
07/06/2007
Salva-vidas sem gente para fazer socorro

06/06/2007
ALGUÉM ISPILICA ????????
No último domingo de Maio realizou-se a já tradicional peregrinação á Senhora da Saúde.
Estas imagens foram colhidas junto á Igreja da Lapa na Póvoa de Varzim...palavras para quê.
Exlique isto senhor vereador...mas aviso-o já que vem aí mais imagens do seu novo Regulamento de Residuos Sólidos Urbanos. Até breve!
05/06/2007
DREN: Governo reconduziu Margarida Moreira
A noticia não espantará ninguém...Não temos um governo conservador?O jornal cita um despacho publicado no Diário da República, assinado pelo primeiro-ministro, José Sócrates, e pela ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues.
A recondução de Margarida Moreira na liderança da DREN surge, segundo o Expresso, na sequência da alteração da lei orgânica do Ministério da Educação.
Por norma, esta alteração legislativa acarreta a cessação automática de funções dos altos funcionários, precisando, para que tal não se verifique, de uma recondução oficial nos cargos que ocupam.
A directora regional está envolvida na polémica originada pela suspensão do professor de inglês Fernando Charrua, ex-deputado do PSD, que estava requisitado pela DREN há cerca de 20 anos.
Fernando Charrua foi suspenso na sequência da abertura de um processo disciplinar por alegados insultos ao primeiro-ministro, acusação que o docente sempre negou.
Um mês depois do incidente ter ocorrido, a 24 de Maio, no final de uma reunião do Conselho de Ministros, a ministra da Educação afirmou não dispor de «sinal ou motivo» para colocar em causa a Direcção Regional de Educação do Norte face ao processo disciplinar que moveu a Fernando Charrua.
«Vou aguardar os resultados na sequência do apuramento dos factos do processo. Até este momento, do muito que li e ouvi, não tenho nenhum sinal ou motivo para duvidar do funcionamento das instituições e para considerar que pode estar em causa o correcto funcionamento da DREN ou dos seus serviços», sustentou, na altura, a titular da pasta da Educação.
Diário Digital / Lusa
04/06/2007
Advogado pede investigação sobre alegada "cumplicidade"

Na denúncia criminal contra incertos apresentada hoje à tarde ao Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP), José António Barreiros pede ao procurador adjunto que investigue os alegados crimes de denegação de justiça e prevaricação, corrupção passiva e abuso de poder subjacentes às declarações de Saldanha Sanches.
A queixa de José António Barreiros, que foi advogado das vítimas no processo Casa Pia, do ex-dirigente do Benfica Vale e Azevedo e de José Manuel Beleza, entre outros casos mediáticos, foi avançada hoje à noite pela Sic Notícias, à qual o jurista deu uma entrevista.
Em entrevista à revista Visão na passada quinta-feira, José Luís Saldanha Sanches, mandatário financeiro da candidatura de António Costa (PS) à Câmara de Lisboa, afirmou que "nas autarquias da província há casos frequentíssimos da captura do Ministério Público (MP) pela estrutura autárquica".
"Há ali uma relação de amizade e de cumplicidade, no aspecto bom e mau do termo, que põe em causa a independência do poder judicial", disse Saldanha Sanches, marido da directora do DIAP de Lisboa, Maria José Morgado, coordenadora das investigações do MP à corrupção no futebol no âmbito do processo Apito Dourado.
A Lusa tentou obter uma reacção de Saldanha Sanches, mas tal não foi possível até ao momento.
Contactada pela Lusa, fonte da candidatura de António Costa escusou-se a comentar o assunto, afirmando apenas que as declarações do mandatário financeiro apenas o vinculam a ele.
Na entrevista à Sic Notícias ao início da noite, José António Barreiros considerou que Saldanha Sanches "denunciou crimes" e que, perante esse facto, "ninguém poderia ficar indiferente", sustentando que "o sistema jurídico tem de tomar a sério" as declarações do fiscalista.
O advogado considera que as afirmações são de uma "gravidade incomensurável, vinda de quem vem", referindo que não poderia "ficar indiferente e desvalorizá-las".
"Não se contribui para combater a corrupção, proferindo frases incendiárias e que ajudam ao descrédito. Isso faz-se denunciando casos", afirmou o advogado.
José António Barreiros afirma que se assiste a "um descrédito progressivo da justiça, todo os dias sujeita a um campanha por parte dos políticos", e recorda que Saldanha Sanches falou à Visão na sua qualidade de mandatário financeiro da campanha de António Costa.
O advogado critica aquilo que diz ser "um processo de emporcalhamento sistemático do sistema judicial".
Na queixa, Barreiros sustenta que, a serem verdadeiras as afirmações de Saldanha Sanches, tal siginifica que "a liberdade de actuação do Ministério Público na província está cerceada", e que os magistrados do MP "de modo 'frequentíssimo' praticam crimes, por via da sua ''captura'' pela ''estrutura autárquica'".
"O estar um magistrado capturado pela 'estrutura autárquica' só pode significar que estarão em causa situações em que tal 'estrutura' será passível, directa ou indirectamente, de responsabilização e que o Ministério Público actua em conformodidade com a situação de 'capturado' por aquela estrutura", adianta.
Para José António Barreiros, "nenhum [magistrado], por mais alto que seja o cargo que desempenha, está excluído de tal imputação, nem o autor da mesma diferencia qualquer situação".
"A 'suspeita' criada pelo doutor Saldanha Sanches abrange pois um núcleo ainda indeterminado de pessoas, envolvendo as que se encontram actualmente na província ao serviço do MP e as que ali estiveram no passado", acrescenta, na queixa.
José António Barreiros, que se constituiu como assistente no processo, indicou Saldanha Sanches como testemunha "a toda a matéria da presente denúncia e a factos de que tenha conhecimento".
JH/MSP.
Alerta do Instituto de Meteorologia

A excepção a este risco elevado ou extremo é o arquipélago dos Açores, que regista um índice de risco alto a moderado relativamente aos raios ultravioletas. Assim, o IM recomenda maiores cuidados na exposição solar, principalmente quando prolongada, nomeadamente com o uso de protectores solares e óculos de sol. O IM aconselha, também, que se evite a exposição ao sol das 12h00 às 16h00, os períodos do dia de maior risco. Estes cuidados devem ser tidos em consideração especialmente pelos grupos de maior vulnerabilidade: as crianças e os idosos.
02/06/2007
MARCO CLAUDIO MELHOR JOGADOR DO VARZIM EM 2006/2007

Entretanto os novos reforços já começam a surgir, vamos é ver se Diamantino Miranda não volta a meter o pé na poça e depois ter de pedir desculpas á Direcção por aquilo que diz, e desmentir o indesmentivel.
27/05/2007
A HISTORIA DAS GREVES
Como reacção a estes acontecimentos, a comissão executiva do Congresso Sindicalista, convoca uma reunião das associações operárias que proclamaram, para o dia 20 de Março de 1911, uma paralisação do trabalho por 24 horas, em solidariedade com os operários de Setúbal.
Pela primeira vez se fala em greve geral em Portugal. Em Lisboa, registam-se incidentes, no Terreiro do Paço, entre grevistas e forças de cavalaria. Segundo o jornal O Mundo, de 21 de Março, "para os lados do Beato, Poço do Bispo e Xabregas, trabalham uns vinte mil operários; pois trabalhavam apenas ontem dois mil". Na capital "paralisaram cerca de 65000 operários". A greve afecta sobretudo Lisboa, a margem sul do Tejo e o Alentejo.
Os anos imediatamente após o 5 de Outubro são de intensos conflitos sociais. Em Janeiro de 1912, os trabalhadores rurais da zona de Évora iniciam uma greve originada no desrespeito de um acordo salarial por parte dos proprietários. O Governador Civil resolve encerrar a Associação dos Trabalhadores Rurais e prender os sindicalistas mais activos. Esta atitude provoca uma paralisação de todas as classes dos trabalhadores eborenses. O poder responde com o encerramento de todas as associações operárias e cargas da Guarda Republicana contra as manifestações sindicalistas, levando à morte de um trabalhador.
Face a esta situação, é proclamada, em Lisboa, a greve geral de solidariedade com os trabalhadores de Évora, a 29 de Janeiro. A greve tem muita adesão em Lisboa, com vários incidentes na baixa e na margem sul do Tejo. Na Moita, o Administrador do Concelho foi morto pela multidão em revolta.
Na noite de 30 de Janeiro, em Lisboa, quando uma grande multidão se reunia na Casa Sindical (vizinha do jornal O Século), as autoridades organizam uma verdadeira operação militar contra os sindicalistas. O edifício foi evacuado, sob a ameaça de ser destruído pela artilharia e 700 pessoas seguiram entre baionetas, muitos cantando A Internacional, para o Arsenal de Marinha e dali para bordo de alguns navios de guerra no Tejo.
A I Guerra Mundial agravou a situação social do país. Em 1917, duas greves gerais de solidariedade, são proclamadas pela União Operária Nacional (confederação criada em 1914). Em Junho, quando de um movimento grevista da construção civil, a polícia invadiu a sede da UON, na Calçada do Combro, prendendo todos os que ali se encontravam e disparando sobre quem estava nas imediações. No dia 16, é proclamada a greve geral que ao fim de 48 horas conseguiu obrigar o poder a libertar os grevistas presos.
Em Setembro, quando de uma greve dos correios e telégrafos, o governo mobilizou e militarizou todo o pessoal e prendeu um milhar de grevistas. A UON proclamou a greve então a greve geral de solidariedade. Lisboa é ocupada militarmente e ocorrem vários confrontos. A greve tem também adesão em Almada, Setúbal, Barreiro e Seixal.
Em 1918, durante a ditadura de Sidónio Pais, face ao agravamento insuportável do custo de vida, a UON decide juntar as reivindicações sectoriais num único movimento, preparado com antecedência. A greve geral foi marcada para 18 de Novembro e preparada com antecedência em comícios e sessões, na sua maioria proibidos pelas autoridades que chegaram a fuzilar trabalhadores rurais em Montemor-o-Novo e Alpiarça. Dois acontecimentos prejudicaram a adesão para a data escolhida: a pneumónica (terrível epidemia que dizimou milhares de vítimas) e o armistício de 11 de Novembro (o fim da guerra trouxe infundadas esperanças). O movimento registou a maior adesão entre os rurais do Alentejo e os ferroviários de Sul e Sueste. Em Évora a greve durou 8 dias. Em Odemira e no Vale de Santiago a repressão foi especialmente dura, com deportações de rurais para a África. Foram fuzilados trabalhadores na Moita e em Portimão.
O movimento tem maior expressão na Marinha Grande, onde a vila é tomada pelos grevistas que desarmam a GNR. Mas tem igualmente expressão nas zonas operárias de Lisboa, Barreiro e Setúbal, bem como em Silves e em Coimbra.
A repressão da ditadura é brutal com inúmeras prisões. 57 dos 150 presos que vão inaugurar o Campo de Concentração do Tarrafal, participaram no 18 de Janeiro e muitos lá morrem.
Depois da Revolução de 25 de Abril, apesar da explosão de conflitos sociais em 1974/75, foi necessário esperar por 1982, para se voltar a falar de greve geral.
Em 12 de Fevereiro de 1982, em protesto contra o primeiro Governo de direita após a Revolução de Abril, presidido por Francisco Pinto Balsemão, é convocada uma greve geral, pela CGTP-Intersindical e sem a adesão da UGT. Decorre sob a palavra de ordem "Uma só solução, AD fora do Governo", exigindo a demissão do Governo da Aliança Democrática (coligação dos partidos de direita, PPD, CDS e PPM). Aderiram um milhão e meio de trabalhadores, segundo fontes sindicais.
Três meses depois, em 11 de Maio, é convocada nova greve geral pela CGTP-IN, em protesto contra a morte de dois operários, vítimas de uma acção policial, no dia 1º de Maio. Tudo se passou no Porto, quando a CGTP-IN pretendeu comemorar a data na Praça da Liberdade, foi proibida pelo Governo Civil que ordenou uma acção da Corpo de Intervenção da PSP. Os incidentes prolongaram-se por várias horas e deles resultaram dois mortos, causados pela acção policial. Face a esta atitude repressiva, a resposta do movimento sindical foi a convocação de uma greve geral de protesto.
A 28 de Março de 1988, durante o Governo de Cavaco Silva, foi convocada outra greve geral. Tratava-se de um protesto que primordialmente se dirigia contra o "Pacote Laboral" que visava enfraquecer os direitos dos trabalhadores, facilitar os despedimentos e o trabalho precário. Esta greve geral teve a particularidade de reunir a CGTP e a UGT na luta contra o "cavaquismo".
Em 10 de Dezembro de 2002, nos anos da coligação PSD/CDS-PP, encabeçada por Durão Barroso, foi convocada nova greve geral. Visando agora protestar contra o aumento do desemprego, a instabilidade dos vínculos laborais e a destruição dos serviços públicos, a greve foi convocada pela CGTP e não contou com a adesão da UGT.
GREVE GERAL

- O poder de compra dos trabalhadores caíu em Portugal no ano passado mais do que em cada um dos últimos 22 anos.
- Os rendimentos dos 20 % de portugueses mais ricos são 8,2 vezes superiores aos dos 20 % mais pobres. É o maior fosso da Europa.
- Quase tres milhões de portugueses vivem em risco de pobreza. Portugal é o país da União Europeia onde é mais dificil responder à pobreza.
- Os salários dos gestores de grandes empresas triplicaram nos últimos 5 anos.
- Só 51 % das empresas em Portugal declara lucros. A evasão fiscal mantem-se.
- Quase meio milhão de pessoas procura emprego mas não conseguem nada.
- Os trabalhadores precários ganham menos 26 % do que os efectivos.
- O subsídio de desemprego é agora mais dificil de conseguir, mais fácilo de perder e dura menos tempo.
- No trabalho temporário o governo fez uma lei á medida da barbaridade das empresas de trabalho temporario. Mais de 400 mil são explorados- não por um mas por dois patrões.
- A mobilidade especial na função publica é o real despedimento colectivo de milhares de funconarios publicos.
DIA 30 É PRECISO DEMONSTRAR O NOSSO DESCONTENTAMENTO AO GOVERNO.
DIA 30 DE MAIO PROTESTA!
DIA 30 DE MAIO NÃO VÁS TRABALHAR
¨¨ Todos os trabalhadores, sindicalizados ou não, efectivos ou não, têm o direito a fazer greve e estão abrangidos, pelo pré-aviso de greve. Conforme o artigo 603 do Código do Trabalho, " Proibição de discriminações devidas à greve", " é nulo e de nenhum efeito todo o acto que implique coacção, prejuiso ou discriminação sobre qualquer trabalhadorpor motivo de adesão ou não à greve".
24/05/2007
CLUBES CALOTEIROS

I. Nota Prévia
1. No início da época desportiva, o Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF) contactou, por escrito, todos os Clubes/SAD da Bwin Liga e da Liga Vitalis no sentido de uma análise conjunta dos problemas que afectam o futebol.
Ora, o mais importante desses problemas é o do incumprimento salarial o qual, atento o balanço da época anterior, mereceu e merece resposta inadiável. O resultado desses contactos traduziu-se, na prática, na resposta afirmativa de meia dúzia de clubes, traduzidas em reuniões para o efeito realizadas e nada mais.
Neste contexto, o SJPF cumprindo o que prometeu, ao contrário de outros com responsabilidades específicas que tendo prometido muito nada fizeram, vem apresentar dados referentes ao assunto, em jeito de balanço da época que agora terminou.
Impõe-se, no entanto, esclarecer que o SJPF, ao denunciar esta anomalia, procura, sobretudo, conjugar esforços tendentes à erradicação dos males de que enferma o futebol português pois só assim estará a prosseguir os objectivos que lhe estão consignados, ou seja, a dignificação, em várias vertentes, do jogador profissional de futebol.
Ora, o salário, elemento intrínseco da definição de contrato de trabalho, surge como contrapartida da prestação do trabalho assumindo o carácter de meio de satisfação de necessidades pessoais e familiares do trabalhador.
Assim sendo, está-lhe indelevelmente associada a ideia da regularidade do seu recebimento. Porque assim é, o não recebimento da remuneração devida coloca o trabalhador numa posição de fragilidade e dependência face à entidade patronal com os prejuízos, de ordem profissional e sócio-familiar, que daí advêm.
Por outro lado, a competição entre Clubes/SAD cumpridores e incumpridores leva a graves atropelos da verdade desportiva, com benefício evidente para os últimos já que usufruem de meios, no caso meios humanos, sem suportarem os inerentes encargos financeiros.
2. Paralelamente, o SJPF apresentou publicamente o Projecto denominado Fundo de Garantia Salarial destinado a minimizar o problema.
Cabe referir que neste domínio a Federação já deu a sua concordância e a Liga acaba de associar-se através da afectação da verba resultante do Jogo das Estrelas.
3. Por último, e para obviar a qualquer dúvida, importa esclarecer que para o SJPF, no que toca ao conceito de incumprimento, se funda no seguinte critério: “têm-se por incumprimento o não o pagamento do salário até ao dia 5 do mês subsequente àquele a que disser respeito».
1. Cumpridores
Bwin Liga
- Futebol Clube do Porto
- Sporting
- Benfica
- Sp. Braga
- Belenenses
- U. Leiria
- Paços de Ferreira
- Desportivo das Aves
- Beira-Mar
Liga Vitalis
- Leixões
- V. Guimarães
- Olhanense
- Portimonense
- Gondomar
- Feirense
- Vizela
- Trofense
- Rio Ave
2. Incumpridores
Bwin Liga
- V. Setúbal
- Boavista
- Estrela da Amadora
- Clube Desportivo Nacional
- Marítimo
- Académica
- Naval 1.º de Maio
Liga Vitalis
- Desp. Chaves
- Estoril
- Santa Clara
- Varzim
- Penafiel
- Olivais e Moscavide
- Gil Vicente
III. Nota Conclusiva
1. A primeira ilação que do exposto se colhe, com clareza cristalina, é a da existência de um grave problema e das gravosas consequências que, em várias vertentes, lhe estão associadas relevando a de índole sócio-económico e familiar.
2. Ora, a superação do problema, só será possível atingido através de uma radical mudança de mentalidades e de práticas. Concretamente, haverá que:
- Definir parâmetros rigorosos, nomeadamente no que toca à exigência de garantias bancárias para garantir o recebimento pontual dos salários;
- Criar um órgão de fiscalização autónoma, de acompanhamento - antes, durante e finda a competição - que garanta o tratamento igual, em termos do cumprimento das regras no domínio económico-financeiro de todos os competidores;
- Fixar um regime sancionatório mais grave para os incumpridores, em que se preveja e aplique a despromoção desportiva;
- Responsabilizar em termos efectivos os dirigentes que não respeitem os parâmetros desportivo-financeiros.
3. Como nota final, deixa-se uma palavra de exigência e apelo:
Apesar da disponibilidade da Federação e da Liga para a implementação do Fundo de Garantia Salarial, por um lado, e da tentativa louvável da Liga para apertar o controle financeiro ao Clubes/SAD, este problema só será erradicado se todos e cada um tiverem a coragem de assumir as respectivas responsabilidades em prol da melhoria do futebol português.
Se assim não for, persistirão os problemas e adiar-se-ão as soluções. Neste contexto, o SINDICATO sentir-se-á legitimado para imputar responsabilidades a quem, podendo e devendo agir, se pautar pela omissão. É que a assunção de responsabilidade deve ser plena, abrangendo, por isso, os êxitos e as derrotas não deixando, que a culpa pelas últimas continue a morrer solteira. A
Direcção do SJPF
24-05-2007
23/05/2007
SUCATAS AO SABOR DOS INTERESSES
Há pelo menos 150 empresas, principalmente sucatas, que operam à margem da lei e não enviam para tratamento e reciclagem os carros inutilizados, considerados resíduos perigosos. O incumprimento dos requisitos ambientais já foi denunciado às autoridades pela Valorcar, entidade licenciada pelo Estado para gerir o sistema dos veículos em fim de vida (VFV). Concorrência desleal para com os operadores licenciados e risco de contaminação de solos e águas são algumas consequências desta violação da lei. "Identificámos 150 empresas ilegais que não cumprem a lei dos VFV e não dão o encaminhamento certo aos componentes que têm de ser retirados dos carros e enviados para reciclar", disse ao DN Ricardo Furtado, director da Valorcar. Entre estas empresas estão "sucatas de beira de estrada, mas também empresas com boas infra-estruturas", todas sem licença para operar do Instituto dos Resíduos (INR). A lista dos infractores foi enviada para a Inspecção-Geral do Ambiente e Ordenamento do Território, das Actividades Económicas, o INR e o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente. Mas a contabilização peca por defeito, considera Ricardo Furtado. "Basta andar pelo País para ver que há centenas de sucatas", embora esse número seja impossível de quantificar. Os únicos operadores licenciados pelo Ministério do Ambiente são os 11 centros da rede Valorcar. A legislação obriga os cidadãos a entregarem os carros inutilizados num operador licenciado, em vez de o venderem a uma sucata ou abandonarem, prática ainda muito comum. O processo é gratuito e deve ser feito nos centros da Valorcar. Os operadores são obrigados a desmontar o veículo, retirar-lhe os resíduos perigosos (óleos, baterias) e enviar os materiais aproveitáveis (vidro, pneus, plásticos e metal) para reciclar, reutilizar ou valorizar. O centro que recebe o carro tem ainda de tratar dos procedimentos burocráticos implícitos à retirada de circulação do veículo. Ou seja, emitir um certificado de destruição que prova que este foi entregue no local adequado e enviá-lo para a Direcção-Geral de Viação (DGV), que trata da anulação da matrícula. No futuro, adiantou ao DN Filomena Lobo, do INR, os cidadãos serão punidos se não entregarem o carro nos locais licenciados. "Agora, a punição é apenas moral, mas a revisão da lei aponta no sentido da punição efectiva com uma coima." Os operadores de desmantelamento e fragmentação têm de obedecer a regras ambientais rigorosos para terem licença do INR e integrarem a rede da Valorcar. O processo exigiu adaptações - como novas condições de impermeabilização de solos, estruturas de armazenamento e transporte de veículos - e investimentos dos operadores que já existiam no mercado. A modernização não foi implementada por todos os operadores e a grande maioria caiu na ilegalidade. "Há empresas que querem aderir ao sistema, mas encontram-se em situações complicadas terrenos não autorizados, sem dinheiro para investir ou até sem existência legal. Mas há outros que preferem operar como sempre o fizeram", diz Ricardo Furtado. Filomena Lobo, do INR, confirma que "há empresas com preocupações ambientais mas que não podem ser licenciadas devido a problemas com instrumentos de ordenamento do território".Ambiente.
A não despoluição dos VFV tem impactos graves, refere Pedro Carteiro, da Quercus. "O impacto da escorrência de óleos é enorme, pois é um resíduo perigoso que pode contaminar solos e águas. Para além do impacto visual." A reciclagem de VFV foi instituída pelo Decreto-Lei 196/2003, que transpõe para a legislação nacional uma directiva comunitária. "Os operadores tiveram tempo para se adaptar", considera a Quercus. "Se não o fizeram, têm de ser penalizados, pois estão a fazer concorrência desleal com quem já cumpre a lei." Pedro Carteiro lembra que as sucatas não têm custos com o tratamento dos resíduos, não resolvem a vertente burocrática e ainda rentabilizam o VFV, vendendo peças. Por seu lado, os operadores licenciados não podem cobrar dinheiro pelo veículo, tirando proveito apenas dos resíduos reciclados ou valorizados ou da venda de peças que podem ser reutilizadas. "É impossível concorrer com quem retira peças para vender e não quer saber de mais nada, não tendo mais custos ", disse Júlio Silva, da Reci21, empresa situada na Figueira da Foz. "Mas estas empresas têm os dias contados", adverte.

Sucata das Póvoas em Terroso á margem da E.N. 206

Sucata em Terroso
SUCATA NA CENTRAL DE CAMIONAGEM, MESMO NO CENTRO DA PÓVOA E AOS OLHOS DE TODOS...MENOS DE QUEM TEM RESPONSABILIDADES AUTARQUICAS.
22/05/2007
A NOSSA ACTIVIDADE SÓ É POSSIVEL GRAÇAS À SUA GENEROSIDADE
20/05/2007
Porque Foge Diamantino Miranda?

18/05/2007
A vergonha das 7 maravilhas concelhias
14/05/2007
Durante mais de seis horas a Póvoa esteve em" Estado de Sitio"
Rotunda da Telecom
Estes são os factos que Macedo Vieira não quer ver; É isto que pretende para a Póvoa ?
Explique aos cidadãos o que vai acontecer!
A Mentira é mais Interessante que a Verdade
Bacon, Francis
13/05/2007
LEIXOES E GUIMARÃES DE VOLTA Á LIGA

O Leixões e o Victoria de Guimarães garantiram hoje o regresso á principal liga de futebol, depois de uma recta final sempre com o " credo" na boca; quem ficou com o sabor amargo da derrota, foi o Rio Ave. A equipa vilacondense, que chegou aos dezassete jogos sem derrotas viu-se na ponta final a ser ultrapassado pelo Guimarães, já que perdeu por quatro vezes consequtivas.

10/05/2007
Jorge Galhardo demite-se de cargo no Clube Desportivo da Póvoa
Na missiva, o dirigente demissionário sublinha que o seu empenho "foi total, dando sempre corpo aos superiores interesses do clube".
Jorge Galhardo preferiu não prestar declarações mas disse que "a ideia que a nova direcção transmite é a de, provavelmente, acabar com o clube pois alguns elementos não querem que este caminhe para a frente".
Eduardo Caldeira Figueiredo, presidente da Direcção do CDP, garantiu à Rádio Onda Viva que não tinha conhecimento oficial do pedido de demissão e que questões internas entre elementos da secção poderiam estar na origem desta tomada de posição. Caldeira Figueiredo sublinhou ainda que "a secção não entregou o plano de actividades para a época desportiva de 2007 e devia tê-lo feito em Dezembro último", circunstância que, segundo o presidente do clube, "pode ter despoletado de forma unilateral a demissão de Jorge Galhardo".
PSD - FUGIU-LHE A BOCA PARA A VERDADE

Tem de haver moralidade; Aqui deixo a noticia do Póvoa Semanário:
“Conheço a realidade daqui, o clima de medo, intimidação e até de retaliação que sempre tem existido na Póvoa de Varzim”. As palavras foram proferidas por Marques Mendes, presidente do PSD, num jantar de militantes que aconteceu no Rancho do Monte. O líder acabou por reconhecer a “falha”, já que se encontrava em Vila do Conde, onde a Câmara é socialista há mais de 30 anos. A “falha” repetiu-se e o social-democrata teve que justificar que falava na Póvoa de Varzim porque era “um município exemplar com uma gestão exemplar e eficiente”.
Mas os ataques ao PS, tanto no Governo como na Câmara de Mário Almeida, foram constantes e Marques Mendes frisou mesmo que “quando se está no poder perde-se energia” e deixa de existir “garra”. “Vila do Conde está parada, tem perdido influência nestes últimos anos, vive em inércia e acomodado e só está a marcar passo”. E porque “não aproveitar as potencialidades de um concelho é criminoso”, Marques Mendes apontou que é preciso mudar de rumo, em 2009, aquando as próximas eleições autárquicas. O líder até se comprometeu mesmo a “ajudar” os locais a conquistar este bastião rosa.
DESCUBRA AS DIFERENÇAS:
09/05/2007
AJUDEM NA BUSCA

Pormenor inconfundível do olho direito de Madeleine McCann (pupila derramada para a íris)

Nome: Madeleine Beth McCann
Filiação: Gerald Patrick McCann e Kate Marie Healy
Nacionalidade: Reino Unido
Data de nascimento: 12/05/2003
Passaporte: 453847661 – Reino Unido
Descrição Física:
Sexo: Feminino
Altura: 90 cm
Cabelo: castanho claro/louro
Olhos: azuis esverdeados com tonalidades de castanho na retina
Informações complementares:
Desapareceu em 03/05/2007, pelas 22H40 do Ocean Club, Praia da Luz, Lagos, local onde passava férias com os pais. O desaparecimento ocorreu numa altura em que a criança estava sozinha no apartamento.
Qualquer informação deve ser comunicada preferencialmente para o seguinte endereço:
Departamento de Investigação Criminal de Portimão da Polícia Judiciária
Rua Pé da Cruz, 2, 8500-640 Portimão
Telefone: 282 405 400
Fax: 282 412 763
e-mail: dic.portimão@pj.pt
ou para qualquer serviço de piquete da Polícia Judiciária.
06/05/2007
MORREU FRANCISCO TROINA

Francisco Troina era um dos membros do Conselho Varzinista, embora a doença o impedisse, desde há algum tempo, de marcar presença nas reuniões deste órgão consultivo.
É com muita tristeza que se vê partir um dos grandes obreiros do Varzim um dos que contribuiu para o engrandecimento e prestígio deste clube. Francisco Troina, nasceu a 15 de Junho de 1923 e era associado do Varzim com o nº 319 .
Nesta hora de profundo pesar, todos nos devemos associar à Família enlutada, apresentando as mais sentidas condolências.
Na Opinião dos Técnicos foram dois jogos diferentes









