma e, sobretudo, que quem desrespeitou o seu nome, a sua memória, mesmo que de forma dissimulada... pelo menos sinta vergonha na cara. Isto independentemente daquilo que, a nível judicial, a família achar por bem activar.

Até Sempre Amigo.

Texto da autoria de Manuel Madeira

In Veloluso

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