18/04/2008

ULTIMA HORA


«Para mim, chega. Basta!»

Com esta e outras frases determinadas, Luís Filipe Menezes anunciou, esta quinta-feira, ao início da noite, que vai abandonar a líderança do PSD e não se recandidata às eleições directas, que ficam marcadas para 24 de Maio.
«Vou solicitar ao Conselho Nacional, que convoque directas para 24 de Maio».

Mas sem apresentar uma recandidatura: «Não estou na corrida», garantiu, numa declaração proferida após uma reunião da Comissão Política, no mesmo dia em que o ex-ministro da Justiça do PSD, Aguiar Branco, anunciou, numa entrevista na Visão, estar disponível para concorrer à direcção social-democrata.
«É chegada a hora para que os críticos avancem; não há desculpas», sublinhou o líder demissionário do PSD, culpando a oposição interna por esta decisão, mas também reconhecendo que não conseguiu vencer as «contrariedades»: Hoje reconheço que não consegui vencer. Assumo a inteira responsabilidade. Poderia continuar a tentar, e teria o apoio das bases. Mas para mim chega. Basta. A minha honra e dignidade não me permitem mais cedências».
Depois de em alguns minutos ter feito um balanço de seis meses à frente do PSD, Menezes garantiu estar farto de uma «oposição interna permanente, diária, pouco digna, nada corajosa, de dezenas de militantes que acham que têm uma grande visibilidade pública, mas que são completamente ignoradas pela população em geral».
«Como líder do PSD tenho a certeza que enfrento a maior campanha destrutiva de sempre», sublinhou, garantindo não estar seguro que esta atitude, de abandonar a liderança, resolva «os problemas do partido, porque o PSD está doente», plasmados nos «insultos pessoais», que «destruíam o PSD, desgastaram a sua imagem de partido alternativo».
«Eu nunca matei pelas costas»
Sem responder a perguntas dos jornalistas, Menezes apenas disse ter sido muito claro na sua declaração. E nesse discurso afirmou que não está na corrida, mas que continuará «como militante de base». Mas vai continuar na autarquia de Vila Nova de Gaia, onde gosta de estar. «Continuarei a cumprir o mandato em Gaia, onde sou muito estimado».
«Apareçam: não há nenhum motivo para desculpas»
O ainda líder do PSD desafiou os críticos a aparecerem: «Que tenham coragem. Não há nenhum motivo para desculpas. Está na altura de demonstrarem que são carismáticos, mobilizadores».
«A minha honra e dignidade não permitem continuar, nunca matei pelas costas»,
disse ainda, considerando que, em seis meses, fez renascer um «partido em estado comatoso, sem iniciativa política». «Estou farto, basta!».

LUIS FILEPE MENESES bateu com a porta. Apesar de não ser social democrata, sempre simpatizei com o discurso de LFM. Agora e para bem da democracia esero que os criticos se assumam e criem de forma clara uma alternativa a Socrates. Mas não como Macedo Vieira... que vende a alma ao diabo ara aparecer na fotografia.

16/04/2008

VOLTA 2008


Depois do Ciclismo Digital ter sido o primeiro órgão de comunicação social a noticiar as etapas da Volta a Portugal de 2007, desta vez é “O Norte Desportivo” que dá a conhecer em primeira mão as etapas da próxima Volta. A Torre, a Senhora da Graça e o contra-relógio do último dia são os grandes destaques do percurso.
Com saída de Portimão, a próxima Volta a Portugal terá na terceira etapa em linha o seu primeiro dia de grande importância para a classificação geral, com a chegada à Torre. Seguir-se-ão etapas de baixa e média dificuldade até ao penúltimo dia, com os ciclistas a chegarem à Senhora da Graça na véspera do contra-relógio decisivo, que se disputará entre Penafiel e Santa Quitéria.

Uma das novidades deste ano da Volta é o inicio da 8ª etapa na Póvoa de Varzim.

Independentemente dos beneficios ??? para a Póvoa não há necessidades mais prementes do que gastar-se cerca de 20 mil contos ou mais numa partida ? Sim porque não há equipas que se alojem aqui na Póvoa já que estarão por certo na zona de Santo Tirso por cerca de tres dias.
De acordo com “O Norte Desportivo”, o calendário da Volta a Portugal de 2008 será o seguinte:

13 de Agosto: Portimão – Portimão (prólogo)

14 de Agosto: Portimão - Beja

15 de Agosto: Vila Viçosa - Castelo Branco

16 de Agosto: Idanha-a-Nova - Torre

17 de Agosto: Guarda - Viseu

18 de Agosto: Descanso

19 de Agosto: Gouveia - São João da Madeira

20 de Agosto: Aveiro - Gondomar

21 de Agosto: Póvoa de Varzim - Santo Tirso

22 de Agosto: Barcelos - Fafe

23 de Agosto: Fafe - Senhora da Graça

24 de Agosto: Penafiel - Santa Quitéria (contra-relógio)

Diz a verdade diz... e vê o que te acontece


Dizer a verdade neste país á beira mar plantado, já não é possivel. No Prós e Contras emitido pela RTP 1, este electricista disse o que todos pensamos...TODOS OS QUE TÊM DIFICULDADES...todos os que são povo. E o povo está de tanga... A verdade valeu-lhe um processo disciplinar e despedimento... este miseravel paíz que tem á sua frente apenas MENTIROSOS, NÃO MERECE O POVO QUE TEM...como dizia o outro muda-se o povo...é a caminhar nesse sentido que infelizmente estamos...já tenho nojo destes governantes

13/04/2008

Alentejana, a vez de Hector Guerra

Terminada a 26ª Volta ao Alentejo, não faltam motivos para os ciclistas e os membros do staff da Liberty Seguros festejarem. Manuel Cardoso já tinha vencido a segunda etapa, Héctor Guerra venceu a terceira e hoje, em Évora, confirmou a vitória na classificação geral, com Cardoso a levar de vencida a última tirada.
À semelhança do que aconteceu no dia de ontem, a etapa de hoje da Volta ao Alentejo, a última, foi muito movimentada mas a Liberty Seguros, que tinha Héctor Guerra de amarelo, controlou a corrida e a vitória do espanhol esteve sempre a salvo.
O final, junto ao Templo Romano de Évora, estava longe de ser fácil, com os últimos 300 metros a serem feitos em empedrado e em subida, o que favorecia os sprinters mais versáteis.
Manuel Cardoso (Liberty Seguros) lançou-se de longe e alcançou a terceira vitória em 8 dias e a quinta da temporada, com Francisco Ventoso (Andalucia-CajaSur) a ser segundo e Bruno Sancho (Benfica) terceiro.
Houve cortes de tempos no final mas não interferiram na classificação geral, onde Guerra, décimo na meta de hoje, foi o vencedor seguido de David Blanco (Palmeiras Resort-Tavira) e de Jackson Rodríguez (Serramenti PVC Diquigiovanni), respectivamente segundo e terceiro. Desta forma, Guerra é o 26º ciclista a vencer a Volta ao Alentejo, onde ainda ninguém conseguiu uma segunda vitória.
A classificação dos pontos foi vencida por David Blanco, que conquistou mais dois pontos que Ángel Vicioso (LA-MSS) e mais três do que Cardoso, os seus mais directos seguidores. Na classificação da montanha o melhor foi Carlos Ochoa (Serramenti PVC Diquigiovanni), com 14 pontos contra os 11 de Manuel Vázquez (Contentpolis-Murcia), que foi segundo, e Francisco José Martínez (Andalucia-CajaSur) impôs-se na classificação das metas volantes.
A LA-MSS conseguiu a vitória na classificação por equipas, com menos 39 segundos do que a segunda, Palmeiras-Resort Tavira.
Classificação da etapa

1 Manuel Cardoso Liberty Seguros 4:21:03
2Francisco Ventoso Andalucia-CajaSur mt
3Bruno Sancho Benfica mt
4David Blanco Palmeiras Resort-Tavira mt
5Rui Costa Benfica mt
6Ángel Vicioso LA-MSS - Póvoa mt
7Emiliano Donadello Ser. PVC Diquigiovanni mt
8Pedro Soeiro CC Loulé mt
9Nuno Marta CC Loulé mt
10Héctor Guerra Liberty Seguros mt

Classificação Geral
1Héctor Guerra Liberty Seguros 19:27:17
2David Blanco Palmeiras Resort-Tavira + 0.09
3Jackson Rodríguez Ser. PVC Diquigiovanni + 0.37
4Tiago Machado Madeinox-Boavista + 0.39
5Bruno Pires LA-MSS - Póvoa + 0.44
6Ángel Vicioso LA-MSS - Póvoa + 1.08
7Pedro Romero LA-MSS - Póvoa + 1.16
8Alejandro Marque Palmeiras Resort-Tavira + 1.33
9Celestino Pinho Barbot-Siper + 2.01
10Francesco Bellotti Team Barloworld + 2.11

11/04/2008

IGF questiona contratos com Rio Ave


A Inspecção-Geral de Finanças (IGF) considera que, em 2003 e 2004, a Câmara Municipal de Vila do Conde celebrou «contratos de publicidade que configuram verdadeiros patrocínios ao desporto profissional», ou seja, ao clube de futebol local, o Rio Ave.
Segundo a Lusa apurou hoje, os contratos totalizam 250 mil euros, montante que saiu dos cofres municipais para o Rio Ave nos dois anos referidos, período em que a equipa jogou na primeira divisão do futebol português.
A IGF apurou esta situação numa inspecção realizada ao município em 2005, tendo depois feito um relatório entretanto enviado ao Tribunal de Contas (TC), que por isso abriu um processo contra o município.
Os inspectores entendem que aqueles contratos são «factos susceptíveis de integrar eventuais infracções financeiras», sendo responsável o então vereador José Laranja, hoje deputado municipal pelo PS.
O «relato de verificação interna» produzido pelo TC sobre esta inspecção, com data de 14 de Janeiro de 2008 e a que a Agência Lusa teve hoje acesso, aponta também «pagamentos de despesas autorizados por membros da Câmara Municipal no uso de competências indelegáveis».

Contactado pela Agência Lusa, o presidente da autarquia, Mário de Almeida, desvalorizou as conclusões a que chegou a IGF e referiu que o processo «está na fase do contraditório».
O autarca delegou depois todos os esclarecimentos sobre o assunto para o director do Departamento Administrativo e Financeiro, Nuno Castro.
Este responsável disse à Lusa que contesta que os contratos assinados com o Rio Ave fossem patrocínios encapotados, designando-os antes por «serviços profissionais difusos», porque «beneficiaram a cidade e a sociedade vilacondense».
Nuno Castro afirma que «não foram em benefício do futebol profissional, mas de todas as equipas» do Rio Ave, incluindo as «mais jovens», bem como de outras modalidades, como o «futsal».
O responsável sustenta que a autarquia «espera o arquivamento» desta acusação«.

Em causa está a publicidade a Vila do Conde e a alguns dos seus produtos tradicionais mais conhecidos, como as rendas de bilros, tanto nas camisolas do Rio Ave como no estádio local.
Outra »eventual infracção financeira« denunciada pela IGF prende-se com a concessão de subsídios a colectividades, em 2003 e em 2004, que teria de ser sustentada por um contrato de desenvolvimento desportivo.
»Não concordamos com a IGF nesta matéria«, responde Nuno Castro.
O responsável afirma também que a interpretação do TC também difere da que a IGP apresenta.
»Para dar um subsídio a uma colectividade, mesmo de meia dúzia de euros, é preciso um programa de desenvolvimento desportivo. Nós achamos isto um absurdo«, afirma o autarca.
Neste caso, os subsídios atribuídos pela Câmara totalizam mais de 1,1 milhões de euros.

Nuno Castro explica que »o concelho tem mais de uma centena de colectividades«, admitindo depois que foram concedidos »um ou dois subsídios« superiores a 200 mil euros, sendo que estes, na sua óptica, justificam o tal programa.
O problema, na sua análise, é que há uma »dualidade de interpretações«. Como exemplo, afirma que o TC auditou as contas do município relativas a 2002 »e não concluiu por nenhuma ilicitude« neste campo.
»A Inspecção-Geral de Finanças não é dona de toda a verdade, O que está em causa aqui é um diferendo técnico-doutrinário«, defende o autarca.

10/04/2008

MAIS PROPAGANDA ELEITORAL


O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou esta quinta-feira, em Abrantes, investimentos de 33,3 milhões de euros destinados a 31 centros educativos da Região Centro.
A verba hoje anunciada, que abrange 23 câmaras e permite a construção de 173 novas salas de aulas, é comparticipada em 70 por cento pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), do qual Portugal recebe actualmente a última tranche.
Para José Sócrates o QREN significa “uma oportunidade decisiva para os próximos sete anos”, permitindo “alavancar a economia portuguesas, mas também para a melhoria do bem-estar social e a construção das novas escolas do futuro”.
Ladeado pela ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, e pelo ministro do Ambiente, Nunes Correia, o Chefe de Governo explicou que “estamos em Abrantes porque esta autarquia fez uma obra notabilíssima com o projecto municipal Mocho XXI, introduzindo computadores e internet em todas as salas de aula do 1º ciclo”.
José Sócrates considerou ainda que “esta é uma revolução que está a acontecer para acabar de vez com esta nódoa negra em termos de educação que comprometem o futuro do nosso país”.


Comentário:

- Há 1900 escolas no país. Dá uma média de 15.000 e tal € por escola. ESPECTACULAR!!! Dá para colocar as escolas no topo da Europa...- Isto é poeira para os olhos do povo cego. Já que se tem "malhado" tanto na Educação toca a usar a PROPAGANDA para ganhar pontos.- Vergonha.- Usem os 1.500.000.000€ do TGV + os 40% da derrapagem que já existe sem começar a obra para colocarem as nossas escolas no Século XX. No XXI já vai o resto da Europa!!!

09/04/2008

MAIS UM CASO NORMAL...SEGUNDO A MINISTRA

Um aluno da Escola EB 2/3 Augusto Moreno de Bragança empurrou uma professora alegadamente por causa de um telemóvel, tendo ambos sido transportados para o hospital depois de chamada a PSP e bombeiros, informa a agência Lusa.
O caso terá ocorrido durante uma aula de substituição à hora de almoço, com relatos a apontarem para a possibilidade de o aluno ter empurrado a professora, que caíu de costas, depois de esta lhe ter chamado várias vezes a atenção por alegadamente estar a ouvir música no telemóvel. A professora chamou o Conselho Executivo à sala da biblioteca, onde decorria a aula, e seguidamente foi solicitada a presença da polícia, que tomou conta da ocorrência.
Foram também chamados os bombeiros por volta das 12h57, de acordo com do Centro Distrital de Operações e Socorro (CDOS) de Bragança, que confirmou à Lusa ter registo da ocorrência como «uma queda».
Segundo as fontes da Lusa, o aluno de 15 anos terá sentido um mal-estar (desmaio), já na presença de todos os intervenientes, acabando por ser levado, assim como a professora, para a urgência do Hospital de Bragança. Ambos tiveram alta depois de observados e o aluno foi entregue aos cuidados da mãe, que foi chamada perante a situação.
A professora não formalizou queixa contra o aluno e não precisa fazê-lo, de acordo com a fonte policial. Por o jovem ser menor de 16 anos, «não pode ser criminalmente responsável», ou seja acusado e julgado judicialmente.
A PSP enviará a comunicação da ocorrência ao Ministério Público que encaminhará o caso para as instâncias competentes, nomeadamente o Tribunal de Menores.

08/04/2008

VAI ESTALAR A BRONCA


Questão de Reis, questão de MNE
Desde há meses que vimos acompanhando o bizarro envolvimento do MNE e do governo português na questão da sucessão do trono de Portugal ( virtual para a républica claro está).
A bronca estalou agora no MNE através do blogue http://notasverbais.blogspot.com/ que se especializou em questões da diplomacia e que vem denunciando o escandaloso caso em que funcionários desse mesmo ministério e o ex. ministro Freitas do Amaral são acusados da produção de documentos de conteúdo falso e atentatório das leis e Constituição vigentes.
O caso promete e tem todos os ingredientes para um bom escândalo:1º-Uma república de "monárquicos"2º-Uma disputa sobre a sucessão3º-Falsificação de conteúdo de documentos envolvendo um embaixador, um vice cônsul, um chefe de departamento jurídico e o ex. ministro4º-O roubo de um documento de estado publicado num livro e na Internet. 5º-Uma tentativa de assassinato politico e pessoal6º-Um silêncio perturbador7º-Processos judiciais
Vale a pena ler e acompanhar aquele que será sem dúvida o próximo escândalo deste governo e que é mais uma prova de como a ditadura anda por aí, mais descarada do que seria de supor.
Ler também http://www.reifazdeconta.com/fich/crimes_mne.pdf

07/04/2008

Estado não controla parcerias com privados no sector rodoviário


O Tribunal de Contas tornou público, na noite da passada Sexta-feira, o relatório da auditoria à Gestão das Parcerias Público Privadas - Concessões Rodoviárias.Neste relatório, o TC conclui que o Estado não controla as PPP, nem melhorou a "capacidade de monitorização e gestão" dos contratos por falta de meios adequados, uma crítica que o mesmo Tribunal já tinha feito em 2003.
As PPP no sector rodoviário têm dez anos. Entre 1999 e 2007, o Estado gastou com elas 1.000 milhões de euros e prevê gastar 17.000 milhões nos próximos vinte anos. No entanto, o Estado não controla as PPP, o TC diz que os "montantes de encargos com a contratação em PPP não têm sido objecto de estimativas fiáveis", "muitos dos contratos têm sido alvo de renegociações e de processos de reequilíbrio financeiro, logo nos primeiros anos de vigência e, muitas vezes, de forma repetida".
As concessões rodoviárias representam 83% do orçamento do Ministério das Obras Públicas, apesar desse peso o ministério desvaloriza sistematicamente as deficiências no controlo. A despreocupação com o controlo das PPP é tal que a Estradas de Portugal, empresa pública responsável pela sua gestão, nunca fez uma auditoria interna às concessões.
O lançamento e a gestão das PPP são feitos por bancos, consultores e advogados a que o Estado recorre, pois nem sequer tem meios humanos para tal. A Área de Coordenação da Estradas de Portugal tem apenas 14 técnicos e nenhum jurista.
O TC diz que "não pode deixar de se notar que a EP tem recorrido, ao longo dos últimos anos, a um conjunto restrito de empresas de consultoria". Esse número restrito de bancos, consultores e escritórios de advogados ganha com o processo de lançamento e gestão das PPP (cerca de 4,8 milhões de euros entre 1998 e 2007) e tem acumulado os saberes que o Estado nem sequer acumula na gestão das PPP. Mas a falta de controlo por parte do Estado favorece sobretudo as concessionárias, que ficam à vontade na gestão da concessão sem o devido controlo público.

06/04/2008

IV Troféu Sérgio Paulinho - Manuel Cardoso foi o mais forte



Manuel Cardoso foi o vencedor da quarta edição do Troféu Sérgio Paulinho, primeira prova da Taça de Portugal Elite, ontem disputado ao longo de 169,8 quilómetros em Oliveira do Bairro. O sprinter da Liberty Seguros somou a sua terceira vitória da época no cumprimento do percurso em 3h52m42s, à média de 43.378 km/h. Na chegada em pelotão, o natural de Paços de Ferreira deu sequência ao trabalho dos seus colegas de equipa alcançando um triunfo confortável sobre Bruno Neves (LA-MSS-Póvoa) e Francisco Pacheco (Barbot-Siper), respectivamente segundo e terceiro classificado.

A prova foi assinalada pela fuga de três corredores, empreendida logo após a partida de Oliveira do Bairro, na primeira das seis voltas do percurso, sem qualquer dificuldade montanhosa de relevo. Marco Cunha (Selecção Nacional Sub-23), Nélson Rocha (Madeinox-Boavista) e Celestino Pinho (Barbot-Siper) iniciaram uma ofensiva que chegaria a superar os oito minutos de vantagem antes da primeira reacção do pelotão, a cargo da LA-MSS-Póvoa. Entretanto, um quarteto intermédio - Paul Sneeboer (Palmeiras Resort-Tavira), Vergilio Santos (Fercase-R.Móveis), Luís Pinheiro (Madeinox-Boavista) e Nuno Marta (CC Loulé) - chegou a abeirar-se dos fugitivos, mas não a alcançá-los, tendo sido absorvido no final da quinta volta.

À entrada para a última das seis voltas a diferença dos escapados iniciais tinha já baixado de forma substancial permitindo antever, com relativa segurança, uma chegada ao sprint. O forcing da Liberty Seguros foi fundamental para anular a escapada, a cinco quilómetros da meta, e permitir o lançamento perfeito para o sprint de Manuel Cardoso, o primeiro líder da Taça de Portugal, e vencedor desta corrida em 2007, na sucessão de Cândido Barbosa (2005) e Danail Petrov (2006).

A Taça de Portugal (Elite), um conjunto de cinco provas, irá prosseguir no dia 20 de Abril, com a realização da Clássica da Primavera, na Póvoa de Varzim.

03/04/2008




ENTÃO E AGORA MAJOR ?

É MAIS UMA CABALA CONTRA O BOAVISTA E OS LOUREIROS ??

III ENCONTRO PELO SABOR



Entre os dias 25 e 27 de Abril vai decorrer o III Encontro "Pelo Rio Sabor" nos concelhos de Mogadouro, Alfândega da Fé e Torre de Moncorvo. Este Encontro tem reunido algumas centenas de pessoas que ano após ano têm vindo ao Nordeste conhecer o vale do Sabor e afirmar a sua posição em defesa de um rio livre. Durante o evento deste ano pretende-se dar a conhecer mais alguns recantos deste rio, através de passeios temáticos, caminhadas e palestras. Também não faltarão os passeios de burro, em btt e descida em canoa/kayak. Será uma óptima oportunidade para vir conhecer este rio, livre de barragens. Como se sabe, existe um projecto para a construção de uma mega-barragem na zona do Baixo Sabor, defendido pelo Governo e pelas autarquias locais. O Rio Sabor é o último grande rio sem barragens do nosso país e um dos últimos da Europa nestas condições, sendo por isso reconhecido por muitos, como o último grande rio "selvagem". De facto, este rio possui características únicas, que lhe permitem conservar uma importante comunidade de aves rupícolas ameaçadas e habitats de conservação prioritária a nível Europeu. Trata-se de uma área classificada como Rede Natura 2000 e Zona de Protecção Especial, segundo as Directivas Comunitárias, onde, por essas razões, não podem ser realizados empreendimentos causadores de grandes impactos ambientais. Face à decisão do Estado Português de aí construir uma barragem de grandes dimensões, que iria afectar 50 km de rio, a Plataforma Sabor Livre, apresentou uma queixa à Comissão Europeia, no sentido desta não aprovar a construção desta barragem e ainda de impedir o acesso a fundos comunitários para esse fim. Apesar de toda a argumentação defendida pela Plataforma Sabor Livre, as notícias parecem indicar que a Comissão Europeia pretende arquivar a queixa, dando luz verde ao Estado português para avançar com a obra. A Plataforma Sabor Livre, e todas as associações que a apoiam, não pretendem desistir e continuarão a trabalhar no sentido de impedir legalmente que a barragem seja construída. Não será uma "batalha" fácil, mas acreditamos que ainda seja possível ganhar, conservando-se o rio Sabor.
A tua participação será muito importante! Junta-te a nós na defesa do rio Sabor! Por um rio Sabor Livre! Vem conhecer e passear "pelo rio Sabor" nos próximos dias 25, 26 e 27 de Abril!

PROGRAMA:
Dia 25 – Sexta-feira

09h00 – Concentração em Soutelo junto ao cruzeiro (estrada de Macedo de Cavaleiros para Mogadouro, a 10 km de Mogadouro)

09h30 – Mata-bicho

10h30 – Início da caminhada pelo Vale do Sabor

13h00 – Almoço campestre junto ao rio Sabor

15h00 – Continuação da caminhada

20h30 – Jantar em Sto. Antão da Barca

22h00 – Arraial tradicional com gaiteiros

Nota: Os carros particulares ficarão em Soutelo e serão resgatados no final da caminhada.

Dia 26 - Sábado

9h30 – Alvorada e mata-bicho em Sto. Antão da Barca

10h30 – Actividades temáticas pelo Vale do Sabor

13h00 – Almoço campestre em Sto Antão da Barca

15h30 – Jogos populares

18h00 - Tertúlias e palestras sobre temas relacionados com o rio Sabor

20h30 – Jantar em Sto. Antão da Barca

22h00 – Arraial tradicional

Dia 27 - Domingo

9h30 – Alvorada e mata-bicho em Sto. Antão da Barca

10h30 – Actividades temáticas pelo Vale do Sabor

13h30 – Almoço campestre junto ao rio Sabor

16h00 – Fim de actividade

Nota:É aconselhável levar: Calçado confortável, binóculos, guias de campo, abrigo para a cabeça, água para beber

Contacto: saborlivre@gmail.com 960 173 863
Plataforma Sabor Livre

02/04/2008

Electricidade mais cara 41,4% do que em Espanha




Este artigo encontra-se em http://resistir.info/
por Eugénio Rosa


Já por diversas vezes denunciámos os lucros exagerados obtidos pela EDP à custa de preços muito superiores aos praticados em outros países da União Europeia, mesmo mais desenvolvidos e com remunerações muito mais elevadas, perante a passividade, para não dizer mesmo a conivência, do governo e da Autoridade da Concorrência. Finalmente, esta última decidiu levantar um processo para averiguar porque razão o preço da electricidade em Portugal é muito superior ao preço espanhol ( 41,4% ). Mas logo o ministro da Economia veio em defesa da EDP, desautorizando aquela entidade. Por isso, interessa esclarecer mais uma vez a forma como actua a EDP e como também obtém os elevados lucros que apresenta todos os anos. É o que se faz neste estudo utilizando apenas dados do Eurostat e da Direcção Geral de Energia e Geologia do Ministério da Economia. Qualquer pessoa sabe, por pouco que conheça de gestão empresarial, que os lucros de uma empresa são determinados pela diferença entre os proveitos que obtém pelo que vende e os custos que tem de suportar. E os preços que interessam são os chamados "preços à saída da fabrica", ou seja, os preços sem incluir os impostos, porque as receitas destes revertem para o Estado.
De acordo com os dados oficiais do Eurostat, o preço da electricidade em Portugal sem impostos era, em 2007, em média, superior em 21,1% ao preço médio comunitário.
Se a análise for feita por países a diferença, em relação a alguns deles, é ainda maior. Por exemplo, em 2007, o preço da electricidade em Portugal sem impostos era superior em 114,8% ao da Grécia; em 41,4% ao de Espanha; em 30,5% ao da Suécia; em 61,9% ao da Dinamarca, etc. Como consequência destes preços mais elevados, cerca de 250 milhões de euros dos 1120 milhões de euros de lucros líquidos obtidos pela EDP em 2007, tiveram como origem precisamente a diferença entre o preço praticado em Portugal, que é mais elevado, e o preço médio comunitário.
Só em 2007, os cerca 4.700.000 consumidores domésticos tiveram de pagar pela electricidade que consumiram, cada um deles, mais 53,31 euros do que pagariam se o preço da electricidade em Portugal, sem impostos, fosse igual ao preço médio comunitário.
Em 2007, o preço da electricidade em Portugal era, em média, ainda superior em 21,1% ao preço médio comunitário.
Apesar da crise que grassa no País e dos sacrifícios que os portugueses estão a suportar, utilizando dados do Eurostat, da própria EDP e da Direcção Geral de Geologia e Energia do Ministério da Economia estimamos que, só em 2007, a EDP tenha arrecado cerca de 1120 milhões de euros de lucros líquidos obtidos apenas por ter vendido a electricidade que produz 21% superior ao preço médio de electricidade praticado na União Europeia.

Governo ajuda Pedroso...contra o Estado? Que País é este ?


A manchete de do semanário Sol deixou-me estarrecido. Então não é que o jornal revela que o "Governo colabora na acção de Pedroso contra o Estado"? Segundo o Sol, "um documento de Catalina Pestana apareceu misteriosamente nas mãos do advogado de Paulo Pedroso. E quem o passou foi o chefe de gabinete do ministro Vieira da Silva. A juíza já participou ao Ministério Público. O caso prova as ligações entre o Governo e Paulo Pedroso, num caso em que este processa o Estado". Para quem não tenha presente o que isto pode representar, diga-se que, diz o jornal, "o documento foi apresentado por Celso Cruzeiro em tribunal, de uma forma que indicia uma estreita ligação entre Pedroso e o Governo e que pode contribuir para a condenação do Estado".
O ex-ministro do PS, e membro do núcleo duro do antigo secretário-geral socialista Ferro Rodrigues (tal como Vieira da Silva, aliás), pede nada mais nada menos do que 800 mil euros ao Estado de indemnização por ter sido alegadamente envolvido no chamado escândalo da pedofilia na Casa Pia. Pedroso está no seu direito, se se acha inocente e se tiver fortes provas disso. O que não é normal é que seja um gabinete governamental a ajudá-lo numa acção contra o Estado português. Demonstra falta de tudo do gabinete em causa: falta de sentido de Estado, de sentido de dever público, de sentido democrático e até falta de pudor. É que o ministro Vieira da Silva tem a tutela da Casa Pia e foi o braço-esquerdo de Ferro Rodrigues (Pedroso era o direito), portanto alguma coisa fica por explicar. A partir de agora, e com a notícia do Sol, passa a haver mais um ministro na corda bamba. Maria de Lurdes Rodrigues talvez dure mais uns tempos. Vieira da Silva, num País normal, caía hoje mesmo. Mas estamos em Portugal, onde nada acontece. E como sempre quem se lixa é o mexilhão, que vamos pagar com os nossos impostos esta vergonhosa ligação...

31/03/2008

Volta ao Alentejo - 9 a 13 de Abril





O ALENTEJO ESTÁ EM FESTA



Passada que está a Comemoração dos 25 anos, a Volta ao Alentejo em bicicleta inicia o seu percurso em direcção às Bodas de Ouro. Em plena Primavera, no mês da Liberdade - ABRIL - aí vamos ter a popular modalidade que é o ciclismo a chegar em directo às aldeias, vilas cidades e aos lugares mais isolados deste nosso Alentejo. Com início em Ferreira do Alentejo, no Baixo Alentejo, a Volta ruma ao Litoral Alentejano, faz nova visita ao baixo Alentejo, atravessa o Alentejo Central em direcção ao Norte Alentejano para finalizar em Évora, percorrendo duas dezenas de municípios e muitas freguesias. Com um pelotão de qualidade que faz prever uma edição competitiva, a Alentejana é uma prova que honra o País, o ciclismo e o desporto nacional, justificando por isso, uma maior atenção de outros organismos públicos que não só as autarquias e que tem faltado.
Assente numa organização que tem como característica principal o voluntariado de muitos amantes, da modalidade e da região, quer individuais quer colectivos, a Volta ao Alentejo em bicicleta é, seguramente, uma das maiores e mais importantes embaixadas de promoção da região e contributo essencial para a sua crescente afirmação de progresso e de futuro.




Equipas presentes:


UCI Profissionais Continentais:
Andalucia CajaSur (ESP)
Barloworld (GBR)
Contenpolis Murcia (ESP)
Karpin Galicia (ESP)
Serramenti PVC Diquigiovanni-Androni Giocattoli (VEN)
Benfica (POR)


UCI Continentais:
Barbot-Siper (POR)
Centro Ciclismo de Loulé (POR)
Fercase-Rota dos Móveis (POR)
LA MSS Póvoa (POR)
Liberty Seguros (POR)
Madeinox Boavista (POR)
Palmeiras Resort / Tavira (POR)
Quadro de etapas da Alentejana: (clique nos links para itinerários detalhados)
09/04 Quarta 1ª Etapa
Ferreira do Alentejo/Odemira 169,4
10/04 Quinta 2ª Etapa
Zambujeira do Mar/Ourique 173,0
11/04 Sexta 3ª Etapa
N.ª Sr.ª das Neves/Beja (CRI) 31,0
12/04 Sábado 4ª Etapa
Fluviário de Mora/Serra S. Mamede (Portalegre) 181,1
13/04 Domingo 5ª Etapa
Évora/Évora 177,1

INSCRITOS DA MSS/POVOA
31 - XAVIER TONDO
32 - BRUNO PIRES
33 - JOÃO CABREIRA
34 - CLAUDIO FARIA
35 - CONSTANTINO ZABALA
36 - PEDRO ROMERO
37 - ANGEL VICIOSO
38 -PEDRO CARDOSO
DIRECTOR DESPORTIVO - MANUEL ZEFERINO


Vítor Rodrigues vence e dá liderança na Taça das Nações a Portugal




Vítor Rodrigues deu este domingo uma enorme demonstração de classe e de brio profissional ao conseguir o segundo lugar na derradeira etapa do GP de Portugal, chegando à meta com vantagem suficiente para tirar a camisola amarela ao francês Anthony Roux. A etapa, 139,2 quilómetros entre Felgueiras e a Santa Quitéria, foi conquistada pelo estónio Rein Taaramae, que já ontem fora o melhor. Taaramae precisou de 3h45m02s para concluir a tirada, o que equivale a uma média de 37,115 km/h.
Depois de ontem ter cedido o primeiro lugar a Roux, a equipa nacional saiu para a etapa-rainha do GP de Portugal com coragem. O comando do pelotão foi desde cedo assumido pelos corredores lusos, que anularam a primeira escapada do dia e que endureceram a corrida o suficiente para que, na dificílima subida de primeira categoria para o Monte do Viso, os grandes rivais não conseguissem acompanhar a pedalada que então seria imposta por Vítor Rodrigues.
O plano era perfeito e a sua execução não desiludiu. Na ascensão para o Viso, o campeão nacional de sub-23 arrancou e com ele foi o estónio Rein Taaramae. O ciclista da equipa ProTour Cofidis conseguiu adiantar-se, mas estava suficientemente atrasado na Geral para que não constituísse um risco para os interesses nacionais. A situação de corrida, depois da passagem no Viso, estava desenhada da seguinte forma: Rein Taaramae na frente, Vítor Rodrigues sozinho na perseguição e o camisola amarela, alguns segundos mais atrás, escoltado no seio do primeiro pelotão.
Ainda faltavam 24 quilómetros para a meta e as condições meteorológicas eram adversas para quem seguia sozinho. O forte vento prejudicava Taaramae e Rodrigues em relação a quem vinha na perseguição. Para complicar mais a situação, o ciclista português teve um furo que lhe fez perder algum tempo.
A motivação do corredor nacional era, no entanto, enorme. Mesmo com o vento como adversário e com o percalço mecânico, o natural de Oliveira de Azeméis foi ganhando terreno face ao magnífico rolador que seguia na sua frente e também – e mais importante – em relação a Anthony Roux. Nas ascensão final para o alto de Santa Quitéria, Vítor Rodrigues quase alcançou o vencedor da etapa, terminando apenas 11 segundos após a chegada de Taaramae. Anthony Roux concluiu a jornada na sexta posição, a 59 segundos do estónio. Estava consumada a vitória de Vítor Rodrigues e de Portugal.
O GP de Portugal é a primeira das sete provas que compõem a Taça das Nações de Sub-23. A classificação da Taça faz-se por países e os pontos de cada nação são atribuídos pela posição alcançada pelo melhor elemento da equipa em cada uma das provas pontuáveis. Assim, o primeiro lugar de Rodrigues no GP de Portugal garantiu ao nosso país a liderança da Taça das Nações. No final da temporada, as cinco selecções com mais pontos somados na Taça das Nações têm direito a juntar mais um elemento ao colectivo que convoquem para o Campeonato do Mundo.
Declarações dos protagonistas
Vítor Rodrigues, vencedor do 2º GP Portugal

“Ontem perdi a camisola amarela devido a um lapso meu. Hoje não estava disposto a sucedesse o mesmo. Hoje sabia que a etapa seria duríssima, mas tinha de recuperar a camisola amarela. Os meus colegas, os responsáveis técnicos e a família estiveram sempre ao meu lado, dando-me motivação. Dedico-lhes o triunfo”.
José Poeira, seleccionador nacional

“Lutámos muito para recuperar o primeiro lugar. Endurecemos a corrida para que o Vítor Rodrigues pudesse atacar no alto do Viso sem que os adversários conseguissem responder. No entanto, o forte vento que se fazia sentir depois desse prémio da montanha tornou muito dura a tarefa do Vítor. No ano passado vencemos esta corrida e, como é óbvio, não foi fácil repetir o êxito. Nas restantes provas da Taça das Nações tentaremos estar sempre na discussão dos primeiros lugares”.
Artur Lopes, presidente da União Velocipédica Portuguesa-Federação Portuguesa de Ciclismo

“Um triunfo é sempre um triunfo, mas tem ainda mais sabor quando acontece numa prova como estas, que é um evento em que a Federação muito aposta. Sou um dos grandes defensores deste tipo de corridas, por selecções, porque permite aos nossos melhores atletas trabalharem em conjunto, protegidos de todo o tipo de pressões e estimulando o espírito pátrio. O Vítor Rodrigues esteve inexcedível e merece os meus parabéns”.
Classificações

Etapa: Felgueiras – Santa Quitéria, 139,2 km

1º Rein Taaramae (Centro Mundial de Ciclismo), 3h45m02s

2º Vítor Rodrigues (Portugal A), a 11s

3º Andrei Solomennikov (Rússia), a 35s

4º Gaspar Svab (Eslovénia), a 49s

5º Simon Geschke (Alemanha, a 52s

6º Anthony Roux (França), a 59s

7º Rasmus Guldhammer (Dinamarca), a 1m03s

8º Marcel Fischer (Alemanha), mt

9º Salvatore Mancuso (Itália), a 1m07s

10º Rafael Valls, a 1m09s


Geral Individual

1º Vítor Rodrigues (Portugal A), 10h28m04s

2º Anthony Roux (França), a 53s

3º Rein Taaramae (Centro Mundial de Ciclismo), a 1m15s
4º Andrei Solomennikov (Rússia), a 2m29s

5º Gaspar Svab (Eslovénia), a 2m50s

6º Simon Geschke (Alemanha), a 2m52s

7º Marcel Fischer (Alemanha), a 2m53s

8º Salvatore Mancuso (Itália), a 3m11s

9º Rafael Valls (Espanha), a 3m15s

10º Jacques van Resnburg (Centro Mundial de Ciclismo), a 3m22s


Geral Colectiva

1º Rússia, a 31h33m23s

2º Centro Mundial de Ciclismo, a 2m51s

3º Alemanha, a 5m57s

8º Portugal A, a 25m03s

11º Portugal B, a 1h23m33s


Pontos

1º Rein Taaramae (Centro Mundial de Ciclismo), 53 pontos

2º Vítor Rodrigues (Portugal A), 47

3º Anthony Roux (França), 44


Montanha

1º Simon Geschke (Alemanha), 33 pontos

2º Jacques van Resnburg (Centro Mundial de Ciclismo), 24

3º Vítor Rodrigues (Portugal A), 24


Juventude

1º Rasmus Guldhammer (Dinamarca)

2º Egor Silin (Rússia)

3º Sergiu Sioban (Centro Mundial de Ciclismo)

Troféu Sérgio Paulinho no arranque da Taça de Portugal



O pelotão profissional português disputa no próximo domingo, 6 de Abril, o Troféu Sérgio Paulinho, primeira das cinco corridas de um dia que compõem o calendário da Taça de Portugal de Elite, uma inovação introduzida em 2008. A corrida de abertura consiste num circuito de 28,3 quilómetros, em Oliveira do Bairro, que o pelotão terá de cumprir seis vezes, totalizando 169,8 quilómetros.
A partida será dada às 10h55, junto à Câmara Municipal, estando prevista a primeira passagem pela meta, no mesmo local, para as 11h39. Participam neste prova as oito equipas profissionais portuguesas - sete do escalão Continental e uma do escalão Continental Profissional -, assim como a Selecção Nacional de sub-23 e equipas do mesmo escalão.
Tendo em conta as características do percurso, essencialmente plano, a vitória deverá ser discutida ao sprint pelos finalizadores mais rápidos. O final da corrida está marcado para as 15h00, altura em que será conhecido o sucessor de Manuel Cardoso, vencedor do Troféu Sérgio Paulinho em 2007.
Para os poveiros fica desde já a certeza da inclusão da Clássica da Primavera neste troféu o que vem desde logo dar mais emotividade á prova, não falando naturalmente das alterações efectuadas por Manuel Zeferino no figurino da prova poveira.
Calendário da Taça de Portugal de Elite
06.04 Troféu Sérgio Paulinho
20.04 Clássica da Primavera
11.05 Clássica de Amarante
a definir Prémio Alpendre
22.06 Prémio de Albergaria-a-Velha

Rede de ambulâncias discrimina população do Interior


A actual rede de ambulâncias discrimina os cidadãos do interior do país em relação aos das cidades, denuncia a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), que hoje entrega ao INEM um memorando sobre as necessidades dos serviços de socorro

«Todas as situações gravosas nos serviços de emergência médica conhecidas nos últimos tempos têm acontecido em zonas de menor densidade populacional», observou à agência Lusa Duarte Caldeira, presidente da LBP, lembrando que há hoje 32 concelhos do país onde não existe qualquer ambulância do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). «Quem vive nestes concelhos está dependente da disponibilidade de tempo e da disponibilidade financeira da corporação local», denunciou o responsável. Duarte Caldeira explicou que sem um acordo com o INEM, o qual permite ter uma «ambulância completamente equipada, com uma tripulação de bombeiros completamente qualificados», não há apoio financeiro e é a corporação que assume toda a responsabilidade pelo socorro. O presidente da LBP lembra que «o cidadão tem os mesmos direitos, quer viva numa aldeia recôndita em Vila Real, quer viva em Lisboa», pelo que defende uma rede equilibrada de modo a garantir «a mesma qualidade e prontidão de resposta» a todos os cidadãos. Para tal, o responsável diz serem precisas mais 50 ambulâncias e mais 200 tripulantes qualificados. Um dos 32 concelhos que não tem ambulâncias do INEM é Alijó, onde um telefonema do INEM para os bombeiros locais após o pedido de assistência de uma família de Castedo divulgado pelos meios de comunicação social revelou algumas deficiências da rede de socorro. Em Alijó, segundo anunciou o presidente da LBP, já está em curso um processo de qualificação de operadores de central e de tripulantes, em parceria com a Câmara Municipal. A definição de uma rede nacional de ambulâncias que cubra todo o país, assegurando a existência de pelo menos uma ambulância do INEM em cada concelho, é a principal proposta de um memorando que a LBP vai entregar hoje ao INEM sobre as necessidade dos bombeiros para melhorar a qualidade do socorro. O documento, que sugere uma «ampla reestruturação do socorro pré-hospitalar, estruturado em 1981», propõe também aprovar com urgência um plano para a formação de tripulantes de ambulâncias, para colmatar o défice de tripulações qualificadas. A LBP propõe ainda a criação de uma nova formação: a de técnico de emergência médica. Sem afastar a importância da presença do médico no socorro, Duarte Caldeira lembra que «há actos que são interditos aos tripulantes, que recebem uma formação de apenas 210 horas», como a utilização de desfibrilhadores para a reanimação. O memorando entregue hoje surgiu no âmbito do trabalho iniciado em conjunto pela LBP e pelo INEM sobre as necessidade de pessoal e ambulâncias no socorro, no âmbito do qual foram constituídas equipas de missão para identificar problemas e definir soluções para serem propostas ao Ministério da Saúde.

RECOMEÇAM OS PROTESTOS


Nesta Segunda-Feira, a Plataforma Sindical dos professores faz a entrega ao Ministério da Educação de um abaixo-assinado com 20.000 assinaturas. A partir de 14 de Abril, os professores irão realizar as "Segundas-Feiras de protesto", em vários pontos do país.Organizadas pelo Movimento Escola Pública, estão anunciadas uma Assembleia na Quinta-feira em Setúbal, no Ateneu Setubalense às 21.30h e uma acção, com música e poesia, na Sexta-Feira, 4 de Abril, no Lg. Camões em Lisboa, às 18 h.
No abaixo-assinado que será entregue hoje ao Ministério da Educação os professores exigem "a suspensão do processo de avaliação até final do ano lectivo", a garantia de "não aplicação às escolas, até final do ano, de qualquer procedimento que decorra do regime de gestão escolar", a negociação para o próximo ano lectivo de normas que "consagrem horários de trabalho (...) pedagogicamente adequados" e o respeito pelo M. E. dos "quadros legais em vigor". No abaixo-assinado é exigida ainda uma "mudança de política educativa", onde se destacam as reivindicações de renegociação de: "Estatuto da Carreira Docente", "regime de direcção e gestão escolar" e da "legislação aprovada sobre Educação Especial".
Entretanto, estão já marcados diversos protestos. No dia 15 de Abril, terá lugar um Dia D, com debate e paralisações à mesma hora em todas as escolas do país. A Plataforma Sindical dos Professores sublinha que se o M. E. mantiver a inflexibilidade, a luta e os protestos endurecerão.

30/03/2008

50.000 empresas encerraram em Portugal em 2007



Em 2007 encerraram em Portugal 50.000 empresas, na sua esmagadora maioria PME (Pequenas e Médias Empresas).

Desde o despoletar da crise do "subprime" nos Estados Unidos, em Agosto de 2007, e até Fevereiro deste ano encerraram 12.830 empresas, das quais 7.282 decretaram falência.

Segundo o jornal Expresso, o pessimismo reina nas PME, que temem um agravamento da crise.
De acordo com dados da Associação Nacional das Pequenas e Médias Empresas (ANAPME), 50.000 empresas encerraram em 2007, das quais 18.520 abriram falência e 15.832 suspenderam a actividade. Trata-se de uma duplicação do número de encerramentos em relação ao ano anterior, em que fecharam 26.000 empresas.
Segundo refere o jornal, Rocha de Matos presidente da Associação Industrial Portuguesa considera que as PME serão duramente atingidas, caso se verifiquem restrições ao crédito.
As empresas estarão a sentir já os efeitos da crise financeira internacional, que teve início na crise do "sub-prime" nos Estados Unidos, em conjunto com a subida do preço do petróleo e das matérias-primas nos mercados internacionais e também com a valorização e maiores dificuldades no acesso ao crédito.