16/08/2008

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CICLISMO I



7 DE JUNHO DE 2003


JORNAL DIARIO DO MINHO
Até breve, Grande Prémio do Minho
Federação em silêncio, perante morte anunciada do ciclismo


Etapa marcante do ciclismo profissional do Minho e do País, O Grande Prémio do Minho, cuja primeira edição remonta ao ano de 1977, não vai este ano para a estrada.
Deixaremos de ver o serpentear de um pelotão rico de cores vivas por entre o entrelaçado de bonitas paisagens da região.
Apesar do comunicado emitido pela Associação de Ciclismo do Minho, referir a “ conjuntura económica” esta, é a confirmação daquilo que os mais atentos à modalidade já anteviam, depois de a PAD- Produções de Actividades Desportivas, ter dado o dito por não dito, e não organizar o Grande Prémio. Já não seria novidade pelo facto de não terem realizado as Volta ao Algarve e a Volta ao Alentejo.
Como dizia Armindo Duarte Vice-presidente da Associação de Ciclismo do Minho, “ não podemos esperar mais tempo e como tal não estão reunidas as condições para que o Premio do Minho se concretize”
Quem fica a perder no meio de tudo isto são os clubes, os ciclistas e mais grave, a credibilidade da modalidade, junto dos potenciais patrocinadores.
Como pode haver quem invista na modalidade, clubes, ciclistas, associações, e principalmente aqueles, que dão aquilo com que se compram melões, se da parte da estrutura federativa apenas se houve um “ lamentamos “!...
Não foi a Federação Portuguesa de Ciclismo e o seu presidente Dr. Artur Moreira Lopes, quem retirou a concessão das organizações de provas à Sport Noticias e a deu de bandeja a uma PAD falida?
Aliás o Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, em resposta a uma minha solicitação, sobre o estado em que a PAD deixou muitas organizações, nomeadamente a da Volta ao Algarve, Volta ao Alentejo, Volta ao Minho, GNR-Brigada de Transito, e da queixa da Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais, solicitada no passado dia 27 de Fevereiro, apenas respondeu um mês depois, e com um lacónico texto onde se referia à queixa dos ciclistas que alegadamente já estaria “resolvida” e que a questão das provas seria um “assunto entre essas entidades e a PAD”.
Sintomática, da forma como é gerida a modalidade em Portugal. A Federação Portuguesa de Ciclismo, não pretendia entrar em cena a defender a modalidade….deixa isso para terceiros.
E o mais curioso no meio disto tudo, é que aquando da concessão da Sport Notícias, as queixas na UCI sobre “ anomalias” eram mais que muitas, contrapondo com a actual situação, em que uma entidade promoveu a seu belo prazer provas que já sabia que não as iria realizar.
Como fica a modalidade quando as provas como, o Grande Premio JN, Grande Premio Sport Noticias, Grande Premio do Minho, Premio Philips e muitas outras que já não se realizam?
Como reagem os clubes, associações e ciclistas perante este lavar de mãos como Pilatos?
O que faz a Federação Portuguesa de Ciclismo à dotação dada pelo Instituto do Desporto?
Que poder detém a Federação Portuguesa de Ciclismo, quando nem consegue negociar as verbas do totoloto, a exemplo de outras modalidades, para resolver a questão do policiamento nos escalões de formação? Vai a reboque das associações? Mas será que não é a esta entidade que cabe gerir a prática da modalidade?
Que faz ou fez a Federação Portuguesa de Ciclismo, perante as falhas já conhecidas? Não houve direitos e deveres nessa concessão? A Federação, apenas está preocupada com as “suas” organizações, demonstrando não ter iniciativa nem capacidade organizativa, para organizar os Campeonatos Nacionais!
Importantes questões que deveriam ser respondidas, por quem tem obrigação, ou seja pela Federação Portuguesa de Ciclismo, mas para que isso acontecesse, era sinal de que algo tinha mudado na estrutura, e mentalidade federativa. Até lá e como diz Serafim Ferreira “ muita água vai correr sob as pontes e o ciclismo, infelizmente, continuará a sua derrocada inexorável até que alguém ponha cobro a tantos desmandos e incompetência. " Valha-nos a “ carolice” de muitos amantes da modalidade, entre os quais destaco o Prof. José Santos, e a disponibilidade das equipas em prescindir de muitas verbas, depauperando a sua já pequena receita, para que os seus ciclistas tenham actividade e o povo anónimo continue a ver ciclismo.
Até lá, como povo de brandos costumes, continuaremos a aceitar que tudo passe impunemente sem que ninguém com responsabilidades deite mão a isto!...há já me esquecia que estão preocupados com o Euro 2004. Espero como contribuinte, que não despertem depois da “ morte” anunciada do ciclismo.


PALAVRAS PARA QUÊ ?


tEM A PALAVRA O COVEIRO MOR

12/08/2008

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CICLISMO


A partir de hoje vou dedicar algum espaço á Federação Portuguesa de Ciclismo e ao seu

" COVEIRO MOR" - ARTUR MOREIRA LOPES


"JORNAL A BOLA 21 DE ABRIL DE 2004"


CONGRESSO SOBRE A MODALIDADE FORA SUGERIDO PELA ASSOCIAÇÃO DE CICLISMO DO MINHO,


BOICOTADO PELA FEDERAÇÃO


Na tentativa de contribuir para o desenvolvimento da modalidade, em Portugal e projecta-la para patamares mais elevados- mesmo a nivel internacional - a Associação de Ciclismo do Minho agendou para os meses de Outubro e Novembro de 2002 um Congresso Nacional de Ciclismo que nunca chegou a realizar-se. " Pura e simplesmente porque a Federação Portuguesa de Ciclismo o Boicotou"


Palavras para quê ?


Amanhã há mais...

11/08/2008

Assino por baixo

Com o respeito que me merecem todas as opiniões esta não poderia deixar de estar de acordo
http://2w-paulao.blogspot.com/2008/08/pvoa-cycling-club-70-volta-portugal.html#links

06/08/2008

Hiroxima, 63 anos depois: pelo fim dos arsenais atómicos



No dia em que se assinalam 63 anos sobre a explosão da primeira bomba atómica em Hiroxima, a 6 de Agosto de 1945, matando 140 mil pessoas, Dsisaku Ikeda, presidente de uma das organizações pacifistas mais influentes do Japão, a rede Soka Gakkai Internacional, defende o objectivo de um mundo livre de armas nucleares. A existência de arsenais nucleares, diz, apenas intensifica a desconfiança mútua, aumenta as tensões e as ameaças à segurança nacional nas relações entre os Estados.
Por Thalif Deen, de Nova York para a IPS
Dsisaku Ikeda, presidente de uma das organizações pacifistas mais influentes do Japão, assegura que "para reviver e dar nova energia aos esforços em prol do desarmamento nuclear é preciso desafiar o conceito de que as armas atómicas são um mal necessário". A rede não-governamental Soka Gakkai Internacional, com sede em Tóquio e mais de 12 milhões de membro em 190 países, está a intensificar os esforços para conseguir o objectivo de um mundo livre de armas nucleares. "Devemos lembrar às pessoas que, embora actualmente não estejam a ser usadas, essas armas representam um enorme custo de recursos financeiros, tecnológicos e humanos que consomem para o seu desenvolvimento e manutenção", disse Ikeda, que também, além de activista pela paz, também é filósofo budista.
A intensificação da campanha coincide com o aniversário do lançamento de duas bombas atómicas sobre o Japão pelos Estados Unidos. A primeira atingiu a cidade de Hiroxima no dia 6 de Agosto de 1945, marcando o começo do fim da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Uma segunda bomba foi lançada sobre Nagasaki no dia 9 desse mesmo mês. O Japão rendeu-se no dia 15. Um ano depois, 140 mil pessoas tinham morrido em consequência dessas explosões nucleares.
O Japão, em aliança com a Alemanha nazi e a Itália fascista, entrou na guerra em 1941, como correlato da sua política expansionista, que já o levara a invadir a China em 1937. O presidente da câmara de Hiroxima, Tadatoshi Akiba, disse que essa cidade é uma peça-chave na campanha que busca eliminar as armas nucleares até 2020, da qual participa junto com o grupo "Presidentes de câmara pela paz".
Em entrevista à IPS, Dsisaku Ikeda disse que os habitantes de Hiroxima e Nagasaki não deixaram de elevar as suas vozes para lembrar ao mundo a ameaça que representam as armas nucleares.
Até que ponto o governo do Japão apoia esta campanha? Que impacto pode ter esta iniciativa sobre o desarmamento nuclear, quanto todas as anteriores não tiveram sucesso?
A falta de vontade das potências nucleares é um ponto-chave que impede o desarmamento. Mas, ao mesmo tempo, creio que a falta de interesses, a inexistência de um sentido de urgência entre os cidadãos do mundo é outro factor fundamental. Acredito que esta campanha é fruto do poderoso e irrefreável sentido de responsabilidade que experimentam as vítimas dos bombardeamentos atómicos em relação às futuras gerações. Na cimeira de Julho de Grupo dos Oito países mais poderosos foi divulgada uma declaração fazendo referências específicas à necessidade de chegar ao desarmamento nuclear.
Foi o primeiro pronunciamento desse tipo do G-8 que inclui Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, Japão e Rússia. Como país anfitrião desse encontro, o Japão tem uma responsabilidade especial quanto ao desarmamento nuclear. Devemos reviver um estado de consciência, que nasce do senso comum, sobre a irracionalidade da opção pelas armas nucleares, e para conseguir isto é fundamental que os cidadãos comuns continuem a expressar a sua oposição através de instrumentos como esta campanha.
Qual é sua reacção diante dos cépticos que dizem que o desarmamento é uma meta inalcançável, considerando que o mundo aceitou nas últimas três décadas a entrada no "clube atómico" de três novos membros, como Índia, Israel e Paquistão?
A tentação de baixar os braços certamente existe. Mas, não podemos dar-nos a esse luxo, porque a presente situação é insustentável. Se pensarmos sobre o assunto, fica claro que a posse de armas nucleares apenas intensifica a desconfiança mútua e as suspeitas. Aumentam as tensões e as ameaças à segurança nacional nas relações entre os Estados. Ao mesmo tempo, é impossível imaginar que as armas nucleares sirvam como dissuasão para os grupos terroristas.
Por certo, confiar nelas para alcançar objectivos de segurança no mundo de hoje é, no mínimo, uma proposta duvidosa. Devemos focar o tema do ponto de vista que pode ser chamado de "novo realismo". Pensemos nos países que estavam a desenvolver, ou já possuíam, armas atómicas, mas abandonaram-nas porque decidiram que tê-las não ajudava aos seus interesses de segurança nacional. Brasil, Argentina, Bielorússia, Cazaquistão, Líbia, África do Sul e Ucrânia optaram por este caminho. Baseados em acordos de segurança regional, deram-se conta de que podiam atingir seus objectivos sem depender das armas nucleares.
A única defesa total é a sua eliminação e a segurança de que nunca voltarão a ser produzidas. Devemos garantir que todos os materiais passíveis de fissão que podem ser usados para fabricá-las sejam rigidamente controlados, em condições confiáveis. Isto não só promoverá a segurança nacional como, também, a da humanidade. Abolir os arsenais atómicos é a alternativa mais realista que temos.
Acredita que as cinco maiores potencias nucleares (Estados Unidos, Rússia, Grã-Bretanha, França e China) têm autoridade moral para pedir o desarmamento ou a não-proliferação, quando elas próprias se negam a desmantelar os seus arsenais?
Já há muito tempo se diz que cabe a elas a principal responsabilidade. Esta é a razão pela qual continuo a reclamar o reinício das paralisadas negociações sobre desarmamento entre Estados Unidos e Rússia. E é também a razão pela qual exorto esses cinco países a desenvolverem um contexto internacional com uma data limite obrigatória para chegar ao desarmamento nuclear. Em 2010 haverá uma conferência internacional para rever o Tratado de Não-proliferação de Armas Nucleares. É preciso voltar ao seu espírito original: evitar o perigo da guerra atómica e salvaguardar a segurança dos povos. Deve-se encontrar um caminho para promover a não-proliferação e o desarmamento, para ajudar as nações a libertarem-se da dependência a respeito das armas nucleares.
Em Setembro de 1981, Israel bombardeou uma suposta instalação nuclear no Iraque e em Setembro do ano passado lançou um ataque semelhante contra uma instalação na Síria. Israel tem o direito moral para agir desta forma, violando soberanias nacionais e possuindo armas nucleares?
Os povos de todas as nações têm o direito de viver em paz e segurança. E cada país deve perseguir esse objectivo através de meios pacíficos. O uso da força militar nunca produz verdadeira estabilidade. A força cria novos círculos de ódio e ressentimento, deixando um legado negativo para todas as partes. As faíscas do conflito não podem ser extintas com mais fogo. É preciso água. Em lugar de chamas do ódio, necessitamos de uma torrente de diálogo. É a melhor forma de apagar o incêndio.

04/08/2008

MÉDICOS DO MUNDO CONTRA A DISCRIMINAÇÃO DOS CIGANOS


Os "actos de discriminação" de que são alvo a população cigana entraram num novo patamar por toda a Europa, "perante a indiferença dos cidadãos e dos governos europeus", denuncia em comunicado a Associação Médicos do Mundo. No centro das críticas está o governo italiano que prossegue a sua política de identificação sistemática e expulsão dos ciganos, mas os restantes países europeus também têm culpas no cartório.
A Associação Médicos do Mundo denuncia as medidas de que está a ser alvo a comunidade de cerca de 140 mil pessoas de etnia cigana que vivem em Itália. Este procedimento foi instaurado pelo ministro de Assuntos Europeus do Governo Berlusconi, Andrea Ronchi, uma figura de proa do movimento populista e xenófobo Aliança Nacional. "Apenas com justificação na origem étnica, este tipo de censo não deve ser tolerado pela comunidade internacional e foi recentemente condenado pelo Parlamento Europeu", considera a associação.
A Médicos do Mundo denuncia também a cumplicidade da Cruz Vermelha italiana que, sob cobertura da prestação de cuidados sanitários, está auxiliar na contagem do número de pessoas ciganas que vivem na cidade de Roma. "A discriminação que está a ter lugar em Itália, e noutros países europeus, não pode continuar sem ser denunciada. A história ensinou-nos que a indiferença e o silêncio podem alimentar os piores abusos" , defendem. Recentemente, o jornal francês Le Monde revelou que estão a aumentar as operações de desmantelamento de acampamentos ciganos em França. Até ao final deste mês serão evacuados mais de 600 ciganos de um acampamento em Saint-Ouen, mas apenas cerca de uma centena terão oportinidade de obter alojamento numa "vila de reinserção". Aos restantes resta a expulsão para a Bulgária e Roménia. E para evitar o seu regresso ao abrigo da ajuda humanitária, o governo francês já está a ultimar um decreto que impõe uma ficha biométrica, em que pode haver recolha de saliva, e que na verdade já está a ser aplicado. A Associação SOS Racismo corrobora a opinião dos Médicos do Mundos e alerta para o facto de Portugal não estar imune a estas críticas. José Falcão denuncia as políticas discriminatórias da responsabilidade dos governos, das câmaras municipais e da polícia. O estatuto dos mediadores socio-culturais que nunca foi aprovado, a mão pesada da Justiça quando se trata de julgar ciganos, ou a política de habitação que atira estas comunidades para guetos sem condições, são algumas das críticas. Um exemplo flagrante foi a actuação recente da GNR no Alentejo, que obrigava as comunidades ciganas a assinarem um documento em que se responsabilizavam por tudo o que acontecesse durante os casamentos e baptizados ciganos, e no qual garantiam que não frequentariam os bares e restaurantes da zona.
A Médicos do Mundo e a organização Romeurope pedem à presidência francesa da União Europeia que manifeste a sua oposição às práticas discriminatórias e estabeleça uma verdadeira política de integração das populações ciganas em território europeu.

03/08/2008

Salmonelas interditam praia da Lagoa a banhos..NÃO HÁ CONSEQUENCIAS POLITICAS ?


A Praia da Lagoa, junto ao Novotel Vermar, na Póvoa de Varzim, está interdita a banhos, desde ontem, devido à presença de salmonela. João Nunes, o concessionário da praia, não se conforma e contesta a decisão.
A colheita bacteriológica, diz João Nunes, é do dia 23 de Julho. Entretanto, até já foi feita nova colheita, seis dias depois, mas só agora interditam a praia.
Na passada sexta-feira, já o concessionário se preparava para fechar quando recebeu a notícia: a delegada de Saúde, por fax enviado às 18,33 horas, informava a Capitania poveira da presença da bactéria nas águas da Praia da Lagoa, com base na análise do dia 23, e, por decisão do Centro Regional de Saúde Pública do Norte (CRSP/Norte), ordenava a interdição da praia a banhos.
"É tratamento que se dê aos banhistas? Passados 10 dias?", questionou, indignado, João Nunes. Ao lado, um dos muitos banhistas da praia concorda: "Queria ter sido informado era no dia".
O concessionário explica que, no dia 23, a praia da Lagoa teve uma "praga" de alforrecas. Com as águas paradas, João Nunes limpou a água das centenas de alforrecas. Provavelmente, será essa a explicação para o resultado positivo à salmonela. No dia seguinte, a corrente mudou e já com o mar mais batido, diz, o problema "desapareceu".
Dez dias depois, chega a interdição, ao final da tarde de sexta-feira, no primeiro fim-de-semana de Agosto, e sabendo que "os resultados das análises do dia 29 saem segunda-feira", nota João Nunes. O concessionário não se conforma e faz um alerta: "Estão a enxotar o turismo".
O facto é que, pelo menos até amanhã, os banhos estão proibidos na Lagoa, mas, ontem, muitos eram os que, apesar do edital afixado mesmo à entrada da praia, iam a banhos.
Com a classificação de "boa" das análises do INAG ao lado da interdição, alguns ficaram confusos com as contradições, outros, dizem, acreditam na palavra de quem, há anos, vigia a praia poveira.
Noticia retirada do JN
Então como é Manuel Angélico ? Não havia tratamento de águas antes delas chegarem ao Mar ? Que consequencias politicas vai Macedo Vieira tirar ? Nada como sempre ?

QUE GRANDE PAÍS - Idosa recebe 1 euro como complemento de reforma


Uma idosa de 88 anos foi informada pela Segurança Social que vai passar a receber um complemento de reforma no valor de um euro por mês. Para ter direito ao "Complemento Solidário de Reforma", a octagenária teve que percorrer um processo de candidatura que incluiu a entrega das declarações de IRS dos seus seis filhos. Só receberá um cheque quando o valor a pagar pela Segurança Social perfizer a quantia de 5 euros.


Em declarações à imprensa, Joana Dias Sampaio, com 88 anos e residente na freguesia de Delães, afirmou que quando lhe leram a carta a informar que ia receber um euro por mês, apeteceu-lhe "atirar o papel contra a parede".

Joana Sampaio trabalhou toda a sua vida na agricultura e recebe uma pensão de reforma no valor de 299 euros. Informada pelos serviços da segurança social de que tinha direito ao complemento, a octagenária procedeu à respectiva candidatura, com o apoio da família.

Para beneficiar do chamado "Complemento Solidário para Idosos", que se destina a pessoas com mais de 65 anos e baixos recursos, Joana teve que preencher o respectivo formulário e entregar declarações de IRS dos seus seis filhos.

O processo de candidatura ao suplemento de reforma começou em Fevereiro de 2008, mas em finais de Julho a idosa ainda não tinha recebido qualquer cheque. Como lhe explicaram na segurança social, o pagamento só é efectuado quando atinge o valor mínimo de cinco euros, o que demora cinco meses a acontecer.

Joana Sampaio planta uma horta com produtos alimentares para seu próprio consumo junto da casa onde reside e afirmou à imprensa que de outra forma não teria acesso a esses produtos.

02/08/2008

Contradições ou algo mais?


"Não vejo nada em contrário. Somos organizadores e não é um organizador que deve ter o ónus de decidir se um corredor está ou não apto para participar numa corrida", disse Joaquim Gomes à agência Lusa, justificando assim a decisão de deixar correr os ciclistas espanhóis.
"Se a União Ciclista Internacional (UCI) e a Associação Mundial Antidopagem (AMA) não fizeram nada, é um organizador que o deve fazer? A UCI que o faça, se tiver elementos, mas julgo que isso não acontecerá", acrescentou o director da prova. Joaquim Gomes adiantou ainda que a Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais (APCP), a Associação Nacional de Equipas de Ciclismo (ANEC) e o representante de Portugal da Associação Internacional de Jornalistas de Ciclismo (AIJC), consultados pela organização da corrida, "foram da opinião de que não cabe à PAD/João Lagos Sports decidir".

(Excerto da entrevista dada pelo responsável da organização da volta, quando questionado sobre a participação de ciclistas Espanhóis envolvidos na Operação Puerto.)
in Diário de Noticias
2007.08.01

"A PAD/Lagos Sports, no desempenho da sua função de organizadora da 70ª Volta a Portugal em Bicicleta, vem desta forma comunicar oficialmente a decisão de não convidar a equipa de ciclismo LA/MSS a marcar presença na próxima edição da prova, a disputar de 13 a 24 de Agosto.
Fiel a princípios sempre defendidos com denodo e resistência, na luta por um ciclismo limpo e transparente, em que os seus intervenientes competem com dignidade e igualdade de oportunidades, não podia a PAD/Lagos Sports tomar outra atitude que não esta, em deixar fora da Volta a Portugal, prova maior do meio velocipédico nacional, a equipa LA/MSS.
Com efeito, tendo por base os factos e elementos de suspeição de dopagem organizada, relacionados com a equipa em questão e publicamente denunciados pelas autoridades portuguesas, e, ainda, as consequentes posições oficiais da própria Federação Portuguesa de Ciclismo e da Comissão de Ciclismo de Estrada, a PAD/Lagos Sports vem com esta sua decisão encorpar uma luta que deve ser sem tréguas contra todos aqueles que, pelas suas condenáveis acções de procurar triunfar a qualquer preço, apenas contribuem para manchar e destruir uma modalidade olímpica que é tão próxima e querida do povo português."

(Comunicado da pad/joão lagos sport, para justificar a ausência da equipa Portuguesa LA/MSS/Póvoa de Varzim)


Repararam nas diferenças?
O que em 1 (um) ano, as coisas mudaram... e mudaram porquê?

Se há um ano não lhes competia julgar a inocência ou culpabilidade dos ciclistas, a UCI que decidisse, como se deu esta mudança de posição ?

Será mais fácil “castigar” ciclistas e/ou equipa(s) Portuguesa(s), do que equipas Estrangeiras com conceituados atletas?

Será para a pad mais importante as suspeitas do que os factos?

Se para a UCI ainda está tudo bem, até serem provados os factos, para quê esta sede de justiça, esta luta sem tréguas contra “ suspeições” por fundamentar?

Quem estará interessado na não participação da LA MSS na volta?

Já agora, para quem defende com intransigência os bons princípios, será normal o organizador da prova patrocinar uma das principais equipas?!

Quem envergará o Dorsal Nº1? Ah, pois...

Está na Hora da liberdade chegar ao Ciclismo.
As respostas ás questões aqui levantadas brevemente serão divulgadas neste espaço.

Se souberem responder a algumas são livres de utilizar este Blog.
Mas podem ter a certeza que para todas vamos ter uma explicação. Doa a quem Doer!!!


Retirado do Blog http://umdiavamosserlivres.blogspot.com/

31/07/2008

"MAGALHÃES" É PUBLICIDADE ENGANOSA


Primeiro foram as notícias que davam conta de uma nova fábrica da Intel em Portugal. Um sucesso, garantia-se, que já tinha 4 milhões de encomendas ainda antes de ser instalada a primeira pedra. Um investimento que iria criar 1000 postos de trabalho qualificados, na zona de Matosinhos, graças à diligência do Governo. A apresentação foi ontem. Com pompa e circunstância a imprensa andou dois dias a anunciar o “primeiro portátil português”. O Magalhães é um computador inspirado no navegador, diziam ontem as televisões em coro. Para dar credibilidade à coisa, o mais famoso relações públicas nacional e o presidente da Intel subiram ontem ao palco do Pavilhão Atlântico para a "apresentação mundial" deste computador de baixo custo.

Um único problema. Não só o computador não tem nada de novo como a única coisa portuguesa é a localização da fábrica e o capital investido. A "novidade mundial" ontem apresentada, já tinha sido anunciada a 3 de Abril - no Intel Developer Forum, em Shangai - e foi analisada pela imprensa internacional vai agora fazer quatro meses. O tempo que tem a segunda geração do Classmate PC da Intel, que é o verdadeiro nome do Magalhães. De resto, o primeiro computador mundial para as crianças dos 6 aos 11 anos, características que foram etiquetadas pela imprensa lusa por ser resistente ao choque e ter um teclado resistente à agua, já está à venda na Índia e Inglaterra. No primeiro país com o nome de MiLeap X, no segundo como o JumpPC. O “nosso” Magalhães é isso mesmo, uma versão produzida em Portugal sob licença da Intel, uma história bem distinta da habilmente "vendida" pelo governo para criar mais um caso de sucesso do Portugal tecnológico.

Fábrica da Intel nem vê-la e os tão falados 1000 novos postos de trabalho ainda menos, tudo se ficando por uma extensão da actual capacidade de produção da fábrica da JP Sá Couto. Serão 80 novos empregos, 250 se conseguirem exportar para os Palops. Os tais 4 milhões, que já estavam assegurados, lembram-se? Só que as 4 milhões encomendas não passam de wishful thinking do nosso primeiro. E muito pouco credível. Em todos os países onde o computador está à venda é produzido através de licenças com empresas locais. Como explicou o presidente da Intel, a empresa continua à procura de parceiros locais para ganhar quota de mercado com o Classmate PC, não o Magalhães.

A guerra de Intel é outra, como se pode perceber no relato que um dos mais reputados sites tecnológicos - a Arstechnica, do grupo editorial da New Yorker - faz da apresentação da Intel e do governo português: espetar o derradeiro prego no caixão do One Laptop for Child, o projecto de Nicholas Negroponte e do MIT para destinar um computador a cada criança dos países do terceiro mundo. É essa a importância estratégica para a Intel. O resto é fogo de vista para português ver.
PS: Não tenho nada contra a iniciativa em si, parecendo-me meritório um projecto para garantir um contacto precoce de milhares de alunos com a informática. Mas isso não quer dizer que aceite gato por lebre. Não seria nada mau sinal se a imprensa nacional, que andou a vender uma história ficcionada, também cumprisse o seu papel.
Ler mais em 0 de Conduta

30/07/2008

OLHA PARA O QUE DIGO E NÃO PARA O QUE FAÇO


Comunicado da PAD/Lagos Sport: "LA/MSS excluída da Volta a Portugal"
29-Jul-2008

"A PAD/Lagos Sports, no desempenho da sua função de organizadora da 70ª Volta a Portugal em Bicicleta, vem desta forma comunicar oficialmente a decisão de não convidar a equipa de ciclismo LA/MSS a marcar presença na próxima edição da prova, a disputar de 13 a 24 de Agosto.
Fiel a princípios sempre defendidos com denodo e resistência, na luta por um ciclismo limpo e transparente, em que os seus intervenientes competem com dignidade e igualdade de oportunidades, não podia a PAD/Lagos Sports tomar outra atitude que não esta, em deixar fora da Volta a Portugal, prova maior do meio velocipédico nacional, a equipa LA/MSS.
Com efeito, tendo por base os factos e elementos de suspeição de dopagem organizada, relacionados com a equipa em questão e publicamente denunciados pelas autoridades portuguesas, e, ainda, as consequentes posições oficiais da própria Federação Portuguesa de Ciclismo e da Comissão de Ciclismo de Estrada, a PAD/Lagos Sports vem com esta sua decisão encorpar uma luta que deve ser sem tréguas contra todos aqueles que, pelas suas condenáveis acções de procurar triunfar a qualquer preço, apenas contribuem para manchar e destruir uma modalidade olímpica que é tão próxima e querida do povo português."
A Administração da PAD/Lagos Sports
Pois é...
Então em que ficamos senhor João Lagos ?
A equipa do Benfica, perdão a sua equipa, que até escondeu este ano um caso positivo, com o beneplácito da Comunicação Social, não vai participar na Volta ?
É este o pagamento que tem de fazer por lhe ser atribuida a organização da maior prova do ciclismo luso ?
Como pode convidar a A Saunier Duval - agora Scott-American Beef - e a Barloworld, ainda sem nova denominação conhecida, que estiveram envolvidas no escandalo do Tour deste ano, e deixar de fora sem que haja qualquer acusação a LA/MSS;
Entretanto soube agora que para o ano já não há BENFICA... e esta hem ?

25/07/2008

Bruno Pires segundo em Espanha


Escrito por Rui Quinta
Ciclismo Digital

Vladimir Karpets (Caisse d’Epargne) venceu hoje a Clássica de Ordizia, prova basca onde Bruno Pires (LA - MSS - Póvoa) esteve em destaque ao ser segundo, a 33 segundos do russo e com seis de vantagem sobre o terceiro, Sergio Pardilla (Burgos Monumental). Constantino Zaballa (LA - MSS - Póvoa) venceu a classificação da montanha.
Depois de várias tentativas de fuga sem êxito, Vladimir Karpets (Caisse d’Epargne) atacou a cerca de quinze quilómetros do final e já não foi alcançado, ultrapassando a linha de meta com mais de meio minuto de vantagem para o segundo classificado, o português Bruno Pires, da LA-MSS-Póvoa.
Pires pedalou durante algum tempo na companhia de Sergio Pardilla (Burgos Monumental) mas no final deixou o espanhol a seis segundos. Manuel Vázquez (Contentpolis-Múrcia), vencedor da Volta ao Alentejo de 2007, foi quarto e José Rujano (Caisse d’Epargne) foi quinto.
Constantino Zaballa, um dos fugitivos do dia, venceu a classificação da montanha e foi o segundo melhor ciclista da equipa poveira no final, a 1.36 minutos de Karpets, no 13º lugar, integrado no pelotão, tal como Ángel Vicioso, 17º, e Xavier Tondo, 27º. Por equipas a LA-MSS-Póvoa foi segunda atrás da Caisse d’Epargne.
Presente esteve também o Benfica, tendo terminado apenas Edgar Pinto, na 39ª posição a 3.24 minutos.
1 - Vladimir Karpets Caisse d'Epargne 3:50:04
2 - Bruno Pires LA-MSS-Póvoa + 0.33
3 - Sergio Pardilla Burgos Monumental + 0.39
4 - Manuel Vázquez Contentpolis-Murcia + 1.32
5 - José Rujano Caisse d'Epargne + 1.34
6 - Jesús Buendía Contentpolis-Murcia + 1.35
7 - Miyataka Simizu Mitan Hompo + 1.36
8 - Alexey Shchebelin Cinelli-OPD mt
9 - Adrián Palomares Contentpolis-Murcia mt
10 - José Antonio Carrasco Andalucia-CajaSur mt

24/07/2008

A subserviencia tem limites

Quem esteve no passado sábado em Touguinhó, freguesia de Vila do Conde a assistir á inauguração da Praça Santo António deve ter ficado envergonhado... não os forasteiros naturalmente, mas os próprios touguinhoenses; senão vejamos:


A Junta de Freguesia, liderada pelo Partido Socialista, faz tábua rasa da regulamentação vigente: Senão veja:






Sabe onde fica não sabe ?


Então e que passeios são estes ?



como consegue uma cadeira de rodas ultrapassar este obstáculo ?

O que impedia que o passeio fosse mais largo ?

Apenas e tão só as vistas curtas do executivo autárquico, mesmo sabendo que estão a violar o decreto lei 163/2006 de 8 de Agosto;

Já agora eu transcrevo o que diz esse decreto lei


"São, assim, devidas ao Estado acções cuja finalidade seja garantir e assegurar os direitos das pessoas com necessidades especiais, ou seja, pessoas que se confrontam com barreiras ambientais, impeditivas de uma participação cívica activa e integral, resultantes de factores
permanentes ou temporários, de deficiências de ordem intelectual, emocional, sensorial, física ou comunicacional. Do conjunto das pessoas com necessidades especiais fazem parte pessoas com mobilidade condicionada, isto é, pessoas em cadeiras de rodas, pessoas incapazes de andar ou que não conseguem percorrer grandes distâncias, pessoas com dificuldades sensoriais, tais como
as pessoas cegas ou surdas, e ainda aquelas que, em virtude do seu percurso de vida, se apresentam transitoriamente condicionadas, como as grávidas, as crianças e os idosos....
Visa-se impedir a realização de loteamentos e urbanizações e a construção de novas edificações que não cumpram os requisitos de acessibilidades estabelecidos no presente decreto-lei....

Artigo 2.o
Âmbito de aplicação
1—As normas técnicas sobre acessibilidades aplicam- se às instalações e respectivos espaços circundantes da administração pública central, regional e local, bem como dos institutos públicos que revistam a natureza de serviços personalizados ou de fundos públicos.
2—As normas técnicas aplicam-se também aos seguintes edifícios, estabelecimentos e equipamentos de utilização pública e via pública:
a) Passeios e outros percursos pedonais pavimentados;

Artigo 3.o
Licenciamento e autorização
1—As câmaras municipais indeferem o pedido de licença ou autorização necessária ao loteamento ou a obras de construção, alteração, reconstrução, ampliação ou de urbanização, de promoção privada, referentes a edifícios, estabelecimentos ou equipamentos abrangidos pelos n.os 2 e 3 do artigo 2.o, quando estes não cumpram os requisitos técnicos estabelecidos neste decreto-lei.
2—A concessão de licença ou autorização para a realização de obras de alteração ou reconstrução das edificações referidas, já existentes à data da entrada em vigor do presente decreto-lei, não pode ser recusada com fundamento na desconformidade com as presentes normas técnicas de acessibilidade, desde que tais obras não originem ou agravem a desconformidade com estas
normas e se encontrem abrangidas pelas disposições constantes dos artigos 9.o e 10.o...
Artigo 15.o
Responsabilidade disciplinar
Os funcionários e agentes da administração pública central, regional e local e dos institutos públicos que revistam a natureza de serviços personalizados ou fundos públicos que deixarem de participar infracções ou prestarem informações falsas ou erradas, relativas ao presente
decreto-lei, de que tiverem conhecimento no exercício das suas funções, incorrem em responsabilidade disciplinar, nos termos da lei geral, para além da responsabilidade
civil e criminal que ao caso couber.
Artigo 16.o
Responsabilidade contra-ordenacional
Constitui contra-ordenação, sem prejuízo do disposto no Decreto-Lei n.o 555/99, de 16 de Dezembro, todo o facto típico, ilícito e censurável que consubstancie a violação de uma norma que imponha deveres de aplicação, execução, controlo ou fiscalização das normas técnicas constantes do anexo ao presente decreto-lei, designadamente:
a) Não observância dos prazos referidos nos n.os 1 e 2 do artigo 9.o para a adaptação de instalações, edifícios, estabelecimentos e espaços abrangentes em conformidade com as normas técnicas constantes do anexo ao presente decreto-lei;
b) Concepção ou elaboração de operações urbanísticas em desconformidade com os requisitos técnicos estabelecidos no presente decreto-lei;
c) Emissão de licença ou autorização de funcionamento de estabelecimentos que não cumpram as normas técnicas constantes do anexo ao presente decreto-lei;
d) Incumprimento das obrigações previstas no artigo 4.o
Artigo 17.o
Sujeitos
Incorrem em responsabilidade contra-ordenacional os agentes que tenham contribuído, por acção ou omissão, para a verificação dos factos descritos no artigo anterior, designadamente o projectista, o director técnico ou o dono da obra.
Artigo 18.o
Coimas
1—As contra-ordenações são puníveis com coima de E 250 a E 3740,98, quando se trate de pessoas singulares, e de E 500 a E 44 891,81, quando o infractor for uma pessoa colectiva.
2—Em caso de negligência, os montantes máximos previstos no número anterior são, respectivamente, de E 1870,49 e de E 22 445,91.
3—O disposto nos números anteriores não prejudica a aplicação de outras normas sancionatórias da competência das entidades referidas nos artigos 3.o e 6.o
4—O produto da cobrança das coimas referidas nos n.os 1 e 2 destina-se:
a) 50% à entidade pública responsável pela execução das políticas de prevenção, habilitação, reabilitação e participação das pessoas com deficiência para fins de investigação científica;
b) 50% à entidade competente para a instauração do processo de contra-ordenação nos termos do artigo 21.o
Artigo 19.o
Sanções acessórias
1—As contra-ordenações previstas no artigo 16.o podem ainda determinar a aplicação das seguintes sanções acessórias, quando a gravidade da infracção o justifique:
a) Privação do direito a subsídios atribuídos por entidades públicas ou serviços públicos;
b) Interdição de exercício da actividade cujo exercício dependa de título público ou de autorização ou homologação de autoridade pública;
c) Encerramento de estabelecimento cujo funcionamento esteja sujeito a autorização ou licença de autoridade administrativa;
d) Suspensão de autorizações, licenças e alvarás.
2—Para efeitos do disposto no número anterior, a autoridade competente para a instauração do processo de contra-ordenação notifica as entidades às quais pertençam as competências decisórias aí referidas para que estas procedam à execução das sanções aplicadas.
3—As sanções referidas neste artigo têm a duração máxima de dois anos, contados a partir da decisão condenatória definitiva.


ANEXO
Normas técnicas para melhoria da acessibilidade
das pessoas com mobilidade condicionada
Capítulo 1—Via pública:
Secção 1.1—Percurso acessível:
1.1.1—As áreas urbanizadas devem ser servidas por uma rede de percursos pedonais, designados de acessíveis, que proporcionem o acesso seguro e confortável das pessoas com mobilidade condicionada a todos os pontos relevantes da sua estrutura activa, nomeadamente:
1) Lotes construídos;
2) Equipamentos colectivos;
3) Espaços públicos de recreio e lazer;
4) Espaços de estacionamento de viaturas;
5) Locais de paragem temporária de viaturas para
entrada/saída de passageiros;
6) Paragens de transportes públicos.
1.1.2—A rede de percursos pedonais acessíveis deve ser contínua e coerente, abranger toda a área urbanizada e estar articulada com as actividades e funções urbanas realizadas tanto no solo público como no solo privado.
1.1.3—Na rede de percursos pedonais acessíveis devem ser incluídos:
1) Os passeios e caminhos de peões;
2) As escadarias, escadarias em rampa e rampas;
3) As passagens de peões, à superfície ou desniveladas;
4) Outros espaços de circulação e permanência de peões.
1.1.4—Os percursos pedonais acessíveis devem satisfazer o especificado no capítulo 4 e os elementos que os constituem devem satisfazer o especificado nas respectivas secções do presente capítulo.
1.1.5—Caso não seja possível cumprir o disposto no número anterior em todos os percursos pedonais, deve existir pelo menos um percurso acessível que o satisfaça, assegurando os critérios definidos no n.o 1.1.1 e distâncias de percurso, medidas segundo o trajecto real no terreno, não superiores ao dobro da distância percorrida pelo trajecto mais directo.
Secção 1.2—Passeios e caminhos de peões:
1.2.1—Os passeios adjacentes a vias principais e vias distribuidoras devem ter uma largura livre não inferior a 1,5 m.

O que fez a junta de freguesia, e a Câmara Municipal?

Nada como sempre....ao sabor dos interesses que não são os das populações

A Verdade da Mentira


Passando por cima da prestação do papel de serviço público ou governamental, prestado pela RTP1, o que Sócrates deveria é mentir menos e explicar mais porque:

Não cumpre as suas promessas eleitorais de 2005 que consagrava claramente: "o governo promoverá a revisão do Código de Trabalho, tomando por base as propostas de alteração apresentadas na Assembleia da República".
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Ontem no telejornal das 13 horas da RTP1, entrou-nos pela casa dentro o directo da reunião do grupo parlamentar do PS, onde José Sócrates concluía que "o novo Código de Trabalho é uma mudança a favor da economia, dos trabalhadores e das empresas", para acrescentar considera ser "o mérito da sua proposta de combate a precariedade, incentiva o contrato sem termo, melhora as condições de adaptabilidade das empresas e está disposto a discutir a proposta de Lei com a esquerda, definindo como propósito socialista desse confronto "denunciar todos os embustes e a demagogia da esquerda sectária e conservadora", disse.

Passando por cima da prestação do papel de serviço público ou governamental, prestado pela RTP1, o que Sócrates deveria é mentir menos e explicar mais porque:

-Não cumpre as suas promessas eleitorais de 2005 que consagrava claramente: "..., o governo promoverá a revisão do Código de Trabalho, tomando por base as propostas de alteração apresentadas na Assembleia da República, ...".

- mantém e aprofunda o código Bagão Félix, aliás amplamente reconhecido pelo presidente da CIP Francisco Van Zeller, em entrevista[1] afirmou: "Vieira da Silva fez melhor do que um governo de direita".

- "trata de forma igual o que à partida é desigual" na relação laboral, pondo em causa uma visão moderna do direito do trabalho. Aposta no abaixamento dos custos de trabalho por via da flexibilização dos horários e da constituição do "Banco de Horas, na desregulação laboral e social, na precariedade laboral, no ataque à contratação colectiva e aos sindicatos e nos despedimentos simplex.

- aumenta o período experimental para 6 meses, cria o contrato intermitente, limita a 6 anos o contrato a termo incerto e legaliza o trabalho precário - contratos a prazo e recibos verdes.

O PS está a ocupar o espaço da direita que se revê amplamente nestas propostas que não resolvem os problemas da competitividade e da economia, já de si baseada no desemprego, na precariedade e nos baixos salários. Este é o paradigma que é preciso alterar. Esta é a verdade das mentiras que José Sócrates propagandeou e que nos entrou pela casa adentro.

José Casimiro

10/07/2008

LA/MSS na estrada Já !

Soube através do Veloluso, que por iniciativa do Hugo Felix Silva - que não conheço, - corre uma PETIÇÃO ON-LINE onde se pede não mais do que... Justiça.

Como alguém escreveu, havendo culpados, que se castiguem na devida proporção à do ilícito.

Estão cinco Corredores, mais um director-desportivo, um massagista, um médico e um dirigente de uma equipa de Ciclismo suspensos sem qualquer espécie de culpa formada.

Isto não é Justo.

É aqui que, quem realmente (*) acha que o deve fazer, a poderá assinar.


http://www.petitiononline.com/LAMSS/petition.html

06/07/2008

http://ww1.rtp.pt/desporto/index.php?headline=37&visual=17&article=154351&tema=21

OUTRA "GAFFE" DO CNAD (ou... como a FPC pode ser amiga)


Ainda se lembram – com certeza que se lembram – da anedota que foi uma equipa composta por um médico e um inspector anti-doping se terem apresentado para controlar… um Corredor que já não está no activo. Mas soube de uma outra estória que é, pelo menos… interessante. Se a FPC está a esforçar-se para acabar de vez com o Cycling Clube da Póvoa porque, alegadamente, esta equipa infringiu a Lei anti-doping apesar de isto carecer de uma decisão judicial (e, insisto, as provas recolhidas pela PJ não poderem ser legalmente usadas pelo CD da federação), digam-me os que estiveram, de verdade, preocupados com os Regulamentos, o que fazer com uma equipa de topo que os não está a cumprir? Quero ver quantas vozes se vão levantar a propósito deste caso, limpidamente ilegal e que só passou devido à… benevolência da FPC. E não procurem desculpas porque iria ser extremamente difícil compreendê-las. Mas deixem-me contar a história de outra maneira…Nesta semana que acabou foi notícia a tremenda gaffe do CNAD ao apresentar-se em casa de um Corredor, que já tinha abandonado a competição, para lhe fazerem testes fora de competição. O que eu vim a saber é que tal gaffe não é original. Já aconteceu, também, tendo como vítima… um jovem que nada tem a ver com estas guerras. Um jovem que, curiosamente, foi aceite pela FPC como elemento efectivo de uma determinada equipa mas que não correu prova alguma. Será que tem mesmo contrato com essa equipa? Será que recebe o ordenado que lhe seria devido enquanto trabalhador por conta de outrem? O curioso é que basta ver o registo das equipas, no site da FPC, onde nesta, aqui em causa, estão inscritos 16 corredores; e o sítio oficial da própria equipa no qual o plantel aparece com… 14 corredores. Como o documento junto esclarece, nenhuma equipa Continental pode ter um número de corredores com idade superior aos 26 anos, igual ou maior do que aqueles que são mais novos.
Está nos Regulamentos da FPC. E estes são Lei, em termos desportivos.


Pois é!... Não basta ser sério, também é preciso parecê-lo!...

(ou... como a FPC pode ser amiga)


Veloluso

04/07/2008

A PSEUDO ENTREVISTA AO PSEUDO ENGENHEIRO



Esta semana o pseudo engenheiro teve uma opurtunidade de ir á televisão publica dar um entrevista que se esperaria que fosse confrontado com os seus erros e com as questões mais importantes e mais discutidas entre a sociedade.
No entanto e sem surpresa nenhuma para quem topa este "sistema" a entrevista foi toda ela uma falsidade,uma entrevista manipulada,previamente combinada entre a rtp e o primeiro ministro para que o pseudo engenheiro pudesse "vender" e construir uma nova imagem de um homem humilde,solidário,e anti arrogante. Uma entrevista em que as confrontações sobre o Tratado De Lisboa simplesmente não existiram,o Tema do desemprego nem sequer foi falado.
No fundo uma entrevista a pensar nas proximas eleições e que tanto jeito deu a Socrates....ou não....Vamos ver...
Qualquer pessoa tem a noção que as entrevistas já por si sao preparadas pelo entrevistado com muito tempo de antecedência,com ajudas duma equipa de imagem,mais uma equipa de analistas e sociologos que todos juntos planeiam a imagem a dar pelo entrevistado consoante a conjectura presente da sociedade.
Ora juntando a isso,o facto de o entrevistado ser uma pessoa com dom para as cameras,ser falso,com imensa capacidade e facilidade em mentir,não ser uma pessoa que se descontrole facilmente e que não descaia da representação que quer impingir e tambem juntando o facto de os entrevistadores serem manipuláveis pelo entrevistado pois estes são pertencentes a um canal estatal e por isso dependente e controlado pelo governo,isso tudo junto dá o "show off" a que assistimos.
Os favores da nomeação para a direcção de um meio de comunicação, sob o controle do Estado, pagam-se. Como diria alguém, não há almoços grátis.
Que ninguem duvide que a informação é manipulada,pricipalmente a do canal estatal.Esta "empresa" não está no mercado como as outras, não depende da banca, nem dos accionistas, nem da bolsa, pratica concorrência desleal porque a sua existência depende do dinheiro do contribuinte distribuído generosamente pelo Orçamento de Estado, para garantir uma função que tem directa relevância para o poder político e é por ele controlada. A RTP é caríssima, mesmo em tempos de vacas magras como os de hoje, recebe uma fatia de dinheiros públicos pura e simplesmente gigantesca, o que revela bem o carácter estratégico da sua "posse" pelos Governos.
Foram e são varios os exemplos que quem apenas vê não repara,mas quem para além de ver sobretudo observa consegue a conspiração decifrar.
Foram ainda varios casos até alvo de imensa polémica e denuncias,entre os mais mediáticos o afastamento temporário de José Rodrigues dos Santose o afastamento definitivo dos gato fedorento.

A entrevista foi toda ela uma fachada e uma tentativa de vender uma ilusão ao povo.
Destaco a mudança hipocrita da atitude de socrates ao comentar o caso do descontentamento de Alegre e uma facção verdadeiramente socialista a ele ligado.Passou se das difamações a Alegre ao agradeçer as suas intervenções porque eram bem vindas e pedagógicas ao qual o pseudo engenheiro gosta muito de as ouvir com toda a humildade do mundo e até refelectir sobre elas......
Que hipocrosia do c....Aqui no fundo tentou passar a imagem de que não é arrogante e menosprezar o descontentamento dentro do seu proprio partido.
Destaco tambem a tactica do sacudir a agua do capote,ou seja,tudo que aconteçeu e aconteçe de mau,a culpa não é do primeiro ministro,é tudo culpa das crises internacionais,a culpa é de fora,toda ela de fora,coitadinho,ele nada pode fazer senão encolher os ombros.Mas no entanto tudo o que se fez de bom,que não foi quase nada diga se de passagem,referente a isso já é tudo grande mérito do pseudo engenheiro.
Ou seja tentou passar a imagem da vitimização,do pobre coitado que luta pelo povo contra tudo e todos e arranjando assim um bode expiatório para o que tudo de mau estamos a passar.Elogiando se assim a ele proprio e tudo claro está com conveniência dos entrevistadores...
Depois é o seu discurso e o seu dom de falar para as cameras que faz o resto,repete varias vezes palavras como "determinação","modernização, "positivo" dando assim um ar moderno,sofisticado,competente e confiável.Só que a cassete está gasta,já não cola e não se consegue tapar o sol com a peneira.
Não foi Sócrates que foi bom, foram os entrevistadores que foram fracos!
Ainda assim deu para entreter a entrevista e para se observar que socrates já começa a tremer e a cair na realidade que vai perder o pelouro e daí a mudança de imagem.
O mínimo que a Rtp devia fazer agora era dar o direito igualmente a todos os candidatos da oposição ter uma entrevista em iguais condições.
Era bom para a política,para a credebilidade,para a liberdade e igualdade de direitos e sobretudo para icentivar a população a envolver se mais no panorama e do debate politico.
Vamos aguardar assim então para ver até que ponto é grande ou pequena a coleira ao canal estatal pago por nós contribuintes cuja obrigação é nos servir a nós povo e não ao estado.Senão privatize se a Rtp....
http://www.youtube.com/watch?v=UYGpb2Bp_T0&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=OdLvKwNvIo4

01/07/2008

Donos obrigados a implantar microchip nos cães



Os cães nascidos a partir de hoje terão de ser identificados com um microchip sob a pele no pescoço e registados nas juntas de freguesia, mas a Ordem dos Veterinários tem dúvidas sobre a capacidade para fazer cumprir a lei.
O chip (ou "cápsula", o termo usado pela lei), que só poderá ser implantado por um veterinário, contém um código de identificação individual que remete para uma ficha de registo contendo dados sobre o animal (raça, sinais particulares, etc.) e o seu proprietário (nome, morada, etc.).
Até ontem, a Lei (Decreto-Lei n.º 313/2003, de 17 de Dezembro) impunha, desde 1 de Julho de 2004, a identificação electrónica apenas nos cães perigosos ou potencialmente perigosos, nos cães de caça e nos animais em exposição para fins comerciais ou lucrativos, concursos ou publicidade, designadamente.
Entre perigosos e potencialmente perigosos, o Sistema de Identificação de Caninos e Felinos (SICAFE) gerido pela Direcção-Geral de Veterinária regista apenas 8.760 cães. Como animais expostos para comercialização para fins comerciais ou em concursos, por exemplo, constam 5.713. Com os 193.575 cães de caça, a soma dá 208.048 animais, menos que os 242.254 animais (uma minoria de gatos incluída) registados na base de dados gerida pelo Sindicato dos Médicos Veterinários - o Sistema de Identificação e Recuperação (SIRA).
"O número de animais a precisar de registo corresponde a cinco ou seis vezes mais", afirma o presidente da Ordem dos Veterinários, José Resende, apontando a insuficiência ao facto de muitos proprietários não procederem ao registo e de muitas juntas de freguesia não reunirem condições para cumprir a lei. Compreende-se, quando têm outras prioridades, aceita José Resende, defendendo que o sistema identificação e registo de cães deve ser junto ao de vacinação anti-rábica e basear-se mais nos médicos veterinários.
"A prova dos nove do sistema vai tirar-se daqui a um ano ou mais - talvez em 2010", com a implantação obrigatória do chip em todos os cães nascidos a partir de hoje, por mais meigos que sejam. É que a medida não se destina a ter sob controlo apenas os perigosos. "É muito positiva, do ponto de vista social e do ponto de vista do bem-estar dos animais, evitando-se que os donos os abandonem sem dar satisfações a ninguém", sublinha. A morte, o desaparecimento ou a venda ou doação de um animal são de comunicação obrigatória às junta de freguesia. A medida torna obrigatória uma prática voluntária desde 1991, através do SIRA, que torna possível localizar o dono de um animal perdido ou... furtado.
"Se for levado a um veterinário que possua leitor óptico, ele verifica se tem um microchip e identifica o proprietário", explica Catarina Sá Fernandes, responsável pelo SIRA, que respondeu às propostas das organizações zoófilas e de defesa dos direitos doa animais.