17/05/2008

BOICOTE AO CARTEL


Já circula na Net e via SMS pedidos para boicote a várias petrolíferas. Num dia é uma, noutro outra...Assim não resulta!!!Só com um MEGA-BOICOTE é que se pode obter resultados.A minha proposta é esta:
Vamos boicotar apenas uma petrolífera (todos precisamos de conduzir, infelizmente);Durante 6 meses seguídos (assim pesa-lhes no bolso);Divulguem esta medida (entre amigos, familiares, nas bombas, etc).

Qual???



Porque ainda hoje vão aumentar, pela 18ª vez este ano, + 2 cêntimos;Porque não estão satisfeitos com os 3 que nos aumentaram ainda nesta semana tb;
Porque tem as campanhas dos 6 cêntimos dos talões Continente, Lidl e JN, que demonstram que o lucro é grande;


Porque é estrangeira. Eu NUNCA mais atesto na BP. Há muitos outros postos por aí.
(Democracia em Portugal, A voz do Povo, The Braganza Mothers, A Sinistra Ministra, coloquem aqui os links dos vossos blogs para não quebrar a corrente)

15/05/2008

HOMENAGEM A BRUNO NEVES





Do blog 4 linhas do Dr. Herminio Loureiro

14/05/2008

ROTA DOS MÓVEIS HOMENAGEIA BRUNO NEVES




Começa esta quinta-feira, em Santiago de Compostela, a terceira edição do Grande Prémio Internacional Paredes Rota dos Móveis em ciclismo que, pelo terceiro ano consecutivo, liga Espanha a Portugal.
Amanhã na Plaza Obradoiro, centro histórico de Santiago de Compostela, será prestada homenagem a Bruno Neves, corredor falecido em competição no último domingo. Antes do pelotão se fazer à estrada será respeitado um minuto de silêncio para evocar a memória do jovem da LA/MSS.
Além do acto simbólico, a PAD/Lagos Sports, entidade organizadora da prova, em parceria com o principal patrocinador, a Câmara Municipal de Paredes, decidiram instituir, no último dia de corrida, um “Memorial Bruno Neves”. O troféu será atribuído ao ciclista que contabilize, na 4ª etapa entre Gandra e Rebordosa, o maior número de pontos no total das contagens do “Prémio de Montanha”.
Vão alinhar no 3º Grande Prémio Internacional Paredes Rota dos Móveis 15 equipas totalizando 120 corredores que terão pela frente, até domingo, 614 Km divididos por quatro etapas. David Blanco venceu a edição 2007 ao serviço da equipa Duja/Tavira, mas não poderá defender o título este ano devido a uma lesão no joelho.
A primeira etapa, esta quinta-feira, será totalmente percorrida em território galego. O pelotão vai enfrentar 156,9 Km ligando Santiago de Compostela à vila de Padrón. Ao segundo dia de prova a caravana cumpre a etapa mais longa com 182 Km. Partindo de Pontevedra, os corredores vão atravessar a fronteira e entrar no norte de Portugal para chegar a Paredes, centro nevrálgico da Rota dos Móveis.
Após duas etapas de dificuldade média, a montanha irá surgir no caminho do pelotão no sábado, 17 Maio, quando se cumprir o percurso entre Vila Nova de Gaia e Lordelo. O relevo da terceira tirada irá exigir por parte dos corredores mais algum esforço devido às três contagens para o prémio de montanha. A etapa terminará no Alto do Cruzeiro, em Lordelo, após dois mil metros bastante acentuados que, junto à linha de meta, são considerados prémio de montanha de 2ª categoria.


Final dificílimo a fechar o Grande Prémio na Rebordosa



Para o quarto e último dia de prova, domingo 18 de Maio, está reservada a etapa mais pequena com quase 137 Km, mas também a mais exigente. A começar na Gandra, freguesia de Paredes, o traçado prevê muitas dificuldades percorrendo seis vezes um circuito de cerca de 20 Km que terá como epicentro a passagem por Vandoma, uma montanha de 2ª categoria. No fim, o pelotão, provavelmente fraccionado pela dificuldade do terreno, fará a subida para o Campo de Futebol da Rebordosa onde estará a meta final e o cenário que vai coroar o vencedor da prova.


Equipas Participantes: Credit Agricole, Creamica Flaminia, Barbot Siper, Palmeiras Resort Tavira, Bouygues, Extremadura, LA MSS, Fercase Rota Móveis, Acqua e Sapone, Contentpolis Murcia, Madeinox/Boavista, Liberty Seguros, Karpin-Galicia, Benfica e C.C. Loulé.


O 3º Prémio Internacional Paredes Rota dos Móveis é patrocinado pelo Município de Paredes e tem apoio da EDP, JOGOS SANTA CASA, SUPER BOCK MINI, VITALIS, PEDRAS SALGADA, BOGANI, LIBERTY SEGUROS, ALTOVISO, RÁDIO RENASCENÇA, RTP, JORNAL DE NOTÍCIAS, O JOGO e JC DECAUX.

11/05/2008

ADEUS CAMPEÃO











Há notícias que não queremos dar e esta é sem dúvida uma delas. Bruno Neves, jovem de apenas 26 anos, um campeão das estradas de sorriso fácil, faleceu hoje, durante a Clássica de Amarante, que foi suspensa. Vítima de uma queda colectiva, faleceu a caminho do hospital. Gestos como os das fotos não se voltarão a repetir.
Com apenas 26 anos de idade, já era um dos melhores sprinters portugueses da actualidade, contanto no seu palmarés com uma vitória na Volta a Portugal de 2005, alcançada na etapa que terminou em São João da Madeira, próximo da terra que o viu nascer, Oliveira de Azeméis.
A sua última vitória foi em Fevereiro, no Algarve, no Troféu RDP-Algarve, mas certamente ainda tinha muitas pela frente. Hoje corria a Clássica de Amarante, onde envergava a camisola de líder da Taça de Portugal de elites, mas uma queda colectiva quando estavam percorridos cerca de 40 quilómetros tirou-lhe a vida. Faleceu na ambulância que o transportava para o hospital e quando a notícia chegou ao pelotão a corrida foi suspensa.
Fosse qual fosse a situação, era quase impossível encontrar o Bruno sem estar a sorrir.
Em meu nome , apresento sentidas condolências à família, amigos e colegas da LA-MSS-Póvoa, equipa que representava este ano.

09/05/2008

Varzim chegou a acordo para o Processo de Conciliação

Ao que a Rádio Onda Viva conseguiu apurar, já há acordo entre o Varzim e o Fisco para a assinatura do PEC – Processo Especial de Conciliação. Desta forma, a dívida do Varzim ao Fisco, no valor de pouco mais de um milhão e 100 mil euros, vai ser pago em 60 prestações, ficando o clube com as dívidas fiscais regularizadas. E pode no futuro receber verbas ao abrigo da concessão da zona de jogo e da Câmara Municipal de apoio ao sector da formação.
Esta noticia retirada do site da Voz da Póvoa não está devidamente actualizada...é que o Varzim, para poder aceder ao PEC, terá de pagar cerca de meio milhão de euros, segundo me informaram , pelo facto de não terem pago as contribuições desde que deram entrada com o processo.

08/05/2008

CICLISMO - Rota dos Móveis abraça Portugal e Espanha







Rota dos Móveis abraça Portugal e Espanha


3º Grande Prémio Paredes Rota dos Móveis 15 a 18 Maio 2008



A cidade de Paredes assistiu esta segunda feira à apresentação do 3º Grande Prémio Internacional de Ciclismo Paredes Rota dos Móveis que se realiza de 15 a 18 de Maio. A prova inscrita no calendário da União Ciclista Internacional com estatuto 2.1. será a próxima competição por etapas a disputar-se em Portugal e Espanha.
Alinharão na etapa inaugural, que parte da Plaza Obradoiro no coração de Santiago de Compostela, 15 equipas, num total de 120 corredores que terão pela frente 614 KM divididos por quatro dias de competição. Ao segundo dia de prova os corredores deixam a província espanhola da Corunha e pedalam na direcção do norte de Portugal, mais concretamente até à capital da Rota dos Móveis, a cidade de Paredes.
Já em território português o pelotão internacional enfrenta as dificuldades geográficas da montanha. O final da terceira etapa no Alto do Cruzeiro, em Lordelo e o circuito da Rebordosa no derradeiro dia de prova vão determinar o vencedor daquela que é apontada pelo director técnico da prova Joaquim Gomes como “a mais difícil das três edições do Grande Prémio Paredes Rota dos Móveis. Acredito que estejam criadas todas as condições para que o percurso traçado proporcione aos milhares de pessoas que irão para a estrada um espectáculo impressionante. O difícil circuito da Rebordosa vai fechar com chave de ouro o 3º GP Paredes Rota dos Móveis.”
O entusiasmo das gentes da região pelo ciclismo e o fervor da competição que deverá estar ao rubro antevêem um grandioso final para este 3º Grande Prémio Internacional. A 4ª etapa passará nas freguesias mais emblemáticas do concelho de Paredes percorrendo seis vezes um circuito de cerca de 20 KM que terá como epicentro a passagem por Vandoma, uma montanha de 2ª categoria. No fim, o pelotão muito fraccionado pela dificuldade do terreno, fará a subida para o Campo de Futebol da Rebordosa onde estará a meta final e milhares de aficionados.
“O Grande Prémio Paredes Rota dos Móveis tem um forte impacto na nossa sociedade e na economia do Vale do Sousa." Afirma o presidente da Câmara Municipal de Paredes, Celso Ferreira, para quem “um grande evento desportivo como este aliado à 16ª Mostra de Mobiliário Paredes Rota dos Móveis no início de Junho constitui uma das mais importantes alavancas para a nossa principal actividade económica. Graças ao ciclismo o número de espanhóis que no ano passado visitaram a nossa feira foi muito grande. Para sermos bem sucedidos nos negócios temos de investir, e Paredes decidiu investir no ciclismo pela grande proximidade que alcança junto da sociedade.”
Na edição de 2007 a vitória foi de David Blanco ao serviço da equipa Duja/Tavira. O espanhol não poderá repetir o triunfo este ano devido a uma lesão no joelho. Entre as equipas inscritas, para além das mais sonantes, destaca-se a Contentpolis Murcia, o conjunto espanhol que triunfou recentemente na Volta à Rioja.
Equipas Participantes: Credit Agricole, Creamica Flaminia, Barbot Siper, Palmeiras Resort Tavira, Bouygues, Extremadura, LA MSS, Fercase Rota Móveis, Acqua e Sapone, Contentpolis Murcia, Madeinox/Boavista, Liberty Seguros, Karpin-Galicia,Benfica e C.C. Loulé.

Pinto da Costa suspenso por dois anos e Boavista despromovido



Segundo O Correio da Manhã, a Comissão Disciplinar da Liga de Clubes vai castigar Pinto da Costa com dois anos de suspensão enquanto que o FC Porto vai perder seis pontos, a aplicar já nesta época, além de uma multa que deverá ir de 25 aos 100 mil euros. O FC Porto é acusado de tentativa de corrupção em dois jogos da época 2003/04: no jogo com o Estrela da Amadora, apitado por Jacinto Paixão, e no jogo com o Beira-Mar, dirigido por Augusto Duarte. Quanto ao Boavista e ao seu ex-presidente Valentim Loureiro, o jornal avança que o clube será penalizado com a descida de divisão por coacção a árbitros em três jogos dos axadrezados. De acordo com o jornal diário, esta será a decisão que constará no acórdão da Comissão Disciplinar da Liga relativo ao «Apito Final», o qual deverá ser divulgado na sexta-feira, embora na quarta-feira à noite a Liga tenha comunicado que aquele seu órgão tem uma reunião marcada para terça-feira, na qual serão discutidas questões relacionadas com o processo. Entretanto, Pinto da Costa e o Boavista deverão recorrer desta decisão para o Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol.

FC Porto e Benfica são únicos com salários em dia na Liga


Apenas mais 6 clubes da Liga de honra são cumpridores
O FC Porto e o Benfica são os únicos clubes da Liga Portuguesa de Futebol com os salários em dia, de acordo com os critérios em vigor, que definem que cada mês deve ser liquidado até dia cinco do mês seguinte.
O presidente do Sindicato dos Jogadores de Futebol Profissional (SJFP), Joaquim Evangelista, divulgou hoje a lista dos 32 clubes da Liga e Liga de Honra, onde apenas oito clubes têm as contas em dia com os futebolistas. Num cenário que considerou grave, Evangelista explicou que muitos dos clubes que ainda não liquidaram o mês de Abril, entre os quais o Sporting, não estão em incumprimento, por acordarem datas diferentes para pagamento. "Temos que distinguir os que têm acordos com os jogadores para pagar ao dia 8, 15 ou 20. Em bom rigor esses não estão em incumprimento para com os jogadores em relação ao acordado, mas face ao critério legal mantém o incumprimento", disse. Quase todos os clubes têm o mês de Abril em atraso (10 na Liga e seis na Honra), mas os casos graves envolvem o Nacional (dois meses de salários em atraso), Boavista (dois meses mais 60 por cento de um outro mês), Estrela da Amadora (três), Estoril (dois), Beira-mar (três), Rio Ave (três e meio) e Varzim (quatro). Para o presidente do SJFP o mais grave são casos em que os clubes são reincidentes no incumprimento e que isso se verifica a cada nova época.
No balanço efectuado, o dirigente sindical voltou também a ser muito crítico em relação à Liga e ao seu presidente, dizendo que os balanços se fazem no final da época e que o novo ciclo anunciado por Hermínio Loureiro parece não ter efeitos. O presidente do SJFP pediu ainda que a Liga esclareça quais as medidas para a próxima época, isto depois de Hermínio Loureiro ter primeiro falado em não participação dos incumpridores e depois na perda de pontos para quem tivesse salários em atraso. O dirigente revelou também que esta época o SJFP movimentou do Fundo de Solidariedade Social uma verba pouco superior a 100.000 euros no auxílio a futebolistas em dificuldades, mas que esse valor é reembolsável.

Cordão Cultural pela preservação do Bolhão

Dia 10 de Maio,
Sábado ----» 10,30H às 18:00H No Sábado todo o Mercado do Bolhão vai estar repleto de Música, Dança, Teatro, Artes Plásticas, Arquitectura...Irá ser feito o Corte de Trânsito para montagem de PALCO - TRABALHADORES DO COMÉRCIO e REPORTER ESTRÁBICO JÁ CONFIRMADOS
Estão confirmados: -Tunas Académicas ( Tuna de Dentária e Tuna da E.S.A.P)
-Bandas Portuenses
-Fados de rua
-Intervenções de Teatro
-Ranchos Populares
-Exposições, Exibição de Documentário sobre Arquitectura e Património
-Atelier de Pintura ao ar-livre, com mestres das Artes Plásticas
-Visitas Guiadas ao Mercado
-Entre vários Músicos e Bandas: Ana DeusConvinha Paulo Praça Reporter Estrábico Trabalhadores do Comércio
Um abraço a todos e apareçam!
Movimento Cívico e Estudantil do Porto
http://manifestobolhao.blogspot.com

07/05/2008

HÁ AQUI ALGO QUE NÃO ME... CHEIRA! OU MELHOR JÁ CHEIRA MAL



Com o devido respeito transcrevo na integra a opinião do meu grande amigo Manuel José Madeira, jornalista e que subscrevo totalmente




" Está a acontecer algo no Ciclismo português que eu, talvez por agora estar meio por fora, não consigo entender completamente. Mas não perdi nenhuma das minhas capacidades de análise e/ou raciocínio. Percebo perfeitamente que, nos bastidores, se puxam cordelinhos que fazem mover os fantoches de sempre. É puro espectáculo para a populaça que está por fora. Mas que bem "embrulhado" até passa como coisa séria. Aconteceu uma sucessão de notícias - inocentemente, ou... talvez não - veiculadas por meios merecedores de todo o respeito. Acima de quaisquer suspeitas. Como a Agência Lusa, por exemplo. Despacho da Lusa para um não iniciado é quase termo de lei.
Permitam-me...


Lisboa, 05 Mai (Lusa) - O presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC), Artur Lopes, acusou hoje a Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais (APCP) de não estar totalmente aberta na luta contra a dopagem.


Quem é que se questionou, por exemplo, neste aspecto: o que será... totalmente?Podiam ter perguntado à APCP... digo eu...


Lisboa, 05 Mai (Lusa) - O dirigente manifestou-se na sequência da decisão do Instituto do Desporto de Portugal (IDP) de cessar o apoio financeiro à realização de colheitas de sangue aos corredores em três períodos da época, no âmbito de um acordo que visava a avaliar e proteger a saúde dos ciclistas, alegando falta de cooperação da APCP.


Porque é que ninguém questionou a diferença entre, cito: ... avaliar e proteger a saúde dos ciclistas, e a intenção reinante que era (e é, e será) a de apanhar e castigar eventuais previricadores? Aqui, acrescento eu, que não deixei de estar a par do legislado, os resultados eventualmente fora do normal não mereceriam, legalmente, sanção desportiva; apenas a preservação de um período fora de competição até NOVAS ANÁLISES comprovarem, ou não, os indicadores eventualmente fora dos parâmetros definidos;


Lisboa, 05 Mai (Lusa) - "Tiveram uma posição que, quanto a nós, dá indício de que querem servir-se de tudo o possível e imaginário para, pura e simplesmente, não estarem totalmente abertos na luta contra a dopagem", disse à Agência Lusa Artur Lopes...


O TUDO, possível e imaginário é, apertados de forma perfeitamente ilegal, os Corredores terem, através da sua associação, pedido um parecer à Comissão Nacional de Protecção de Dados e esta ter multado a FPC em alguns milhares de euros por não ter solicitado autorização para a recolha e armazenamento desses dados. Caramba!, estas coisas, quando não se sabe... pergunta-se.


Lisboa, 05 Mai (Lusa) - "Enviámos uma carta com a situação clarificada a todos os elementos presente e à APCP. Todos responderam a dizer que estavam de acordo e a APCP enviou-nos uma carta, nitidamente redigida por uma pessoa de direito, a manifestar o seu desacordo", explicou Artur Lopes.


Confrontados com um vil ataque às suas liberdades, enquanto cidadãos, deveriam os Corredores, representados pela APCP, ter respondido com uma carta [esta parte é minha]... claramente redigida pelo merceiro da esquina? (Atenção Lusa!... Três falhas, pelo menos no que respeita ao direito ao contraditório... pior, três "encaixes" comprometedores em relação à versáo de uma das partes!)


Lisboa, 05 Mai (Lusa) - "A APCP veio ameaçar a federação e até desconsiderar o CNAD sob ponto de vista jurídico, dizendo que não sabe o que anda a fazer, e que avançariam de novo com uma acção na Comissão Nacional de Protecção de Dados", disse Artur Lopes.


Pois é... "de novo com uma acção na Comissão Nacional de Protecção de Dados". Faltou à Lusa indagar sobre (pelo menos) uma anterior acção e, nomeadamente, saber junto da CNPD, quem é que tinha razão... Repito, da primeira vez a FPC foi multada...Não se pode, não se deve, dar "notícias" deste género sustentadas apenas na versão de uma das partes... (mas assim vai o Jornalismo em Portugal...)


Lisboa, 05 Mai (Lusa) - A APCP tem também uma leitura diferente sobre as informações que, com base no acordo estabelecido, os corredores devem prestar ao CNAD sobre o seu paradeiro, o que Artur Lopes entende como uma forma de "manobrar" a situação.


Qual será a leitura da APCP? A Lusa ignora-o.Eu sei qual é... Segundo o legislado, um corredor, falhado um controlo inopinado (fora de competição) tem 24 horas para a ele se submeter voluntariamente. A FPC, o CNAD... toda a família, quer fazer impôr uma sansão imediata de três meses de castigo por falta a controlo inopinado. A Lei é clara e só veícula baboseiras quem, ou está inquinado de pura má fé ou, pior ainda, é mesmo ignorante. Logo, não devia ter uma Carteira Profissional de Jornalista!


Mas há mais...


Lisboa, 05 Mai (Lusa) – O Benfica anunciou hoje em comunicado a "saída imediata" da Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais (APCP), alegando que a instituição "está a ir contra os princípios" que a equipa defende na luta contra o doping. Outra vez a Lusa! Outra vez esquecendo que, na esmagadora maioria dos casos, do outro lado da linha a informação vai cair nas mãos de não iniciados. Ignorantes, e não há mal nenhum em o dizer porque a culpa não é deles... Não sabem. Quem os condenará?Foi a Lusa que deu...Usando uma comparação que, não sendo exactamente a mesma coisa, é o que de mais próximo posso usar como exemplo, quem é que levaria a sério uma notícia que dissesse que o meu patrão anunciava a MINHA SAÍDA do Sindicato dos Jornalistas?Isso é uma decisão que só me cabe a mim, individualmente. Nada, nem ninguém me pode impedir de ser sindicalizado. A APCP NÃO é um sindicato, mas é uma associação de classe. Até acredito que um patrão IMPONHA que os seus empregados não possam fazer parte da sua associação de classe, mas não o aceito. Não percebi, nem a razão, nem o timming da equipa Benfica, para fazer sair um comunicado destes. Quero dizer... perceber, eu percebi... Mas é melhor fazer de conta que não percebi mesmo. Aliás, o Benfica deveria ser a última equipa a imiscuir-se neste assunto. Porquê?Porque, enquanto Equipa Continental Profissional não está metida naquela outra "guerra" que ficou exposta atrás. Depois, porque o vice-presidente da APCP é exactamente um Corredor do Benfica; depois, porque o delegado da CPA para as equipas europeias contimentais profissionais... é outro Corredor do Benfica. Quer o Benfica fazer passar a imagem de intolerância em relação ao direito de associação dos Corredores? É isso? Ou precipitou-se - induzido por terceiros - a dar o primeiro passo correndo o sério risco de ser o único a ficar mal na fotografia? Não ponho esta hipótese de parte...Mas assim que pôs o pé na bosta... é impossível esconder o cheiro.
AGORA... MUITA ATENÇÃO...Vou escrever em português, embora não tenha a certeza absoluta de que venha a ser entendido...Há um ditado que diz... À Mulher de César Não basta Ser Séria, Também Precisa Parecê-lo. Certo? Conhecem, não conhecem? Mas atentem a este outro...Quando é Que a Absoluta Necessidade de Evidenciar Publicas Virtudes Não Serve Apenas Para Esconder Inconfessáveis Vícios Privados?




Depois desta opinião mais que avalizada, eu adianto ainda mais uma..Artur Moreira Lopes, presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo há muito que ultrapassou os limites da razoabilidade...basta ver a forma como "deu" de mão beijada a volta a Portugal à PAD retirando-a ao Jornal de Noticias; há já me esquecia de dizer que as pessoas de que falo são por exemplo, dirigentes do Benfica...
E por acaso lembram-se de quem foi o " COVEIRO " do grande Prémio do Minho ? Eu digo ARTUR MOREIRA LOPES...

Comunicado da Associação Portuguesa dos Ciclistas Profissionais



A Associação Portuguesa dos Ciclistas Profissionais, face às notícias veiculadas nos órgãos de comunicação social, diz o seguinte:



1- A APCP contribuiu activamente para a elaboração do Acordo Comum na Luta Contra o Doping assinado em Janeiro do presente ano.



2- Esta Associação não renunciou ao Acordo firmado em Janeiro entre a UVP/FPC e demais elementos integradores do Conselho de Estrada e é com surpresa que recebe a tomada de posição do CNAD, que por um lado acusa esta Associação de falta de colaboração e por outro determinou a suspensão do protocolo dos exames de saúde aos atletas.



3- Esta Associação comunicou com correcção as suas posições tendo sempre em conta, quer a legislação nacional quer os regulamentos que regem os controlos anti-dopagem.



4- Vir invocar que esta Associação está a colocar obstáculos ao controlo dos atletas é um argumento que as entidades acima indicadas alegam, para escamotearem responsabilidades inerentes às suas funções e que têm que ser exercidas no respeito pela lei.



5- A razão fundamental para não aceitar as alterações propostas ao Acordo firmado em Janeiro, prendem-se sobretudo com questões legais e jurídicas, nomeadamente diminuir a duração de prazos estipulados na lei para o atleta se submeter a controlo antidoping e aceitar à criação de uma base de dados que implicavam o consentimento individual de cada atleta, para o qual esta Associação não está devidamente mandatada, por influir na esfera dos direitos pessoais e intransmissíveis de cada um.



6- Lamenta, a APCP, que tais entidades, que advogam que as questões devem ser resolvidas entre as partes, tenham tido a preocupação de na praça pública terem exposto as suas opiniões, deturpando a posição assumida pela APCP.



7-Esta Associação está tranquila, quanto às notícias divulgadas, que sabemos irão aguçar a curiosidade dos leitores, deturpar mais uma vez uma modalidade das mais populares no país, para escamotear um problema que é mais profundo e que é a constatação que a luta anti-dopagem terá que ser abrangente a todas as modalidades, com critérios e métodos de aplicação uniformes, tendo em linha de conta a especificidade das mesmas e sobretudo realizada com meios técnicos e humanos devidamente preparados para actuar em conformidade com a lei.



8- A posição da APCP, no respeito pela lei e correcção devidas às entidades acima indicadas, não foi mais do que o bode expiatório para cancelar a realização de análises que saíam caras ao erário público e que a conjuntura económica e de contenção de despesa não comportavam.



9- A APCP está aberta ao diálogo, não está todavia disponível para participar em cortejos onde “ O Rei vai nu ”, nem servirá interesses violadores da lei e sobretudo com desrespeito pela privacidade dos dados pessoais dos atletas, desde que não sejam devidamente autorizados pelas entidades competentes.



10- Por parte desta Associação só lhe resta cumprir os seus deveres estatutários devidamente registados e promover e assegurar os interesses dos seus Associados, que são os intervenientes de uma modalidade que continuará a ser das preferidas do povo português.



Paulo Couto


(Presidente da APCP)

AFINAL EM QUE FICAMOS ?


Paulo Pedroso apresentou queixa, por difamação, contra seis ex-alunos da Casa Pia e ainda Carlos Silvino (Bibi), por durante «a fase de inquérito» do mega-processo «não terem deposto com verdade». Esta segunda-feira, o tribunal decidiu não dar razão ao ex-deputado socialista e nenhum vai a julgamento.
Após ter sido deduzida acusação, a defesa dos jovens pediu abertura de instrução e, agora, o 4º Juízo do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa decidiu-se pela «não pronuncia dos arguidos».
Fonte ligada ao processo explicou ao PortugalDiário que a magistrada responsável pela instrução do processo entendeu que «não estavam preenchidos os requisitos para os arguidos serem pronunciados pelos crimes de difamação e injúria, nem tão pouco pelo crime de falsidade de testemunho e denuncia caluniosa».
Paulo Pedroso alegava que os arguidos «não depuseram com verdade, durante a fase de inquérito» do mega-processo da Casa Pia, mas a juíza considerou que «existia convicção dos arguidos que estavam a depor com verdade».
«Perante as autoridades policiais testemunharam com convicção, quer estivessem ou não» a dizer verdade, lê-se no acórdão de «não pronuncia». Para a magistrada não eram «os alegados actos descritos pelos arguidos que estavam em causa nos presentes autos».

01/05/2008

AMARANTE SEM BARRAGENS - ASSINE A PETIÇÃO


É tempo de protesto para acautelar o futuro
O Ministério do Ambiente abriu quarta-feira, 30 de Abril, como previsto e o Marão Online noticiou ontem à tarde, o último concurso para a concessão de três barragens, as últimas do plano nacional de dez aproveitamentos considerados de elevado potencial hidroeléctrico, em que se inclui Fridão, no rio Tâmega. O concurso público das barragens de Fridão, Alvito e Almourol decorreu ao fim da tarde no Instituto da Água. A recepção das propostas terminará a 16 de Julho. Este terceiro concurso público internacional irá atribuir a concessão para captação de água para a produção de energia hidroeléctrica e concepção, construção, exploração e conservação de obras públicas das respectivas infra-estruturas hidráulicas dos aproveitamentos hidroeléctricos de Almourol, Alvito e Fridão. O concurso público foi publicado no Diário da República, sendo ainda aguardada a publicação nos próximos dias no jornal oficial da União Europeia. Com o lançamento deste terceiro concurso ficam concluídos os procedimentos que dão início a todo o processo que culminará na concretização das dez barragens identificadas no Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico, segundo revelou o Ministério do Ambiente. O texto integral do concurso pode ser lido aqui: http://www.vector21.com/cp/?id_categoria=19&id_item=28741

Amarante luta contra a barragem


A barragem de Fridão é a segunda barragem em potencial hidroeléctrico, logo a seguir a Foz Tua, já adjudicada à EDP, o que tornará a sua concessão bastante mais apetecível para os investidores, quer nacionais quer internacionais. E quanto maior for a apetência pela exploração da barragem mais difícil será inverter o processo, que poderá trazer à cidade banhada pelo Tâmega prejuízos ambientais e patrimoniais de montante incalculável. O apelo da semana passada do Bloco de Esquerda para que o Governo suspendesse o concurso deste empreendimento foi ignorado pelas instâncias governativas e o tempo de protestar contra o que muitos consideram o "maior atentado a Amarante" começa a ser cada vez mais diminuto. É certo que após a concessão cada investidor terá de realizar um estudo de impacte ambiental específico para cada barragem, mas com a pressa que o Governo – e em particular o Ministério do Ambiente – demonstra em avançar com as obras destas barragens, é mais do que certo que a análise dos problemas ambientais será reduzida a um ou dois meses de inquérito público. Ainda mais grave que a construção da barragem em Fridão é a pretensão de construir dois açudes – sobre os quais existe muito pouca informação – um a dois/três quilómetros a juzante da barragem, uma espécie de contra-embalse, para a tornar reversível, e outro a juzante da cidade de Amarante, que poderia viabilizar a subida da cota da albufeira do Torrão, elevando a sua exploração da actual cota 62 para o máximo previsto de 65. A subida de três metros de água na albufeira destruirá todo o património paisagístico de Amarante e inutilizará também o projectado parque fluvial em Marco de Canaveses, que a autarquia tem em execução na zona de Canaveses. Apenas Bloco de Esquerda e Verdes se têm manifestado contra a barragem


Os principais partidos têm mantido um silêncio comprometedor sobre a barragem, deixando aos movimentos ecologistas e ao Bloco de Esquerda a contestação ao aproveitamento hidroeléctrico. Na Assembleia da República não se ouviu ainda uma palavra aos deputados do Partido Socialista ou aos do PSD, silêncio que muitos amarantinos consideram "verdadeiramente ensurdecedor". Activistas do BE em Amarante e outros ecologistas, casos de Os Verdes, têm mantido acesa a contestação, quer através de cartazes de rua quer através de blogues na internet [http://poramarantesembarragens.blogspot.com/ ], incluindo a criação de uma petição on-line que, contudo, ainda não chegou aos 300 subscritores.


Autarca de Amarante é voz isolada no interior do PS


Relativamente a posições institucionais com algum peso político só é conhecida a do presidente da câmara de Amarante, Armindo Abreu, eleito pelo PS e reeleito presidente da Concelhia local. O autarca tem-se manifestado frontalmente contra a barragem e sobretudo contra a construção de açudes no rio Tâmega. Armindo Abreu vem referindo há alguns meses ao Marão Online que rejeita "liminarmente" a construção de qualquer açude a jusante da cidade, porque implicaria "uma subida do leito do rio Tâmega e a destruição das margens"."Concordar com a construção do açude no rio Tâmega seria admitir um aumento da cota de exploração da barragem do Torrão e isso nós rejeitamos em absoluto", acrescenta o autarca socialista.


Açude a juzante da cidade é ainda pior que a barragem


A construção de um açude no rio Tâmega "imediatamente a jusante da cidade de Amarante" é proposto no estudo preliminar relativo à barragem de Fridão, executado pelos gabinetes "Coba" e "Procesl", que elaboraram todos os estudos relativos às dez barragens com elevado potencial hidroeléctrico. Segundo o estudo, o açude "evitará os inconvenientes associados à variação de níveis de água ocasionada pela exploração do aproveitamento do Torrão". Armindo Abreu contra-ataca: "Amarante pretende um rio natural como está hoje, sem qualquer alteração de cota do leito do Tâmega"."Não queremos nenhum lençol de água", enfatizou. Para se ter ideia do que acontecerá a Amarante com a subida cota do Torrão, bastará recordar uma tarde de cheia em 2001, como pode ver-se na foto. Será este o novo visual da cidade, apesar de a água ser menos barrenta do que em situação de cheia. As margens, como hoje as conhecemos, desaparecerão – o mesmo acontecerá aos passeios à beira-rio – e o que surgirá será um lençol de água que pouco mais servirá do que ser palco de diversão para as poluidoras e ruidosas motos de água.


Posição do ministro do Ambiente suscita muitas dúvidas


O ministro do Ambiente, Nunes Correia, reconhece que Amarante tem um "enquadramento cénico notável" com o rio Tâmega e considerou que isso é só por si um "valor", mas, ao mesmo tempo que faz estas afirmações avança com o concurso da barragem. O ministro garantiu também que esse património natural "será ponderado na avaliação de impacto ambiental".Restará saber se o ambiente conseguirá travar o ímpeto de construção de obra pública evidenciado desde há alguns meses pelo actual Governo...


Autarquia ameaça recorreraos tribunais


O autarca de Amarante já ameaçou levar a questão ao Presidente da República e aos tribunais se o Governo insistir em construir a barragem de Fridão ou mexer na cota de exploração da barragem do Torrão, no troço final do Tâmega. Contudo, a prova de que o Governo está inflexível é a abertura do concurso público para a construção da barragem de Fridão. Há cerca de 20 anos, por decisão do Governo de então, que aquela barragem é explorada a uma cota inferior em três metros ao máximo previsto no projecto para não inundar as margens do rio que atravessa a cidade. Armindo Abreu salienta que se a barragem de Fridão for construída a cidade de Amarante "ficará no meio de dois lagos de água pestilenta, onde a qualidade da água se degradará rapidamente devido à eutrofização", um processo que gera excesso de vida vegetal (algas) devido à poluição e à falta de oxigenação.


"Desastre ambiental", alerta especialista


Entretanto, um especialista da área do ambiente, professor na UTAD, alertou há dias que a cidade de Amarante corre o risco de sofrer um desastre ambiental, devido à elevada poluição do rio Tâmega, se a barragem de Fridão for transformada em aproveitamento reversível e ficar emparedada entre dois açudes e duas barragens.Segundo Rui Cortes, que tem colaborado em estudos de impacte ambiental de diversas barragens, nomeadamente Alqueva, Sabor e Foz Tua, o Tâmega é porventura o curso de água, dos rios internacionais, que apresenta maior grau de poluição, devido à eutrofização (formação de algas tóxicas). Rui Cortes alegou ainda que se for construído um contra-embalse – açude a juzante da barragem para permitir a recolocação da água na albufeira principal durante a noite, aproveitando a energia das eólicas – a qualidade da água colocada no curso de água (caudal ecológico) será ainda de pior qualidade.

30/04/2008

Rui Costa vence em Itália



O póveiro Rui Costa é cada vez mais um ciclista a ter em conta. O ciclista português venceu hoje a quarta etapa do Giro delle Regioni, que terminava em subida, e ascendeu ao segundo lugar da classificação geral, a 51 segundos de Vitalu Buts (Ucrânia). Vítor Rodrigues foi nono classificado e subiu para o sétimo posto da geral.

O final em subida da etapa de hoje deixava antever que seriam feitas diferenças de tempo e as previsões confirmaram-se, com Rui Costa a impor-se num pequeno grupo de ciclistas. O pelotão chegou bastante fragmentado e nele vinha ainda Vítor Rodrigues, que ficou a 17 segundos de Rui Costa, com os restantes portugueses a chegarem em grupos secundários que se formaram no constante sobe e desce do percurso.

Esta vitória valeu a Rui Costa a ascensão ao segundo posto da classificação geral, quando faltam cumprir duas etapas, onde o português terá que recuperar 51 segundos para repetir o triunfo alcançado no Giro delle Regioni de 2007.


Classificação da etapa

Ciclista Equipa Tempo
1 Rui Costa Portugal 4:04:23
2 Kristjan Koren Eslovénia mt
3 Vitaly Buts Ucrânia mt
4 Rasmus Guldhammer Dinamarca mt
5 Gianluca Brambilla Itália A mt
...
9 Vítor Rodrigues Portugal + 0.17

49 Henrique Casimiro Portugal + 8.43
62 Samuel Coelho Portugal + 15.55
78 César Fonte Portugal mt

Classificação Geral

Ciclista Equipa Tempo
1 Vitaly Buts Ucrânia 15:09:19
2 Rui Costa Portugal + 0.51
3 Kristjan Koren Eslovénia + 1.04
4 Simon Geschke Alemanha + 1.18
5 Rasmus Guldhammer Dinamarca + 1.21

...
7 Vítor Rodrigues Portugal + 1.25
58 César Fonte Portugal + 31.24
70 Samuel Coelho Portugal + 41.00
77 Henrique Casimiro Portugal + 49.11

Viva o 1º de maio

29/04/2008

Cons. de Justiça da FPF confirma subtracção de seis pontos ao Belenenses



O Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) manteve hoje a sentença da Comissão Disciplinar da Liga de subtrair ao Belenenses seis pontos no campeonato pela utilização irregular do camaronês Meyong. O órgão disciplinar da FPF, após reunião de mais de quatro horas, julgou improcedente o recurso apresentado pelo Belenenses, confirmando a penalização de uma derrota (3-0) na recepção à Naval 1º de Maio, da 16ª jornada da Liga, e a perda de três pontos pela infracção cometida. O Belenenses alegou que cumpriu todos os trâmites na inscrição de Meyong e que a Liga e a FPF licenciaram o jogador, qualificando-o para actuar no primeiro jogo da segunda volta do campeonato, mas os sete juristas do Conselho de Justiça da FPF deram por provada a utilização irregular do camaronês. Com a deliberação, para a qual não existe recurso na esfera desportiva portuguesa, o Belenenses, que somava 42 pontos, cede a quinta posição da Liga ao Vitória de Setúbal e é relegado para o nono posto, com 36 pontos. À Naval 1º de Maio, que domingo garantiu em Leiria a manutenção no escalão principal, é atribuída a vitória na deslocação ao Restelo para defrontar o Belenenses, o que permite aos navalistas abandonar a 13ª posição, com 30 pontos, para ascender ao 10º posto, com 33 pontos. O castigo imposto ao Belenenses e a Meyong, penalizado com um jogo de suspensão, foi aplicado a 03 de Março, depois da queixa apresentada pela Naval 1º de Maio por o camaronês ter actuado em três clubes numa temporada, o que contraria o regulamento de competições da Liga e as normas da FIFA e da UEFA. Na presente temporada, Meyong foi utilizado pelo Levante, onde actuou somente 12 minutos, na primeira jornada da Liga espanhola, após o qual foi emprestado até Dezembro aos também espanhóis do Albacete. Em Janeiro, por empréstimo do Levante, Meyong voltou ao Belenenses, clube que representou em 2005/06 e pelo qual se sagrou o melhor marcador da Liga portuguesa. No entanto, no passaporte remetido pela federação espanhola à FPF, não constava a inscrição do atleta pelo Levante - apenas se regista a utilização pelo Albacete -, o que serviu de argumento ao Belenenses no recurso hoje indeferido. A 13 de Janeiro, Meyong foi suplente utilizado no jogo da 16ª jornada da Liga com a Naval 1º de Maio, entrando aos 54 minutos, altura em que se registava um empate a um golo. Aos 76 minutos, o avançado camaronês converteu a grande penalidade que deu a vitória (2-1) ao Belenenses, hoje retirada definitivamente ao clube lisboeta.

Um caso que ainda vai por erto fazer correr muita tinta...

Como ficam a Liga e a Federação, depois de aceitarem a inscrição do jogador sabendo que ele já alinhara por tres clubes ?

Quando o mar bate na rocha quem se lixa é sempre o mexilhão....

Exonerada e... nomeada no mesmo dia para outro tacho



Assim é que é trabalhar com eficiência…
No mesmo dia é exonerada, a seu pedido, e nomeada para um cargo (ou o mesmo?), mais bem remunerado…. (vejam bem as datas!) Assim se contorna a progressão na carreira.
Do Diário da República (2 Série) do passado dia 15 de Abril...















Só uma perguntinha: este Sr. não é o mesmo " policia " do Partido Socialista contra a corrupção ?

28/04/2008

BARRIL CHEGA AOS US$118, MAS GOVERNO FINANCIA FÓRMULA 1

Dia 22 a cotação WTI do barril do petróleo atingiu os 118 dólares. Por sua vez, a cotação do Brent no mesmo dia atingiu um máximo de US$116,67. Pois é nestas alturas que o governo Sócrates resolve gastar 2 milhões de euros do dinheiro dos contribuintes para subsidiar, a fundo perdido, um corredor de Fórmula 1. É o que se chama um subsídio errado, num momento errado e a transmitir a mensagem errada de gastar ainda mais petróleo, No entanto, o secretário de Estado que o concedeu classifica tal desperdício de dinheiros públicos como "acto normal" . A centralidade do Pico Petrolífero não é uma questão de somenos importância. O novo Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética , agora anunciado pelo governo Sócrates, não corresponde de forma alguma à magnitude dos problemas que terão de ser enfrentados nos anos pós-Pico. Não é com as medidas triviais preconizadas nesse plano, como substituição de lâmpadas de filamento por lâmpadas económicas e quejandas, que se resolverão os graves problemas energéticos portugueses – em particular no sector dos transportes. Seria aconselhável que os responsáveis pela energia neste governo estudassem o Paradoxo de Jevons a fim de entender porque aumentos de eficiência energética conduzem a aumentos do consumo total de energia.

24/04/2008

Petição em Defesa da Reserva Ecológica Nacional


Assina e Divulga a Petição em Defesa da Reserva Ecológica Nacional: http://www.petitiononline.com/ren2008/petition.html
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PETIÇÃOA Reserva Ecológica Nacional (REN) tem sido considerada um instrumento fundamental no Ordenamento do Território, pelo seu papel na regulação do uso de áreas de elevada sensibilidade do ponto de vista ambiental, fundamentais para o equilíbrio do território e para a segurança de pessoas e bens.As recentes inundações na área da Grande Lisboa fizeram mostrar, mais uma vez, que o respeito pelo espírito da REN teria evitado perdas humanas e enormes prejuízos materiais.Ainda assim, a legislação que define o regime jurídico da REN procura contribuir de forma decisiva para a salvaguarda da paisagem natural do país e para a limitação da construção em áreas do território de grande relevância ecológica, protegendo zonas envolventes das linhas de água, orlas costeiras, estuários e zonas húmidas, áreas de recarga de aquíferos e de prevenção de riscos naturais.Pelo seu sentido de património nacional, este instrumento da política de ordenamento do território é vital para a protecção dos valores ambientais e deve manter-se sob responsabilidade do Ministério do Ambiente ou das suas instituições desconcentradas. O diploma que o Governo já anunciou pretender aprovar para revisão do regime jurídico da REN, confere competências para a sua delimitação aos Municípios, o que proporciona incompatibilidades, por ser conhecida a dependência dos Municípios e dos orçamentos municipais da necessidade de aprovar novos empreendimentos de cariz edificado.Os signatários da presente Petição solicitam ao Senhor Presidente da República a sua intervenção para que seja rejeitada a municipalização da REN e para que qualquer revisão do regime jurídico da REN seja feita com base num prévio e amplo debate público, incompatível com o projecto de Decreto-Lei que aguarda aprovação pelo Governo.Os Promotores
Abel Cunha – Ambientalista, cronista.
Ana Pires – Geógrafa, presidente da Pró-Urbe.
Aníbal Ramos – Inspector de ambiente.
António Eloy – Docente universitário, consultor formador em energia e ambiente.
Carlos Nunes da Costa – Professor universitário, presidente do Geota.
Cláudio Torres – Arqueólogo, Prémio Pessoa, responsável do Campo Arqueológico de Mértola.
David Ferreira – Gestor.
Duarte Mata – Arquitecto paisagista; ambientalista.
Gonçalo Ribeiro Telles – Professor universitário; arquitecto paisagista.
Helena Roseta – Arquitecta, vereadora CML.
João Reis Gomes – Arquitecto paisagista, ex-técnico do ICN e do Inag.
José Manuel Pureza – Docente universitário.
Manuela Raposo Magalhães – Professora universitária, arquitecta paisagista.
Maria da Graça Azevedo de Brito – Professora universitária
Marisa Matias – Professora universitária, dirigente da Pró-Urbe.
Miguel Oliveira e Silva – Docente universitário, ambientalista, presidente da Associação Cegonha.
Nelson Peralta – Docente universitário, biólogo.
Paula Tavares – Bióloga, investigadora.
Paulo de Sá Caetano – Professor universitário.
Pedro Lourenço, Engº de ambiente.
Pedro Quartim Graça – Deputado, dirigente do MPT.
Pedro Soares – Docente universitário, geógrafo.
Rita Calvário – Eng.ª agrónoma.
Sónia Borges Coelho – Jurista, ambientalista.