31/01/2009

Mãe compra a pronto casa a offshore

In Correio da Manhã
Maria Adelaide de Carvalho Monteiro, a mãe do primeiro-ministro José Sócrates, comprou o apartamento na Rua Braamcamp, em Lisboa, a uma sociedade off-shore com sede nas Ilhas Virgens Britânicas, apurou o Correio da Manhã. Em Novembro de 1998, nove meses depois de José Sócrates se ter mudado para o terceiro andar do prédio Heron Castilho, a mãe do primeiro-ministro adquiria o quarto piso, letra E, com um valor tributável de 44 923 000 escudos – cerca de 224 mil euros –, sem recurso a qualquer empréstimo bancário e auferindo um rendimento anual declarado nas Finanças que foi inferior a 250 euros (50 contos).

29/01/2009

José Sócrates está a ser investigado em Inglaterra por corrupção?!

Este post foi copiado (por ser tão bom) do blog do José Maria Martins.
Segundo a notícia do jornal "Correio da Manhã " José Sócrates estará a ser investigado, criminalmente, no Reino Unido por corrupção, no âmbito do processo Freeport.
Veja-se AQUI

Bom, não sei onde está a verdade. Mas já me parece própria de antes do 25 de Abril um tio pedir ao sobrinho ministro que receba investidores.Seria normal no Regedor da Freguesia antes do 25 de Abril.Mais preocupante é que o PM diga que nada tem a ver com licenciamento do Freeport num dia, em Espanha, mas depois o tio e o primo digam o contrário, indo o primo ao ponto de , segundo noticia do jornal "Expresso", ter dito que houve afinal uma reunião entre o representante do investidor britânico e José Sócrates . O que não poderá ser a reunião no Ministério, porque a CM de Alcochete disse que esse representante não esteve na reunião no Ministério! De súbito , depois da investigação do jornal "O Sol", José Sócrates já se lembra que esteve numa reunião no Ministério do Ambiente.Depois o secretário de Estado não tem poderes próprios, mas apenas delegados, podendo a todo o tempo o Ministro, como delegante, decidir as questões delegadas, como se sabe que é princípio fundamental do Direito público político e administrativo, precisamente os ramos do Direito que regem a Administração Pública e logo o Governo, qualquer Governo. Ainda mais preocupante é que o primo de José Sócrates diga que pediu à Freeport a recompensa pela "cunha" metida ao primo Ministro, a José Sócrates.
As coisas nos Ministérios Portugueses passam-se desta forma? Os familiares intercedem juntos dos ministros para receber privados a fim de tratarem de assuntos de Estado? Bom, as coisas começam a clarificar-se, sendo os desmentidos isso mesmo e só isso: desmentidos.Mas doi saber que na Justiça do Reino Unido pode estar sob suspeita o PM de Portugal por ... corrupção!Todavia José Sócrates não falou sobre esse facto, na conferência de imprensa que hoje deu. Sócrates passou por essa questão como a raposa da fábula de Lafontaine passou pela vinha vindimada.O Presidente da República deve dissolver a Assembleia da República e convocar eleições, por uma questão de higiene política portuguesa.A questão é agora sobretudo política. Não é só jurídica. É de Dignidade do Estado Português.José Sócrates não diga que o caso voltou à ribalta por motivos de calendário eleitoral. É uma desculpa esfarrapada , tendente a ser "vendida" aos correligionários do PS.Isto porque as informações apontam no srntido de que a investigação foi relançada pelos ingleses,que não concorrem em Portugal e o Gordon Brown, PM Britânico, até é da mesma família política do PS português.
Os ingleses não vão concorrer com o PS nas eleições em Portugal

E não me venham com histórias de que o PSD e o CDS estão por detrás destas notícias.Já sou crescido e exijo que respeitem a minha inteligência!!!Por tudo isto, mais uma vez, quero sensibilizar os portugueses para que tenham coragem e intervenham no Processo Freeeport como assistentes, como já apelei.Este é um assunto grave demais para ficar sem participação popular.Contém comigo para a intervenção civica, em defesa da democracia, da liberdade, da moralização da política, para lutar contra todo e qualquer corrupto.Por Portugal!COMENTÁRIO: Suspeito??? NÃO!!! A culpa é..............da crise Mundial!!! Ou do Apito Dourado...Mais disto:



To: Toda a sociedade portuguesa
Manifesto pelo último grande jornal da cidade do Porto


Há um só jornal de dimensão nacional sedeado fora de Lisboa, o “Jornal de Notícias”, resistente último à razia que o tempo e as opções de gestão fizeram na Imprensa da cidade do Porto. Todavia, nunca a precariedade dessa sobrevivência foi tão notória como hoje, sendo tempo de todas as forças vivas da sociedade reclamarem contra o definhamento da identidade de uma instituição centenária que sempre as representou, passo primeiro para a efectiva e irreversível extinção. Desde sempre duramente penalizado pela integração em grupos de Comunicação Social, pois sempre foi impedido de viver à medida das audiências e dos resultados, o “Jornal de Notícias” tende a ser profundamente descaracterizado pela remodelação que o Grupo Controlinveste encetou, ao lançar um processo de despedimento colectivo que afectou, para já, 122 pessoas em quatro dos títulos de que é proprietário. São cada vez mais nítidos os indícios de que o referido grupo económico está a usar a crise para levar a cabo uma reestruturação, longamente pensada, que, através da criação de sinergias, destruirá a identidade dos dois jornais centenários de que é proprietário: o JN e o “Diário de Notícias”. Se o processo não for travado, os dois jornais, mesmo que mantenham cabeçalhos diferenciados, serão apenas suportes de conteúdos sem alma. A ideia não é nova e, com a concentração dos media e com alterações legislativas feitas à medida, está em pleno curso. É agora prática corrente a figura do “enviado notícias”, jornalista de um dos dois títulos em serviço no estrangeiro, que vê a sua reportagem (ipsis verbis) publicada em ambos, ainda ontem concorrentes, mesmo que integrados no mesmo grupo. Foi agora criada, à custa do despedimento de fotojornalistas, uma agência fotográfica cujos membros integrantes trabalharão, indiscriminadamente, para os jornais “Diário de Notícias”, “24Horas” e “O Jogo” (o JN entrará logo depois nesse esquema, a primeira grande machadada nas matrizes identitárias das publicações). O resto virá a seguir. Os jornais do Grupo Controlinveste passarão a ser, não importa se sob uma ou várias marcas, veículos de um pensamento unificado. Pensando apenas em optimização de recursos, descaracterizam-se redacções e nada impedirá, como acabou de suceder no JN com a informação internacional, que secções sejam extintas, uma vez que, nesta visão redutora, um só jornalista chegará para alimentar quantos jornais e páginas da Internet for necessário. A prática que se adivinha está já em curso na informação desportiva, em que JN e “O Jogo” partilham trabalho jornalístico. Com a solidificação deste assustador processo, será o JN o mais penalizado e, com ele, a cidade do Porto, todo o Norte do país, vastas extensões da região Centro e, por conseguinte, a própria qualidade da democracia portuguesa. Toda esta estratégia está a ser desenhada à distância, integrando-se nela a recuperação, há menos de um ano, do cargo de director-geral de publicações, entregue ao director do “Diário de Notícias”. Não importa a qualidade boa ou má dos propósitos, apenas que a estratégia do JN vem sendo traçada por pessoas que desconhecem por completo a história, o papel social, o estilo, os leitores ou os agentes sociais que ao longo de décadas tiveram neste jornal a sua voz. Cada vez mais, o JN deixará de ser a montra dos problemas e dos anseios de vastas zonas do país (o fecho e o emagrecimento de filiais são paradigmáticos). Com isso, haverá um crescente isolamento de regiões que o centralismo tem colocado cada vez mais na periferia. Com isso, o debate sobre a regionalização será restrito e controlado pelo espírito centralista. Com isso, questões como o peso do Porto e do Norte no Noroeste Peninsular serão menorizadas. Problemas como o da gestão do Aeroporto Francisco Sá Carneiro serão menos discutidos. A progressão da rede de metro do Porto será menos reclamada. O poder local será ainda mais invisível. O empreendedorismo será asfixiado. A vida cultural será ainda mais silenciada. O país exterior à capital será cada vez mais paisagem. Em sede própria, estão os trabalhadores afectados pelos despedimentos (não apenas jornalistas), muitos deles em situações dramáticas, a lutar pelos direitos que lhes assistem. Aqui, é o jornal que luta pela própria existência. Dentro dos deveres que lhes são impostos, os representantes eleitos pelos jornalistas do “Jornal de Notícias” erguem a voz pela história que lhes cumpre honrar, pedindo que se lhes juntem as vozes de quantos virem na preservação desta identidade uma causa justa. A cidade do Porto e o Norte assistiram, calados, ao desmantelamento de ícones como “O Primeiro de Janeiro” e “O Comércio do Porto”. Quando reclamaram, era tarde. No caso do JN vão ainda tempo de exigir responsabilidade e sensatez. Quando perceber que o fim de tudo foi assim evitado, também o Grupo Controlinveste agradecerá, e é por isso que reclamamos a recuperação urgente do verdadeiro JN. Nacional mas do Porto.


26/01/2009

O estranho caso do era que não era que afinal foi mas não foi...


Do Blog Democracia em Portugal
Para andarem bem informados sobre o "caso" Freeport vão AQUI.
Não é na Comunicação Social que se consegue seguir estas peripécias com imparcialidade e lendo opiniões de cidadãos iguais a nós. Bom trabalho Balbino. No Do Portugal Profundo continuas a trabalhar em prol da justiça e por um país mais democrático.

MONUMENTAL CAGADEIRA 1


A Junta de freguesia de Aver-o-Mar, decidiu dar uma conferencia de imprensa sobre a "Monumental Cagadeira" ...a conferencia de imprensa foi uma autentica fuga para a frente, e Carlos Maçães o Presidente da Junta disse:






" o povo não gostou e por isso as casas de banho vão abaixo, ...as tres artes envolvidas, a Camara Municipal, a Junta de Freguesia e a Igreja, chegamos á conclusão que não era o melhor sitio, pensamos sempre quer nós quer a Camara Municipal que as casas de banho iriam ficar escondidas e estamos a ver que aquilo é quase que um predio e portanto vamos demolilas."




AGORA A QUESTÃO É ESTA SENHORES PRESIDENTES DA CAMARA E DA JUNTA DE FREGUESIA:



VÃO PAGAR DO VOSSO BOLSO TUDO O QUE JÁ LÁ FOI GASTO?



QUEM FOI O AUTOR DO PROJECTO ?



SERÁ QUE HOUVE PROJECTO?



DE QUEM É A RESPONSABILIDADE ?



NÃO TEEM VERGONHA NA CARA ?

Participação do FC Porto posta em causa


As polémicas continuam na Carlsberg Cup e, depois das dúvidas quanto à interpretação da expressão "goal-average", é agora o conceito de jogador "efectivo" que está sob escrutínio e que, no limite, afastará o FC Porto das meias-finais. Em causa está o artigo 11 do Regulamento da Taça da Liga, que diz que "os clubes são obrigados a fazer participar nas suas equipas em cada jogo pelo menos 5 jogadores que tenham sido incluídos na ficha técnica como efectivos em um dos dois últimos jogos oficiais da época em curso, salvo caso de força maior, comunicado à LPFP com a antecedência mínima de 5 dias antes da realização do respectivo jogo e, desde que, os motivos invocados sejam considerados pela LPFP como justificativos". No jogo com o Setúbal, da primeira jornada da terceira fase da Taça da Liga, o FC Porto só utilizou um jogador (Pedro Emanuel) que tinha sido titular num dos dois jogos anteriores (Marítimo e Nacional da Madeira). Questionada sobre o eventual incumprimento do FC Porto, a Liga remeteu para o comunicado 55/07-08, de 24 de Setembro de 2007, em que esclarece a "obrigatoriedade de utilização de jogadores", onde no ponto 2 escreve: "Por 'efectivamente utilizados' entendem-se os jogadores que fizeram parte da formação inicial ou foram suplentes utilizados". Contactado pela Lusa, o FC Porto não quis comentar, tendo remetido para o comunicado da Liga, que nunca foi revogado, e considerou que não cometeu qualquer irregularidade. Pedro Emanuel, Benitez, Guarin, Mariano e Farías são os cinco jogadores que defrontaram o Setúbal e que cumprem o critério do "efectivamente utilizado" do comunicado 55/97-08. Entendimento diferente tem o professor de Direito do Desporto José Manuel Meirim, que defende que a equipa portista corre o risco de ser afastada da prova, na qual jogará com o Sporting as meias-finais, a 4 de Fevereiro. José Manuel Meirim não tem dúvidas sobre o incumprimento por parte do FC Porto, considerando ser "evidente" que jogadores efectivos são os onze que integram a equipa inicial, e suplentes os restantes jogadores no banco de suplentes". Para isso, diz Meirim, basta analisar os artigos 18 e 26 do regulamento das competições, que fazem distinção clara entre efectivos e suplentes. Na opinião de José Manuel Meirim, poderá estar-se também perante um acto negligente da Liga de Clubes pois, sendo público que o FC Porto iria utilizar um equipa "secundária", nenhum órgão deste organismo tomou qualquer iniciativa disciplinar, como impõe o regulamento disciplinar (artigo 4). Outra questão que levanta dúvidas a Meirim é o facto do resultado do jogo estar homologado ou não: o artigo 16 disciplinar refere que apenas 30 dias depois da data do jogo é reconhecido tacitamente o resultado. A partida com o Setúbal realizou-se a 08 de Janeiro, mas o sorteio aconteceu esta terça-feira, facto que pode tornar homologado o resultado. Neste caso, um eventual clube prevaricador seria apenas sancionado com multa. Como a Carlsberg Cup, como refere o respectivo sítio oficial de Internet, é considerado uma prova a eliminar e, caso seja provado que o FC Porto incorreu em incumprimento regulamentar, a sanção aplicada seria de eliminação e multa de 2.500 a 10.000 euros. "Caso seja considerada prova a eliminar ou por pontos, o FC Porto estaria sempre fora das meias-finais. Tudo aponta para esse resultado", disse José Manuel Meirim.

24/01/2009

MONUMENTAL CAGADEIRA



A Junta de Freguesia de Aver-o-Mar está debaixo de fogo dos averomarenses...não lembrava ao diabo, mas mesmo para servir a Igreja e os seus fieis havia necessidade de encerrar uma rua para fazer casas de banho ? E o que diz a isto Macedo Vieira ?


como sempre a culpa vai morrer solteira.

Mas mais grave ainda é o silencio comprometedor da oposição



TENHAM VERGONHA





AFINAL SÃO TODOS IGUAIS...QUEIXAM-SE DE UNS QUANTOS MAS FAZEM A MESMA COISA...

21/01/2009

Donde?


Janeiro 20, 2009 by José Saramago

Donde saiu este homem? Não peço que me digam onde nasceu, quem foram os seus pais, que estudos fez, que projecto de vida desenhou para si e para a sua família. Tudo isso mais ou menos o sabemos, tenho aí a sua autobiografia, livro sério e sincero, além de inteligentemente escrito. Quando pergunto donde saiu Barack Obama estou a manifestar a minha perplexidade por este tempo que vivemos, cínico, desesperançado, sombrio, terrível em mil dos seus aspectos, ter gerado uma pessoa (é um homem, podia ser uma mulher) que levanta a voz para falar de valores, de responsabilidade pessoal e colectiva, de respeito pelo trabalho, também pela memória daqueles que nos antecederam na vida. Estes conceitos que alguma vez foram o cimento da melhor convivência humana sofreram por muito tempo o desprezo dos poderosos, esses mesmos que, a partir de hoje (tenham-no por certo), vão vestir à pressa o novo figurino e clamar em todos os tons: “Eu também, eu também.” Barack Obama, no seu discurso, deu-nos razões (as razões) para que não nos deixemos enganar. O mundo pode ser melhor do que isto a que parecemos ter sido condenados. No fundo, o que Obama nos veio dizer é que outro mundo é possível. Muitos de nós já o vinhamos dizendo há muito. Talvez a ocasião seja boa para que tentemos pôr-nos de acordo sobre o modo e a maneira. Para começar.
Publicado em O Caderno de Saramago

20/01/2009

AI VARZIM VARZIM...POR QUEM ESTÁS DIRIGIDO



... Marco Cláudio quis bater com a porta.
É o que indica a edição deste domingo do jornal O Jogo:
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Marco Cláudio queria sair

Com dois meses de salários em atraso, o médio Marco Cláudio, que termina contrato em Junho, apresentou a carta de rescisão, obrigando a Direcção do Varzim a regularizar Novembro e Dezembro. Desta forma, os dirigentes, que temiam a saída do jogador para outro clube, resolveram a questão, tendo agora de encontrar soluções para pagar os vencimentos atrasados ao restante grupo de trabalho.
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Como não é caso único, o plantel poderá conhecer dias de grande instabilidade no futuro próximo. O reflexo será evidente nas exibições e nos resultados, o desânimo vai tomar conta dos adeptos... e este será mais um ano em que vemos o projecto da subida a não passar disso mesmo... UM PROJECTO!
Mas, já agora, o Varzim não encaixou €400 mil com a venda do Yazalde?
Onde está o dinheiro? O Braga já pagou?
É que esse montante seria, no mínimo, suficiente para honrar os compromissos salariais com os atletas.
Preto No Branco

Sábado, Janeiro 17, 2009

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14.ª jornada - Domingo, 11 Janeiro, 2009-

Rui Dias terá certamente ficado nervoso quando no final do jogo alguns adeptos exibiram os lenços brancos em sinal de descontentamento com as últimas exibições da equipa.
Tão nervoso que até disse na sala de imprensa que "se o jogo se repetisse" nas condições em que decorreu e "se a equipa fosse um pouco mais feliz do que foi" na tarde de ontem, o resultado seria uma vitória "não por 2-1, não por 3-1... mas provavelmente por 4 ou 5-1".
Foi esta a resposta que o técnico varzinista deu à pergunta de um repórter de uma rádio local sobre se o Varzim teria dado (ou não) 45 minutos de avanço ao Covilhã.
Olhando à forma como o jogo decorreu, parece-me que a pergunta faz todo o sentido... e a resposta soa a enormidade.
Daquelas que às vezes se ouve por aí quando os treinadores querem bater com a porta mas não querem sair pelo próprio pé.
Objectivamente o Varzim x Covilhã que acabou com um golo para cada lado foi um jogo grosso modo interessante entre duas equipas em igualdade de circunstâncias na tabela e com qualidade equiparada. Se na primeira parte mandaram os Leões da Serra (fazendo uso da velocidade, dos contra-ataques perigosos... e dos erros de palmatória da defensiva poveira), na etapa complementar o domínio pertenceu completamente a um Varzim com atitude renovada e disposto a anular o golo do adversário... marcado a meio do primeiro tempo por Elivelton, na sequência de uma infantil perda de bola a meio campo associada à descompensação defensiva que foi uma constante nos primeiros 45 minutos.
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Mas na segunda parte, o Varzim foi muito mais equipa. Corrigiu algumas falhas de marcação, anulou em larga medida as progressões do Covilhã a partir do meio campo e apontou a mira à baliza adversária. Massacrou a equipa de Hélio Sousa até aos limites... tanto que eu até diria que um eventual triunfo não seria escândalo nenhum.
Mas se, às vezes, teve azar na forma como falhou, noutras (e não tão poucas como isso) foi notório um certo estado de inaptidão da linha avançada. Nomeadamente de Miran.
No início eu até entendia o porquê da utilização daquela 'torre' de um metro e noventa e tal de altura. Era - como Rui Dias dizia - uma referência de ataque fundamental, não tanto para facturar, mas para abrir os espaços necessários para que outros pudessem encontrar caminho aberto para a baliza adversária. Hoje nem isso.
O ponta de lança brasileiro denota sérias dificuldades em lances divididos, hesita na hora de passar ou rematar, não tem noção de localização no terreno na hora de se desmarcar. Está claramente em baixo de forma ou em crise de confiança. Está a precisar muito de um golo para arrebitar. Esteve até perto disso... por duas vezes... mas falhou!
Ao lado dele, um Bruno Moreira que vem de uma lesão e que procura - dentro da medida do possível - colmatar o lugar vago que Yazalde deixou na dianteira alvi-negra.
Também ele passou, por vezes, ao lado do jogo. Depois, as substituições: nenhuma delas teve resultados significativos... ou pelo menos os efeitos que Rui Dias desejaria.
Confesso que a que mais entusiasmou foi a entrada de Mendonça para o lugar de um desinspirado Marco Cláudio (também ele recém recuperado de uma lesão).
Nos minutos imediatamente a seguir à sua entrada em campo, o internacional angolano até deu novo ritmo à manobra ofensiva, com trocas sistemáticas de flanco e bastante seguro na hora de garantir mais posse de bola. Sol de pouca dura.
Neste Varzim em restruturação atacante, teve de ser um central a resolver.
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Ruben, na sequência de um pontapé de canto, marcou de cabeça o tento que permitiu ao Varzim não perder a partida frente ao Covilhã.
E voltando ao início do texto, à pergunta que iniciou a conferência de imprensa de Rui Dias (que fui ouvindo atentamente a caminho de casa), penso que seria mais honesto da parte do técnico varzinista admitir que a equipa andou 45 minutos com um rendimento aquém do desejado, em vez de entrar na clássica matemática das oportunidades e dos cantos que tivemos a mais em relação ao nosso adversário.
O que ontem aconteceu foi fruto de uma notória falta de atitude que mudou como da noite para o dia durante a segunda parte.
Grande deve ter sido o puxão de orelhas ao intervalo.
Mas o que verdadeiramente me inquieta é o desconhecimento da origem desta situação.

Preto No Branco


ESTES DOIS ARTIGOS DO BLOG PRETO NO BRANCO, OBRIGA-ME A TECER ALGUNS COMENTARIOS, aSSIM


É DE FACTO VERDADE QUE RUI DIAS ANDA NERVOSO

SE AINDA NÃO REPARARAM A CULPA DOS MAUS RESULTADOS PASSOU A SER DOS JOGADORES E NÃO DELE

FALA DO ALTO DO PEDESTAL QUANDO AINDA HÁ POUCO TEMPO ERA BASTANTE HUMILDE

APOSTA EM JOGADORES NITIDAMENTE EM BAIXO DE FORMA

ESTA´POR CERTO A PRETENDER BATER COM A PORTA, COMO DIZ O PRETO NO BRANCO , SEM DAR O PRIMEIRO PASSO


A VITORIA EM VIZELA É OBRIGATORIA


NO CASO DE NÃO ACONTECER O VARZIM TEM DE ENCONTRAR SOLUÇÕES RAPIDAMENTE POIS ARRISCA-SE A LUTAR PARA NÃO DESCER DE DIVISÃO

A VERGONHA CONTINUA...

APESAR DE PRETENDEREM ESCONDER, A VERDADE É QUE 4 ANOS DEPOIS DAS DENUNCIAS SOBRE O ATENTADO AMBIENTAL EM TERROSO, ESTE CONTINUA ÁS CLARAS

IMAGENS RECOLHIDAS NOS DIA 20 DE JANEIRO DE 2009
TAMPA DE SANEAMENTO ONDE ELE NÃO EXISTE...LEIAM O LOGOTIPO DO MUNICIPIO...ISTO ESTÁ Á ENTRADA DA RUA DAS PÓVOAS, JUNTO AO RESTAURANTE AQUEDUTO
A EMPRESA QUE FAZ O ARRANJO DOS PASSEIOS TEVE DUVIDAS E NÃO FECHOU A TAMPA


PARA QUE FIZERAM OS PASSEIOS SE AS AGUAS CONTINUAM PARA O MONTE ?




ESTAS IMAGENS E ESTES ACTOS, NUM ESTADO DE DIREITO, DARIA PROBLEMAS AOS SEUS AUTORES...NA PÓVOA DE VARZIM E EM PORTUGAL NÃO