17/02/2007

PARTIDO SOCIALISTA= VERGONHA NACIONAL


A noticia é trazida á estampa pelo semanário EXPRESSO.
O Partido Socialista, ou melhor dizendo o seu aparelho, e a direita portuguesa negociaram o relatório sobre os voos da CIA.
A Deputada Edite Estrela, Luis Queiró, a Direcção Socialista em suma deviam ter vergonha na cara e demitirem-se. Os verdadeiros socialistas deviam exigir a cabeça da sua Direcção; É UMA VERGONHA
Combinações entre socialistas e a direita e várias recomendações de voto promovidas pelo Governo português levaram a que algumas partes do relatório sobre os voos da CIA fossem eliminadas.
O Expresso teve acesso aos documentos que revelam os contactos entre Luís Queiró, do Partido Popular, e Edite Estrela, do Partido Socialista, assim como a lista entregue pela Representação Permanente de Portugal na UE a alguns deputados, que incluía as partes que deveriam ser aprovadas e as que mereciam reprovação. Exemplo: o parágrafo 118, referente à recusa de Paulo Portas e de Figueiredo Lopes em reunir-se com a comissão de investigação, foi retirado.

16/02/2007

Mudança de hora pode provocar «bug»



A mudança de hora este ano sofreu alterações o que poderá ter implicações a nível do equipamento electrónico.


Alteração da mudança de hora pode originar «bug»A passagem para o «horário de verão» nos Estados Unidos acontece este ano mais cedo, começando a 11 de Março, e termina mais tarde, a 4 de Novembro.

A mudança foi aprovada na U.S Energy Police Act de 2005 o que significa que o software criado antes dessa data poderá sofrer complicações, assistindo-se a um «bug» semelhante ao da passagem do milénio.

O problema não deverá afectar apenas computadores, mas também relógios digitais e outros sistemas que utilizam contagem do tempo.

A pensar nesse problema, a Microsoft avançou com uma solução que baseia-se no update dos programas anteriores a essa data, tendo já lançado uma versão actualizada do Windows XP SP2.

Preços das inspecções automóvel aumenta 2ª feira




A partir de segunda-feira, as tarifas das inspecções de automóveis sobem 46 cêntimos nos veículos ligeiros e 68 cêntimos nos pesados, segundo uma portaria publicada hoje em Diário da República


O Governo justifica a actualização das tarifas com o aumento da inflação, classificando «oportuno» o processo de revisão do actual regime.

As inspecções de ligeiros passam a custar 22,17 euros e as de pesados 33,18 euros, acrescidos da taxa de IVA de 21 por cento.

Os reboques e semi-reboques vão passar a ser inspeccionados por 22,71 euros (actualmente o preço é de 21,71 euros) e os carros com nova matrícula 55,35 euros (contra 54,21 euros). A estes valores será somado o IVA.

As reinspecções, para verificar as falhas detectadas na primeira inspecção, também vão aumentar e passam a ser de 5,56 euros para os ligeiros e pesados (subida de 11 cêntimos) mais IVA.

O diploma hoje publicado não refere a data de entrada em vigor, mas as regras gerais dizem que as portarias entram em vigor no dia seguinte à sua publicação, segundo fonte do Ministério da Economia.

Assim, segunda-feira a nova tabela de preços já deve estar em vigor.

Luz do Sameiro - Viúvas dos pescadores recebem primeiras indemnizações



Cerca de 50 mil euros, correspondentes aos seguros de acidentes pessoais, foram hoje entregues às viúvas dos quatro pescadores que morreram na sequência do naufrágio do Luz do Sameiro, no final de Dezembro


A companhia adiantou ainda vinte por cento daquele montante a cada uma das viúvas de outros dois pescadores, João Cartucho e José Maciel, que também estavam a bordo do Luz do Sameiro e cujos corpos continuam desaparecidos. O restante dinheiro será entregue logo que as famílias apresentam uma declaração de morte presumida, emitida por um tribunal.

O naufrágio deu-se a cerca de 20 metros da praia da Nazaré e só um dos sete tripulantes do barco, um ucraniano, é que foi salvo, facto que pôs em causa a estrutura nacional de socorro disponível para emergências deste tipo.

O acidente vitimou seis pescadores das Caxinas, em Vila do Conde, e deixou em sérias dificuldades as respectivas famílias, às quais a seguradora decidiu entregar também já o dinheiro correspondente aos subsídios de funeral e de morte, num total de cerca de 7.700 euros por vítima, «para suprir algumas dificuldades naturais».

«Fazemos já estes adiantamentos porque há preocupações sociais que se sobrepõem às questões técnicas», disse hoje à Lusa o director de Sinistros NãoVida da Axa, Fernando Marques, justificando assim a decisão de antecipar estes pagamentos apesar de haver alguns obstáculos legais.

No caso dos pescadores ainda desaparecidos, por exemplo, a declaração legal do óbito só pode ser feita por um tribunal mas num prazo que pode ir até um máximo de dez anos ou cinco, se a vítima tiver completado 80 anos.

Essa barreira legal pode ser ultrapassada com uma declaração de morte presumida emitida por um tribunal, o que possibilitaria às famílias receber a totalidade do seguro de acidentes pessoais. O presidente da Câmara Municipal de Vila do Conde, Mário Almeida, acredita que «o documento será conseguido sem grandes dificuldades».

As viúvas daqueles pescadores, cuja única fonte de subsistência era, até à data do acidente, o salário dos maridos, têm ainda direito a uma pensão que será fixada mais tarde com base no seguro de acidentes de trabalho.

O presidente da Junta de Freguesia das Caxinas, José Postiga, reafirmou hoje que «o naufrágio atingiu famílias muito carenciadas, que vivem muitos problemas».

AS VITIMAS DE SALAZAR


Existe já uma considerável produção memorialística proveniente do diversificado campo da oposição ao Estado Novo. Em 2001, António Ventura publicou o catálogo Memórias da Resistência. Literatura autobiográfica da resistência ao Estado Novo, no qual antologiou noventa e nove extractos de livros escritos por activistas da luta contra o regime de Salazar e Caetano. Desde essa data, mais livros – subtraia-se à contabilidade as inúmeras crónicas ou testemunhos sobre o assunto – foram adicionados a esta lista, estando actualmente o número de relatos desta natureza bem acima da centena. Um exemplo último foi a edição das memórias de Edmundo Pedro, dedicadas ao período da sua formação ideológica e permanência no campo de concentração do Tarrafal.

Por outro lado, e no campo académico, a abordagem dos processos de luta oposicionista tem vindo a interessar um número crescente de investigadores, com alguns deles a deslocarem o foco de atenção para o «outro lado», o lado dos mecanismos, dos fenómenos e dos actores da repressão política. Recentemente, duas teses de doutoramento foram dedicadas a esta temática. Em 2004, Dalila Cabrita Mateus publicou A PIDE/DGS na Guerra Colonial: 1961-1974 – tendo, em 2006, dado à estampa Memórias do Colonialismo e da Guerra, conjunto de quarenta entrevistas, efectuadas no âmbito do referido trabalho, a portugueses e africanos perseguidos pelo seu empenhamento independentista – e Irene Flunser Pimentel apresentou, já este ano, A Polícia Internacional de Defesa do Estado. Direcção Geral de Segurança (PIDE/DGS). História da Polícia Política do Estado Novo, cuja publicação se anseia para breve.

Vítimas de Salazar, de João Madeira, Irene Flunser Pimentel e Luís Farinha, permite percorrer esse duplo caminho que atravessa resistência e repressão. Ao mesmo tempo que aborda a violência cometida pelas autoridades, recupera o rosto daqueles que arriscaram romper o cerco e lutar, das mais variadas formas, contra o regime ditatorial. Como declara João Madeira na introdução, este não é o estudo sistemático «que é globalmente indispensável» e «que tem vindo a ser parcelarmente realizado» sobre este domínio. Ainda assim, convém esclarecer que a obra não se limita a coligir e elucidar situações mais ou menos emblemáticas, mais ou menos desconhecidas – tarefa já de si altamente louvável – mas proporciona uma útil visão de conjunto sobre os mecanismos da repressão política

15/02/2007

DECLARAÇÃO



O Governo e o PS irão proceder à liberalização total do aborto até às 10 semanas de gestação, legalizando-o e introduzindo-o no sistema de saúde.

Dirijo-me àqueles que, como eu próprio, votámos NÃO neste referendo. Aplaudo e agradeço a lição generosa de Humanidade, de convicção, de alegria, de energia cívica que a todos nos foi dada pelos movimentos e associações que mostraram como a causa da Vida e da Família vibra na nossa sociedade.

Reafirmo tudo o que disse. E continuarei a dizer.

Os nossos sentimentos, no CDS, são de mágoa, serenidade e determinação.

Mágoa por ver Portugal enveredar por um caminho que fere a matriz humanista da nossa História, levando a consagrar na lei, sem qualquer justificação, uma dupla violência: sobre o filho e sobre a mulher, mãe.

Mágoa por ver prevalecer uma linha de indiferença, em vez de solidariedade, perante dificuldades humanas e a dor.

Mas o nosso sentimento é também de serenidade e de determinação.

A serenidade própria de quem falou e votou com razão e com coração.

A serenidade própria de quem age com moderação e equilíbrio, tendo apontado outros caminhos e respostas, ao encontro das pessoas concretas, de cada filho concreto, de cada mulher concreta em situação de dificuldade ou de risco.

A serenidade própria de quem sabe estar em linha com o seu tempo e, portanto, cada vez mais em linha com o futuro, suportado pelo conhecimento, pela modernidade, pela acção social solidária.

Votámos NÃO. Continuamos, continuaremos, do lado da Vida.

Reafirmo e renovo, nesta data, nesta hora, o nosso compromisso fundamental como partido, com o direito à Vida e com a saúde e dignidade da mulher. Não nos resignamos, não nos resignaremos.

Votaremos contra as leis de liberalização do aborto e pugnaremos, no futuro, pela sua alteração.

Faremos examinar com todo o rigor o conteúdo e a constitucionalidade das leis e regulamentos que a maioria socialista e o Governo se preparam para adoptar para instalarem o aborto livre. Seremos exigentes na aplicação do dinheiro dos contribuintes, combatendo entorses e desvios nas prioridades de saúde pública. Lutaremos contra o abuso de empresas especializadas no aborto, que exploram um negócio de violência sobre a vulnerabilidade da mulher, com o financiamento do Estado, e estaremos atentos à sua fiscalização.

Continuaremos sempre no mesmo campo – e pedimos aos portugueses que o reforcem – do lado da Vida, na acção social concreta, quotidiana, de proximidade, naquele caminho positivo e de futuro que tem sido aberto por tantos movimentos e associações.

Somos contra o aborto clandestino. E somos contra este aborto livre legal.

O que queremos é que todos os filhos possam nascer, na nossa terra, e que todas as mães, em dificuldade, tenham o abraço de que precisam, no nosso país.

É esse o sentido do nosso propósito, militantes do direito à Vida, da causa da família, do direito – e do dever – de se ser mãe e se ser pai. Com o apoio da comunidade, em vez deste abandono.

Continuaremos. Não baixamos os braços. Não calamos a voz.

Nenhuma vida é de mais.

O Eng.º José Sócrates ficará responsável por uma das páginas tristes da História portuguesa, ao insistir num movimento político e legislativo que lesa valores e direitos fundamentais, que fractura a sociedade portuguesa e que, teimando em ideias ultrapassadas e anacrónicas, vai ao arrepio do conhecimento e da modernidade. A baixa participação no referendo confirmou que este não era um tema querido dos portugueses, nem constituía qualquer tipo de prioridade social ou nacional que merecesse ser atendido.

Agradeço aos militantes do CDS o empenho nestes valores e nesta campanha, que continua. Sabemos que aqui se cruza uma causa universal. Hoje, Portugal desacertou o passo com a História. Lutaremos para que o acerte de novo no futuro, na linha dos valores personalistas. Quem quiser vir connosco, é sempre bem-vindo.

Nenhuma voz é de mais.

Lisboa, 11 de Fevereiro de 2007

José Ribeiro e Castro
Presidente do CDS-PP

Centralismo do Governo prejudica QREN

Deveríamos estar a iniciar um novo ciclo de investimento, com a aplicação das perspectivas financeiras 2007/ 2014, uma derradeira oportunidade para Portugal.
Ao invés de aproveitarmos a oportunidade para lançar um novo paradigma de desenvolvimento, um novo ciclo, verificamos com surpresa que o Governo tudo está a fazer para adiar o início do novo QREN.
Vinte anos depois, dois períodos distintos se viveram; o nosso PIB cresceu de 57,5 % da média europeia em 1985 para 68,5% em 1995 e 73,4% em 2000, houve uma convergência efectiva; regredimos para 69,2% em 2005, o que nos afasta cada vez mais dos nossos parceiros europeus, designadamente da Espanha que convergiu de 72,6% para 91,3% e da Grécia que mantém o ritmo de convergência passando de 73,7% para 77,1% no mesmo período.
Não só divergimos neste período como verificamos, da leitura dos fundamentos do QCA III e do QREN, que os diagnóstico quanto às nossas fragilidades se mantêm bem como as soluções, o que demonstra a irracionalidade das orientações seguidas nos últimos anos.
Então, que fazer ?
Deveríamos estar perante um exercício pleno de mobilização dos diferentes actores, autarquias, empresas, sistema cientifico e tecnológico, sistema escolar, trabalhadores, etc., deveria o Governo, numa metodologia correcta, construir a casa pelos alicerces e não pelo telhado, promovendo uma estratégia diferenciada das regiões, alicerçada em Quadros de Referência Estratégico Regionais e com base nestes construir o QREN, Quadro de Referência Estratégico Nacional.
Não seguiu este caminho, antes aposta numa estratégia centralista que já provou o que dá no QCA III, para já não falar da profusão de planos que não se percebe muito bem como se integram, senão vejamos, Quadro de Referência Estratégico Nacional, Plano Nacional para o Crescimento e o Emprego, Plano Tecnológico, Estratégia Nacional para o Desenvolvimento Sustentável, Plano Nacional de Emprego, Plano Nacional para a Igualdade e Programa Nacional da Politica de Ordenamento do Território, todos estes planos com uma característica comum, foram concebidos ao nível central sem um papel activo das regiões e dos municípios.
Mais uma vez, os Municípios terão aqui um papel decisivo, assumindo-se como agentes de desenvolvimento integral, alargando também as suas competências para o âmbito económico, mobilizando o triângulo virtuoso do desenvolvimento, autarquias locais, associações empresariais e empresas e o sistema cientifico e tecnológico, englobando o sistema de ensino.
Todas as actuações futuras terão que ser intermunicipais e diferenciadas, aproveitando as dinâmicas criadas em torno das Áreas Metropolitanas e Comunidades Urbanas, construindo estratégias integradas nos domínios da Inovação, Competitividade e Empreendedorismo, Qualificações e Infraestruturas, Recursos Naturais e Ambiente.
É fundamental corrigir o que correu mal no último QCA, ultrapassar as debilidades que resultaram de um excesso de investimento mal articulado em infraestruturas e apostar no investimento em actividades inovadoras e de alto valor acrescentado baseadas no conhecimento e na aposta na educação, na formação e na investigação aplicada às empresas.
O novo paradigma do que é investimento não se pode medir pela quantidade de obras inauguradas, antes numa lógica de desenvolvimento sustentável assente em estratégias que fixem pessoas e competências criando riqueza.
Mais uma vez, como no ciclo das infraestruturas básico, os Municípios e os Autarcas terão o papel decisivo.

António Almeida Henriques
Deputado do PSD
Vice-Presidente do Grupo Parlamentar do PSD

MAIS DORES DE CABEÇA...


No proximo dia 21 de Fevereiro, as dores de cabeça dos poveiros, e automobilistas que por cá passam, vão aumentar e de que maneira; já não bastavam as obras da Av. Mousinho, e dos actuais estrangulamentos do fluxo de transito, e agora vai caír-lhes em cima as obras da Praça do Almada. Com um tempo de "gestação" previsto de nove meses, nem a recente vitoria do SIM no referendo sobre a despenalização a fará ABORTAR. No proximo dia 8 de Março, já depois das obras começarem vão ser explicadas no salão Nobre da autarquia. Não seria melhor explicar antes de começarem?

VARZIM LAZER...EMPRESA OU ARRANJO PARA OS DA COR LARANJA?



A empresa Varzim Lazer, é uma empresa de capital do municipio, mas gerida de forma obscura...não que os seus gestores, o pretendam, mas por imposição da Camara Municipal e de Macedo Vieira e seus pares: senão vejamos:
O Filho do presidente...Gustavo de seu nome é funcionário da Varzim Lazer...e com um ordenado de fazer inveja a muitos dos trabalhadores do municipio; mas a " corrupção" não fica por aqui: Sabiam que a esposa do Vice presidente Eng. Aires Pereira, também ela funcionária da Varzim Lazer, tem um Ordenado na casa dos mil e quatrocentos euros mensais? O que faz mais a mulher do Vice presidente que as outras funcionárias da empresa? Ou será que tem esse ordenado pelo facto de ser esposa de Aires Pereira?
A exemplo da Camara de Lisboa, quando a Judiciária se virar para a Póvoa, vamos ve-los todos a fugir... quais ratos de esgoto
O recente estudo de viabilidade da empresa municipal e a sua reformulação, encomendada a Daniel Bessa, e que foi hoje apresentada em conferencia de imprensa, remete para que O complexo das Piscinas Municipais, o Pavilhão Municipal, a Academia de Ténis e a Praça de Touros devam retornar para a propriedade da Câmara da Póvoa. Segundo Daniel Bessa,a Varzim Lazer “cumpriu a sua missão” mas, no futuro, “não conseguiria suportar eventuais reparações nessa máquina pesada de equipamentos públicos”.
A questão é muito simples: a forma mais iverosimel de admitir na autarquia os amigos, familiares, e portadores do cartão ou ficha do PSD

14/02/2007

Alunos do 4º e 6º anos vão fazer provas de aferição



Os alunos do 4º e 6º anos vão fazer obrigatoriamente provas nacionais de aferição a Língua Portuguesa e Matemática, até aqui apenas realizadas por uma amostra de estudantes, segundo um despacho hoje publicado em “Diário da República”.
Segundo o documento, "as provas de aferição, a realizar no final do 1º e do 2º ciclos do ensino básico, deverão ser aplicadas anualmente ao universo dos alunos, nas escolas públicas e nos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo".

Introduzidas em 2000/01, as provas de Língua Portuguesa e Matemática eram até aqui realizadas por uma amostra representativa dos alunos para ajudar os professores e a tutela a aferir se estão a ser adquiridas as competências básicas nas duas disciplinas.

Apesar de não contarem para efeitos de retenção dos alunos, as notas passarão a estar afixadas em pauta, possibilitando, segundo o Ministério da Educação (ME), "uma reflexão colectiva e individual sobre a adequação das práticas lectivas".

Os estabelecimentos de ensino passarão a ter de realizar um relatório, a partir da análise dos resultados alcançados pelos alunos, no qual definem um plano de acção com medidas para melhorar o desempenho a Língua Portuguesa e Matemática.

PROCURADOR PEDE SUSPENSÃO DE PROCESSOS DOS CASOS DE ABORTO


O procurador-geral da República, Pinto Monteiro, recomendou hoje aos procuradores gerais distritais a necessidade de deixar de ser prioritária a investigação de todos os factos relacionados com crimes de aborto e recomendou ainda que, sempre que possível, se proceda à suspensão provisória de todos os processos pendentes relativos ao mesmo tipo de crime.
O objectivo desta orientação de Pinto Monteiro, transmitida por escrito aos magistrados do Ministério Público, é o de recorrer a tudo o que a lei permite de forma a evitar a injustiça de submeter mulheres a julgamento por factos que estão prestes a ser discriminalizados.

Parlamento Europeu condena voos da CIA


O Parlamento Europeu aprovou, por larga maioria, o relatório que denuncia a utilização de Portugal e de outros países da União Europeia para voos ilegais da CIA de transporte de prisioneiros suspeitos de terrorismo. A resolução da assembleia parlamentar da UE foi aprovada com 382 votos a favor, 256 contra e 74 abstenções. Neste relatório, o Parlamento Europeu considera “inverosímil” que certos governos europeus não soubessem o que se passava nos seus aeroportos. Durante a sessão parlamentar de hoej, o relator do documento, Giovanni Fava, acusou alguns de governos de “olharem para o lado” enquanto se praticavam abusos dos direitos humanos nos seus países. Portugal embora bastante citado no relatório, teve, por pressão do PS e PSD, as críticas às actuações dos governos bastante adocicadas.
Segundo noticia da Lusa, o Parlamento Europeu exortou hoje Portugal a investigar possíveis casos de detidos transportados ilegalmente pela CIA através de território português e saudou a abertura de um inquérito- crime em Portugal sobre o assunto.Na posição final adoptada pela assembleia de Estrasburgo, com base nas conclusões da comissão temporária que durante um ano investigou a utilização de países europeus pela CIA para transporte ilegal de suspeitos de terrorismo, o PE "poupa" o governo português e aponta mesmo a colaboração prestada pelo executivo.O texto final apenas observa que as autoridades portuguesas "não puderam" responder a todas as questões levantadas pela missão da comissão temporária que se deslocou a 06 de Dezembro a Portugal.
Na versão das conclusões adoptadas em sede da comissão - e alterada por iniciativa dos socialistas europeus - lamentava-se que Lisboa não tivesse podido ou "não tenha querido" fazê-lo.
Também o anterior governo PSD/CDS-PP fica de fora do documento final, com a exclusão de um parágrafo que lamentava a recusa dos antigos ministros Paulo Portas (Defesa) e Figueiredo Lopes (Administração Interna) de falarem perante a comissão.
Foi também "chumbada" a introdução de um outro parágrafo (sugerido pelo Grupo da Esquerda Unida) a considerar improvável que o antigo primeiro-ministro Durão Barroso, actual presidente da Comissão Europeia, desconhecesse as actividades da CIA em Portugal.
A decisão da Procuradoria-Geral da República - tomada após uma participação da eurodeputada Ana Gomes - levou a que o documento final tenha passado também a contemplar Portugal, juntamente com Itália, Espanha e Alemanha, num ponto em que se "enfatiza o trabalho sério e rigoroso desenvolvido pelas autoridades judiciárias" destes países.
A assembleia convida as autoridades judiciárias de outros Estados-membros a agirem de forma semelhante.

O Parlamento Europeu manifesta também "preocupação" - e não "profunda preocupação", como na versão original saída da comissão temporária - pela lista que a comissão obteve que indica que, além das 91 escalas efectuadas, aeronaves civis e militares de vários países com destino ou provenientes de Guantanamo, entre 11 de Janeiro de 2002 e 24 de Junho de 2006, utilizaram o espaço aéreo português e realizaram mais 14 escalas em aeroportos portugueses.
O texto "constata em particular" o caso de Abdurahman Khadr, alegadamente transportado a bordo do Gulfstream IV N85VM, de Guantanamo para Tuzla, na Bósnia- Herzegovina, em 6 de Novembro de 2003, com escala num aeroporto português, em 07 de Novembro de 2003.
A assembleia parlamentar da UE exorta as autoridades a investigarem outros possíveis casos de detidos transportados ilegalmente através de território português.
Entre as delegações portuguesas, apenas o CDS-PP votou contra, tendo o relatório merecido o apoio dos eurodeputados do PS, PSD, PCP e Bloco de Esquerda.

HOMENAGEM A ZECA AFONSO

Iraque: mulheres condenadas à morte por acções de resistência


Pela primeira vez desde o início da ocupação do Iraque, três mulheres foram condenadas à morte pelo Tribunal Central Criminal por actividades de resistência à ocupação. As três mulheres são: Wassan Talib de 31 anos, e Zeynab Fadhil e Liqa Qamar, ambas de 25 anos. A data de execução está marcada para 3 de Março. Duas destas mulheres cuidam de filhos pequenos na prisão, um dos quais já nasceu depois de ter sido presa. A Amnistia Internacional fez um apelo de acção urgente.
Wassan Talib foi condenada pelo assassinato de cinco membros das forças de segurança iraquianas em 2005, durante um ataque contra um centro de segurança no bairro de Hayat al-Furat em Bagdad. Por seu lado, Zeynab Fadil foi acusada e condenada por atacar, junto com o marido e o primo, uma patrulha conjunta da Guarda Nacional e de tropas americanas. Ambas negam as acusações e Zeynab Fadil afirma mesmo que nem sequer estava em Bagdad quando ocorreu o ataque.

Liqa Qamar foi condenada pela acusação de ter participado no sequestro e posterior assassinato de um detentor de um alto cargo na "Zona Verde". Na acção teria participado o marido, preso pela mesma acusação.

Finalmente, uma quarta mulher Samar Sa'ad ‘Abdullah, também de 25 anos, foi condenada pelo assassinato do tio, da sua mulher e três filhos no bairro de al-Khudra em Bagdad. Ela acusou do crime o namorado, que teria tido o objectivo de roubar as vítimas. O namorado foi alegadamente preso, mas a Amnistia Internacional não conhece que acusações lhe foram feitas.

Tanto Zeynab Fadhil quanto Liqa Qamar têm junto a elas filhas. A primeira, uma filha de três anos; a segunda, uma menina de um ano, nascida já na prisão do bairro de Kadimiya, em Bagdad.

Walid Hayali, advogado e membro do Sindicato de Advogados Iraquianos, disse que o TCC impediu que as mulheres acusadas tivessem assistência de advogados, por se tratar de crimes de segurança.

A pena de morte foi reinstaurada no Iraque em 2004, pelo governo interino. As três primeiras execuções foram feitas no dia 1 de Setembro de 2005 e, durante 2006, pelo menos 65 pessoas foram executadas, incluindo Saddam Hussein.

No dia 6 de Abril, Mohamad Jorshid, representante de rede de ONG de Direitos Humanos, declarou ao diário Asharq al-Awasat que 2.000 mulheres iraquianas permaneciam detidas "por motivos de segurança" em prisões sob o controlo do governo iraquiano e das forças de ocupação.

A Amnistia Internacional fez um apelo de acção urgente, lembrando que o presidente iraquiano tem o poder de conceder perdão ou de comutar a pena para prisão perpétua.

13/02/2007

TAÇA DE PORTUGAL - VARZIM EM BRAGA


Único grande ainda em prova, o Sporting vai cumprir o seu compromisso nos quartos-de-final da Taça de Portugal defrontando, em Alvalade, a Académica, naquele que é um clássico do futebol português.
Quanto ao nosso Varzim, equipa que na última ronda eliminou o Benfica, o sorteio realizado esta manhã de terça-feira na sede da Federação Portuguesa de Futebol ditou que, na próxima eliminatória, tenha pela frente mais um europeu, o Sporting Braga, num jogo que terá lugar no Estádio Municipal da Cidade dos Arcebispos.
Esperemos que com a vitoria sobre o Benfica esta tenha o condão de espicaçar os lobos do mar e que agora consigam também seguir em frente.
Relativamente aos restantes dois encontros, o sorteio agendou um confronto entre Beira-Mar e Boavista, em Aveiro, e um embate entre o Bragança, única equipa da II Divisão ainda em prova, e o Belenenses, da I Liga. O jogo tem lugar em Bragança.
Os jogos estão agendados para 28 de Fevereiro, uma quarta-feira.

12/02/2007

EUA manipulam provas para justificar Guerra com Irão


De acordo com o jornal britânico Independent, os EUA estão mais próximos de iniciar uma guerra com o Irão, utilizando um pretexto análogo àquele que serviu de «desculpa» para a invasão do Iraque. Vários oficiais americanos, que preferem manter o anonimato, acusam o regime iraniano de fornecer novos e perigosos engenhos explosivos a milícias xiitas no Iraque, que terão vitimado militares americanos. Para o jornalista Patrick Cockburn tratam-se de «alegações bizarras», dado que afinal as novas armas já eram usadas há pelo menos 80 anos, e porque os principais focos da resistência armada iraquiana pertencem a grupos sunitas, conhecidos pela sua hostilidade ao Irão.
Os oficiais americanos sustentam que os novos engenhos explosivos responsáveis pela morte de 170 soldados americanos e por 620 feridos são fabricados no Irão, pelas Brigadas de Al Quds, que respondem directamente perante o supremo líder iraniano, o Ayatollah Ali Khamenei. Estas armas são supostamente capazes de destruir alguns tanques americanos.
No entanto, estas alegações são no mínimo estranhas. Isto porque, desde a ocupação do Iraque, em 2003, os EUA têm enfrentado militarmente combatentes sunitas (que estavam no poder na altura de Saddam), completamente hostis ao Governo Iraniano, e que têm repetidamente denunciado o governo iraquiano como sendo um fantoche do regime de Teerão.
Ora, a denúncia de que o governo iraniano estaria a apoiar milícias xiitas contra os americanos, dá a entender que os EUA têm estado em guerra com milícias xiitas, quando na verdade a quase totalidade dos combates deram-se com unidades sunitas provenientes de elites militares altamente treinadas no regime de Saddam Hussein. Os grupos xiita, pelo contrário, encontram-se relativamente controlados pelos partidos que fazem parte do governo iraquiano.
Os oficias americanos encontraram um novo nome para as armas que dizem serem enviadas pelo regime iraniano: explosive formed penetrators (EFP)s. Contudo, uma análise das armas que têm sido utilizadas pelos grupos iraquianos hostis à ocupação americana revela que são na quase totalidade engenhos originários do regime anterior, similares a engenhos utilizados por todos os exércitos durante a segunda guerra mundial e igualmente presentes na guerra da independência da Irlanda (1919-1921). Este novo e pomposo nome tem como objectivo dar a ideia que foi desenvolvida uma nova arma ameaçadora que, na verdade já existe há pelo menos 80 anos.
Recorde-se que há quatro anos Bush e Blair argumentavam que os iraquianos estavam tecnicamente muito avançados para produzir mísseis de longo alcance e engenhos nucleares. Curiosamente, os americanos vêm agora dizer que o Iraque não tem capacidade para construir pequenos engenhos explosivos e que estaria a procurar ajuda do lado do regime de Teerão. Esta é a primeira vez que o Irão é acusado de ser responsável pela morte de militares americanos no Iraque.
Estas alegações, que podem ser um pretexto forte para justificar o início de uma guerra com o Irão, são ainda mais escandalosas do que aquelas que serviram de motivo para a ocupação do Iraque: o fabrico de armas de destruição maciça que nunca forma encontradas.

Comunidade Cigana é a mais discriminada em Portugal



Portugal tem mostrado esforços e melhorias para combater o racismo


Um relatório, apresentado esta segunda-feira em Lisboa, dá conta que a comunidade cigana é a mais discriminada em Portugal. Enfrenta dificuldades na relação com a população em geral e autoridades. No entanto, o mesmo estudo indica que o país não é considerado racista.

"O acesso à educação e a estudos superiores, discriminação comercial aos serviços públicos, à habitação, bem como a possibilidade de exercer uma actividade económica continuam problemáticos para" as comunidades ciganas, afirma, Marc Leyenberger, um responsável da Comissão Europeia contra o Racismo e a Intolerância (ECRI).

Embora "persista um ambiente propício para o racismo, baseado em preconceitos e estereótipos que são alimentados pela falta de conhecimento do outro", Portugal realizou "esforços e melhorias significativas em vários campos salientados no relatório precedente. Existe uma política de integração, mas nem sempre os meios necessários existem", acrescentou o mesmo responsável da ECRI.

"E necessário que os imigrantes e as minorias étnicas confiem na Justiça e nos representantes da Lei" disse Marc Leyenberger, apelando a uma maior formação da polícia e sensibilização dos juízes perante os estrangeiros.

Para Marc Leyenberger, uma verdadeira política de imigração “diz respeito a todos e precisa ter a integração de todos os serviços", sugerindo a sensibilização do grande público para a necessidade de lutar contra o racismo e a intolerância e para os benefícios de uma sociedade multicultural.

A Comissão Europeia contra o Racismo e a Intolerância, é um órgão independente do Conselho da Europa que avalia a situação do país em relação ao racismo e à intolerância.

FINALMENTE...A DECISÃO NAS MÃOS DAS MULHERES


O ‘Sim' ganhou com 2 238 053 votos, 59,25% dos votos expressos, e o ‘Não' obteve 1 539 078 votos, 40,75%, terminada a contagem da votação no referendo a nível nacional.
O ‘Sim' ganhou nos distritos de Beja, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém e Setúbal.
Em relação a 1998, o ‘Sim' subiu em termos relativos e absolutos em todos os distritos, ganhou nos mesmos distritos (Beja, Coimbra, Évora, Faro, Lisboa, Portalegre, Santarém, Setúbal) e desta vez ganhou também em Castelo Branco, Leiria, Porto, onde tinha perdido em 1998.
O ‘Não' ganhou nos distritos de Aveiro, Braga, Bragança, Guarda, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu, e nas regiões dos Açores e Madeira.
De salientar que o ‘Não' baixou de votação absoluta, apesar de continuar a ganhar, nos distritos de Bragança, Guarda, Viana do Castelo e Vila Real e na Região Autónoma dos Açores.
"Esta vitória representa o princípio do fim do aborto clandestino em Portugal", afirmou a psicóloga Marta Crawford, em nome do “Em movimento pelo SIM”, do "Movimento Cidadania e Responsabilidade pelo Sim", dos "Jovens pelo Sim", do "Movimento Voto Sim" e dos "Médicos pela Escolha". Na altura da vitória, os movimentos que defenderam o "Sim" no referendo concentraram-se nas batalhas de amanhã e garantiram, nos seus discursos finais, que a despenalização do aborto permitirá interrupções da gravidez seguras até às dez semanas mas pode e deve conduzir também à realização de menos abortos.~
Enquanto o líder do PSD, Marques Mendes, defendia a legitimidade da alteração da lei com a vitória do 'sim', apesar de o referendo não ser vinculativo, Ribeiro e Castro, do CDS/PP, disse que irá opor-se à despenalização: "Renovo o nosso compromisso, como partido, pelo direito à vida e à saúde", disse.
O arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, afirmou que o resultado do referendo ao aborto não é decisivo, porque "a vida não é referendável". "Quero acentuar o que os bispos portugueses sempre disseram: a vida é um dom inviolável, um direito fundamental de todos os seres humanos e fonte de todos os outros direitos", disse numa nota pastoral. Em Braga, o 'não' ganhou, mas caiu de 77,4% em 1998 para 58%. O "sim" obteve 41,2% e duplicou a votação em relação a 1998.
Nova lei da IVG promoverá período de reflexão para as mulheres
A nova lei da interrupção voluntária da gravidez começará a ser trabalhada “imediatamente” na Assembleia da República e promoverá um período de reflexão para as mulheres que tencionem fazer uso dela. Esta a mensagem deixada, no dia 11 de Fevereiro, pelo secretário-geral do PS, José Sócrates, ao reagir à vitória do “sim” no referendo sobre a despenalização da IVG.

VIVA O VARZIM


O Varzim obteve este sábado uma importante vitoria, quer em termos financeiros quer em termos desportivos. No capitulo desportivo e é nesse que me vou debruçar a Vitoria sobre o Benfica, vai por certo trazer outra garra aos jovens jogadores de forma a contornarem o momento difícil que atravessam na Liga de Honra. Outra importante vitoria para a equipa é se ter mostrado um excelente defesa esquerdo, Pedrinho de seu nome. Foi necessário meio campeonato, uma chicotada, jogadores castigados, para se ver onde Pedrinho rende. Tempo demasiado para um clube que pretende fugir da zona perigosa onde se encontra. De resto todos os jogadores estiveram em grande nível; sem colocar o autocarro em frente á baliza, o Varzim deu excelentes mostras daquilo que é capaz de fazer; esperemos que o jogo do Benfica se repita pelos restantes do campeonato.

10/02/2007

PROCURA-SE ADMINISTRAÇÃO DE CONDOMÍNIO


Os moradores do Edificio Porto Belo situado na Rua D. Manuel I na cidade da Povoa de Varzim andam de facto muito preocupados na procura da administração do Condominio da sua residencia.
Ou melhor, eles apenas encontram a empresa responsavel pelo seu condominio quando no final do mês tem de pagar; de resto é mentira:
Não há jardins...apenas aqui e ali umas plantas, elevadores constantemente avariados, portões das garagens idem idem aspas aspas, falta de iluninação nas caixas de Escadas, Etc, Etc, Etc,
Dão se alvissaras a quem encontrar a CONDEHABITAÇÂO