19/09/2008

QUATRO MESES NÃO É DE MAIS?


E ESTÁ NA HORA DE SE IMPOREM AS CONSEQUÊNCIAS...


Há cento e vinte e dois dias que a Polícia Judiciária, através da sua Direcção Central de Investigação da Corrupção e da Criminalidade Económica e Financeira (DCICCEF) - em Comunicado com a data de 20 de Maio de 2008, e depois, chamando as televisões e os fotojornalistas para a lamentável cena que se banalizou, de mostrar urbi et orbi, toda uma panóplia, seja de facas de mato, de carimbos/selos brancos que chancelam passaportes falsos, ou, mais regularmente, moeda em papel amontoada pelo valor facial, ou então, pacotinhos que todos acreditamos (ou fingimos acreditar) que se trata de droga -, há cento e vinte e dois dias, dizia eu, que a PJ chamou os pés de microfone e os "bate chapas" que não fazem perguntas, para nos mostrar qualquer coisa que, sem que o tenha sido explicitamente dito, deixava no ar a acusação de que uma equipa de Ciclismo estaria envolvida num caso de dopagem generalizada.

NUNCA DISTO SE CONSTITUIU PROVA VÁLIDA.

Poucas horas depois, a Federação Portuguesa de Ciclismo, e ainda hoje - cento e vinte e dois dias depois, estamos à espera de argumentos sustentados em provas concretas - aconselhou as organizações a não convidarem a equipa em questão. Repito, sem rabo de prova concreta que, cento e vinte e dois dias depois ainda não foi apresentada. Ultrapassando - porque o conselho partiu da Direcção, que não em poderes disciplinares - o estatuto de uma instituição que, por muito que vos espante, atropelando os seus próprios estatutos, continua a merecer o de Utilidade Pública. Com todos os benefícios que disso lhe advém. E não houve, nem no Conselho Superior de Desporto, até mesmo na secretaria de Estado (logo, Governo, que é quem, com o dinheiro do contribuinte, suporta estas... "utilidades publicas") quem se tenha dado ao trabalho de questionar o como e o porquê é que a Direcção Executiva de uma federação desportiva ultrapassa as suas competências e aparece a substituir o seu Conselho de Disciplina, numa primeira instância, e depois o Conselho Jurisdicional, derradeira figura estatutária com poderes para isso, não suspendendo, mas "aconselhando" as organizações a não convidarem um equipa que, cento e vinte e dois dias depois daquela palhaçada protagonizada pela PJ, através da sua DCICCEF, e do CNAD - faço questão de vincar que numa operação inapelavelmente ferida de legalidade - porque é que julgam que a coisa caiu no "esquecimento"? - ainda não foi oficialmente pronunciada como, numa primeira fase, suspeita do que quiseram acusá-la... Isto só pode estar a acontecer porque nada têm contra ela. Com força de prova, pelo menos. Cento e vinte e dois dias de nevoeiro, tão cerrado que não houve, até agora, quem tenha tido a coragem editorial de nos contar a verdadeira história. Falo da CS, claro. Porquê? E deixo outra questão no ar. Sabendo - se eu sei todos eles sabem - que não há ponta por onde pegar neste caso que envolve o Póvoa Cycling Club, como é possível não andarem todos corados de vergonha? São cúmplices por auto-demissão de uma obrigação deontológica que é a de informarem claramente quem os vê, quem os ouve ou quem os lê, do "assassinato" desportivo de uma equipa. Peanutts! O grave é que por trás de um nome de uma equipa estão Homens. Homens que são cabeça de família. Homens que estão, uns caricatamente suspensos sem que alguém lhes seja capaz de dizer porque é que estão suspensos, e os que o não estando suspensos, estão impedidos de exercer a sua profissão uma vez que a equipa foi "destruída". Há homens com contratos de trabalho válidos e sobre os quais não pesa qualquer suspeita, muito menos acusação, mas, porque a equipa foi desfeita e os sponsors - logo, quem entrava com o dinheiro para satisfazer os compromissos laborais assumidos com todos, neste impasse, deixaram de meter dinheiro na equipa. Confuso? Nada. Mesmo nada. Tivessem ou não tido uma denúncia, quem assumiu a investigação não foi capaz de fazer prova. Logo, a equipa deveria estar a correr. E não está não porque a PJ o tenha determinado, não compete há três meses porque a Federação Portuguesa de Ciclismo instigou as organizações a não convidá-la. Sob que pretexto? Mistério...É evidente que, em primeira instância terá de ser a FPC a responder em sede própria pela sua tomada de posição. E, como já o disse milhentas vezes, mesmo que - sublinho, mesmo que - a PJ tivesse, no âmbito em que direccionou a investigação, que foi o de presumível importação ilegal de produtos proíbidos e - mas isto mesmo podendo ser a mesma história, já seria um capítulo diferente - eventual transacção, também ilegal dos mesmos. Isto se, provando-se - o que ainda não aconteceu - a primeira parte, se fosse apenas para consumo interno enquadrar-se-ia numa moldura penal de todo diferente da outra hipótese, que seria a da transacção desses mesmos produtos. Dito de uma maneira que todos percebam, é diferente a moldura penal para um indivíduo que seja apanhado com droga para consumo próprio, daquela que enquadrará a figura de tráfico, ou seja, a venda a terceiros. Mas isto já é uma divagação - embora eu saiba que há santas cabecinhas a pensar que o "milagre das rosas" se repetirá e que o escândalo porque todos, babados, esperam, se concretizará mesmo. Eu sempre disse que não. Não! Por isso é ilegal - não só em termos desportivos, mas principalmente no simples texto da Lei - a punição de que foram alvo nove dos elementos da equipa. Mais grave ainda é a inegável obstrução ao direito ao trabalho de que foram vítimas os demais elementos da equipa. E nem a PJ, muito menos a FPC podem estender ad-eternun esta situação só porque acreditam que mais dia menos dias poderão encontrar provas que sustentem os actos já accionados, mormente por parte da FPC. Uma coisa é certa, ninguém - nem dinheiro nenhum - poderá jamais ressarcir a equipa só pelo facto de não ter estado na Volta a Portugal. Já aqui o disse, e volto a dizê-lo - e quem está no olho do furacão sabe bem que eu tenho razão - se contra a PJ, que, afinal de contas, nada fez que impedisse a equipa de correr, esta não poderá vir a reagir, já em relação à FPC e à organização da Volta a Portugal - e porque as Leis do Estado são feitas para proteger o cidadão, tome-mo-lo como figura individual ou coisa colectiva - a equipa da Póvoa pode accionar os mecanismos previstos na Lei, como indemnizações por perdas patrimoniais, acrescidas de inegáveis prejuízos morais e de imagem, tanto colectivamente, pelo lado da equipa (e aqui os sponsors iriam buscar o dinheiro que investiram), como individualmente, por cada um dos seus elementos. E podem - e devem, na minha opinião - accionar de imediato esse direito através de tribunal competente. Agora vem aquilo que nunca passou pela cabeça dos "doutores" que vêm crescendo como cogumelos no meio velocipédico. A causa ficou, acho eu, claramente exposta - o amigo Carneiro pode dar uma ajuda, se eu não estiver totalmente correcto -, e quais poderão ser as consequências?- O desvio, para pagamento das devidas indemnizações, dos dinheiros que a FPC deveria receber do Estado, sendo que compete ao Estado zelar pelos interesses do individuo, o que deixaria a FPC se não na bancarrota, pelo menos privada de generosa fatia do dinheiro que come aos contribuintes; depois, e porque tratando-se de uma federação desportiva, haverá sempre lugar a uma penalização dentro desse quadro que passará, antes de mais, pela perda da figura de Utilidade Pública, com tudo o que isso significa (se não souberem, eu explico)...- O pagamento imediato, ou congelamento e retenção de futuras receitas - para o mesmo fim de indemnizações - em relação às organizações que desrespeitaram o Regulamento Geral Técnico de Corridas da FPC ao não convidarem a equipa em causa, mesmo que tenha sido a... conselho da Direcção da FPC (que, repito, não tem poderes para tal)... mais, em termos desportivos, o impedimento dessas organizações realizarem por período a determinar por um tribunal competente, corridas oficiais...
In Veloluso

06/09/2008

UMA INICIATIVA MERECEDORA DE DIVULGAÇÃO


O Parque da Cidade, no Porto, acolherá no próximo dia 13 de Setembro (Sábado), pelas 10.30 horas, o arranque da iniciativa Pedalar contra o Linfoma, um passeio de bicicleta organizado pela Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas (APLL), em parceria com a Roche. Esta acção, que visa sensibilizar a população para este tipo de cancro e que antecipa o Dia Mundial do Linfoma [que se assinala a 15 de Setembro], conta com a presença de Cândido Barbosa, personalidade de destaque no ciclismo nacional, que apadrinha oficialmente esta iniciativa e irá conduzir o pelotão solidário ao longo das ruas da cidade invicta. Mas as novidades desta edição não se ficam por aqui. As primeiras 500 inscrições, no valor de 20 euros, terão direito a bicicleta, capacete, uma t-shirt desenhada pelo estilista João Rolo [que também irá pedalar contra o linfoma] e um kit lanche.
Os interessados em “pedalar contra o linfoma” podem inscrever-se através do número 96.446.14.58 ou, neste fim-de-semana (6/7 de Setembro) nos quiosques do evento colocados na Av. Brasil, no Porto.

04/09/2008

Petição Contra a Colocação Obrigatória de Chips de Vigilância nas Matrículas dos Veículos Automóveis

Exmo Senhor Presidente da República Portuguesa
Exmo Senhor Presidente da Assembleia da República Portuguesa
Exmo Senhor Primeiro-Ministro de Portugal


Foi recentemente anunciada a intenção do governo de criar o Sistema de Identificação Electrónica de Veículos (SIEV), que torna obrigatória a colocação de chips electrónicos nas matrículas de todos os veículos automóveis.

Estes chips, designados de Dispositivos Electrónicos de Matrícula, emitem um sinal (RFID), que é lido e identificado por leitores de vigilância presentes ao longo da estrada; permitindo a identificação de cada veículo que passa nas suas imediações.

Esta tecnologia dá duas capacidades aos serviços, estatais e privados, comissionados para operar o SIEV:
- controlar a circulação de automóveis nas vias sob monitorização, pela identificação de cada veículo;
- após detecção, fazer cobranças automáticas aos proprietários dos veículos pela circulação nessas vias.

As intenções do governo foram reforçadas a 18/06/2008, quando os votos solitários da maioria absoluta socialista no Parlamento fizeram aprovar o Decreto nº240/X, dando ao governo autorização para legislar sobre este assunto.
Como se procurará expor nos pontos abaixo, as premissas deste projecto são ambíguas e questionáveis:
- o SIEV parece ser inútil, até prejudicial, do ponto de vista da facilitação da vida do utente;
- o governo, e os seus parceiros privados neste projecto, passam a deter um poder excessivo e injustificado para controlar, e eventualmente taxar, os veículos;
- o direito à privacidade dos automobilistas é posto em causa;
- e, uma vez mais, pretende-se que os contribuintes portugueses sejam chamados a pagar um projecto governamental megalómano, dispensável, e potencialmente prejudicial para as suas liberdades e direitos elementares.

Analisemos mais detalhadamente o SIEV. As seguintes questões são fulcrais, e é essencial que sejam colocadas pelo público:

1) O SIEV não vai implicar apenas a colocação, intrusiva, de chips nas matrículas. Vai também forçar os contribuintes portugueses a verem o dinheiro dos seus impostos a ser gasto em todo um aparato infra-estrutural. E, como é de bom senso, o dinheiro público não pode ser gasto de um modo excêntrico e irresponsável pelos governantes. Assim, qual a necessidade real que justifica o dispêndio do dinheiro dos contribuintes neste sistema? Existe sequer uma necessidade real?

2) As necessidades alegadas pelo governo são listadas no Decreto nº240/X; e todas são frágeis e questionáveis:

2.1) “Fiscalização do cumprimento do Código da Estrada e demais legislação rodoviária”

Os sistemas de fiscalização existentes já cumprem estas funções eficazmente; como, aliás, é reconhecido internacionalmente. Senão, recorramos ao principal critério de eficácia neste campo – o da redução da sinistralidade rodoviária. Entre 2001 e 2007, Portugal reduziu a sua taxa de sinistralidade em 42% sendo, a par de França e Luxemburgo, considerado país-modelo pelo Conselho Europeu de Segurança Rodoviária.
Os sistemas actuais obtêm resultados inegavelmente bons e eficazes. Logo, não é razoável alegar que, para as mesmas funções, seja necessário adoptar toda uma infra-estrutura acessória que, além de dispendiosa, exercerá uma influência intrusiva e controladora sobre os indivíduos.

2.2) “Identificação de veículos para efeitos de reconhecimento de veículos acidentados, abandonados ou desaparecidos”

Os meios actuais já dão resposta a estas situações. Mas, e independentemente disso, seria irracional e absurdo alegar que, para precaver excepções, é legítimo controlar intrusivamente todos os veículos.

2.3) “Cobrança electrónica de portagens em conformidade com o Serviço Electrónico Europeu de Portagem bem como outras taxas rodoviárias e similares”

Repare-se que em Portugal já existe um sistema de cobrança electrónica de portagens – chama-se Via Verde. Como é natural e legítimo, a subscrição desse serviço foi sempre opcional. As pessoas que o vêm como vantajoso, subscrevem-no; e vice-versa. Não é nem o papel nem o direito do governo, o de procurar impor um sistema similar à Via Verde a todos aqueles que, por opção própria e legítima, optaram por não subscrever esse tipo de serviço.
Mas o ponto de maior interesse nesta alínea, é o modo como admite que o SIEV servirá para taxar o público – através da cobrança de portagens, mas também de «outras taxas rodoviárias e similares». Esta é, naturalmente, uma premissa perigosa. Como é demasiado evidente, dá ao governo – seja ao presente, seja a qualquer governo posterior – o espaço legal para aumentar taxas já existentes, ou mesmo para criar novas taxas; e para, depois, impor o pagamento destas taxas, com o SIEV.

Logo, nenhum destes motivos parece legitimar a implementação de um projecto dispendioso e intrusivo como o SIEV.
Mas as reservas em relação a este projecto não ficam por aqui, como os pontos seguintes procuram demonstrar.
3) Sendo um sistema de controlo/vigilância, o SIEV é, por definição, intrusivo na privacidade individual. Os dados recolhidos serão registados em bases de dados estatais e/ou privadas e submetidos a cruzamentos de informação, como é admitido pelo Decreto nº240/X; que estabelece que estas bases de dados serão partilhadas entre órgãos estatais, e cruzadas com outras bases, públicas ou privadas.
Mesmo assumindo que a primeira legislação aprovada pelo governo possa procurar salvaguardar a privacidade dos indivíduos – o que não é um dado adquirido –, o facto é que é criada toda uma infra-estrutura de controlo efectivo que, como tal, está sujeita a:
- Falhas potencialmente graves (p.ex., partilha ilegal de dados);
- Possíveis reenquadramentos legais no futuro, que o possam converter num sistema de controlo mais intrusivo do que aquele que já é pretendido.

O SIEV tem, claramente, um potencial de controlo demasiado elevado para que entidades estatais ou privadas, dele devam fazer uso. Não bastaria exigir que fosse bem utilizado por estas instâncias; é necessário antes que estas instâncias não possam sequer ter a possibilidade de usufruir desta caixa de Pandora.

4) O SIEV transformaria as estradas em gigantescas alfândegas de inspecção e vigilância indiscriminadas; fazendo dos automobilistas suspeitos até prova em contrário. E não é assim que funciona um Estado que se pretende livre e de direito.

Pelos motivos apresentados, o SIEV não parece ser apenas acessório e dispensável; mas também mais um encargo inútil para os contribuintes. E é um evidente tiro no escuro, que pode apresentar sérias implicações para as liberdades dos indivíduos. Não deve, portanto, ser levado a cabo.

Assim, enquanto cidadãos livres, consideramos que o governo tem de colocar um ponto final nas suas intenções, e parar este projecto de imediato. Não passá-lo intransigentemente; não perder mais o seu próprio tempo, e o do público, em campanhas de desinformação e de propaganda; e claro, não procurar passar o projecto de modo dissimulado, através de uma versão atenuada do mesmo.

Simplesmente, colocar um ponto final definitivo no SIEV.

21/08/2008

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CICLISMO


JORNAL DIARIO DO MINHO
30-01-2003

MANUEL ZEFERINO HOMENAGEADO SEM A FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CICLISMO


A ausencia de qualquer representante da Federação Portuguesa de Ciclismo, no jantar de homenagem a Manuel Zeferino, foi bastante notada e comentada, naquele que foi uma organização da Junta de Freguesia de Navais e Assembleia de Freguesia...

PORQUE TERÁ SIDO ?

Qual RTP ?

Porque será que a RTP fazendo diariamente o verão RTP na localidade onde sai a caravana da Volta não o fez da Póvoa de Varzim ?

Já sei os 500 anos do Funchal mereciam...mas quando é que a RTP liga ás ilhas ?

Quem souber os motivos....

18/08/2008

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CICLISMO IV

A FORMA COMO A EQUIPA DO PÓVOA CYCLING CLUBE FOI TRATADA PELA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CICLISMO, PELA PAD, E PELA COMUNICAÇÃO SOCIAL, ALGUMA LOCAL MAS MAIORITARIAMENTE NACIONAL, MERECIAM UM BOICOTE Á PROVA NA POVOA...MAS MACEDO VIEIRA DÁ-SE BEM COM DEUS E O DIABO

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CICLISMO III

JORNAL DIÁRIO DO MINHO
14 DE MARÇO DE 2003


CICLISMO PORTUGUES CAMINHA PARA O ABISMO...DENUNCIA DE SERAFIM FERREIRA


POR PORTUGAL,POR TI,PELOS TEUS IRMÃOS,PELOS TEUS PAIS,PELOS TEU AVÓS,PELA TUA MULHER,PELOS TEUS FILHOS LUTA POR ISTO,NÃO SEJAS APENAS MAIS UM,NÃO SEJAS APENAS MAIS UMA OVELHA COMANDADA POR ESTE SISTEMA CORRUPTO,ABRE O TEU CORAÇÃO,SOLTA E DOMINA A TUA ALMA E DESPERTA.....DESPERTA......DESPERTA O LOBO QUE HÁ EM TI.

PELAS CRIANÇAS,PELOS REFORMADOS,PELOS DESEMPREGADOS,PELOS TRABALHADORES EXPLORADOS,PELOS JOVENS QUE NÃO PODEM ESTUDAR,PELOS QUE MORREM Á FOME ENQUANTO TU COMES UM PRATO CHEIO DE COMIDA,PELOS QUE SOFREM O RACISMO NA PELE,PELOS MILHÕES DE PORTUGUESES QUE HOJE CHORAM PELA VIDA MADRASTA QUE LEVAM.

A UNIÃO FAZ A FORÇA E A ALCATEIA É A FORÇA DO LOBO.

Publicado por ALMA SEM PREÇO

17/08/2008

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CICLISMO II



JORNAL DIARIO DO MINHO


14 DE JULHO DE 2003





JORGE HENRIQUES CRITICA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CICLISMO





OVARENSE AFASTADA DO GRANDE PREMIO JOAQUIM AGOSTINHO





Jorge Henquiques antigo ciclista e actual director desportivo da Pepolim Ovarense está indignado com o actual estado do ciclismo português. "Num ano em que diminuiram as equipas portuguesas, há algo obscuro no panorama do ciclismo portugês, onde por diversas ocasiões, e sempre pela negativa tem como intervenientes dirigentes federativos."

...Jorge Henriques adianta mais " já somos poucas equipas e pela segunda vez acontece-nos isto. por pressão nossa, já depois de terem terminado as inscrições proposeram-nos participar com alojamento pago e cento e cinquenta litros de gasoleo. Em que país estamos ?




PALAVRAS PARA QUÊ ?


TEM A PALAVRA O " COVEIRO MOR"

16/08/2008

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CICLISMO I



7 DE JUNHO DE 2003


JORNAL DIARIO DO MINHO
Até breve, Grande Prémio do Minho
Federação em silêncio, perante morte anunciada do ciclismo


Etapa marcante do ciclismo profissional do Minho e do País, O Grande Prémio do Minho, cuja primeira edição remonta ao ano de 1977, não vai este ano para a estrada.
Deixaremos de ver o serpentear de um pelotão rico de cores vivas por entre o entrelaçado de bonitas paisagens da região.
Apesar do comunicado emitido pela Associação de Ciclismo do Minho, referir a “ conjuntura económica” esta, é a confirmação daquilo que os mais atentos à modalidade já anteviam, depois de a PAD- Produções de Actividades Desportivas, ter dado o dito por não dito, e não organizar o Grande Prémio. Já não seria novidade pelo facto de não terem realizado as Volta ao Algarve e a Volta ao Alentejo.
Como dizia Armindo Duarte Vice-presidente da Associação de Ciclismo do Minho, “ não podemos esperar mais tempo e como tal não estão reunidas as condições para que o Premio do Minho se concretize”
Quem fica a perder no meio de tudo isto são os clubes, os ciclistas e mais grave, a credibilidade da modalidade, junto dos potenciais patrocinadores.
Como pode haver quem invista na modalidade, clubes, ciclistas, associações, e principalmente aqueles, que dão aquilo com que se compram melões, se da parte da estrutura federativa apenas se houve um “ lamentamos “!...
Não foi a Federação Portuguesa de Ciclismo e o seu presidente Dr. Artur Moreira Lopes, quem retirou a concessão das organizações de provas à Sport Noticias e a deu de bandeja a uma PAD falida?
Aliás o Presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, em resposta a uma minha solicitação, sobre o estado em que a PAD deixou muitas organizações, nomeadamente a da Volta ao Algarve, Volta ao Alentejo, Volta ao Minho, GNR-Brigada de Transito, e da queixa da Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais, solicitada no passado dia 27 de Fevereiro, apenas respondeu um mês depois, e com um lacónico texto onde se referia à queixa dos ciclistas que alegadamente já estaria “resolvida” e que a questão das provas seria um “assunto entre essas entidades e a PAD”.
Sintomática, da forma como é gerida a modalidade em Portugal. A Federação Portuguesa de Ciclismo, não pretendia entrar em cena a defender a modalidade….deixa isso para terceiros.
E o mais curioso no meio disto tudo, é que aquando da concessão da Sport Notícias, as queixas na UCI sobre “ anomalias” eram mais que muitas, contrapondo com a actual situação, em que uma entidade promoveu a seu belo prazer provas que já sabia que não as iria realizar.
Como fica a modalidade quando as provas como, o Grande Premio JN, Grande Premio Sport Noticias, Grande Premio do Minho, Premio Philips e muitas outras que já não se realizam?
Como reagem os clubes, associações e ciclistas perante este lavar de mãos como Pilatos?
O que faz a Federação Portuguesa de Ciclismo à dotação dada pelo Instituto do Desporto?
Que poder detém a Federação Portuguesa de Ciclismo, quando nem consegue negociar as verbas do totoloto, a exemplo de outras modalidades, para resolver a questão do policiamento nos escalões de formação? Vai a reboque das associações? Mas será que não é a esta entidade que cabe gerir a prática da modalidade?
Que faz ou fez a Federação Portuguesa de Ciclismo, perante as falhas já conhecidas? Não houve direitos e deveres nessa concessão? A Federação, apenas está preocupada com as “suas” organizações, demonstrando não ter iniciativa nem capacidade organizativa, para organizar os Campeonatos Nacionais!
Importantes questões que deveriam ser respondidas, por quem tem obrigação, ou seja pela Federação Portuguesa de Ciclismo, mas para que isso acontecesse, era sinal de que algo tinha mudado na estrutura, e mentalidade federativa. Até lá e como diz Serafim Ferreira “ muita água vai correr sob as pontes e o ciclismo, infelizmente, continuará a sua derrocada inexorável até que alguém ponha cobro a tantos desmandos e incompetência. " Valha-nos a “ carolice” de muitos amantes da modalidade, entre os quais destaco o Prof. José Santos, e a disponibilidade das equipas em prescindir de muitas verbas, depauperando a sua já pequena receita, para que os seus ciclistas tenham actividade e o povo anónimo continue a ver ciclismo.
Até lá, como povo de brandos costumes, continuaremos a aceitar que tudo passe impunemente sem que ninguém com responsabilidades deite mão a isto!...há já me esquecia que estão preocupados com o Euro 2004. Espero como contribuinte, que não despertem depois da “ morte” anunciada do ciclismo.


PALAVRAS PARA QUÊ ?


tEM A PALAVRA O COVEIRO MOR

12/08/2008

FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE CICLISMO


A partir de hoje vou dedicar algum espaço á Federação Portuguesa de Ciclismo e ao seu

" COVEIRO MOR" - ARTUR MOREIRA LOPES


"JORNAL A BOLA 21 DE ABRIL DE 2004"


CONGRESSO SOBRE A MODALIDADE FORA SUGERIDO PELA ASSOCIAÇÃO DE CICLISMO DO MINHO,


BOICOTADO PELA FEDERAÇÃO


Na tentativa de contribuir para o desenvolvimento da modalidade, em Portugal e projecta-la para patamares mais elevados- mesmo a nivel internacional - a Associação de Ciclismo do Minho agendou para os meses de Outubro e Novembro de 2002 um Congresso Nacional de Ciclismo que nunca chegou a realizar-se. " Pura e simplesmente porque a Federação Portuguesa de Ciclismo o Boicotou"


Palavras para quê ?


Amanhã há mais...

11/08/2008

Assino por baixo

Com o respeito que me merecem todas as opiniões esta não poderia deixar de estar de acordo
http://2w-paulao.blogspot.com/2008/08/pvoa-cycling-club-70-volta-portugal.html#links

06/08/2008

Hiroxima, 63 anos depois: pelo fim dos arsenais atómicos



No dia em que se assinalam 63 anos sobre a explosão da primeira bomba atómica em Hiroxima, a 6 de Agosto de 1945, matando 140 mil pessoas, Dsisaku Ikeda, presidente de uma das organizações pacifistas mais influentes do Japão, a rede Soka Gakkai Internacional, defende o objectivo de um mundo livre de armas nucleares. A existência de arsenais nucleares, diz, apenas intensifica a desconfiança mútua, aumenta as tensões e as ameaças à segurança nacional nas relações entre os Estados.
Por Thalif Deen, de Nova York para a IPS
Dsisaku Ikeda, presidente de uma das organizações pacifistas mais influentes do Japão, assegura que "para reviver e dar nova energia aos esforços em prol do desarmamento nuclear é preciso desafiar o conceito de que as armas atómicas são um mal necessário". A rede não-governamental Soka Gakkai Internacional, com sede em Tóquio e mais de 12 milhões de membro em 190 países, está a intensificar os esforços para conseguir o objectivo de um mundo livre de armas nucleares. "Devemos lembrar às pessoas que, embora actualmente não estejam a ser usadas, essas armas representam um enorme custo de recursos financeiros, tecnológicos e humanos que consomem para o seu desenvolvimento e manutenção", disse Ikeda, que também, além de activista pela paz, também é filósofo budista.
A intensificação da campanha coincide com o aniversário do lançamento de duas bombas atómicas sobre o Japão pelos Estados Unidos. A primeira atingiu a cidade de Hiroxima no dia 6 de Agosto de 1945, marcando o começo do fim da Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Uma segunda bomba foi lançada sobre Nagasaki no dia 9 desse mesmo mês. O Japão rendeu-se no dia 15. Um ano depois, 140 mil pessoas tinham morrido em consequência dessas explosões nucleares.
O Japão, em aliança com a Alemanha nazi e a Itália fascista, entrou na guerra em 1941, como correlato da sua política expansionista, que já o levara a invadir a China em 1937. O presidente da câmara de Hiroxima, Tadatoshi Akiba, disse que essa cidade é uma peça-chave na campanha que busca eliminar as armas nucleares até 2020, da qual participa junto com o grupo "Presidentes de câmara pela paz".
Em entrevista à IPS, Dsisaku Ikeda disse que os habitantes de Hiroxima e Nagasaki não deixaram de elevar as suas vozes para lembrar ao mundo a ameaça que representam as armas nucleares.
Até que ponto o governo do Japão apoia esta campanha? Que impacto pode ter esta iniciativa sobre o desarmamento nuclear, quanto todas as anteriores não tiveram sucesso?
A falta de vontade das potências nucleares é um ponto-chave que impede o desarmamento. Mas, ao mesmo tempo, creio que a falta de interesses, a inexistência de um sentido de urgência entre os cidadãos do mundo é outro factor fundamental. Acredito que esta campanha é fruto do poderoso e irrefreável sentido de responsabilidade que experimentam as vítimas dos bombardeamentos atómicos em relação às futuras gerações. Na cimeira de Julho de Grupo dos Oito países mais poderosos foi divulgada uma declaração fazendo referências específicas à necessidade de chegar ao desarmamento nuclear.
Foi o primeiro pronunciamento desse tipo do G-8 que inclui Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália, Japão e Rússia. Como país anfitrião desse encontro, o Japão tem uma responsabilidade especial quanto ao desarmamento nuclear. Devemos reviver um estado de consciência, que nasce do senso comum, sobre a irracionalidade da opção pelas armas nucleares, e para conseguir isto é fundamental que os cidadãos comuns continuem a expressar a sua oposição através de instrumentos como esta campanha.
Qual é sua reacção diante dos cépticos que dizem que o desarmamento é uma meta inalcançável, considerando que o mundo aceitou nas últimas três décadas a entrada no "clube atómico" de três novos membros, como Índia, Israel e Paquistão?
A tentação de baixar os braços certamente existe. Mas, não podemos dar-nos a esse luxo, porque a presente situação é insustentável. Se pensarmos sobre o assunto, fica claro que a posse de armas nucleares apenas intensifica a desconfiança mútua e as suspeitas. Aumentam as tensões e as ameaças à segurança nacional nas relações entre os Estados. Ao mesmo tempo, é impossível imaginar que as armas nucleares sirvam como dissuasão para os grupos terroristas.
Por certo, confiar nelas para alcançar objectivos de segurança no mundo de hoje é, no mínimo, uma proposta duvidosa. Devemos focar o tema do ponto de vista que pode ser chamado de "novo realismo". Pensemos nos países que estavam a desenvolver, ou já possuíam, armas atómicas, mas abandonaram-nas porque decidiram que tê-las não ajudava aos seus interesses de segurança nacional. Brasil, Argentina, Bielorússia, Cazaquistão, Líbia, África do Sul e Ucrânia optaram por este caminho. Baseados em acordos de segurança regional, deram-se conta de que podiam atingir seus objectivos sem depender das armas nucleares.
A única defesa total é a sua eliminação e a segurança de que nunca voltarão a ser produzidas. Devemos garantir que todos os materiais passíveis de fissão que podem ser usados para fabricá-las sejam rigidamente controlados, em condições confiáveis. Isto não só promoverá a segurança nacional como, também, a da humanidade. Abolir os arsenais atómicos é a alternativa mais realista que temos.
Acredita que as cinco maiores potencias nucleares (Estados Unidos, Rússia, Grã-Bretanha, França e China) têm autoridade moral para pedir o desarmamento ou a não-proliferação, quando elas próprias se negam a desmantelar os seus arsenais?
Já há muito tempo se diz que cabe a elas a principal responsabilidade. Esta é a razão pela qual continuo a reclamar o reinício das paralisadas negociações sobre desarmamento entre Estados Unidos e Rússia. E é também a razão pela qual exorto esses cinco países a desenvolverem um contexto internacional com uma data limite obrigatória para chegar ao desarmamento nuclear. Em 2010 haverá uma conferência internacional para rever o Tratado de Não-proliferação de Armas Nucleares. É preciso voltar ao seu espírito original: evitar o perigo da guerra atómica e salvaguardar a segurança dos povos. Deve-se encontrar um caminho para promover a não-proliferação e o desarmamento, para ajudar as nações a libertarem-se da dependência a respeito das armas nucleares.
Em Setembro de 1981, Israel bombardeou uma suposta instalação nuclear no Iraque e em Setembro do ano passado lançou um ataque semelhante contra uma instalação na Síria. Israel tem o direito moral para agir desta forma, violando soberanias nacionais e possuindo armas nucleares?
Os povos de todas as nações têm o direito de viver em paz e segurança. E cada país deve perseguir esse objectivo através de meios pacíficos. O uso da força militar nunca produz verdadeira estabilidade. A força cria novos círculos de ódio e ressentimento, deixando um legado negativo para todas as partes. As faíscas do conflito não podem ser extintas com mais fogo. É preciso água. Em lugar de chamas do ódio, necessitamos de uma torrente de diálogo. É a melhor forma de apagar o incêndio.

04/08/2008

MÉDICOS DO MUNDO CONTRA A DISCRIMINAÇÃO DOS CIGANOS


Os "actos de discriminação" de que são alvo a população cigana entraram num novo patamar por toda a Europa, "perante a indiferença dos cidadãos e dos governos europeus", denuncia em comunicado a Associação Médicos do Mundo. No centro das críticas está o governo italiano que prossegue a sua política de identificação sistemática e expulsão dos ciganos, mas os restantes países europeus também têm culpas no cartório.
A Associação Médicos do Mundo denuncia as medidas de que está a ser alvo a comunidade de cerca de 140 mil pessoas de etnia cigana que vivem em Itália. Este procedimento foi instaurado pelo ministro de Assuntos Europeus do Governo Berlusconi, Andrea Ronchi, uma figura de proa do movimento populista e xenófobo Aliança Nacional. "Apenas com justificação na origem étnica, este tipo de censo não deve ser tolerado pela comunidade internacional e foi recentemente condenado pelo Parlamento Europeu", considera a associação.
A Médicos do Mundo denuncia também a cumplicidade da Cruz Vermelha italiana que, sob cobertura da prestação de cuidados sanitários, está auxiliar na contagem do número de pessoas ciganas que vivem na cidade de Roma. "A discriminação que está a ter lugar em Itália, e noutros países europeus, não pode continuar sem ser denunciada. A história ensinou-nos que a indiferença e o silêncio podem alimentar os piores abusos" , defendem. Recentemente, o jornal francês Le Monde revelou que estão a aumentar as operações de desmantelamento de acampamentos ciganos em França. Até ao final deste mês serão evacuados mais de 600 ciganos de um acampamento em Saint-Ouen, mas apenas cerca de uma centena terão oportinidade de obter alojamento numa "vila de reinserção". Aos restantes resta a expulsão para a Bulgária e Roménia. E para evitar o seu regresso ao abrigo da ajuda humanitária, o governo francês já está a ultimar um decreto que impõe uma ficha biométrica, em que pode haver recolha de saliva, e que na verdade já está a ser aplicado. A Associação SOS Racismo corrobora a opinião dos Médicos do Mundos e alerta para o facto de Portugal não estar imune a estas críticas. José Falcão denuncia as políticas discriminatórias da responsabilidade dos governos, das câmaras municipais e da polícia. O estatuto dos mediadores socio-culturais que nunca foi aprovado, a mão pesada da Justiça quando se trata de julgar ciganos, ou a política de habitação que atira estas comunidades para guetos sem condições, são algumas das críticas. Um exemplo flagrante foi a actuação recente da GNR no Alentejo, que obrigava as comunidades ciganas a assinarem um documento em que se responsabilizavam por tudo o que acontecesse durante os casamentos e baptizados ciganos, e no qual garantiam que não frequentariam os bares e restaurantes da zona.
A Médicos do Mundo e a organização Romeurope pedem à presidência francesa da União Europeia que manifeste a sua oposição às práticas discriminatórias e estabeleça uma verdadeira política de integração das populações ciganas em território europeu.

03/08/2008

Salmonelas interditam praia da Lagoa a banhos..NÃO HÁ CONSEQUENCIAS POLITICAS ?


A Praia da Lagoa, junto ao Novotel Vermar, na Póvoa de Varzim, está interdita a banhos, desde ontem, devido à presença de salmonela. João Nunes, o concessionário da praia, não se conforma e contesta a decisão.
A colheita bacteriológica, diz João Nunes, é do dia 23 de Julho. Entretanto, até já foi feita nova colheita, seis dias depois, mas só agora interditam a praia.
Na passada sexta-feira, já o concessionário se preparava para fechar quando recebeu a notícia: a delegada de Saúde, por fax enviado às 18,33 horas, informava a Capitania poveira da presença da bactéria nas águas da Praia da Lagoa, com base na análise do dia 23, e, por decisão do Centro Regional de Saúde Pública do Norte (CRSP/Norte), ordenava a interdição da praia a banhos.
"É tratamento que se dê aos banhistas? Passados 10 dias?", questionou, indignado, João Nunes. Ao lado, um dos muitos banhistas da praia concorda: "Queria ter sido informado era no dia".
O concessionário explica que, no dia 23, a praia da Lagoa teve uma "praga" de alforrecas. Com as águas paradas, João Nunes limpou a água das centenas de alforrecas. Provavelmente, será essa a explicação para o resultado positivo à salmonela. No dia seguinte, a corrente mudou e já com o mar mais batido, diz, o problema "desapareceu".
Dez dias depois, chega a interdição, ao final da tarde de sexta-feira, no primeiro fim-de-semana de Agosto, e sabendo que "os resultados das análises do dia 29 saem segunda-feira", nota João Nunes. O concessionário não se conforma e faz um alerta: "Estão a enxotar o turismo".
O facto é que, pelo menos até amanhã, os banhos estão proibidos na Lagoa, mas, ontem, muitos eram os que, apesar do edital afixado mesmo à entrada da praia, iam a banhos.
Com a classificação de "boa" das análises do INAG ao lado da interdição, alguns ficaram confusos com as contradições, outros, dizem, acreditam na palavra de quem, há anos, vigia a praia poveira.
Noticia retirada do JN
Então como é Manuel Angélico ? Não havia tratamento de águas antes delas chegarem ao Mar ? Que consequencias politicas vai Macedo Vieira tirar ? Nada como sempre ?

QUE GRANDE PAÍS - Idosa recebe 1 euro como complemento de reforma


Uma idosa de 88 anos foi informada pela Segurança Social que vai passar a receber um complemento de reforma no valor de um euro por mês. Para ter direito ao "Complemento Solidário de Reforma", a octagenária teve que percorrer um processo de candidatura que incluiu a entrega das declarações de IRS dos seus seis filhos. Só receberá um cheque quando o valor a pagar pela Segurança Social perfizer a quantia de 5 euros.


Em declarações à imprensa, Joana Dias Sampaio, com 88 anos e residente na freguesia de Delães, afirmou que quando lhe leram a carta a informar que ia receber um euro por mês, apeteceu-lhe "atirar o papel contra a parede".

Joana Sampaio trabalhou toda a sua vida na agricultura e recebe uma pensão de reforma no valor de 299 euros. Informada pelos serviços da segurança social de que tinha direito ao complemento, a octagenária procedeu à respectiva candidatura, com o apoio da família.

Para beneficiar do chamado "Complemento Solidário para Idosos", que se destina a pessoas com mais de 65 anos e baixos recursos, Joana teve que preencher o respectivo formulário e entregar declarações de IRS dos seus seis filhos.

O processo de candidatura ao suplemento de reforma começou em Fevereiro de 2008, mas em finais de Julho a idosa ainda não tinha recebido qualquer cheque. Como lhe explicaram na segurança social, o pagamento só é efectuado quando atinge o valor mínimo de cinco euros, o que demora cinco meses a acontecer.

Joana Sampaio planta uma horta com produtos alimentares para seu próprio consumo junto da casa onde reside e afirmou à imprensa que de outra forma não teria acesso a esses produtos.

02/08/2008

Contradições ou algo mais?


"Não vejo nada em contrário. Somos organizadores e não é um organizador que deve ter o ónus de decidir se um corredor está ou não apto para participar numa corrida", disse Joaquim Gomes à agência Lusa, justificando assim a decisão de deixar correr os ciclistas espanhóis.
"Se a União Ciclista Internacional (UCI) e a Associação Mundial Antidopagem (AMA) não fizeram nada, é um organizador que o deve fazer? A UCI que o faça, se tiver elementos, mas julgo que isso não acontecerá", acrescentou o director da prova. Joaquim Gomes adiantou ainda que a Associação Portuguesa de Ciclistas Profissionais (APCP), a Associação Nacional de Equipas de Ciclismo (ANEC) e o representante de Portugal da Associação Internacional de Jornalistas de Ciclismo (AIJC), consultados pela organização da corrida, "foram da opinião de que não cabe à PAD/João Lagos Sports decidir".

(Excerto da entrevista dada pelo responsável da organização da volta, quando questionado sobre a participação de ciclistas Espanhóis envolvidos na Operação Puerto.)
in Diário de Noticias
2007.08.01

"A PAD/Lagos Sports, no desempenho da sua função de organizadora da 70ª Volta a Portugal em Bicicleta, vem desta forma comunicar oficialmente a decisão de não convidar a equipa de ciclismo LA/MSS a marcar presença na próxima edição da prova, a disputar de 13 a 24 de Agosto.
Fiel a princípios sempre defendidos com denodo e resistência, na luta por um ciclismo limpo e transparente, em que os seus intervenientes competem com dignidade e igualdade de oportunidades, não podia a PAD/Lagos Sports tomar outra atitude que não esta, em deixar fora da Volta a Portugal, prova maior do meio velocipédico nacional, a equipa LA/MSS.
Com efeito, tendo por base os factos e elementos de suspeição de dopagem organizada, relacionados com a equipa em questão e publicamente denunciados pelas autoridades portuguesas, e, ainda, as consequentes posições oficiais da própria Federação Portuguesa de Ciclismo e da Comissão de Ciclismo de Estrada, a PAD/Lagos Sports vem com esta sua decisão encorpar uma luta que deve ser sem tréguas contra todos aqueles que, pelas suas condenáveis acções de procurar triunfar a qualquer preço, apenas contribuem para manchar e destruir uma modalidade olímpica que é tão próxima e querida do povo português."

(Comunicado da pad/joão lagos sport, para justificar a ausência da equipa Portuguesa LA/MSS/Póvoa de Varzim)


Repararam nas diferenças?
O que em 1 (um) ano, as coisas mudaram... e mudaram porquê?

Se há um ano não lhes competia julgar a inocência ou culpabilidade dos ciclistas, a UCI que decidisse, como se deu esta mudança de posição ?

Será mais fácil “castigar” ciclistas e/ou equipa(s) Portuguesa(s), do que equipas Estrangeiras com conceituados atletas?

Será para a pad mais importante as suspeitas do que os factos?

Se para a UCI ainda está tudo bem, até serem provados os factos, para quê esta sede de justiça, esta luta sem tréguas contra “ suspeições” por fundamentar?

Quem estará interessado na não participação da LA MSS na volta?

Já agora, para quem defende com intransigência os bons princípios, será normal o organizador da prova patrocinar uma das principais equipas?!

Quem envergará o Dorsal Nº1? Ah, pois...

Está na Hora da liberdade chegar ao Ciclismo.
As respostas ás questões aqui levantadas brevemente serão divulgadas neste espaço.

Se souberem responder a algumas são livres de utilizar este Blog.
Mas podem ter a certeza que para todas vamos ter uma explicação. Doa a quem Doer!!!


Retirado do Blog http://umdiavamosserlivres.blogspot.com/