28/07/2009

Mudança lenta na floresta mantém risco de incêndios

Publicado por Ricardo Garcia no Jornal Público

Seis anos depois dos dramáticos incêndios de 2003, a floresta portuguesa continua à mercê do seu principal calcanhar de Aquiles: o minifúndio. Um inquérito realizado pelo PÚBLICO revela que os proprietários que desde então se agruparam para gerir em conjunto os seus quinhões de floresta estão fortemente desmotivados com os resultados.
Muito pouco, ou mesmo nada em muitos casos, está a ser feito nesses agrupamentos - as zonas de intervenção florestal (ZIF), uma figura criada legalmente em 2005 como uma peça central para mudar a floresta portuguesa.Na grande maioria das ZIF, não houve redução efectiva do risco de fogos florestais, segundo o inquérito, a que responderam 79 por cento das zonas criadas até final de Junho (91 por cento em área).As ZIF são uma medida de longo prazo. Mas o seu arranque está a tropeçar na burocracia e lentidão do Estado, lamentam os seus responsáveis. Em quase todas (92 por cento), há queixas relativas aos apoios públicos que o Governo prometera. Têm sido aprovadas verbas para a constituição das áreas em si e para pagar despesas de funcionamento nos seus dois primeiros anos. Mas chegam atrasadas e são consideradas insuficientes. Os maiores problemas são apontados nos financiamentos para acções estruturantes - como reflorestações de áreas ardidas, infra-estruturas de prevenção de fogos e projectos que transformem a actual floresta abandonada em unidades rurais produtivas e sustentáveis. As verbas públicas estão previstas no Programa de Desenvolvimento Rural (Proder), que tem, no entanto, sofrido atrasos. Nenhum tostão chegou às ZIF até agora. Muitas entidades que gerem as ZIF queixam-se inclusive de não ter recebido qualquer resposta a candidaturas apresentadas há vários meses.Há outras críticas. Uma delas é a de que o Proder é desajustado à realidade das ZIF, não facilitando os investimentos comuns a muitas propriedades. Além disso, os proprietários não estão contentes com as taxas de apoio público, na ordem média dos 60 por cento, nem com as majorações para quem adere a uma ZIF, que consideram limitadas. Em algumas zonas do país, o interesse nas candidaturas é por isso baixo. A associação Caule, que gere dez ZIF numa das áreas mais críticas dos incêndios no país, enviou cartas a cerca de 2500 proprietários, informando sobre os apoios disponíveis para a limpeza da floresta. "Só responderam 42 pessoas", refere o presidente da associação, Vasco de Campos, numa nota enviada ao PÚBLICO.
Actividade suspensa.
Além de ansiarem por mais apoios, menos de um quarto das ZIF (23 por cento) constituíram o seu fundo comum, uma reserva financeira exigida por lei. E mesmo entre algumas que já o tem, não são por ora cobradas quotas aos proprietários. A desmotivação está a ter consequências. Em Idanha-a-Nova, os aderentes a uma das maiores ZIF do país - com 21 mil hectares - decidiram, em Maio, interromper a sua actividade, mantendo apenas as tarefas mínimas administrativas. "A ZIF está suspensa", afirma José Gameiro, da empresa Silvapor, que gere aquela zona de intervenção. Em Mação, por sua vez, novas ZIF que estavam na calha estão com o processo parado.Nem todas as opiniões são negativas. Um terço das respostas ao inquérito considera que as ZIF estão a fazer alguma diferença. Os motivos são vários: maior interesse na compra de terrenos, legalização de propriedades, maior receptividade ao associativismo, presença de equipas de sapadores florestais.A APAS Floresta, com duas ZIF na região Oeste, nota outro tipo de mudança. "Há um conhecimento de campo muito mais profundo agora", afirma a técnica Rute Santos. "Muitos proprietários ainda não estão satisfeitos, porque não viram resultados. Mas têm apoio técnico e há mais informação a circular", completa. Na generalidade das ZIF, porém, as intervenções práticas são limitadas. Em algumas, estão a ser criadas faixas de menor densidade florestal, reduzindo a carga combustível. Mas muitas responderam a dizer que não há ainda qualquer actividade concreta - ou porque a ZIF é muito recente, ou por falta de condições. A primeira zona de intervenção florestal - criada há quase três anos em Oliveira do Hospital - "continua sem apresentar no terreno qualquer acção". Os incêndios têm passado ao largo da maior parte das ZIF. Mas ninguém se arrisca a dizer que foi a sua criação que afastou as chamas. A associação Aflobei, que actua no distrito de Castelo Branco, resume numa frase: "Houve muita sorte."

Agricultores não aderem

O presidente do Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB), Tito Rosa, afirma que os agricultores portugueses pediram menos de 10 por cento das verbas destinadas para Intervenções Territoriais Integradas (ITI) nas zonas agrícolas da Rede Natura 2000.
Os agricultores podem solicitar verbas, designadamente, para a limpeza de matas ou a mudança para práticas agrícolas menos intensivas.
No Dia Nacional da Conservação da Natureza, Tito Rosa, ouvido pela Lusa, atribui a escassez de pedidos «ao modelo muito diferente do anterior».
Por outro lado, para este responsável, a fraca adesão deve-se também ao facto de se atravessar ainda um período de transição neste tipo de financiamento, dado que há cerca de um ano foram criadas as ITI, para o período 2007-2013, acabando-se com as chamadas medidas agro-ambientais criadas em 1992.
«Temos conversado com o ministério da Agricultura para colocarmos novas ITI no terreno e procedermos a algumas alterações que aumentem a adesão dos agricultores», sublinhou.
O presidente do ICNB defende «ajustes» e o lançamento de novas ITI para outras áreas da Rede Natura 2000 que ainda não beneficiam deste tipo de apoio.
A Rede Natura representa 21 por cento do território continental, constituindo os ecossistemas agrícolas e florestais um importante suporte de biodiversidade, uma vez que 61 por cento da Rede Natura é constituída por área agrícola e florestal.
As verbas destinadas aos agricultores pretendem promover uma gestão dos sistemas agrícolas e florestais adequada à conservação da biodiversidade e de manutenção da paisagem em áreas designadas da Rede Natura e na Zona Demarcada do Douro.

22/07/2009

Aluno com 9 negativas passa de ano



Escola de Darque garante que é a melhor solução, num caso em que há um contexto e em que não basta «somar» as positivas e as negativas .
Uma escola em Darque, Viana do Castelo, passou um aluno do 8º ano do ensino básico com nove negativas em 14 disciplinas e garante que foi a melhor solução. De acordo com a edição desta terça-feira do Público, o aluno tem 15 anos e teve, entre outras, negativa a Língua Portuguesa, a História, a Matemática, a Geografia, a Fisico-Química, a Educação Visual. O caso não é inédito, mas não deixa de ser raro, como admite ao jornal Augusto Sá, director do Agrupamento de Escolas de Monte da Ola, em Darque.
O responsável sublinha que, para se decidir se um aluno «passa», não basta «somar» as positivas e as negativas. «Há um percurso, há um contexto, há uma família...» e a decisão de passar o aluno em questão «teve em conta» esses factores. O professor explica que o aluno é acompanhado pelos Serviços de Psicologia do agrupamento desde o 2º ciclo, que já chumbou uma vez e que vive uma situação «sócio-familiar grave» que se agravou este ano.
A lei em vigor não determina limite de negativas para anos que não correspondem a fim de ciclo escolar e diz que, só em última instância, se deve chumbar no ensino básico. Por isso, o conselho de turma entendeu que o melhor para o aluno seria transitar. O mesmo conselho decidiu que o jovem irá frequentar no 9º ano um curso de Educação e Formação, que o prepara para a vida activa.
«Ele tem capacidades, mas o contexto sócio-familiar não tem permitido que evolua e acreditamos que, com acompanhamento, atingirá os objectivos», explica ainda ao Público Augusto Sá.
O responsável acrescenta que a escola decidiu assumir a decisão publicamente, ao contrário do que costuma acontecer nestes casos. Augusto Sá admite que, por vezes, os conselhos de turma preferem fazer subir administrativamente as notas para que não apareça na pauta uma decisão que causa estranheza na comunidade.

10/07/2009

POVEIRO ALFREDO SOUSA COMO PROVEDOR


Está eleito o novo Provedor de Justiça. Esta sexta-feira, mais de dois terços dos deputados votou em Alfredo José de Sousa, colocando um ponto final numa situação que estava por resolver há cerca de um ano.
O acordo entre PS e PSD permitiu, então, que, num universo de 217 deputados, 198 votassem a favor 198, enquanto apenas quatro votaram contra. Dez abstiveram-se, três foram nulos e dois em branco.
Recorde-se que o número de votos necessário era de 144, pelo que este resultado é excelente e demonstra um amplo apoio da Assembleia da República.
Juiz conselheiro, antigo presidente do Tribunal de Contas, Alfredo José de Sousa foi o nome de consenso encontrado entre os dois maiores partidos. Passa a substituir Nascimento Rodrigues.

PARA ONDE VAIS BLOCO ?

As recentes cisões no seio do Bloco de Esquerda da Póvoa de Varzim, veio trazer a nu as fragilidades de alguns, perante o nepotismo de outros.


Depois de há quatro anos, a candidatura Bloquista se ter esfumado ainda no decorrer da própria campanha eleitoral, onde a arrogância de Miguel Rocha Pereira, levou ao bater da porta de quase todos, impõe-se a seguinte pergunta:


Será que o Bloco de Esquerda, pretende manter mais uma candidatura fantoche ?


Será que Armando Herculano, que se perpetua no poder sem que haja eleições, pretende o desaparecimento do bloco ?
A recente indicação do Arquitecto João Ferreira, para cabeça de lista do Bloco na Povoa de Varzim, veio apenas trazer ao de cima primeiro a prepotência de um "líder"? será que o é ? no caso de Armando Herculano; Depois o interesse do " controleiro" mor do reino , Miguel Rocha Pereira lembrar os tempos da velha URSS .
A par destes senhores, surge então um outro " paraquedista" de seu nome José Paredes;
Ninguém sabe de onde veio, mas sabe-se para onde vai...limpar as botas dos que se perfilam para candidatos, sejam eles quais forem.
Mas no meio de tudo isto quem ficou muito mal na fotografia foi um dos responsáveis da distrital do Porto de seu nome SOARES LUZ; Luz que o ofuscou para apenas ver o que quer, dizendo hoje uma coisa , e amanhã outra. È isto a verticalidade do Bloco de Esquerda ?
O Bloco da Póvoa ficou sem candidato, já que João Ferreira ao ver-se enredado no meio de tanto lodo bateu com a Porta.
Depois a Póvoa ou os aderentes da Póvoa com muitos dos simpatizantes que fizeram parte da ultima candidatura bateram também com a porta. O que espera Miguel Rocha Pereira para fazer o mesmo ? não sabem...eu Digo CORAGEM E VERTICALIDADE.

A praia da Póvoa ou a aberração em que a transformaram


in Garatujando

CARTA ABERTA
AO SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA
DA PÓVOA DE VARZIM

Senhor Presidente,

Entendo ser um dever cívico, que exerço na qualidade de cidadã e de poveira, este que me impele a fazer participação pública de um roubo de que fui vítima, praticado à luz do dia e à vista de todos, na terra em que nasci.
Imponho-me, pois, a incontornável obrigação de o denunciar.
E, ao fazê-lo, manifesto também o meu veemente protesto por terem sido criadas condições que levaram a que esse roubo se concretizasse.
Se o faço endereçando esta carta a V.Exa., Senhor Presidente, é por ser o Senhor quem detém a responsabilidade máxima da gestão dos interesses da Póvoa.
Faço-o, no entanto, convicta de que, neste caso concreto, a culpa não cabe só a um Presidente de Câmara, a uma Assembleia Municipal, a um responsável pela Capitania do Porto, a um responsável pelo Plano de Ordenamento da Orla Costeira.
A culpa do que se passou cabe a todas estas entidades, sim!
Mas cabe também aos poveiros. Ao povo da Póvoa!
A culpa do que fizeram à minha, à nossa Terra, cabe a todos e a cada um dos que com as suas acções ou o seu silêncio, desinteressado ou cúmplice, permitiram o que aconteceu.
E o que aconteceu, Senhor Presidente, foi o terem-nos roubado o mar!
Sobre a areia da praia, desde o seu ínicio frente ao Casino até às Piscinas, foi construída uma cortina de casotas e caixotes de grandes dimensões, em materiais diversos pintados de castanho escuro, que impede a nossa tão antiga, tão profunda, tão essencial relação com o Mar.
Dizem-me que as casotas são apoios de praia. Agrupadas quatro a quatro, ali se guardam os tarecos dos banhistas, ali existe um quarto de banho, ali se inventou um bar.
Bem, que sejam necessários apoios de praia, entende-se.
Que tenham que ter aquelas dimensões e ser naquela quantidade e que tenham sido pintados daquela cor, não!
Dizem-me, também, que aqueles indescritíveis caixotes são cafés.
Ao longo de todo o areal da praia de banhos, entre casotas e caixotes foi permitida a instalação de cerca de cinquenta -pasme-se!- serviços de bar!
Mas haverá alguém, a quem genuinamente interesse o bem da Póvoa e da sua comunidade, que concorde com tão despudorada usurpação dos seus mais elementares direitos?
O Senhor, que tem feito pela Póvoa obra que a valoriza e o valoriza, o Senhor dorme descansado, Senhor Presidente?
O que me roubaram foi, pois, o mar! Roubaram-nos o mar!
Entre barracas de praia e esta proliferação de construções, cortaram-nos o prazer único de desfrutar da vista do mar.
E a Póvoa sem o mar não é a Póvoa!
Quem vai pelo Passeio Alegre em direcção ao Norte tem, à esquerda, aquela cortina escura de caixotes e casinhotos ,e à direita, porta sim, porta não, uma loja de produtos chineses.
A Póvoa está descaracterizada. Adulterarada. Esvaída da alma que a animava!
Eu não vivo na Póvoa mas sou da Póvoa.
Sou filha, neta e bisneta de poveiros.
Esta terra não é só a terrra onde nasci. Esta terra é a minha raiz!
E o mar, o mar da Póvoa, Senhor Presidente, não é pertença de Governo nenhum!
Não é pertença de Câmara nenhuma!
Não é pertença de Partido Político nenhum!
O mar sempre esteve aqui para que dele e com ele vivêssemos. Para que nele lavássemos os olhos. Para que nele nos revigorássemos. Para que nele nos reinventássemos.
A areia grossa, dourada, sempre deixou que espreitassemos o enlevo com que o mar nela se enrola. Sempre nos deixou olhar a ternura com que ele colhe na lonjura os beijinhos que, apaixonado, lhe vem, depois, espalhar pelo regaço.
É pois, aqui, que o mar tem de estar. Aqui! Diante dos nossos olhos!
E a areia tem de voltar a cheirar a algas e a maresia, Senhor Presidente. Não podemos admitir que passe a exalar o cheiro nauseabundo dos interesses privados!
Sabe, o Senhor, o que deveras me surpreende? Sabe o que deveras me magoa?
Pois é este constatar que a minha gente, que porta como herança, no sangue, a bravura dos homens do mar, se deixa ficar, assim, numa confrangedora inércia, a assistir ao roubo do que de mais importante possuímos.
Ora vejamos: Eu participo com os meus impostos para que o Senhor Presidente zele pelos interesses da minha terra. Não para que a destrua.
O que posso eu, então, fazer perante esta situação?
Bem, posso começar por manifestar a minha indignação. É o que estou fazendo.
E posso, também, seguir a sugestão que me fica da leitura de uma carta que um pobre homem da Póvoa de Varzim um dia escreveu ao Dr. Pinto Coelho, que era, à época, director da Companhia das Águas de Lisboa.
Deixe-me ter a ousadia, Senhor Presidente, de fazer minhas as palavras de Eça de Queirós:

Eu obriguei-me para com V.Exa. a pagar a despesa de uma encanação, o aluguer de um contador e o preço da água que consumisse. V.Ex.ª, pela sua parte, obrigou-se para comigo a fornecer-me a água do meu consumo. V. Ex.ª fornecia, eu pagava. Faltamos evidentemente à fé deste contrato: eu, se não pagar. V. Ex.ª, se não fornecer.
Se eu não pagar, V.Ex.ª faz isto: corta-me a canalização. Quando V.Ex.ª não fornecer, o que hei-de eu fazer, Exmo. Senhor?
É evidente que, para que o nosso contrato não seja inteiramente leonino, eu preciso no caso análogo àquele em que V.Ex.ª me cortaria a mim a canalização, de cortar alguma coisa a V.Exa.ª...Oh! e hei-de cortar-lha...
Eu não peço indemnização pela perda que estou sofrendo, eu não peço contas, eu não peço explicações, eu chego a nem sequer pedir água! Não quero pôr a Companhia em dificuldades, não quero causar-lhe desgostos, nem prejuízos!
Quero apenas esta pequena desafronta, bem simples e bem razoável, perante o direito e a justiça distributiva: quero cortar uma coisa a V.Exª.
Rogo-lhe, Exmo. Senhor, a especial fineza de me dizer, imediatamente, peremptoriamente, sem evasivas, nem tergiversações, qual é a coisa que, no mais santo uso do meu pleno direito, eu possa cortar a V.Exª.
Tenho a honra de ser
De V.Exa.ª
Eça de Queirós

Sem outro assunto de momento sou, também eu, de V.Exa.,
Atenciosamente,
Libânia Feiteira

15/05/2009

João Cabreira lamenta não ter sido inocentado mais cedo



Por Jornal Ciclismo em Sexta-feira, 15 Maio, 2009 22:10


AS DERROTAS DE LUIS HORTA COMEÇAM A FAZER-SE SENTIR...


João Cabreira manifestou-se satisfeito pela posição de princípio que tomou no início dos dois casos disciplinares de que foi alvo por interposição do CNAD junto da Federação Portuguesa de Ciclismo serem reconhecida como certa, lamentando, após a deliberação do Conselho Jurisdicional da Federação Portuguesa de Ciclismo “não ter sido inocentado mais cedo”.
Em conferência de imprensa em Paredes, o campeão nacional de fundo lamentou ter “arcar com consequências para o resto da vida” além de prejuízos que causaram danos de credibilidade irrecuperáveis à sua vida desportiva e social relembrando, a título de exemplo, o dano causado à sua imagem pública de agente político enquanto antigo candidato à presidência da Junta de Freguesia de onde é natural – Aguçadoura – nas passadas eleições autárquicas.“Mais vale tarde do nunca”, confessou.
Após duas deliberações do CJ da FPC nos últimos seis meses a seu favor – o último datado de sete de Maio – Cabreira afirmou ter nada a temer caso se verifique o recurso da decisão daquele órgão independente para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD). Tal procedimento, a efectuar-se , poderá revogar a decisão tomada pelo CJ, ainda que o seu recurso seja, no caso, permitido às entidades responsáveis pelo controlos anti-dopagem, no caso, a Agência Mundial Anti-dopagem, que, de acordo, com Luís Horta, director do Laboratório Anti-Dopagem “está a acompanhar o caso. Que está longe de estar terminado”, disse recentemente na imprensa.
“Não temos nada a temer.
A nossa tranquilidade é total”, referiu o ciclista que, este ano, corre pelo CC Loulé-Louletano-Aquashow.


O campeão nacional de fundo lamentou ainda o seu caso ter sido debatido numa comissão parlamentar na Assembleia da República que envolveu o Secretário de Estado do Desporto, Laurentino Dias e Luís Horta. “Não disseram o meu nome, mas a carapuça serviu”, referiu Cabreira que criticou a alegoria de ter sido a imagem do ciclista batoteiro perante os deputados.
Na sequência do caso que motivou a sua primeira sanção disciplinar – a alegada fuga a um controlo surpresa no País Basco efectuado a 26 de Julho de 2008 - a advogada do corredor precisou já ter efectuado uma queixa -crime perante o DIAP de Lisboa visando os inspectores médicos controladores e ao presidente do IDP (Luís Sardinha) por “denúncia caluniosa”. “Foi uma condenação social antes de ser ver se era culpado ou não”, disse.
A advogada de Cabreira, Marina Albino, frisou a vitória nos dois processos ter sido conseguida de forma substantiva e não meramente derivada de questões processuais. No caso da primeira sanção disciplinar Marina Albino afirmou que Cabreira cumpriu “todas as informações de localização” – o caso refere a ausência a um controlo fora de competição não efectuado no País Basco pela morada corresponder a um prédio devoluto – e colocou em causa o mandato do CNAD na missão de controlo ao corredor fora do território nacional. “O CNAD tem a obrigação moral de actuar de acordo com os regulamentos”, referiu.
Por sua vez, quanto ao objecto do segundo processo disciplinar instaurado e que dava conta de manipulação de urina com a presença de uma protease, enzima que serviria para mascarar produtos dopantes na amostra, Marina Albino frisou o entendimento do CJ da FPC. “[A protease] não está suficientemente estudada. Não está provada a sua eficácia na manipulação da amostra”. “Não consta da lista de substâncias proibidas ou de métodos proibidos pela AMA”. ”Existe de forma endógena e não houve prova de o atleta ter administrado externamente esta substância”, reforçou.
Por outro lado, a jurista questionou o método de recolha das amostras de urina no controlo que deu origem ao segundo processo e a conservação das mesmas, acrescentando haver duas actas referentes à mesma recolha e que apresentam temperaturas de conservação inicial distintas. “Uma primeira acta diz que foi conservada à temperatura ambiente, depois aparece outra a dizer que foi refrigerada. Ora o processo requer que a amostra seja refrigerada de imediato. A urina levou mais de 10 horas a chegar a Lisboa e outros tantos dias a ser enviada para Madrid e mais outros tantos dias até chegar a Colónia”, afirmou.
Sobre o facto de Cabreira não usar a camisola de campeão nacional – o ciclista terá manifestado essa intenção na primeira etapa do GP Paredes mas tal não foi permitido pelo Colégio de Comissários - , a jurista explicou que tal se deve ao inquérito do caso LA-MSS no Conselho de Disciplina que impede a homologação dos resultados da corrida disputada em Junho de 2008 em Rebordosa. “Já passou um ano e o Cabreira não pode vestir a camisola de campeão nacional. O regulamento do Conselho de Disciplina refere um prazo máximo de 60 dias. A Justiça Desportiva tem sido lenta”.
Sobre este caso, Cabreira referiu que o seu actual clube não tem sido notificado das decisões tomadas, desconhecendo quando pode contar com os serviços do ciclista em competição. “Esse procedimento devia ser mudado e a equipa informada das decisões que me dizem respeito”.
Paulo Couto, presidente da APCP, justificou a sua presença na conferência de imprensa por “solidaridade” diante de um dos seus associados, resumindo este caso como um meio de contribuição para a melhoria dos regulamentos e para a defesa de um ciclismo limpo, ideia recuperada pela causídica que disse estar-se perante um “caso de estudo” em matéria de ciclismo, dopagem e direito.

CANDIDATO DO PARTIDO SOCIALISTA


No proximo sábado, pelas 21 horas no Novotel Vermar vai ser a apresentação do candidato do Partido Socialista, Dr. Renato Matos como candidato à Camara Municipal da Póvoa de Varzim; Todos os Poveiros que desejam a mudança devem comparecer em força.
FORÇA RENATO

05/05/2009

Artigo demolidor de CLARA FERREIRA ALVES - revista ÚNICA do Expresso


Artigo demolidor de CLARA FERREIRA ALVES - revista ÚNICA do Expresso



Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo dizendo ter formação, que nunca adquiriram, que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido.

Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos. Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido. Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura)
desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades. Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos. A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.

Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada. Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas Consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado. Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve. Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços deenigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar averdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura. E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade. Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém quem acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?. Vale e Azevedo pagou por todos? Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida? Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático? Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico? Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana? Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal? Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios eenrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma. No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?
As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância. E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou? E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu? Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu. E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê? E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára? O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha. E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca. Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento. Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade. Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças , de protecções e lavagens , de corporações e famílias , de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade. Este é o maior fracasso da democracia portuguesa

Clara Ferreira Alves - "Expresso"

22/04/2009


Espectáculo comemorativo do 25 de Abril na próxima Sexta-Feira, dia 24, pelas 21.30horas no Auditório do Centro Social Monsenhor Pires Quesado (ao lado da GNR da Póvoa de Varzim)

A não perder

FINALMENTE O LOCAL FOI LIMPO...PARABENS

20/04/2009

Todos sabemos que a Póvoa de Varzim está cada vez mais insegura.

Mas será que a Policia de Segurança Publica e a Policia Municipal estão a fazer o seu papel ?

As operações Stop sucedem-se em catadupa, os reboques andam numa corrida desenfreada a ver quem reboca mais, mas esquecem-se do essencial: estar ao lado da populações;

Esta carrinha está à cerca de tres leram bem tres semanas neste estado; num local de excelencia para a PSP efectuar operações stop como tem acontecido, mas ainda não viram isto!












Vá lá...continuem com as Operações stop....que qualquer dia encontram a carrinha

11/04/2009

CABREIRA DE REGRESSO


João Cabreira, que foi suspenso por dois anos no final do mês de Fevereiro, está desde segunda-feira autorizado a correr, uma vez que o Conselho Jurisdicional da Federação Portuguesa de Ciclismo lhe levantou a pena enquanto estuda o recurso apresentado pelo corredor. O regresso poderá ser dia 19, na Clássica da Primavera.
João Cabreira, campeão nacional de fundo, poderá correr no dia 19 a Clássica da Primavera, prova na sua área de residência que venceu em 2008, se assim decidir a sua equipa, o CC Loulé-Louletano-AquaShow.
Depois de ter sido suspenso por dois anos pelo Conselho Disciplinar da Federação Portuguesa se Ciclismo, para defender a sua inocência, João Cabreira recorreu ao Conselho Jurisdicional, que anulou a suspensão até de reunir novamente e tomar uma decisão definitiva. Recorde-se que João Cabreira já havia sido suspenso no final de 2008 pelo Conselho Disciplinar por alegadamente ter falhado um controlo anti-doping surpresa, sendo depois a suspensão anulada pelo Conselho Jurisdicional.
Cabe agora aos directores do CC Loulé-Louletano-AquaShow decidir pela inclusão ou não de Cabreira na equipa que alinhará na Clássica da Primavera, próxima corrida a disputar.


Inserto em ciclismo Digital

04/04/2009

Faleceu Armando Santiago


Foi ontem a enterrar o meu grande amigo Armando Santiago; vítima de doença prolongada . Um excepcional profissional ao serviço do ciclismo, mas especialmente um grande amigo, sempre disponível, sempre bem disposto, sempre atencioso e preocupado comigo! Perdi um grande Amigo mas ganhei mais um anjo no céu. Santiago, nunca me faltaste com a tua amizade e carinho, serei para sempre teu amigo! Descansa em Paz!

Mas também não poderei esconder a revolta daqueles a quem serviste com lealdade e que nesta hora te esqueceram; refiro-me ao Jornal de Noticias " uma vergonha no reconhecimento do homem que tudo deu pela empresa em que trabalhava," e pela Federação Portuguesa de Ciclismo que muito lhe deve por tudo o que fez no ciclismo; apenas se fez representar pelo Delmino Pereira e pelo representante do Porto, mas pelo Presidente que tinha obrigação de lhe prestar uma última homenagem...nada! Aliás nada que jánão se esperasse de quem ocupa lugares para satisfazer o seu ego...uma vergonha...não merecias isto companheiro...

03/04/2009

A CENSURA ESTÁ AÍ...VOTA PS

Do Blog Democracia em Portugal

Foi com estupefacção, mas não com admiração (pois já nada me admira), que recebi, enquanto moderador de um outro blogue (A Voz do Povo), o seguinte comentário de um nosso habitual leitor, dizendo que “o lápis azul da Censura“, lhe havia fechado o seu blogue. E eu recebi este comentário, como já disse sem admiração, mas com estupefacção porque foi muito célere, ou seja, a decisão desde as ameaças à muito sofridas, de anónimos, e de gente da nossa “camorra”, eram diários e várias vezes ao dia, depois de auto intitular defensor do novo movimento “Democracia Directa”, então foi por demais evidente que lhe fechavam a tasca, mas dotados de dois pesos e duas medidas, pois em muitos outros assuntos de estado, não se apressaram os senhores da “Gabardina” a andar da perna e destapar o corrupto do caso “Freeport”, que como é sabido pode prescrever ao fim de cinco anos desde o começo das investigações. Para que se saiba, o desabafo deste amigo “Blogger”, serve de rampa de lançamento para que se saiba, sim, temos Ditadura, e da mais badalhoca e mesquinha como pede para ser conotada. Fica aqui, já o tal desabafo, do amigo:“O blogue http://portaria-59.blogspot.com/ foi silenciado pela ditadura, para saber mais vá aqui: http://pulseiraeletronica.blogspot.com/, deve ter sido o quinto blogue encerrado em Portugal depois de vários terem ido a tribunal por dizerem as verdades. As eleições estão à porta mas nada faz parar a ditadura na sua ânsia de poder, neste momento desde o seu presidente de câmara municipal até ao deputado pelo seu circulo só pensam quem vai manter o tacho ou arranjar outro, não pensam em si caro eleitor que só tem voz de quatro em quatro anos nas eleições que os vão colocar no poleiro por mais quatro anos. É a pura verdade. Por isso silenciam quem lhes faz frente na tentativa de apagarem casos como Freeport, Portucalle, Portaria 59/2005, etc. É o Portugal que temos porque é isto que se vai apresentar em eleições brevemente, é este tipo de gente que nos governa e quer continuar a governar, desde a sua junta de freguesia até ao presidente da republica, já são milhares os exemplos de abandono do povo, ao denunciar isso mais as ilegalidades que cometem fecharam simplesmente um blogue que lutava pela defesa do Património e da memória de um Povo outrora chamado Portugal. Vivemos agora em Roubugal, ditadura severa onde os ricos não vão para a cadeia, onde o estado dá dinheiro aos bancos e aos ricos, onde se desviam dinheiros destinados ao Património para se fazerem campos de golfe e hipismo, onde pedófilos tardam a ser julgados e onde o Povo tal carneiros vota de quatro em quatro anos sem depois nada poder fazer quando há suspeitas acerca de quem governa. Roubugal não pode continuar assim, é hora de mudar, Democracia Directa é a solução ao alcance de todos!”Os negritos do texto acima, são meus, e são de realçar também o porquê de lhe terem mandado o Blogue Co Alho, como faz questão de o dizer, é que neste caso, o nosso amigo, conta com a minha total solidariedade, e determinação, Há que fazer uma “Varredela”, nem que seja à “Vassourada” destes corjas, que nos querem impor a sua vontade de nos GAMAR.A Mim, ninguém me cala, e a ti “Alexix” Também não…Podem-te fechar o Blogue” abriremos outros 10, 20, 30… 10000000000, os que forem precisos, para correr com esta gentalha.

29/03/2009

Que mais nos irá acontecer ?


A Campanha Negra contra o nosso "primeiro" ganhou novos contornos; O vídeo da "Campanha Negra" está aí e promete novos desenvolvimentos. A TVI mostrou ao País o som de um vídeo onde Charles Smith diz que José Sócrates "é corrupto"...

Para verem podem ir ao link da TVI:




este também está disponivel no Youtube




21/03/2009

CRITICAS DOS PROVEDORES DA RTP E RDP FAZEM "CAÍR" ANUNCIO ANTIMANIFESTAÇÕES DA ANTENA 1


AS DURAS CRITICAS DOS PROVEDORES DO TELEESPECTADOR ( TELEVISÃO ) E DO OUVINTE ( RADIO ) AO SPOT PUBLICITARIO ANTIMANIFESTAÇÕES DA ANTENA 1 LEVARAM A QUE A ADMINISTRAÇÃO DA RTP DECIDISSE RETIRA-LO DA EMISSÃO.
O ANUNCIO DE TV RETRATA UM CONDUTOR PARADO NO TRANSITO, A QUEM A JORNALISTA EDUARDA MAIO, UMA DAS PRINCIPAIS VOZES DA ESTAÇÃO E AUTORA DA BIOGRAFIA AUTORIZADA DO PRIMEIRO MINISTRO, " O MENINO DE OURO DO PS " EXPLICA QUE A RUA ESTÁ CORTADA DEVIDO A UMA MANIFESTAÇÃO CONTRA ELE E " CONTRA QUEM QUER CHEGAR A HORAS " .
DEPOIS ADMIRAM-SE DO JORNALISMO QUE TEMOS...

VAMOS AJUDAR O GUI

A RADIO ONDA VIVA LANÇOU UMA CAMPANHA SOLIDÁRIA PARA AJUDAR UMA CRIANÇA...O GUI

O ALEXANDRE NECESSITA DE UMA INTERVENÇÃO CIRURGICA QUE SÓ PODE SER EFECTUADA EM CUBA

POR ISSO NECESSITA DA AJUDA DE TODOS NÓS

CONTRIBUA

NIB : 000700000063039427123