
13/01/2008
MAIO MÊS DE HUMBERTO...

02/01/2008
MAIS VALE TARDE DO QUE NUNCA

Rui Dias e Nikola Popovic foram oficialmente apresentados, esta manhã, à Comunicação Social como a nova equipa técnica do Varzim, numa Conferência de Imprensa em que Lopes de Castro aproveitou também para assinalar a despedida de Pedrinho, que integrará já este mês a Académica de Coimbra...
Numa semana marcada pelo regresso à competição e na véspera de um Varzim x Porto, da Liga Intercalar, Lopes de Castro apresentou a sua nova aposta para o comando técnico da equipa profissional e manifestou a sua inteira confiança em Rui Dias, treinador cujo perfil, na sua opinião, se adequa na perfeição ao delineado pela sua Direcção e aos objectivos que esta travou para a equipa.
“Não se pode exigir muito a uma equipa técnica que chega a meio de uma época, porque não tem responsabilidade na formação do plantel”, afirmou Lopes de Castro, mostrando, no entanto, a sua convicção na capacidade do novo treinador. “A equipa tem muita qualidade e aquilo que eu espero é que a nova equipa técnica perceba rapidamente a dimensão do Varzim e utilize os seus conhecimentos para colocar este clube no lugar onde merece estar”, declarou.
Num discurso claro e prático, Rui Dias revelou ter aceite o convite para orientar o Varzim por se tratar de um clube com “objectivos ambiciosos” e que sabe bem o rumo que quer tomar. “Quero olhar mais para cima do que para baixo”, afirmou, explicando que, nestes primeiros dias ,o trabalho é de “observação e avaliação” para, depois, estruturar a equipa de acordo com a sua filosofia e trilhar um caminho.“Quero vencer o mais rapidamente possível”, disse, convicto nas qualidades dos jogadores do Varzim e na vontade destes em levar o clube o mais longe possível. Conhecido pela sua empatia pelos jovens jogadores, Rui Dias garante respeito pelo trabalho desenvolvido pelos treinadores da Formação do clube e assume a sua vontade em valorizar os potenciais atletas que surjam das camadas jovens. Sobre o facto de o contrato com o Varzim ser apenas até ao final da época, o novo líder dos Lobos do Mar não apresenta qualquer incómodo, dizendo: “O factor competência avalia-se dia a dia. No futebol é cada vez mais difícil traçar projectos a longo prazo. No final da época logo veremos o resultado”.
A equipa técnica do Varzim está, desta forma, recomposta. Eduardo Esteves, preparador físico e Augusto Neves, treinador de guarda-redes, mantêm-se nas funções, contando agora com Rui Dias no comando principal e Nikola Popovic, como treinador adjunto.
16/12/2007
Quem é o estúpido ? O Jornalista ou o Treinador ?

Pesquisa mostra divisão da opinião pública mundial sobre a liberdade de imprensa e a informação
Ao contrário do que muitos esperavam, não há uma unanimidade mundial sobre a importância da liberdade de imprensa, como indica uma consulta feita pela rede pública de televisão da Inglaterra, a BBC, a 11.344 pessoas em 14 países.
Os resultados da consulta mostram uma aguda divisão de opiniões entre quem mora em países ricos e os habitantes das chamadas nações em desenvolvimento. O que mais chama a atenção é o facto da maioria dos latino-americanos, africanos e os residentes em países pobres da Ásia acharem que a justiça social e a paz podem justificar limitações na liberdade de imprensa.
São duas perspectivas diferentes e que resultam de duas realidades igualmente distintas. Enquanto os entrevistados nos Estados Unidos, Inglaterra e Alemanha, bem como na África do Sul, Venezuela e Quênia, 60% dos entrevistados priorizaram a questão da imprensa livre, a pesquisa na Rússia, Singapura e Índia, destacou a preocupação dos consultados com a ordem e o controle estatal.

(Tradução do quadro publicado no site da BBC World Service
título IMPORTÂNCIA DA LIBERDADE DE IMPRENSA
Codificação: Vermelho - a liberdade de imprensa é muito importante para garantir uma sociedade justa.
Azul - A estabilidade social e a paz são mais importantes, assim, algumas vezes, os controles podem ser necessários.
Laranja - Não sei)
A diversidade regional e cultural dos países envolvidos na pesquisa não esclarece a dúvida entre liberdade de imprensa e liberdade de informação, já que as duas não são sinônimos. Uma está ligada a uma atividade comercial enquanto a outra vincula-se a um direito humano.
Mas isto não impede que se veja os resultados por uma outra óptica, não menos relevante. A pesquisa dá a entender que 40% dos entrevistados ainda não estariam considerando a informação como um elemento essencial em suas vidas.
Esta possibilidade é extremamente grave porque na era da informação, quem tem mais, cresce mais rápido, o que pode levar a um modelo de desigualdade ainda pior do que o existente actualmente.
A informação é uma matéria prima curiosa. Quanto mais circular entre pessoas e for recombinada com mais intensidade, maior será a sua valorização, ao contrário de todas as demais matérias primas, que tendem a se esgotar.
Os países pobres tem uma inesgotável e incomensurável reserva de informações não processadas e que são essenciais para o mundo rico. Tudo hoje embute algum conteúdo informativo, até mesmo as plantas da Amazônia, que estão sendo levadas para fora do país para que cientistas retirem delas os códigos genéticos indispensáveis à síntese de novos medicamentos.
Mas como os habitantes do terceiro mundo ainda não tomaram consciência da importância da informação, ela está sendo dada em troca de espelhinhos, como na chegada dos portugueses ao Brasil, há 500 anos.
A pesquisa da BBC indica que a liberdade de imprensa é mais valorizada por norte-americanos, ingleses e alemães que são também os que criticam com mais intensidade da mídia em seus respectivos países. Os alemães são os leitores mais exigentes, pois apenas 18% deles consideraram confiáveis as informações publicadas pela imprensa local.
Os brasileiros entrevistados pelas empresas GlobeScan e Synovate, contratadas pela BBC, encontram-se na companhia de norte-americanos e ingleses na crítica à influência que os donos de empresas jornalísticas exercem sobre as informações publicadas na imprensa de seus respectivos países.
Metade do público brasileiro está mais preocupado com a liberdade de imprensa enquanto a outra metade admite que o Estado pode interferir nas empresas jornalísticas para garantir a paz e a estabilidade social.
A pesquisa da BBC tem enormes limitações, mas pode ser vista como a ponta de um iceberg, pois os dados, mesmo parciais, indicam que o público parece não estar assumindo o mesmo discurso das empresas jornalísticas em matéria de liberdade da imprensa.
Correção do texto
Mudei a redação do décimo parágrafo do texto, atendendo à observações de um leitor. A versão antiga era a seguinte: "A pesquisa da BBC mostra também outros paradoxos sobre a liberdade de imprensa. Os norte-americanos, ingleses e alemães são os que mais valorizam a liberdade de informação, mas por outro lado são os que mais criticam a imprensa de seus respectivos países" .
No tocante a Portugal não há informação sobre este estudo.
15/12/2007
Só um terço dos deficientes ou incapazes têm apoios do sistema de reabilitação

Um estudo do ISCTE revela que a maioria dos 820 mil portadores de deficiências ou incapacidades não encontra apoio no sistema de reabilitação, uma situação que se agrava em relação aos mais velhos. O estudo envolveu mais de 15 mil pessoas desde 2005 e sugere mudanças no modelo de apoio aos cidadãos portadores de deficiência. Os dados recolhidos por este estudo foram divulgados esta quinta-feira numa conferência realizada no ISCTE. A coordenação foi feita pelo Centro de Reabilitação Profissional de Gaia (CRPG), que traça um retrato social da Deficiência e Incapacidade. Serão ao todo 820 mil cidadãos, dos quais cerca de 68% são mulheres. Mas os apoios não são distribuídos da mesma maneira, já que da minoria que é apoiada pelo sistema, as mulheres representam 60%. Uma situação que representa uma "dupla discriminação" na opinião do coordenador do CRPG, Jerónimo Sousa."Há uma discriminação social evidente e humilhante, perante as desigualdades ligadas à deficiência", diz o coordenador do CRPG, verificando que 78% dos 820 mil cidadãos afectados são analfabetos ou têm o 1º ciclo do ensino básico e que cerca de metade vive em agregados familiares com rendimento mensal abaixo dos 600 euros (dos quais metade não chega aos 400 euros/mês). E o mais grave, na opinião de Jerónimo Sousa, é que "96% destas pessoas raramente sentem a discriminação". O presidente da Associação Portuguesa de Deficientes saudou a realização deste estudo, que no seu entender veio confirmar a razão das denúncias que a APD tem feito ao longo dos anos. Humberto Santos manifestou-se esperançado que o estudo sirva de "ferramenta de trabalho para implementar políticas de reabilitação" no futuro. A média etária das pessoas com deficiência e incapacidade é de 58 anos. Esta situação tem reflexos ao nível do apoio dos programas e serviços de reabilitação, que não chegam à esmagadora maioria dos que dele precisam. O responsável pelo CRPG diz que a intervenção do Estado está muito focada na juventude e transição para a idade adulta, ao passo que as deficiências "têm sido cada vez mais frequentes ao longo da vida, como acontece com as doenças crónicas". O alargamento do apoio a este grupo social é uma das mudanças que propõe o coordenador do estudo. Ontem foi apresentada uma proposta de 75 medidas a aplicar até 2025 para uma nova política de reabilitação por parte da Fundação ISCTE, presidida por Paulo Pedroso.
11/12/2007
E CORAGEM PARA IR ATÉ AO FUNDO DA QUESTÃO?
Duas notícias, em dois dias consecutivos, com a segunda a parecer um simples decalque da primeira: o Vitória-ASC ficou pelo caminho…O meu grande – e fiável – amigo António da Silva Campos já há muito me tinha dito que, nos moldes em que a equipa funcionou esta temporada não estaria disponível para continuar a investir no Ciclismo. A sua empresa agarrou na sub-23 do Guilhabréu há uma meia dúzia de anos e, com Sérgio Paulinho como figura de proa, trilhou o caminho na direcção da profissionalização. Investiu muito. Para os mais esquecidos, lembro aqui que, a então equipa de Vila do Conde venceu por dois anos consecutivos uma das mais importantes provas do calendário espanhol para Elites, o Circuito Montanhês, na Cantábria. Da freguesia de Guilhabreu – através do seu clube mais representativo – arriscou e apostou mais alto. E apareceu o Clube de Ciclismo de Vila do Conde. E logo a seguir, a profissionalização da equipa. A camisola amarela na Volta a Portugal, com o Victoriano Fernandez, em 2003, depois de uma chegada a Castelo Branco (2 dias); depois, outra vez a liderança da Volta, em 2004, com o Cláudio Faria (1 dia), numa chegada a Viseu, e a vitória na primeira etapa da Volta a Portugal de 2005, com o colombiano Jeobany Chacón que levou a Camisola Amarela até ao Fundão, ao quarto dia, quando Vladimir Efimkin a conquistou para não mais a despir, mantiveram a equipa da ASC no noticiário do ciclismo luso durante três épocas consecutivas.
Quantas equipas portuguesas podem disto fazer bandeira nos últimos cinco anos? Eu sei!... Nenhuma! Mas, e ainda assim, a ASC, do António da Silva Campos, viu-se e desejou-se para conseguir um parceiro suficientemente forte de forma a poder continuar no Grande Pelotão. E encontrou, há dois anos, o Vitória Sport Clube, de Guimarães.
Mas, e tanto quanto julgo saber, as coisas sempre funcionaram mais num sentido que no outro. Descodificando… o Vitória ganhou visibilidade, a ASC perdeu dinheiro. Mas, e porque é uma questão inultrapassável, recuemos até 2000. Quem é que andou de amarelo nas primeiras sete etapas da Volta? Um espanhol completamente desconhecido chamado Miguel Manteiga, então ao serviço do Paredes! E quem era o director-desportivo do Paredes então? E quem era o director-desportivo da ASC (com os diferentes parceiros) quando a equipa de Vila do Conde andou de amarelo na Volta a Portugal? Pois!...a equipa de Vila do Conde/ou Guimarães, parecia ter herdado a malapata do “velho” Tavira que, durante uma década bem medida sempre nos apareceu na corda-bamba. Sai ou não sai? Sempre o Zé Marques conseguiu, de uma forma ou outra, arranjar os meios necessários para que a turma algarvia não tivesse deixado de estar entre os grandes. Mesmo que tenha havido um ano em que apareceu como amadora, num pelotão de profissionais. Era ele, e só ele, quem tentava, de todas as formas possíveis, encontrar uma solução para a equipa. Três meses – disse-me ele, aqui há uns dias quando falámos –, três meses a correr de porta em porta a apresentar o projecto em que acreditava. Só ele acreditava, é a conclusão a que chego agora.

O António da Silva Campos já decidira que, sem outro parceiro que “entrasse”, pelo menos, com tanto quanto ele investia, deixava cair o projecto. Ciente de que estavam em causa mais de dezena e meia de famílias, cujo sustento vinha apenas da equipa de ciclismo, o Zé Augusto não desistiu. E todas as semanas, três ou quatro vezes por semana, lá conseguia entregar o seu “dossier” a algum potencial investidor. Depois… era aguardar. No sábado, um jornal desportivo escrevia que o Vitória-ASC acabava. Ontem, domingo, outro jornal desportivo “copiava” quase ipsis verbis a notícia que o outro publicara. Nenhum deles, aparentemente – o que escreveu a notícia no domingo, de certeza que não, até pelo próprio texto da notícia –, sabia nem fez nada para saber que AQUELE DIRECTOR-DESPORTIVO de que falei lá atrás… já estava no desemprego antes do anúncio do fim da equipa. ANTES – atenção que isto é importante – ANTES de deitarem a toalha ao chão e virem publicamente reconhecer que a equipa não vai poder sair (ainda não consegui falar com o António da Silva Campos, atenção…) em 2008, os directores do Vitória de Guimarães já tinham descartado o anterior DD e colocado outro no seu lugar. Quem? O Paulo Barroso, que ainda o ano passado era corredor da equipa. Ao, a partir dessa decisão, ex-DD, foi-lhe proposto o lugar de… massagista!
Mas fica uma pergunta no ar...
... a associação (fraudulenta e desonesta) na Comunicação Social (todos sabem do que estou a falar...) da imagem da equipa a problemas com o doping - que a mesma não justificava - quanto terá pesado para o facto de não ter conseguido um co-patrocinador que a mantivesse no pelotão?
E quantas cabeças se dobrão, hoje, reconhecendo o mal que fizeram?
26/11/2007
MUITO ALTA TENSÃO

25/11/2007
Lenços brancos para Diamantino
23/11/2007
Níveis ilegais de arsénio na água em quatro Concelhos

A Organização Mundial de Saúde tem estado atenta ao problema dos níveis de arsénio na água na Europa. No ano passado, quatro dos 51 concelhos portugueses ultrapassaram os limites de arsénio na água, segundo dados são do Relatório Anual divulgado pelo Instituto Regulador da Água e Resíduos (IRAR).
Este metal pesado é considerado um factor de risco de cancro em bébés cujas mães beberam água contaminada durante a gravidez.
O concelho com os níveis mais preocupantes foi Évora, com um incumprimento de 7,5% nos níveis máximos permitidos de arsénio na água, seguido de Barcelos (5%), Vila Franca de Xira (2,9%) e Pombal (1,8%).
De acordo com Francisco Ferreira, da Quercus, “o nível de arsénio na água é um problema a que a Organização Mundial de Saúde (OMS) tem estado atenta”. Foi emendado na Europa por indicação da OMS o valor limite deste metal e “no nosso país, de 2004 para 2005, o valor passou de 50 microgramas para dez”.
Apesar dos níveis atingidos em Portugal, o presidente do município de Évora, José Ernesto Oliveira, garantiu em declarações à Lusa, que a água distribuída no concelho não é perigosa e que o limite legal de arsénio ultrapassado em 2006 foi "pontual" e já está resolvido.
O Presidente municipal garante ainda que “ a água da rede distribuída no concelho não tem qualquer parâmetro de perigosidade e é de qualidade aceitável, estando submetida a um rigoroso controlo por parte das entidades competentes".
13/11/2007
Têm medo de quê ?
18/10/2007
15/10/2007
Desmantelado barco que ardeu há sete anos na Póvoa

Do Jornal Póvoa Semanário
Depois de 7 anos atracado nos estaleiros Irmãos Viana, situados no interior do porto de pesca da Póvoa de Varzim, foi desmantelado o barco “Ângelo & Melanie” que ardeu na madrugada das festas de Nossa Senhora da Assunção de 2000, depois de um espectáculo pirotécnico ter alegadamente provocado o incêndio. Aquele era um local que estava a dar guarida “à prostituição e à toxicodependência”, como referiu José Viana, proprietários dos estaleiros que se cansou de esperar pela decisão do Tribunal e decidiu “acabar com aquele cenário deprimente” que punha em causa a saúde dos trabalhadores “das oficinas de construção e reparação de barcos”. Recorde-se que há sete anos que o dono do barco, António Teixeira, com residência no Algarve, tenta ser indemnizado em “1,5 milhões de euros” pelos prejuízos causados na noite das festas. O Tribunal da Póvoa chegou a condenar o pirotécnico e o juiz da confraria (que entretanto faleceu) a penas suspensas de prisão entre os 18 e os dois anos de, respectivamente, e ao pagamento de uma coima de mil euros devido aos crimes de incêndio negligente.
09/10/2007
LINHARES A CAMINHO DO ABISMO ?
Dez motoristas da empresa Linhares não saíram, ontem, para a estrada. À falta de condições de segurança nas viaturas há a juntar os salários em atraso dos 140 trabalhadores
"POR SERVIÇOS PÚBLICOS DE ALTA QUALIDADE E ACESSÍVEIS A TODOS"
Acabei de ler e assinar a petição pela Internet solicitando:
"POR SERVIÇOS PÚBLICOS DE ALTA QUALIDADE E ACESSÍVEIS A TODOS"
Concordo pessoalmente com o conteúdo desta petição e penso que você também poderia concordar. Se puder dispensar um minuto a esta causa, dê uma vista de olhos e assine, se concordar.
03/10/2007
Limpar o Mundo, limpar Portugal regressa à Póvoa

" A Campanha Limpar o Mundo, Limpar Portugal volta a realizar-se na Póvoa, nos próximos dias 14 e 15 deste mês.
Este ano são as freguesias de Aguçadoura, Balasar e Rates que acolhem a campanha, dinamizada pelo Pelouro do Ambiente da Câmara Municipal.
No dia 14, a partir das 10h00, mais de uma dezena de crianças participa na limpeza da área envolvente da junta de freguesia e da escola de Balasar.
No dia 15, de manhã, entre as 10h00 e as 12h00, em Rates, os habitantes da freguesia vão colaborar na limpeza das seguintes ruas: Rua e Travessa dos Moinhos, Rua e Travessa da Sra. do Rosário, Rua da Fonte da Cabra, Rua de João Rates, Rua e Travessa do Celeiro, Rua da Sagrada Família, Rua da Aldeia Nova de Cima, Rua e Travessa da Pedra Branca e Rua dos Emigrantes. No parque da freguesia decorrerá ainda uma oficina de reutilização de materiais, com pintura em sacos, aberta à participação da população em geral.
Quanto a Aguçadoura, também no dia 15 de manhã, vai limpar a sua marginal com a ajuda da população e dos escuteiros locais.
Nesta campanha, que já se realiza na Póvoa desde 1998,a Câmara Municipal fornece os sacos e as luvas para recolha de resíduos, competindo às juntas de freguesia participantes a dinamização da população local, que participa depois na manutenção dos espaços previamente definidos.
A campanha Limpar o Mundo surgiu em 1989 pela mão de Ian Kiernan, um velejador australiano que, descontente com as quantidades de poluição que via nas suas muitas viagens pelo mundo, decidiu fazer alguma coisa para mudar a situação. Nesse ano, em Sydney, Ian conseguiu reunir 40 mil voluntários para efectuarem a limpeza do porto da cidade e, desde então, a campanha ganhou projecção mundial. Portugal começou também a participar e a Póvoa de Varzim tornou-se membro da associação Clean Up the World em 2004, continuando, até hoje, a dinamizar a população local para colaborar."
Caso McCann suscita recomendações do Conselho Deontológio do Sindicato dos Jornalistas

Segue-se um texto do Sindicato dos Jornalistas a propósito da cobertura dada ao caso McCann:
«O Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas (CD) emitiu uma recomendação às direcções dos órgãos de comunicação social e aos jornalistas a propósito da cobertura do caso Madeleine McCann, para que alguns erros que foram cometidos neste processo sejam evitados em situações futuras.
Na sua recomendação, o CD relembra que “o uso de fontes anónimas não desresponsabiliza o jornalista; pelo contrário, obriga-o a um redobrado cuidado, pois em caso de a informação se revelar falsa será a credibilidade do jornalista e do seu órgão de comunicação social que está em causa. E não apenas em relação a esse trabalho.”
A estrutura deontológica recomenda assim que se evitem notícias que privilegiem as audiências em detrimento da verdade factual e em que a especulação vença o rigor, que se sigam critérios muito rigorosos para o uso de fontes anónimas e que se promova a pronta rectificação de informações que se revelem inexactas ou falsas, conforme o n.º 5 do Código Deontológico.
A recomendação apela ainda a que os jornalistas tenham um especial cuidado no tratamento da informação, procurando apoio de especialistas externos e independentes que os possam elucidar sobre matérias de elevada complexidade e que exijam conhecimentos científicos e jurídicos, levem em consideração o direito à privacidade de eventuais suspeitos, arguidos ou réus e analisem os eventuais atropelos à deontologia ocorridos neste caso para que os mesmos não se repitam».
MAIS HIPERS ???
22/09/2007
Jornalistas de luto pela liberdade de expressão

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) colocou ontem, 20 de Setembro, na sua sede nacional, uma faixa negra como forma de protesto pela aprovação, na Assembleia da República, do novo Estatuto do Jornalista, que contém normas que ameaçam a Liberdade de Expressão.
Uma delegação da direcção do SJ, trajada de preto, assistiu à discussão e votação do diploma e abandonou as galerias imediatamente após a aprovação do mesmo. O estatuto foi aprovado na generalidade apenas com os votos do PS, embora o Partido Social Democrata (PSD) e o Centro Democrático Social - Partido Popular (CDS-PP) tenham acompanhado o PS na rejeição das propostas apresentadas pelo Partido Comunista Português (PCP) e pelo Bloco de Esquerda (BE), nomeadamente sobre direito de autor. O direito de autor é uma matéria central na contestação do SJ ao novo estatuto, devido à legalização do esbulho das criações dos jornalistas e aos riscos para a diversidade e o pluralismo informativo. Ao consagrar a possibilidade de as empresas e os grupos económicos reutilizarem livremente os trabalhos dos jornalistas em todos os órgãos de informação de que sejam donos, o diploma ataca o direito dos jornalistas de decidirem o futuro das suas obras e cria condições para o afunilamento dos pontos de vista e dos ângulos de análise que, em democracia, são condição de enriquecimento da opinião pública. Por outro lado, o novo diploma confere legitimidade às chefias para introduzirem modificações nos trabalhos dos jornalistas mesmo sem o seu consentimento, o que abre caminho à manipulação e à censura. O novo diploma também não assegura a protecção do sigilo profissional dos jornalistas, pois mantém a situação vigente quanto a situações em que pode ser ordenada a quebra do dever de segredo, isto é em qualquer investigação criminal. Nessa medida, trata-se de um recuo do PS face ao compromisso de melhorar a protecção, assumidos no Programa Eleitoral e no Programa de Governo. Esta medida foi aprovada precisamente no dia em que passam cinco anos sobre a detenção do jornalista Manso Preto, que se recusou revelar uma fonte confidencial de informação no decurso de uma inquirição como testemunha.
21/09/2007
Magala - precisa-se
18/09/2007
Haja Vergonha


