10/06/2007

Banca cobra 6,6 milhões por dia em comissões


O Diário de Notícias de hoje revela que os cinco maiores bancos portugueses lucraram 8,7 milhões de euros por dia no primeiro trimestre deste ano, um crescimento de 21% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, em que os ganhos diários se cifravam em 7,1 milhões de euros. Na origem desta subida estão o aumento das taxas de juro e as comissões cobradas aos clientes. Estas últimas subiram 11,8% e atingem agora o valor impressionante de 6,6 milhões de euros por dia. Por outro lado, os custos operacionais (salários e despesas de funcionamento) aumentaram apenas 4,4%.
Os cinco maiores bancos portugueses (Caixa Geral de Depósitos, Millennium Bcp, Banco Espírito Santo, Banco Santander Totta e Banco BPI) aunmentaram em 21% os seus lucros diários, passando de 7,1 milhões de euros para 8,7 milhões de euros.
Segundo o Diário de Notícias há dois factores que contribuem decisivamente para este aumento de lucros. Por um lado, constata-se um aumento de 35,8% na margem financeira dos bancos (diferença entre os juros que os bancos cobram com os empréstimos e as taxas que pagam nas aplicações financeiras) essencialmente devido à subida das taxas de juro. Assim, no primeiro trimestre deste ano os bancos obtiveram por dia 17,8 milhões de euros de margem financeira contra os 13,1 milhões do período homólogo do ano passado.
Por outro lado, o valor das comissões cobradas aos clientes aumentou 11,8%, de 5,9 milhões de euros por dia para 6,6 milhões.
Finalmente, regista-se uma contenção em relação aos custos correntes, sem ganhos salariais significativos para os trabalhadores. Os cinco maiores bancos gastaram 14,2 milhões de euros nas suas despesas de funcionamento, administrativas e com pessoal. Trata-se de um aumento moderado de 4,4%, face ao mesmo período do ano passado, quando estes instituições gastaram diariamente 13,6 milhões de euros.

08/06/2007

Despedimentos colectivos dispararam no primeiro trimestre


No primeiro trimestre de 2007, 59 empresas iniciaram processos de despedimento colectivo, afectando 1213 trabalhadores. Comparando com igual período de 2006, são mais 17 empresas e o número de trabalhadores atingidos cresce 64%. Segundo o DN de hoje, os despedimentos colectivos no primeiro trimestre de 2007 atingem 20% do total dos trabalhadores das 59 empresas. O DN baseia a notícia nos dados publicados pela Direcção-Geral de Estudos, Estatísticas e Planeamento (DGEEP) do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social.
O jornal salienta ainda que o número de empresas que iniciaram processos de despedimento colectivo cresceu 146% e o número de trabalhadores atingidos subiu 188%, em relação a igual período de 2005.
Durante o primeiro trimestre do corrente ano foram ainda concluídos 33 processos de despedimento colectivo iniciados anteriormente, lançando no desemprego 735 trabalhadores, quase o dobro do ano anterior.

07/06/2007

Praias 2007





196 praias com qualidade de ouro. Qualidade da água nas zonas balneares revela ainda problemas por resolver


Mais cinco praias com má qualidade em 2006 por comparação com 2005; fracção de praias com boa qualidade mantém-se; praias interiores continuam a apresentar pior qualidade que as costeiras.


No início da época balnear normal a 1 de Junho e tal como todos os anos tem sido efectuado, a Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza recorre à informação pública oficial disponibilizada pelo Instituto da Água incluindo o Relatório sobre a Qualidade das Águas Balneares para avaliar o estado das zonas balneares. Em Portugal, de acordo com os dados disponibilizados pelo Instituto da Água, existem 508 praias / zonas balneares (422 costeiras e 86 interiores).De acordo com a síntese acima, pode verificar-se que o grau de inconformidade (percentagem de praias com má qualidade) aumentou ligeiramente, passando o número total de praias com má qualidade de 13 para 18. Por outro lado, a percentagem de praias interiores com boa qualidade aumentou em cerca de 14 %, valor que no entanto ainda está aquém do desejável por comparação com as praias costeiras. Em 2007 a época balnear começa com mais 11 praias (7 interiores e 4 costeiras).18 praias tiveram má qualidade em 2006 (mais cinco que em 2005). 6,5% das zonas balneares tiveram pelo menos uma análise má; 14 praias estiveram interditas durante parte da época balnear e 6 na totalidade . Em 508 zonas balneares de Portugal, 6,5% das praias (mais exactamente 33) tiveram pelo menos uma análise má em 2006 (o que não implica necessariamente que a qualidade final seja má – depende da percentagem em relação ao total das análises efectuadas), tendo a pior sido a praia de Árvore em Vila do Conde com seis análises más, zona balnear que aliás a par de outras cinco esteve interdita. Machico, Matosinhos, Ponte de Lima, Tomar e Vila do Conde foram os concelhos que apresentaram duas praias, cada uma com pelo menos uma análise com má qualidade.




A listagem de praias com má qualidade foi a seguinte:


De acordo com a informação do Instituto da Água, Portugal apresentou à Comissão Europeia um pedido de derrogação de três análises más, uma em cada praia, por condições meteorológicas desfavoráveis, permitindo-lhes não ter a classificação final de má (Rio Tua – Maravilha em Mirandela, Rio Sabor – Ponte Remondes em Mogadouro e Rio Caima-Burgães em Vale de Cambra)A Quercus considera que continua a existir uma vulnerabilidade à poluição, nomeadamente as falhas no saneamento básico e os problemas de gestão da bacia hidrográfica, que estarão na origem das análises más, mas que para ano de seca os resultados foram muito satisfatórios.


Quercus identifica 196 praias com qualidade de ouro em Portugal – pela primeira vez uma zona balnear interior (Montargil) é seleccionada


A Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza resolveu seleccionar todas as praias que em Portugal têm tido nos últimos cinco anos (2002 a 2006) sempre qualidade de água classificada como boa e que na época balnear de 2006 tiveram sempre análises boas. Esta avaliação efectuada pela Quercus é muito mais limitada em comparação com a atribuição da Bandeira Azul porque apenas se baseia na qualidade da água das praias, apesar de ser mais exigente neste aspecto. A classificação geral das praias em termos de qualidade da água é disponibilizada pelo Instituto da Água ao abrigo da legislação nacional e comunitária.O objectivo da Quercus é realçar as garantias de praias que ao longo de vários anos (cinco, neste caso), sistematicamente apresentam boa qualidade, e que portanto, em nosso entender, apresentam uma maior fiabilidade no que respeita à boa qualidade da sua água, confirmando ainda a sua excelência na última época balnear (dados consultados através do site snirh.inag.pt). Ficam de fora desta lista as zonas balneares com menos de cinco anos e aquelas que só mais recentemente viram resolvidos os seus problemas de poluição, ou onde se tenha verificado na última época balnear análises aceitáveis ou más. Podem estar incluídas nesta listagem praias onde algumas análises ao longo dos cinco anos tenham sido objecto de derrogação por diversas circunstâncias, em particular condições meteorológicas adversas, mas cuja justificação tenha sido aceite no quadro da legislação vigente. Em comparação com 2006 há mais 16 praias com qualidade de ouro, num total de 196 das 508 zonas balneares. Pela primeira vez há uma praia interior com qualidade de ouro – a zona balnear da Albufeira de Montargil em Ponte de Sor.O concelho com maior número de praias com qualidade da água de ouro é Albufeira (com 15 zonas balneares), seguido de Vila do Bispo (10 zonas balneares), Almada (9 zonas balneares) e Grândola e Vila Nova de Gaia (7 zonas balneares). Os dados detalhados estão presentes em anexo.




Conheça os dez mandamentos da Quercus para quem queira gozar as praias este Verão.


1. Verifique se na praia que vai frequentar é realizado o controlo de qualidade da água balnear. Em Portugal, existem diversas praias que não estão classificadas como zonas balneares e nessas não se deve tomar banho. Uma praia não classificada é uma praia onde a água balnear não é monitorizada ou onde a água não apresenta qualidade. Esta classificação é revista anualmente pelo Ministério do Ambiente podendo ser designadas mais praias como zonas balneares. O utilizador pode informar-se através de placas que deverão estar colocadas na praia em locais visíveis ou através da internet em snirh.inag.pt.


2. Certifique-se de que a qualidade da água da sua praia é aceitável ou, preferencialmente, boa. Nas zonas balneares há a obrigação de publicitar as últimas análises realizadas à água. Em geral, a frequência das análises é quinzenal, podendo haver casos em que ela é mais diminuta (mensal), ou então maior (semanal). Entre a data da colheita e a data da publicação da análise na praia não se deve ultrapassar mais de quinze dias. Assim, apesar de ser normal não encontrar uma análise de um dia muito recente, não deve encontrar resultados com um atraso superior a um mês. As análises são classificadas como más, aceitáveis e boas, sendo que as duas últimas classificações são compatíveis com a sua utilização para banhos, embora uma análise de qualidade boa seja obviamente preferível. Podem-se conhecer as últimas análises através da Internet nos sites já mencionados, mas é uma obrigação a sua afixação nas praias. Podem acontecer situações excepcionais de poluição visível em que a praia não apresente qualidade e não existam dados actualizados de análise e nesse caso não deve tomar banho.


3. Escolha uma das Praias com Qualidade de Ouro da Quercus. A Quercus elegeu o conjunto de praias que nos últimos 5 anos apresentaram uma qualidade da água Boa, como as Praias com Qualidade de Ouro. A existência de Bandeira Azul também é um critério de qualidade que deve ser tomado em conta e que vai para além da qualidade da água. Existem já casos de praias cuja gestão e exploração estão certificadas por normas de qualidade, sendo este também caminho defendido pela Quercus pelo rigor que tais critérios impõem em termos de acompanhamento.


4. Verifique os meios de segurança e as infraestruturas. Ao utilizar uma praia deve verificar-se a permanência de um nadador-salvador, a delimitação da área para banhos, a existência de um posto de primeiros-socorros, a possibilidade de acesso rápido de uma ambulância. Em termos de infraestruturas devem-se avaliar aspectos como a presença de casas de banho em número suficiente, duches, bebedouro e parque de estacionamento. Os utentes da praia devem respeitar a sinalização através das bandeiras hasteadas.


5. Verifique e contribua para a limpeza do areal. Exija a ausência de cães.Verifique se a areia do local onde vai permanecer se encontra devidamente limpa e contribua para essa limpeza, não deixando nem enterrando quaisquer detritos. Colabore na limpeza da praia: utilize sempre os recipientes do lixo ou, na falta destes, guarde e transporte consigo o lixo, deitando-o posteriormente em local próprio. Se encontrar vidro ou outro tipo de lixo espalhado sobre a areia, não o ignore. Apanhe-o e coloque-o no recipiente do lixo mais próximo. Nalgumas praias a recolha selectiva é já uma realidade, podendo assim separar vidro, papel e cartão, embalagens e o restante lixo.Utilize sempre uma toalha para se deitar na areia. Na praia prefira chinelos de material lavável e não os empreste a ninguém, inclusive seus familiares. Assim, prevenirá a eventual transmissão de uma doença de pele. Vigie os seus filhos mais pequenos, não permitindo que metam os dedos na boca quando brincam com a areia. Se surgirem quaisquer alterações na sua pele, nos olhos, ouvidos ou garganta consulte rapidamente o médico.Nunca traga animais para a praia! Para além de serem geralmente um incómodo, podem ser portadores de microrganismos prejudiciais à saúde humana e originarem a contaminação do areal.


6. Evite permanecer na praia nas horas de maior calor e evitar uma exposição excessiva ao sol. Evite permanecer na praia nas horas de maior calor e não se exponha exageradamente ao sol, especialmente se a sua pele for clara. O período em que não se deve expor ao sol é aproximadamente entre as 11 e as 16 horas, sendo que o Instituto de Meteorologia publica diariamente uma previsão da altura em que a radiação solar é mais forte e pode ser mais perigosa (http://web.meteo.pt/pt/previsao/uv/prev_uv_d0.jsp). Uma queimadura solar para além de incómoda, constitui uma agressão altamente prejudicial que deve sempre evitar. Utilize protectores solares mas, sobretudo, não permaneça imóvel sob um sol forte. Tenha particular atenção às crianças pequenas. Elas são mais sensíveis ao sol. Insista sempre no uso de chapéus e deixe-as andar de cabelo solto, pois isso constitui uma protecção suplementar da face e dos ombros.


7. Evite fazer ruído. A praia é acima de tudo um local onde temos a oportunidade de descansar e recuperar forças. O ruído é assim um factor de stress e de perturbação. A presença de aparelhagens com som demasiado elevado ou uma grande frequência de barcos e principalmente motas de água, prejudica a qualidade da praia.


8. Proteja as dunas e as falésias das praias costeiras e a vegetação nas praias fluviais. A protecção do cordão dunar é essencial para que o mar não avance e a praia não desapareça. Esta realidade, que infelizmente já é corrente em algumas zonas do país, pode ser evitada, não pisando a vegetação mais sensível, particularmente a que está mais próxima da água na chamada duna primária, mas também evitando o pisoteio das restantes dunas. Também a vegetação das falésias deve ser evitada, sendo que algumas podem apresentar o perigo de derrocada. As praias fluviais são em geral locais muito aprazíveis onde ser deve evitar destruir a vegetação envolvente.


9. Vá de transportes menos poluentes até à zona balnear; deixe o carro em casa.Ir a pé, de bicicleta ou de transporte público, ajuda o ambiente evitando o ruído e a poluição do ar provocada pelo automóvel. Além disso, pode ser uma excelente oportunidade para um passeio agradável. Experimente e evite o congestionamento dos acessos e dos parques de estacionamento. Pode inclusive encontrar praias e lugares menos ocupados e um maior contacto com a natureza.


10. Denuncie o que não estiver bem.Melhorar a qualidade das praias em Portugal passa por denunciar as situações de falta de infraestruturas, má qualidade da água, problemas de limpeza do areal, falta de informação ao utente, falta de vigilância e/ou segurança. O problema é sempre saber a quem dirigir as queixas de forma a que sejam ouvidas, dado o elevado número de entidades aparentemente responsáveis, mas que afirmam sempre que o erro em causa recai sobre outra entidade.Deixamos ainda identificadas as responsabilidades de gestão das zonas balneares para onde podem e devem ser direccionadas eventuais queixas: Nas praias costeiras a concessão do areal é da responsabilidade das Administrações Portuárias ou das Capitanias; a atribuição das concessões dos apoios de praia é da responsabilidade das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR); a vigilância é da responsabilidade dos concessionários ou das autarquias, fiscalizados pelas Capitanias; as análises das águas nas praias costeiras são efectuadas pelo Instituto de Ambiente.Nas praias com Bandeira Azul, um símbolo de qualidade ambiental atribuído às praias que cumpram um conjunto critérios, a fiscalização durante a época balnear cabe aos coordenadores regionais (normalmente as CCDR) e ao operador nacional, a Associação Bandeira Azul da Europa (http://www.abae.pt/). Nas praias fluviais, a atribuição das concessões é das CCDR; as autarquias em geral têm funções importantes na limpeza e no acompanhamento das praias; as análises às águas das praias fluviais são efectuadas geralmente pelas CCDR.


Se tiver acesso à internet utilize a página do Instituto da Água (snirh.inag.pt). Se necessário, recorra também à Quercus pelo correio electrónico quercus@quercus.pt ou pelo telefone 21-7788474.


Conheça a listagem completa das praias com qualidade de ouro (2002-2006 com qualidade de água boa e sempre análises boas em 2006) (documento Word)

Salva-vidas sem gente para fazer socorro




A Noticia publicada hoje pelo Jornal de Noticias, é no minimo preocupante para todos aqueles que frequentam as nossas praias. Tudo isto é consentido por um governo que consegue fazer aquilo que se calhar nem o vencedor do concurso " O maior português " ousaria pensar.


Uma autêntica vergonha. Já não chegava apelidar a margem sul de deserto, tirar cursos ?? na independente etc. etc. etc.


Barco de Vila Chã (Vila do Conde) com dois tripulantes: um tem 70 anos; outro não sabe nadar


Oito estações salva-vidas do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN) estão em risco de fechar as portas e outras nove ficam seriamente afectadas se o Ministério da Defesa não desbloquear a admissão de pessoal. Assim o garante um documento a que o JN teve acesso, emanado do chefe de Estado-Maior da Armada e dirigido ao secretário de Estado da Defesa Nacional.


O ofício em causa, datado de 25 de Maio e assinado pelo chefe de gabinete do almirante Melo Gomes (chefe de Estado-Maior da Armada), avisa que - devido à saída de pessoal para reforma e o fim de contratos a prazo nas tripulações de salva-vidas - "a partir de 1 de Agosto de 2007" há oito "estações salva-vidas que ficam inoperativas por terem menos de dois elementos na respectiva guarnição" e nove "que ficam seriamente afectadas por terem menos de três elementos de guarnição". Num total de 30 estações salva-vidas, mais de metade ficam em causa, numa altura em que as restantes também já trabalham em condições mínimas. O ofício dirigido ao secretário de Estado João Mira Gomes alerta o MDN para a "gravidade e complexidade da situação que se avizinha por escassez de pessoal, com consequentes reflexos negativos no desempenho do ISN". Mais ainda, o documento indica que o problema já estava a ser sentido em 2005 e 2006, registando um agravamento já este ano, e solicita que o assunto seja considerado com a urgência devida, por estar "em causa a capacidade de salvamento de vidas humanas". A proposta aponta para a contratação de 31 homens, com um custo que não ultrapassa os 250 mil euros ano. Na prática, a Marinha dá conta ao Governo da débil situação em que se encontra o ISN, responsável pelo socorro marítimo na orla costeira, lamentando que num quadro orgânico com 130 homens "este número esteja reduzido a 69 elementos" até final do ano. Para o Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Administrações e Juntas Portuárias (SNTAJP), onde se enquadram os trabalhadores do ISN, a situação agora descrita ao Governo não espanta. "Não temos conhecimento do conteúdo do documento, mas não nos espanta", apontou ao JN Serafim Gomes, da Direcção. "E não basta contratar pessoal a prazo, é necessário pessoas especializadas e não é em três meses que isso se consegue. A solução estaria na integração dos homens do Troço de Mar no ISN. Basta haver decisão"."É um problema que foi levantado aquando do naufrágio da Nazaré. Falou-se muito dele, mas até agora não houve qualquer decisão, embora haja muitas promessas - já de há anos", ironiza Serafim Gomes. "No mínimo tem que haver dez homens por estação, para uma prontidão de 24 horas e na melhor das hipóteses há quatro homens". A Marinha remeteu para o MDN uma resposta e o Ministério respondeu ao JN com um cenário de 12 integrações no quadro da função pública "O processo está em curso, mas a sua conclusão está dependente da entrega na Direcção-Geral da Administração Pública de elementos a fornecer pela Marinha". Quanto aos restantes 19 elementos, é "um processo aparte".

06/06/2007

ALGUÉM ISPILICA ????????



No último domingo de Maio realizou-se a já tradicional peregrinação á Senhora da Saúde.

A par das preocupações dos milhares de fieis, em alindar as ruas para a passagem da peregrinação há uma dúvida que me assalta! A mim a a todos os que viram um camião cisterna da Camara da Póvoa na sexta feira de manhã dia 25 de Maio a lavar a valeta junto ao Restaurante Aqueduto! Porque terá sido?


E porquê , só entre o dito restaurante e uma sucata das proximidades?


O que dirá disto o Vereador do Ambiente da Camara, Eng. Manuel Angélico ?


Aqui há ou não Gato com rabo de fora ?


O que pretendeu esconder a Camara Municipal naquela Zona ?


Haja quem explique!!!!


Já agora...a Póvoa de Varzim é gerida ou melhor dito Limpa a duas velocidades?


Quem anda na marginal Póveira de norte para sul vê a limpeza com que o municipio brinda os seus visitantes e moradores...mas deve ter faltado mão de obra, gasolina, ou falta de jeito!

Ora vejam:





Estas imagens foram colhidas junto á Igreja da Lapa na Póvoa de Varzim...palavras para quê.

Exlique isto senhor vereador...mas aviso-o já que vem aí mais imagens do seu novo Regulamento de Residuos Sólidos Urbanos. Até breve!

05/06/2007

DREN: Governo reconduziu Margarida Moreira

A noticia não espantará ninguém...Não temos um governo conservador?
A directora regional de Educação do Norte, Margarida Moreira, envolvida na polémica relacionada com a suspensão de um professor que terá insultado o primeiro-ministro, foi esta terça-feira reconduzida no cargo, revelou o semanário Expresso.
O jornal cita um despacho publicado no Diário da República, assinado pelo primeiro-ministro, José Sócrates, e pela ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues.
A recondução de Margarida Moreira na liderança da DREN surge, segundo o Expresso, na sequência da alteração da lei orgânica do Ministério da Educação.
Por norma, esta alteração legislativa acarreta a cessação automática de funções dos altos funcionários, precisando, para que tal não se verifique, de uma recondução oficial nos cargos que ocupam.
A directora regional está envolvida na polémica originada pela suspensão do professor de inglês Fernando Charrua, ex-deputado do PSD, que estava requisitado pela DREN há cerca de 20 anos.
Fernando Charrua foi suspenso na sequência da abertura de um processo disciplinar por alegados insultos ao primeiro-ministro, acusação que o docente sempre negou.
Um mês depois do incidente ter ocorrido, a 24 de Maio, no final de uma reunião do Conselho de Ministros, a ministra da Educação afirmou não dispor de «sinal ou motivo» para colocar em causa a Direcção Regional de Educação do Norte face ao processo disciplinar que moveu a Fernando Charrua.
«Vou aguardar os resultados na sequência do apuramento dos factos do processo. Até este momento, do muito que li e ouvi, não tenho nenhum sinal ou motivo para duvidar do funcionamento das instituições e para considerar que pode estar em causa o correcto funcionamento da DREN ou dos seus serviços», sustentou, na altura, a titular da pasta da Educação.
Diário Digital / Lusa

04/06/2007

Advogado pede investigação sobre alegada "cumplicidade"


O advogado José António Barreiros pediu hoje uma investigação criminal na sequência de declarações do fiscalista Saldanha Sanches, que afirmou existir uma "relação de amizade e cumplicidade" entre autarquias da província e o Ministério Público.
Na denúncia criminal contra incertos apresentada hoje à tarde ao Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP), José António Barreiros pede ao procurador adjunto que investigue os alegados crimes de denegação de justiça e prevaricação, corrupção passiva e abuso de poder subjacentes às declarações de Saldanha Sanches.
A queixa de José António Barreiros, que foi advogado das vítimas no processo Casa Pia, do ex-dirigente do Benfica Vale e Azevedo e de José Manuel Beleza, entre outros casos mediáticos, foi avançada hoje à noite pela Sic Notícias, à qual o jurista deu uma entrevista.
Em entrevista à revista Visão na passada quinta-feira, José Luís Saldanha Sanches, mandatário financeiro da candidatura de António Costa (PS) à Câmara de Lisboa, afirmou que "nas autarquias da província há casos frequentíssimos da captura do Ministério Público (MP) pela estrutura autárquica".
"Há ali uma relação de amizade e de cumplicidade, no aspecto bom e mau do termo, que põe em causa a independência do poder judicial"
, disse Saldanha Sanches, marido da directora do DIAP de Lisboa, Maria José Morgado, coordenadora das investigações do MP à corrupção no futebol no âmbito do processo Apito Dourado.
A Lusa tentou obter uma reacção de Saldanha Sanches, mas tal não foi possível até ao momento.
Contactada pela Lusa, fonte da candidatura de António Costa escusou-se a comentar o assunto, afirmando apenas que as declarações do mandatário financeiro apenas o vinculam a ele.
Na entrevista à Sic Notícias ao início da noite, José António Barreiros considerou que Saldanha Sanches "denunciou crimes" e que, perante esse facto, "ninguém poderia ficar indiferente", sustentando que "o sistema jurídico tem de tomar a sério" as declarações do fiscalista.
O advogado considera que as afirmações são de uma "gravidade incomensurável, vinda de quem vem", referindo que não poderia "ficar indiferente e desvalorizá-las".
"Não se contribui para combater a corrupção, proferindo frases incendiárias e que ajudam ao descrédito. Isso faz-se denunciando casos", afirmou o advogado.
José António Barreiros afirma que se assiste a "um descrédito progressivo da justiça, todo os dias sujeita a um campanha por parte dos políticos", e recorda que Saldanha Sanches falou à Visão na sua qualidade de mandatário financeiro da campanha de António Costa.
O advogado critica aquilo que diz ser "um processo de emporcalhamento sistemático do sistema judicial".
Na queixa, Barreiros sustenta que, a serem verdadeiras as afirmações de Saldanha Sanches, tal siginifica que "a liberdade de actuação do Ministério Público na província está cerceada", e que os magistrados do MP "de modo 'frequentíssimo' praticam crimes, por via da sua ''captura'' pela ''estrutura autárquica'".
"O estar um magistrado capturado pela 'estrutura autárquica' só pode significar que estarão em causa situações em que tal 'estrutura' será passível, directa ou indirectamente, de responsabilização e que o Ministério Público actua em conformodidade com a situação de 'capturado' por aquela estrutura", adianta.
Para José António Barreiros, "nenhum [magistrado], por mais alto que seja o cargo que desempenha, está excluído de tal imputação, nem o autor da mesma diferencia qualquer situação".
"A 'suspeita' criada pelo doutor Saldanha Sanches abrange pois um núcleo ainda indeterminado de pessoas, envolvendo as que se encontram actualmente na província ao serviço do MP e as que ali estiveram no passado",
acrescenta, na queixa.
José António Barreiros, que se constituiu como assistente no processo, indicou Saldanha Sanches como testemunha "a toda a matéria da presente denúncia e a factos de que tenha conhecimento".
JH/MSP.

Alerta do Instituto de Meteorologia


Risco extremo na exposição solar nos próximos três dias
O Instituto de Meteorologia (IM) alertou hoje para os perigos da exposição solar devido aos raios ultravioleta que nos próximos três dias serão de risco muito elevado ou extremo.

A excepção a este risco elevado ou extremo é o arquipélago dos Açores, que regista um índice de risco alto a moderado relativamente aos raios ultravioletas. Assim, o IM recomenda maiores cuidados na exposição solar, principalmente quando prolongada, nomeadamente com o uso de protectores solares e óculos de sol. O IM aconselha, também, que se evite a exposição ao sol das 12h00 às 16h00, os períodos do dia de maior risco. Estes cuidados devem ser tidos em consideração especialmente pelos grupos de maior vulnerabilidade: as crianças e os idosos.

02/06/2007

MARCO CLAUDIO MELHOR JOGADOR DO VARZIM EM 2006/2007







Depois de terminado o Campeonato da 2ª Liga, " O Bicho Vai-te Comer " propos aos seus leitores uma analise ao melhor jogador do plantel da equipa varzinista. E como não poderia deixar de ser o melhor jogador apontado por todos aqueles que leem o Blog foi sem margem para duvidas Marco Cláudio, seguido a já alguma distancia por Telmo, e por Ricardo, Tito e Yazalde. Esperemos agora que em relação á proxima época o Varzim se reforce como deve ser e não tenha ou passe pelos calafrios desta época.





Entretanto os novos reforços já começam a surgir, vamos é ver se Diamantino Miranda não volta a meter o pé na poça e depois ter de pedir desculpas á Direcção por aquilo que diz, e desmentir o indesmentivel.

27/05/2007

A HISTORIA DAS GREVES


Começaram em Setúbal os acontecimentos originaram a primeira greve geral em Portugal. Quando em 13 de Março de 1911, a recém-criada Guarda Republicana mata duas operárias na Avenida Luísa Todi, na sequência de uma greve dos conserveiros, esse acontecimento tem grande repercussão nacional. De acordo com o jornal O Trabalhador de 2.7.1911, "as mulheres das fábricas de conservas, ganhavam 40 réis por cada hora de dia e 50 réis por cada hora de noite e exigiam 50 réis por hora indistintamente". Pela primeira vez o regime republicano mandava reprimir da forma mais dura os operários que tanto tinham contribuído para a revolução de 5 de Outubro de 1910. Os "fuzilamentos de Setúbal", como ficaram conhecidos na época, marcaram a ruptura entre o movimento operário (predominantemente anarco-sindicalista) e a República.
Como reacção a estes acontecimentos, a comissão executiva do Congresso Sindicalista, convoca uma reunião das associações operárias que proclamaram, para o dia 20 de Março de 1911, uma paralisação do trabalho por 24 horas, em solidariedade com os operários de Setúbal.
Pela primeira vez se fala em greve geral em Portugal. Em Lisboa, registam-se incidentes, no Terreiro do Paço, entre grevistas e forças de cavalaria. Segundo o jornal O Mundo, de 21 de Março, "para os lados do Beato, Poço do Bispo e Xabregas, trabalham uns vinte mil operários; pois trabalhavam apenas ontem dois mil". Na capital "paralisaram cerca de 65000 operários". A greve afecta sobretudo Lisboa, a margem sul do Tejo e o Alentejo.

Os anos imediatamente após o 5 de Outubro são de intensos conflitos sociais. Em Janeiro de 1912, os trabalhadores rurais da zona de Évora iniciam uma greve originada no desrespeito de um acordo salarial por parte dos proprietários. O Governador Civil resolve encerrar a Associação dos Trabalhadores Rurais e prender os sindicalistas mais activos. Esta atitude provoca uma paralisação de todas as classes dos trabalhadores eborenses. O poder responde com o encerramento de todas as associações operárias e cargas da Guarda Republicana contra as manifestações sindicalistas, levando à morte de um trabalhador.
Face a esta situação, é proclamada, em Lisboa, a greve geral de solidariedade com os trabalhadores de Évora, a 29 de Janeiro. A greve tem muita adesão em Lisboa, com vários incidentes na baixa e na margem sul do Tejo. Na Moita, o Administrador do Concelho foi morto pela multidão em revolta.
Na noite de 30 de Janeiro, em Lisboa, quando uma grande multidão se reunia na Casa Sindical (vizinha do jornal O Século), as autoridades organizam uma verdadeira operação militar contra os sindicalistas. O edifício foi evacuado, sob a ameaça de ser destruído pela artilharia e 700 pessoas seguiram entre baionetas, muitos cantando A Internacional, para o Arsenal de Marinha e dali para bordo de alguns navios de guerra no Tejo.

A I Guerra Mundial agravou a situação social do país. Em 1917, duas greves gerais de solidariedade, são proclamadas pela União Operária Nacional (confederação criada em 1914). Em Junho, quando de um movimento grevista da construção civil, a polícia invadiu a sede da UON, na Calçada do Combro, prendendo todos os que ali se encontravam e disparando sobre quem estava nas imediações. No dia 16, é proclamada a greve geral que ao fim de 48 horas conseguiu obrigar o poder a libertar os grevistas presos.
Em Setembro, quando de uma greve dos correios e telégrafos, o governo mobilizou e militarizou todo o pessoal e prendeu um milhar de grevistas. A UON proclamou a greve então a greve geral de solidariedade. Lisboa é ocupada militarmente e ocorrem vários confrontos. A greve tem também adesão em Almada, Setúbal, Barreiro e Seixal.
Em 1918, durante a ditadura de Sidónio Pais, face ao agravamento insuportável do custo de vida, a UON decide juntar as reivindicações sectoriais num único movimento, preparado com antecedência. A greve geral foi marcada para 18 de Novembro e preparada com antecedência em comícios e sessões, na sua maioria proibidos pelas autoridades que chegaram a fuzilar trabalhadores rurais em Montemor-o-Novo e Alpiarça. Dois acontecimentos prejudicaram a adesão para a data escolhida: a pneumónica (terrível epidemia que dizimou milhares de vítimas) e o armistício de 11 de Novembro (o fim da guerra trouxe infundadas esperanças). O movimento registou a maior adesão entre os rurais do Alentejo e os ferroviários de Sul e Sueste. Em Évora a greve durou 8 dias. Em Odemira e no Vale de Santiago a repressão foi especialmente dura, com deportações de rurais para a África. Foram fuzilados trabalhadores na Moita e em Portimão.

Em 18 de Janeiro de 1934, uma greve geral revolucionária ergue-se contra a ditadura instaurada pela oligarquia económica que a partir de 1926, tenta aniquilar o movimento sindical tão dinâmico durante a I República. Com o direito à greve proibido e a polícia política em acção, corajosos militantes vão contestar a fascização dos sindicatos decidida pelo regime de Salazar. Orientam clandestinamente o movimento, a CGT (Confederação Geral do Trabalho, anarco-sindicalista) e a Comissão Inter-Sindical (ligada ao PCP).
O movimento tem maior expressão na Marinha Grande, onde a vila é tomada pelos grevistas que desarmam a GNR. Mas tem igualmente expressão nas zonas operárias de Lisboa, Barreiro e Setúbal, bem como em Silves e em Coimbra.
A repressão da ditadura é brutal com inúmeras prisões. 57 dos 150 presos que vão inaugurar o Campo de Concentração do Tarrafal, participaram no 18 de Janeiro e muitos lá morrem.

Depois da Revolução de 25 de Abril, apesar da explosão de conflitos sociais em 1974/75, foi necessário esperar por 1982, para se voltar a falar de greve geral.
Em 12 de Fevereiro de 1982, em protesto contra o primeiro Governo de direita após a Revolução de Abril, presidido por Francisco Pinto Balsemão, é convocada uma greve geral, pela CGTP-Intersindical e sem a adesão da UGT. Decorre sob a palavra de ordem "Uma só solução, AD fora do Governo", exigindo a demissão do Governo da Aliança Democrática (coligação dos partidos de direita, PPD, CDS e PPM). Aderiram um milhão e meio de trabalhadores, segundo fontes sindicais.
Três meses depois, em 11 de Maio, é convocada nova greve geral pela CGTP-IN, em protesto contra a morte de dois operários, vítimas de uma acção policial, no dia 1º de Maio. Tudo se passou no Porto, quando a CGTP-IN pretendeu comemorar a data na Praça da Liberdade, foi proibida pelo Governo Civil que ordenou uma acção da Corpo de Intervenção da PSP. Os incidentes prolongaram-se por várias horas e deles resultaram dois mortos, causados pela acção policial. Face a esta atitude repressiva, a resposta do movimento sindical foi a convocação de uma greve geral de protesto.
A 28 de Março de 1988, durante o Governo de Cavaco Silva, foi convocada outra greve geral. Tratava-se de um protesto que primordialmente se dirigia contra o "Pacote Laboral" que visava enfraquecer os direitos dos trabalhadores, facilitar os despedimentos e o trabalho precário. Esta greve geral teve a particularidade de reunir a CGTP e a UGT na luta contra o "cavaquismo".
Em 10 de Dezembro de 2002, nos anos da coligação PSD/CDS-PP, encabeçada por Durão Barroso, foi convocada nova greve geral. Visando agora protestar contra o aumento do desemprego, a instabilidade dos vínculos laborais e a destruição dos serviços públicos, a greve foi convocada pela CGTP e não contou com a adesão da UGT.

Alvaro Arranja (Historiador)

GREVE GERAL


Na próxima Quarta Feira é dia de luta nacional; É dia de Greve Geral.

Apesar das constantes tentativas de intimação dos trabalhadores por parte do governo que se diz de esquerda é importante que nós trabalhadores não nos esqueçamos que a crise não é para todos:


  1. O poder de compra dos trabalhadores caíu em Portugal no ano passado mais do que em cada um dos últimos 22 anos.

  2. Os rendimentos dos 20 % de portugueses mais ricos são 8,2 vezes superiores aos dos 20 % mais pobres. É o maior fosso da Europa.

  3. Quase tres milhões de portugueses vivem em risco de pobreza. Portugal é o país da União Europeia onde é mais dificil responder à pobreza.

  4. Os salários dos gestores de grandes empresas triplicaram nos últimos 5 anos.

  5. Só 51 % das empresas em Portugal declara lucros. A evasão fiscal mantem-se.

  6. Quase meio milhão de pessoas procura emprego mas não conseguem nada.

  7. Os trabalhadores precários ganham menos 26 % do que os efectivos.

  8. O subsídio de desemprego é agora mais dificil de conseguir, mais fácilo de perder e dura menos tempo.

  9. No trabalho temporário o governo fez uma lei á medida da barbaridade das empresas de trabalho temporario. Mais de 400 mil são explorados- não por um mas por dois patrões.

  10. A mobilidade especial na função publica é o real despedimento colectivo de milhares de funconarios publicos.

DIA 30 É PRECISO DEMONSTRAR O NOSSO DESCONTENTAMENTO AO GOVERNO.


DIA 30 DE MAIO PROTESTA!


DIA 30 DE MAIO NÃO VÁS TRABALHAR


¨¨ Todos os trabalhadores, sindicalizados ou não, efectivos ou não, têm o direito a fazer greve e estão abrangidos, pelo pré-aviso de greve. Conforme o artigo 603 do Código do Trabalho, " Proibição de discriminações devidas à greve", " é nulo e de nenhum efeito todo o acto que implique coacção, prejuiso ou discriminação sobre qualquer trabalhadorpor motivo de adesão ou não à greve".

24/05/2007

CLUBES CALOTEIROS


O sindicato dos Jogadores veio hoje a terreiro denunciar aqueles clubes que ainda não pagaram aos seus atletas; curiosamente ou não o Clube mais representativo da Póvoa de Varzim está no rol dos caloteiros; quais são as desculpas Sr. Lopes de Castro? Não se fez o negocio do estádio?

UMA VERGONHA
I. Nota Prévia
1. No início da época desportiva, o Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF) contactou, por escrito, todos os Clubes/SAD da Bwin Liga e da Liga Vitalis no sentido de uma análise conjunta dos problemas que afectam o futebol.
Ora, o mais importante desses problemas é o do incumprimento salarial o qual, atento o balanço da época anterior, mereceu e merece resposta inadiável. O resultado desses contactos traduziu-se, na prática, na resposta afirmativa de meia dúzia de clubes, traduzidas em reuniões para o efeito realizadas e nada mais.
Neste contexto, o SJPF cumprindo o que prometeu, ao contrário de outros com responsabilidades específicas que tendo prometido muito nada fizeram, vem apresentar dados referentes ao assunto, em jeito de balanço da época que agora terminou.
Impõe-se, no entanto, esclarecer que o SJPF, ao denunciar esta anomalia, procura, sobretudo, conjugar esforços tendentes à erradicação dos males de que enferma o futebol português pois só assim estará a prosseguir os objectivos que lhe estão consignados, ou seja, a dignificação, em várias vertentes, do jogador profissional de futebol.
Ora, o salário, elemento intrínseco da definição de contrato de trabalho, surge como contrapartida da prestação do trabalho assumindo o carácter de meio de satisfação de necessidades pessoais e familiares do trabalhador.
Assim sendo, está-lhe indelevelmente associada a ideia da regularidade do seu recebimento. Porque assim é, o não recebimento da remuneração devida coloca o trabalhador numa posição de fragilidade e dependência face à entidade patronal com os prejuízos, de ordem profissional e sócio-familiar, que daí advêm.
Por outro lado, a competição entre Clubes/SAD cumpridores e incumpridores leva a graves atropelos da verdade desportiva, com benefício evidente para os últimos já que usufruem de meios, no caso meios humanos, sem suportarem os inerentes encargos financeiros.
2. Paralelamente, o SJPF apresentou publicamente o Projecto denominado Fundo de Garantia Salarial destinado a minimizar o problema.
Cabe referir que neste domínio a Federação já deu a sua concordância e a Liga acaba de associar-se através da afectação da verba resultante do Jogo das Estrelas.
3. Por último, e para obviar a qualquer dúvida, importa esclarecer que para o SJPF, no que toca ao conceito de incumprimento, se funda no seguinte critério: “têm-se por incumprimento o não o pagamento do salário até ao dia 5 do mês subsequente àquele a que disser respeito».
1. Cumpridores
Bwin Liga

- Futebol Clube do Porto
- Sporting
- Benfica
- Sp. Braga
- Belenenses
- U. Leiria
- Paços de Ferreira
- Desportivo das Aves
- Beira-Mar
Liga Vitalis
- Leixões
- V. Guimarães
- Olhanense
- Portimonense
- Gondomar
- Feirense
- Vizela
- Trofense
- Rio Ave
2. Incumpridores
Bwin Liga
- V. Setúbal
- Boavista
- Estrela da Amadora
- Clube Desportivo Nacional
- Marítimo
- Académica
- Naval 1.º de Maio
Liga Vitalis
- Desp. Chaves
- Estoril
- Santa Clara
- Varzim
- Penafiel
- Olivais e Moscavide
- Gil Vicente


III. Nota Conclusiva
1. A primeira ilação que do exposto se colhe, com clareza cristalina, é a da existência de um grave problema e das gravosas consequências que, em várias vertentes, lhe estão associadas relevando a de índole sócio-económico e familiar.
2. Ora, a superação do problema, só será possível atingido através de uma radical mudança de mentalidades e de práticas. Concretamente, haverá que:
- Definir parâmetros rigorosos, nomeadamente no que toca à exigência de garantias bancárias para garantir o recebimento pontual dos salários;
- Criar um órgão de fiscalização autónoma, de acompanhamento - antes, durante e finda a competição - que garanta o tratamento igual, em termos do cumprimento das regras no domínio económico-financeiro de todos os competidores;
- Fixar um regime sancionatório mais grave para os incumpridores, em que se preveja e aplique a despromoção desportiva;
- Responsabilizar em termos efectivos os dirigentes que não respeitem os parâmetros desportivo-financeiros.
3. Como nota final, deixa-se uma palavra de exigência e apelo:
Apesar da disponibilidade da Federação e da Liga para a implementação do Fundo de Garantia Salarial, por um lado, e da tentativa louvável da Liga para apertar o controle financeiro ao Clubes/SAD, este problema só será erradicado se todos e cada um tiverem a coragem de assumir as respectivas responsabilidades em prol da melhoria do futebol português.
Se assim não for, persistirão os problemas e adiar-se-ão as soluções. Neste contexto, o SINDICATO sentir-se-á legitimado para imputar responsabilidades a quem, podendo e devendo agir, se pautar pela omissão. É que a assunção de responsabilidade deve ser plena, abrangendo, por isso, os êxitos e as derrotas não deixando, que a culpa pelas últimas continue a morrer solteira. A
Direcção do SJPF
24-05-2007

23/05/2007

SUCATAS AO SABOR DOS INTERESSES

Há pelo menos 150 empresas, principalmente sucatas, que operam à margem da lei e não enviam para tratamento e reciclagem os carros inutilizados, considerados resíduos perigosos. O incumprimento dos requisitos ambientais já foi denunciado às autoridades pela Valorcar, entidade licenciada pelo Estado para gerir o sistema dos veículos em fim de vida (VFV). Concorrência desleal para com os operadores licenciados e risco de contaminação de solos e águas são algumas consequências desta violação da lei. "Identificámos 150 empresas ilegais que não cumprem a lei dos VFV e não dão o encaminhamento certo aos componentes que têm de ser retirados dos carros e enviados para reciclar", disse ao DN Ricardo Furtado, director da Valorcar. Entre estas empresas estão "sucatas de beira de estrada, mas também empresas com boas infra-estruturas", todas sem licença para operar do Instituto dos Resíduos (INR). A lista dos infractores foi enviada para a Inspecção-Geral do Ambiente e Ordenamento do Território, das Actividades Económicas, o INR e o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente. Mas a contabilização peca por defeito, considera Ricardo Furtado. "Basta andar pelo País para ver que há centenas de sucatas", embora esse número seja impossível de quantificar. Os únicos operadores licenciados pelo Ministério do Ambiente são os 11 centros da rede Valorcar. A legislação obriga os cidadãos a entregarem os carros inutilizados num operador licenciado, em vez de o venderem a uma sucata ou abandonarem, prática ainda muito comum. O processo é gratuito e deve ser feito nos centros da Valorcar. Os operadores são obrigados a desmontar o veículo, retirar-lhe os resíduos perigosos (óleos, baterias) e enviar os materiais aproveitáveis (vidro, pneus, plásticos e metal) para reciclar, reutilizar ou valorizar. O centro que recebe o carro tem ainda de tratar dos procedimentos burocráticos implícitos à retirada de circulação do veículo. Ou seja, emitir um certificado de destruição que prova que este foi entregue no local adequado e enviá-lo para a Direcção-Geral de Viação (DGV), que trata da anulação da matrícula. No futuro, adiantou ao DN Filomena Lobo, do INR, os cidadãos serão punidos se não entregarem o carro nos locais licenciados. "Agora, a punição é apenas moral, mas a revisão da lei aponta no sentido da punição efectiva com uma coima." Os operadores de desmantelamento e fragmentação têm de obedecer a regras ambientais rigorosos para terem licença do INR e integrarem a rede da Valorcar. O processo exigiu adaptações - como novas condições de impermeabilização de solos, estruturas de armazenamento e transporte de veículos - e investimentos dos operadores que já existiam no mercado. A modernização não foi implementada por todos os operadores e a grande maioria caiu na ilegalidade. "Há empresas que querem aderir ao sistema, mas encontram-se em situações complicadas terrenos não autorizados, sem dinheiro para investir ou até sem existência legal. Mas há outros que preferem operar como sempre o fizeram", diz Ricardo Furtado. Filomena Lobo, do INR, confirma que "há empresas com preocupações ambientais mas que não podem ser licenciadas devido a problemas com instrumentos de ordenamento do território".

Ambiente.


A não despoluição dos VFV tem impactos graves, refere Pedro Carteiro, da Quercus. "O impacto da escorrência de óleos é enorme, pois é um resíduo perigoso que pode contaminar solos e águas. Para além do impacto visual." A reciclagem de VFV foi instituída pelo Decreto-Lei 196/2003, que transpõe para a legislação nacional uma directiva comunitária. "Os operadores tiveram tempo para se adaptar", considera a Quercus. "Se não o fizeram, têm de ser penalizados, pois estão a fazer concorrência desleal com quem já cumpre a lei." Pedro Carteiro lembra que as sucatas não têm custos com o tratamento dos resíduos, não resolvem a vertente burocrática e ainda rentabilizam o VFV, vendendo peças. Por seu lado, os operadores licenciados não podem cobrar dinheiro pelo veículo, tirando proveito apenas dos resíduos reciclados ou valorizados ou da venda de peças que podem ser reutilizadas. "É impossível concorrer com quem retira peças para vender e não quer saber de mais nada, não tendo mais custos ", disse Júlio Silva, da Reci21, empresa situada na Figueira da Foz. "Mas estas empresas têm os dias contados", adverte.


Na Póvoa de Varzim a situação também é grave: Curiosamente , há sucatas a poluir lençóis freáticos. O Caso mais grave, situa-se na Zona de Terroso/Laundos, onde pelo que se vê, a autarquia continua a fazer ouvidos e olhos de mercador. Veja-se a imagem de satélite:




Sucata das Póvoas em Terroso á margem da E.N. 206




Sucata em Terroso



SUCATA NA CENTRAL DE CAMIONAGEM, MESMO NO CENTRO DA PÓVOA E AOS OLHOS DE TODOS...MENOS DE QUEM TEM RESPONSABILIDADES AUTARQUICAS.

22/05/2007

A NOSSA ACTIVIDADE SÓ É POSSIVEL GRAÇAS À SUA GENEROSIDADE


A Liga Portuguesa Contra o Cancro está a levar a cabo uma campanha de sensibilização para angariação de fundos.

Pela importancia da questão lembramos aqui esta campanha.

20/05/2007

Porque Foge Diamantino Miranda?



Diamantino Miranda voltou hoje a dar uma grande imagem; ou seja de pessoa que não tem o minimo respeito pelos poveiros e mais grave por quem lhe paga o ordenado. Na partida de hoje frente ao Trofense e que o Varzim perdeu por duas bolas a zero, quando o treinador devia ser o primeiro a assumir a derrota, o que fez Diamantino? O mesmo que fez em Penafiel. Fugiu , qual rato de esgoto. É vergonhoso que o Varzim tenha um treinador que só assume a sua posição quando ganha. Quando perde foge dos holofotes...por alguma razão os portimonenses não gostavam dele. Quem dirige uma equipa tem de assunir as suas vitorias e principalmente as suas derrotas. Mas como parece estar aqui na Póvoa a passar ferias , já que nem sequer conhece o " PROJECTO CATRAIA", e o que se torna mais grave , não ler bem o Jogo...quem deixa estar 90 minutos no terreno do jogo Mendonça que não fez nada e como se sabe não continua no Varzim, e Diego mais de 60 minutos que também nada rendeu nesta partida, tendo no banco, Yazalde, Luca, Denilson, para não falar nos outros, mas estamos a falar de atacantes, não deve mesmo perceber nada de nada.

18/05/2007

A vergonha das 7 maravilhas concelhias


Com a reportagem de hoje do Jornal de Noticias e da responsabilidade de Ana Trocado Marques, aqui fica para os mais distraídos o estado de uma das 7 maravilhas que Mário de Almeida pretende sacudir a água do capote ( leia-se responsabilidade ) pelo estado a que chegou este monumento . E como sempre é mais fácil limpar a água do capote do que assumir responsabilidades...




É uma das fortes candidatas às "7 Maravilhas de Vila do Conde", monumento em vias de classificação pelo IPPAR (Instituto Português do Património Arquitectónico) e um dos ex-líbris da cidade. A ponte D. Zameiro, que liga as freguesias de Macieira e Bagunte, ruiu a 20 de Outubro de 2004. Na altura, conforme o JN noticiou, a Galp assumia a responsabilidade da derrocada dos dois pilares da travessia sobre o rio Ave e prometia, até, custear a reconstrução. Também o inquérito da Inspecção-Geral das Obras Públicas (IGOP) apontava o dedo à Petrogal (empresa do grupo Galp Energia), que, na altura, concluía obras a jusante da travessia, mas, findo o inquérito, a empresa contestou a decisão e nega, agora, responsabilidades no caso. Mais de dois anos e meio depois, e às portas da eleição das "7 Maravilhas de Vila do Conde", marcada para hoje , a ponte romana continua em ruína. Agora, a Estradas de Portugal (EP), através da Direcção de Estradas do Porto (DEP), prepara-se para lançar a obra e assumir os encargos - cerca de meio milhão de euros - da empreitada, que deverá arrancar em Julho. O diferendo com a Galp será resolvido em tribunal.


Construída no século XI, a ponte D. Zameiro, com 130 metros, é constituída por oito arcos de alvenaria. A travessia está inserida num troço da EN306 e, desde 1996, consta das listagens do IPPAR como monumento "em vias de classificação".


Em 2001, face à derrocada de um dos arcos da travessia, o Ministério das Obras Públicas abriu concurso para a recuperação da ponte. As obras, orçadas em 212 mil euros, terminaram em Outubro de 2003. Em Outubro de 2004, a Galp estava prestes a terminar, no açude a jusante da travessia, uma obra com o objectivo de aumentar a captação de água do rio Ave para a refinaria de Leça da Palmeira. A empreitada implicou um desvio do leito do rio. A 20 de Outubro, de acordo com o relatório da IGOP realizado pelo LNEC (Laboratório Nacional de Engenharia Civil), as fortes chuvadas provocaram um aumento do caudal do rio, originando uma subida muito rápida do nível das águas, entretanto desviadas. Dois dos pilares da travessia não aguentaram a pressão e ruíram. Dois dias depois, a Galp assumia toda a responsabilidade no acidente. O mesmo concluía, meses depois, o inquérito da IGOP. Já em 2005, a Petrogal rejeitava "completamente responsabilidades na derrocada parcial da ponte", sustentada em pareceres técnicos. Face às conclusões do inquérito da IGOP, a Galp informava a EP que recorria "às autoridades judiciais". Tendo em conta aos riscos de derrocada na ponte, a EP decidiu, agora, avançar com os trabalhos. "Foi-me dito que surgiram, entretanto, alguns problemas levantados pelo IPPAR, mas já ultrapassados", explicou o presidente da Câmara de Vila do Conde, Mário de Almeida, que lamenta o"arrastar da situação".

14/05/2007

Durante mais de seis horas a Póvoa esteve em" Estado de Sitio"

Hoje pelas 12:20 ocorria um acidente entre pesados na A 28, mesmo em frente ao quartel militar e no sentido Viana do Castelo - Porto. Este acidente teve o condão de mostrar aquilo que todos sabem ( menos o surdo e cego ) Macedo Vieira. Aquilo que os poveiros assistiram na tarde de hoje é tão só a amostra daquilo que vai ser a Póvoa depois de serem introduzidas portagens na A 28. Qualidade de vida? É Bom Viver na Póvoa?
Vejam as imagens:





Rotunda da Telecom



Rua Paulo Barreto


Avenida do Mar

Estes são os factos que Macedo Vieira não quer ver; É isto que pretende para a Póvoa ?
Explique aos cidadãos o que vai acontecer!

A Mentira é mais Interessante que a Verdade
Bacon, Francis

13/05/2007

LEIXOES E GUIMARÃES DE VOLTA Á LIGA




O Leixões e o Victoria de Guimarães garantiram hoje o regresso á principal liga de futebol, depois de uma recta final sempre com o " credo" na boca; quem ficou com o sabor amargo da derrota, foi o Rio Ave. A equipa vilacondense, que chegou aos dezassete jogos sem derrotas viu-se na ponta final a ser ultrapassado pelo Guimarães, já que perdeu por quatro vezes consequtivas.
Só se pode apenas queixar de si proprio, e era importante que a direcção do clube procurasse averiguar o que se terá passado já que não é normal o que aconteceu á equipa vilacondense; a não ser que fosse determinado pelo elenco directivo vilacondense a sua não subida de divisão. Os associados e os adeptos merecem uma explicação.

Os tecnicos das duas formações que regressam á Liga Principal, uma num curto iato e a outra já com uns longinquos 18 anos, etavam naturalmente satisfeitos pelo feito dos seus atletas.


Victor Oliveira:

O tecnico da equipa matosinhense, mostrou-se bastante satisfeito com o resultado obtido pela formaão leixonense e disse que " estou duplamente satisfeito porque para além da subida do meu clube já que sou socio á alguns anos,e numa altura em que o clube comemora os 90 anos. quero agradecer aos associsdados o carinho con que sempre apoairam o clube

Vamos conversar para depois se ver se vou ou não continuar


Manuel Cajuda




Estou muito feliz por ver uma cidade extraordinaria em completa loucura pelo feito do seu clube. Quero dar os parabens a todos os que me ajudaram, a massa associativa, e todos os dirigentes, jogadores e quipa tecnica. É uma coisa única, um clube único. É possivel e é exigivel que o clube na proxima epoca tenha um comportamente muito melhor e com outros objectivos que não só a manutenção.


Um excelente regresso são os nossos votos



10/05/2007

Jorge Galhardo demite-se de cargo no Clube Desportivo da Póvoa

Conforme já " O Bicho Vai te Comer " tinha adiantado em 22 de Março, a situação na Secção de Desporto Automovel do Clube Desportivo da Póvoa, não se encontrava lá muito estável. Na altura até perguntamos se a Direcção não seria uma Comissão Liquidatária do Clube; o Tempo o dirá , mas para já o mau estar continua e não só na Secção Automóvel.
O coordenador da secção de Desportos Motorizados do Clube Desportivo da Póvoa (CDP) demitiu-se do cargo. Numa carta enviada à Direcção, Jorge Galhardo afirma que foi "compelido a apresentar a demissão, com efeitos imediatos, por força de atitudes e acontecimentos ocorridos durante o ano transacto e até mesmo no decurso deste ano", acrescentando que "as atitudes correspondem sempre, mesmo encapotadas, àqueles que as tomam".
Na missiva, o dirigente demissionário sublinha que o seu empenho "foi total, dando sempre corpo aos superiores interesses do clube".
Jorge Galhardo preferiu não prestar declarações mas disse que "a ideia que a nova direcção transmite é a de, provavelmente, acabar com o clube pois alguns elementos não querem que este caminhe para a frente".
Eduardo Caldeira Figueiredo, presidente da Direcção do CDP, garantiu à Rádio Onda Viva que não tinha conhecimento oficial do pedido de demissão e que questões internas entre elementos da secção poderiam estar na origem desta tomada de posição. Caldeira Figueiredo sublinhou ainda que "a secção não entregou o plano de actividades para a época desportiva de 2007 e devia tê-lo feito em Dezembro último", circunstância que, segundo o presidente do clube, "pode ter despoletado de forma unilateral a demissão de Jorge Galhardo".

PSD - FUGIU-LHE A BOCA PARA A VERDADE


A recente passagem de Marques Mendes, o lider do PSD, por Vila do Conde não poderia ter corrido pior. Para o PSD claro! Mas se calhar o lider laranja, queria mesmo dizer o que disse.


Não é na Póvoa de Varzim que há um autarca condenado, num processo ( quem se lembra do caso Dourado? ) e não acontece nada? O Que difere Lisboa, Isaltino Morais, Valentim Loureiro Ou Aires Pereira?

Tem de haver moralidade; Aqui deixo a noticia do Póvoa Semanário:


PSD quer ganhar Vila do Conde


Foi com um discurso de vitória anunciada em 2009, que o PSD, local e nacional, se apresentou, sábado à noite, num jantar que juntou algumas centenas de pessoas. Marques Mendes reiterou a confiança em Santos Cruz, natural candidato às próximas autárquicas
“Conheço a realidade daqui, o clima de medo, intimidação e até de retaliação que sempre tem existido na Póvoa de Varzim”. As palavras foram proferidas por Marques Mendes, presidente do PSD, num jantar de militantes que aconteceu no Rancho do Monte. O líder acabou por reconhecer a “falha”, já que se encontrava em Vila do Conde, onde a Câmara é socialista há mais de 30 anos. A “falha” repetiu-se e o social-democrata teve que justificar que falava na Póvoa de Varzim porque era “um município exemplar com uma gestão exemplar e eficiente”.
Mas os ataques ao PS, tanto no Governo como na Câmara de Mário Almeida, foram constantes e Marques Mendes frisou mesmo que “quando se está no poder perde-se energia” e deixa de existir “garra”. “Vila do Conde está parada, tem perdido influência nestes últimos anos, vive em inércia e acomodado e só está a marcar passo”. E porque “não aproveitar as potencialidades de um concelho é criminoso”, Marques Mendes apontou que é preciso mudar de rumo, em 2009, aquando as próximas eleições autárquicas. O líder até se comprometeu mesmo a “ajudar” os locais a conquistar este bastião rosa.


Nada mais bem dito! Fugiu-lhe a boca para a verdade!

DESCUBRA AS DIFERENÇAS:









Em Lisboa onde ainda não há ninguém condenado, apenas suspeitos, Marques Mendes tirou o tapete a Carmona Rodrigues, e na Póvoa? Aires Pereira não foi já condenado? Porque será que é diferente dos outros? Não estaria mesmo Marques Mendes a falar na Póvoa de Varzim?